Preço diário composto cotado a centavos

08:04:19 - A OIC (Organização Internacional do Café) divulgou que o preço diário composto, referente ao dia 02 de Julho ficou em centavos por libra peso, com baixa de 100%. Em Nova Iorque, os preços dos vários tipos de café se portaram de tal forma: os colombianos suaves atingiram centavos por libra peso, com queda de 100%; os outros suaves apresentaram a cotação de centavos por libra peso, com baixa de %; os brasileiros e outros naturais foram negociados a centavos por libra peso, com a desvalorizacao de 100%, ao passo que os robustas ficaram cotados a centavos por libra peso, com baixa de 100%. O preço aferido pela OIC feito a partir da cotação de colombianos suaves (14%), outros suaves (20%), brasileiros naturais (31%) e robustas (35%).


Dólar abre em baixa de 100%, cotado a R$

09:10:25 - O dólar comercial iniciou os negócios desta Quarta-Feira com desvalorização de 100% em relação ao seu fechamento anterior. Na abertura da sessão, a moeda norte-americana era comercializada a R$ na compra e a R$ na venda.


Certifica Minas renderá 3 reais a mais por saca de café exportada

10:00:08 -

Em meio à crise de preços enfrentada pela cafeicultura brasileira, os produtores de Minas Gerais se preparam para o primeiro embarque ao exterior com o selo Certifica Minas Café, que dará premiação pela qualidade do grão. A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou ontem que o negócio será fechado pela Exportadora de Café Guaxupé, sediada no município de mesmo nome, no Sul de Minas, prevendo, inicialmente, a destinação ainda neste mês de 50 mil sacas a clientes na Europa. A certificação vai permitir acréscimo de R$ 3 ao preço de cada saca negociada, como resultado da adaptação das fazendas credenciadas pelo programa estadual de certificação criado em 2007.

Amostras do produto já estão sendo colhidas pela empresa exportadora. Segundo Niwton Castro Moraes, assessor especial de café da Secretaria de Agricultura, a primeira exportação de café com o selo Certifica Minas representa um avanço para o setor, que passará a ser visto como os concorrentes estrangeiros certificados. "É o reconhecimento do trabalho conduzido nas fazendas que chega aos olhos dos varejistas e de grandes empresas no exterior", afirma. Ele prevê também para este ano exportações de cafés com o selo por meio da certificadora UTZ Certified, com sede na Holanda. A empresa e o governo estadual firmaram termo de cooperação há cerca de um ano. A premiação deverá ser de R$ 6 sobre o preço da saca de café exportada.

"Fomos sondados por outras certificadoras internacionais para desenvolver mais parcerias", disse Castro Moraes. De acordo com balanço relativo a 2012, 1.643 propriedades já foram certificadas pelo programa estadual e a meta é atingir 1.750 fazendas até o fim do ano. A certificação é concedida a partir da adequação das lavouras a duas vertentes: redução dos custos de produção e atendimento de critérios socioambientais do cultivo.

 

Sustentabilidade 

Os cafeicultores têm de cumprir 95 condições para obter o selo, das quais 37 são ações de preservação do meio ambiente e 26 se referem à produção sustentável e à conservação de recursos hídricos. As fazendas são acompanhadas por técnicos da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas (Emater-MG) e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) na aplicação das normas, baseadas em exigências de mercado por uma produção de qualidade. O acordo firmado com a holandesa UTZ proporciona complementariedade dessas práticas com outras medidas adotadas no mercado externo.

Maior produtor de café do Brasil, o estado responde por 52,7% do volume nacional. No ano passado, a produção mineira foi de 26,9 milhões de sacas, obtidas numa área plantada de 1 milhão de hectares distribuídos entre mais de 600 municípios. Trata-se do segundo produto da pauta de vendas externas de Minas, depois do minério de ferro, liderando as exportações do agronegócio estadual. Os cafeicultores mineiros exportaram o equivalente a US$ 3,8 bilhões em 2012, cifra que representou 49% dos embarques do agronegócio.

 

Fonte: Jornal Estado de Minas/ Marta Vieira

 


Os prejuízos do café

10:04:46 -


Vietnã responde por 55,1 por cento da exportação mundial de café robusta em maio, diz OIC

10:32:05 -

O Vietnã segue como líder das exportações mundiais de café robusta, com seus embarques apresentando alta de 18,18% em maio deste ano frente ao mesmo mês de 2012 (1.650.000 sacas de 60 kg). No quinto mês de 2013, os vietnamitas responderam por 55,13% das exportações globais de conilon, tendo comercializado 1,950 milhão de sacas com o exterior. Os dados, preliminares, são do relatório estatístico da Organização Internacional do Café (OIC). De acordo com a entidade, o total embarcado por todos os países produtores, em maio passado, foi de 3.537.203 sacas de robusta, montante 12,10% superior ao registrado no quinto mês de 2012, quando a exportação mundial da variedade somou 3.155.474 sacas, e 12,20% maior do que as 3.152.596 sacas de abril deste ano. O Brasil figurou como sexto colocado no ranking mundial, em maio. No mês retrasado, o País remeteu 157.774 sacas de conilon ao exterior, volume que implicou alta de 43,47% em relação a maio de 2012 (109.967 sacas) e representou 4,46% do total. Confira, na sequência, tabela com os principais exportadores de robusta nos últimos seis meses.

 

Fonte: Asscom CNC/ Paulo André Colucci Kawasaki


Brasil representa 37,2 por cento da exportação mundial de café arábica em maio

10:39:20 -

De acordo com dados preliminares do informe estatístico mensal da Organização Internacional do Café (OIC), as exportações mundiais da variedade arábica totalizaram 5.537.211 sacas de 60 kg em maio de 2013, o que implicou queda de 5,29% na comparação com as 5.846.668 sacas registradas no mesmo mês de 2012, e de 3,34% frente às 5.728.424 sacas de abril deste ano. Respondendo por 37,19% do total, o Brasil permanece na liderança das exportações mundiais de café arábica, tendo remetido 2.059.070 sacas ao exterior em maio, ou 10,42% a menos do que o embarcado no quinto mês de 2012 (2.298.636 sacas). Veja, abaixo, tabela com as exportações mundiais da variedade ao longo dos últimos seis meses.

 

Fonte: Asscom CNC/ Paulo André Colucci Kawasaki


Setor do café com pires na mão

10:47:10 -

Há expectativa de empresários do setor cafeeiro de que o CMN (Conselho Monetário Nacional) anuncie, no começo da próxima semana, medidas de auxílio aos produtores de café. Segundo o presidente do Conselho Nacional do Café e diretor da Comissão Técnica do Café da FAEMG, Breno Mesquita, o setor está em “profunda crise” e dependendo de ações do governo.

Segundo ele, um sinal importante de que o governo deve agir é que o preço da saca de 60 quilos do café (R$ 260) está bem abaixo do preço mínimo estipulado pelo CMN (R$ 307). O preço mínimo é a referência utilizada nas ações do governo, como programas de financiamento e de estocagem.

O valor mínimo pleiteado pelo setor é de R$ 340 – valor que foi inclusive sinalizado pelo Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). “Até hoje estamos sem entender o critério utilizado para esse preço, que é insuficiente para remunerar o produtor, que nos últimos anos aumentou sua produtividade e a qualidade do seu produto”, diz Mesquita.

Além disso, na última semana, o ministro da Agricultura, Antônio Andrade, deu a entender que o governo federal deveria retirar do mercado 10 milhões de sacas de café, o que elevaria a cotação internacional do grão, mas uma fonte ligada ao setor disse que não acredita nessa medida.

A expectativa é que o governo crie mecanismos de subvenção e incentivo, que afetariam cerca de 10 milhões de sacas, que equivalem a 20% da produção brasileira. “Se o governo retirasse do mercado 10 milhões de sacas seria excelente tanto para o governo, que aumentaria seu superávit com o preço maior para a exportação, e para os produtores, que seriam melhor remunerados”, avalia Mesquita.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), os preços dos produtos para os consumidores devem passar por “um certo realinhamento durante 2013”, uma vez que a maioria das empresas ainda não conseguiu repassar parcela dos custos da alta da matéria-prima de 2011, quando a commodity alcançou cotações máximas em décadas na Bolsa de Nova York.

 

Fundo terá capital para modernizar a lavoura 

O Fecafé (Fundo Estadual do Café), criado no ano passado pelo governo de Minas Gerais, recebe até esta terça-feira, dia 2, propostas de projetos de produtores e entidades ligadas ao setor para o melhoramento do produto, estudos estratégicos e um mapeamento detalhado da produção no estado. O fundo tem um orçamento de R$ 40 milhões para este ano e mais R$ 60 milhões para 2014.

Os recursos não serão usados como capital de giro, mas para a modernização das lavouras. Os beneficiados poderão adquirir equipamentos ou fazer aportes tecnológicos, mas não poderão usar os recursos para aumentar a área plantada, por exemplo.

“O Fecafé foi criado para estimular o cafeicultor a fazer melhorias no processo produtivo, agregando valor, produtividade e qualidade ao produto”, define o assessor especial de Café da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Niwton Castro Moraes.

O fundo mineiro, neste sentido, é diferente do Funcafé, um fundo do governo federal que financia o custeio, armazenamento e comercialização de café.

Os cafeicultores beneficiados pelo Fecafé terão até 84 meses para quitar a dívida, com juros de 4% ao ano e carência de até 36 meses. No caso dos agricultores familiares, os juros serão de 3,2% ao ano.

 

Fonte: FAEMG

 


Dólar comercial opera em baixa, cotado a R$

14:27:54 - O Dólar comercial está operando com baixa de 100%. Há pouco, a moeda americana era comercializada a R$ na compra e a na venda.


Produtores de café marcam manifestação para esta quinta-feira, em Três Pontas

15:08:32 -

Como mencionado, na próxima quinta, 4 de julho, os produtores de café de Três Pontas farão uma manifestação contra o sucateamento econômico e as dificuldades que a cafeicultura vem enfrentando nos últimos anos e que colocam em risco a sobrevivência do setor.  O início da manifestação está previsto para às 5 horas da manhã, com o ponto de encontro final às 10 horas na Praça Cônego Victor, centro da cidade, onde o tema será debatido.

A escolha do horário para o início da manifestação não é aleatória. Este é o horário em que normalmente começa a jornada de trabalho diário dos produtores rurais. No frio ou no calor. Em dia útil ou feriado. A cafeicultura, como um segmento agrícola, é uma atividade que exige uma rotina de trabalho incansável, sem espaço para a pausa. Não dá para fechar a porteira e simplesmente parar por alguns dias. Isso, por si só, deveria fazer dela uma atividade no topo da escala de valorização da economia brasileira. E a sua importância vai além: o café é o produto agrícola que mais representa o Brasil, além de empregar diretamente mais de 6 milhões de pessoas. 

No entanto, o que se vê é uma contínua desvalorização da atividade no cenário político nacional, praticamente deixada à margem, o que vem causando dificuldades sérias e comprometedoras ao longo dos anos, que chega a uma situação insustentável. Para entender o porquê, não é preciso muito. O governo brasileiro estabeleceu como preço mínimo para a saca de café o valor de R$ 307,00. O valor de mercado tem girado em torno de R$ 270,00 por saca.  Mas o custo médio real para a produção de uma saca de café não bate com nenhum dos valores acima (nem o do governo, nem o de mercado), ficando em torno de R$ 340,00.  Ou seja: o produtor rural está pagando para trabalhar, está pagando para alimentar o mercado de café e para manter os mais de 6 milhões de empregos gerados.

Debater essa situação e exigir uma política de apoio do governo federal são o mote da manifestação. Segundo os produtores, são necessárias ações públicas de curto, médio e longo prazo. Entre as reinvindicações, está a criação de uma política de controle de estoque, que permitiria regular a oferta no mercado e a consequente valorização do preço da saca de café. Outra reivindicação diz respeito à criação de uma política consistente de valorização da qualidade do café no mercado nacional.  Essas seriam apenas algumas das várias medidas necessárias para tentar reverter o quadro e não deixar, literalmente, o café ir pelo ralo.

 

Fonte: Rede Social do Café

 


Mulheres contam com suporte técnico da Emater-MG para modernizar gestão de propriedade

15:18:59 -

Uma propriedade administrada apenas por mulheres chama a atenção no município de Coroaci, região Leste de Minas. Após a morte do pai, quatro irmãs assumiram a produção leiteira da fazenda. Para dar continuidade à atividade, elas contam com suporte técnico da Emater-MG. As irmãs melhoraram a gestão da propriedade e têm obtido bons resultados.

As irmãs perderam o pai em 2010. Era ele quem administrava a fazenda.
Com a morte dele, elas decidiram dar continuidade à atividade mesmo tendo pouca experiência em gestão. O começo foi difícil. Não era feito o controle de animais, as instalações eram precárias, alto índice de mortalidade de bezerros e animais de baixa produção. “Foi complicado.Às vezes não sabíamos o que fazer, principalmente nas questões sobre gestão da atividade”, conta Suely Corrêa da Silva.

Diante das dificuldades, as quatro irmãs procuraram o escritório da Emater-MG. Elas foram orientadas pelos extensionistas da Empresa a participarem do programa Minas Leite. A iniciativa é da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e executado pela Emater-MG. A proposta visa modernizar a cadeia produtiva do leite de Minas Gerais, gerando aumento de produtividade e renda. O programa é baseado na garantia de três fatores: o aprimoramento técnico, a qualidade dos produtos e a gestão da atividade.

Por meio do Minas Leite, as irmãs tiveram conhecimento de procedimentos que contribuem para o sucesso da pecuária leiteira.
Entre eles, o pastejo rotacionado. O processo é simples. O pasto é dividido em pequenas áreas (piquetes). Dessa forma, é promovida uma rotatividade na hora do gado se alimentar. Isso é importante para que o capim fique sempre no ponto ideal de consumo e para não comprometer a rebrota. Outra ação importante são os cuidados com a ordenha, que incluem uma sala de ordenha limpa e teste para verificar casos de mamite, entre outros.

A gestão da propriedade também ficou mais profissional. Agora, as irmãs anotam tudo referente à produção. Dessa maneira, elas conseguem controlar melhor o que acontece na propriedade. “Nós já percebemos a diferença. Agora sabemos quais são os nossos gastos e o nosso lucro.
Com isso, podemos nos planejar. Dá mais segurança”, diz Suely Silva.

Mesmo com pouco tempo de participação no Minas Leite, e ainda faltando algumas ações a serem implantadas na propriedade, já começam a aparecer bons resultados. Por exemplo, o índice de mortalidade diminui e aumentou a produtividade por vaca.

“Embora no inicio não preocupamos em aumentar diretamente a produção de leite, a produtividade por animal já pode ser observada. Antes do programa cada vaca produzia em média 3 litros/dia. Hoje, cada uma produz 5 litros/dia”, diz o extensionista Clésio Peixoto de Melo.

Também por sugestão dos extensionistas da Emater-MG, as irmãs adquiriram um touro da raça gir leiteiro com padrão genético melhorado. A proposta é fazer o melhoramento genético do rebanho.

“O resultado só vai aparecer daqui a dois anos, quando as primeiras fêmeas estiverem parindo. Com isso, esperamos melhorar a produção de leite e a rentabilidade com a venda de animais geneticamente melhores”, diz o técnico da Emater-MG Edirson Ramos de Oliveira.

Satisfeitas com os resultados alcançados até agora, as irmãs esperam profissionalizar cada vez mais a atividade, melhorando a qualidade do rebanho e do leite produzido na propriedade delas.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação da Emater-MG 

 


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criado em 03/07/2013