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09/07/1999

 

Mercado reage por precaução, diz Carvalhaes

 

 

O corretor Eduardo Carvalhaes Júnior, do Escritório Carvalhaes de Santos avaliou que as duas altas registradas na quarta e quinta-feira se devem mais a uma precaução sobre uma possível frente fria que estaria chegando na semana que vem do que ao acordo firmado na reunião dos países produtores e da APPC (Associação dos Países Produtores de Café). Na opinião de Carvalhaes, a única forma de o mercado poder reagir de forma concreta seria a implementação de uma política de financiamento da produção, caso contrário os consumidores continuarão ditando o ritmo dos preços.

Quanto as metas acordadas para exportação, Carvalhaes vê os números com certa reserva. "Quinze milhões para a atual safra seria um número a se pensar, pois só no consumo interno vamos utilizar cerca de 12 milhões de sacas, enquanto que a indústria de solúvel vai utilizar em torno de 2 milhões de sacas. Pode ser que o governo venho a ter de leiloar café", analisou. Para ele, a exportação de 17 milhões de sacas para a outra safra é uma meta difícil de ser cumprida; "Só o tempo vai dizer se esse acordo será cumprido; o outro acordo tinha o compromisso entre consumidores e produtores e mesmo assim o Brasil ultrapassou sua meta", disse.

Carvalhaes disse que se no atual momento se estivesse discutindo um financiamento de safra, as exportações brasileiras poderiam ser distribuídas ao longo do tempo, garantindo o cumprimento das metas acordadas e também o abastecimento durante a safra de ciclo baixo de 2001. "Se o financiamento for postergado para maio, por exemplo, nós teremos um desastre com os preços", opinou.

 

 

 









 

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