Robustas abrem negativos na Bolsa de Londres

07:35:02 - Os contratos futuros do café robusta abriram negativos na sessão de hoje da Liffe. Há pouco, o contrato de Julho/2012 operava US$ 2060 dólares por tonelada, com perda de US$ 5 dólares.


Até o dia 13, as exportações totalizam 792.083 sacas.

08:40:01 - As exportações brasileiras no mês de Maio, mais especificamente até o dia 13, totalizaram 792.083 sacas de 60 kg de café, registrando alta de 31.54% em relação às 542.218 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior. De acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), 701.912 sacas embarcadas são referentes a café arábica, 17.631 a conillon e 72.540 referentes a solúvel.

O porto de Santos exportou 673.175 sacas, o porto de Vitória embarcou 77.445 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 2.900 sacas, o porto de Sepetiba exportou 1.440 sacas, o porto de Salvador enviou -??, enquanto os outros portos exportaram 11.123 sacas de café.

Também até o dia 13, o Cecafé registrou a emissão de 1.065.603 certificados de origem, dos quais 900.001 são referentes a arábicas, 69.288 a conillon e 96.314 de solúvel.


Feira Internacional de Café incentiva novos negócios e apresenta experiências com o produto

08:50:57 -

7ª edição do Espaço Café Brasil acontece de 4 a 6 de outubro de 2012, em São Paulo.

 

O Espaço Café Brasil (ECB) é o maior evento de café da América Latina e reúne produtores, compradores, empresários e especialistas em café. Agora, em sua 7ª edição, que acontece de 4 a 6 de outubro de 2012 no Pavilhão do Expo Center Norte, em São Paulo (SP), a Feira Internacional de Café investe ainda mais no setor ao trazer toda a cadeia cafeeira para gerar negócios durante os três dias. A data não poderia ser melhor, período pós-colheita, onde os cafés da safra atual estão frescos e podem ser degustados por compradores nacionais e internacionais, além de expositores e visitantes terem contato com lotes e microlotes do produto.

O objetivo é aproximar e integrar cafeicultores, torrefadores, classificadores, exportadores, empresários, baristas, proprietários de cafeterias e apreciadores em um só local para a troca de experiências, além de mostrar novos produtos de alta qualidade, que hoje estão mais disponíveis nas lojas, cafeterias e supermercados para os apaixonados por café. Neste ano são esperados 8 mil visitantes e R$ 15 milhões em geração de negócios.

Com a co-realização da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), o Espaço Café Brasil também conta com o apoio institucional das principais entidades cafeeiras. A feira funciona como uma plataforma de negócios para associados e para o desenvolvimento do setor. Marcos Racy Haddad, Diretor Comercial da Café Editora – a realizadora da feira –, ressalta que o Espaço Café Brasil se consolidou como a feira do setor. “Vamos oferecer, neste ano, o foco em diferentes experiências com o produto, seja em conhecimento, tecnologia ou inovação, até a própria degustação de cafés frescos da safra atual”.

 

Negócios

Dentro da programação do 7º Espaço Café Brasil, os visitantes conferem uma exposição de produtos e serviços de ponta, com tendências e soluções para o setor. A participação ativa das regiões produtoras, marcas de café de qualidade, cooperativas, torrefadoras, exportadoras e empresas de utensílios e complementos para o café é presença garantida na feira dedicada exclusivamente ao setor, que terá mais de 70 marcas expondo durante os três dias.

O público poderá assistir a palestras e participar de cursos com profissionais da área. Os debates das apresentações e workshops serão em torno de negócios, mercado, campo e todo o leque de assuntos ligados ao universo do café. A Cafeteria Gourmet já conta com o Patrocínio Oficial da multinacional BUNN, que oferece soluções em equipamentos para café e com o Patrocínio da Torra da marca brasileira Atilla - Torradores para Café.

A grande atração deste ano também será a Sala de Cupping, com provas profissionais de café, a participação de compradores, nacionais e internacionais, em rodadas de negócios, com grãos de qualidade selecionados especialmente para as mesas de prova. Em 2011, as rodadas de negócios colocaram frente a frente produtores e compradores, o que rendeu compra e venda de mais de 200 sacas de café de altíssima qualidade.

 

Serviço

7º Espaço Café Brasil - Feira Internacional de Café

Data: 4 a 6 de outubro de 2012

Onde: Pavilhão do Expo Center Norte – São Paulo (SP)

 

Fonte: Asscom BSCA/ Paulo André Colucci Kawasaki

 


Café Web TV

08:52:44 -

Fonte: Rede Social do Café


Onde estará o estoque? Cuidado!

08:57:41 -

Por Fernando Souza Barros.

 

 Estamos no começo de julho de 2012 e o produtor precisa saber que o estoque de Café existente no exterior  não passa de 10 milhões de sacas e ainda de péssima qualidade e o maior exemplo disto são os cafés certificados da Bolsa de N.York que estão em média com 4 anos e meio de vida. A tal safra brasileira de 55.... milhões de sacas para 2012 não passa de manipulação de números uma vez que até a Conab está trabalhando com algo em torno de 50 milhões para proteger o Consumidor do outro lado e sabemos que nem isto será colhido. O clima aqui no Brasil e em vários Países Produtores atingiram duramente as lavouras prejudicando a colheita e aqui por exemplo jogou de 12 a 15 milhões de sacas no chão. Qualquer um sabe que a qualidade destes cafés vai ser muito prejudicada e haverá percas também na quantidade de sacas e o exemplo que temos é o da Colômbia aonde diziam que haveria uma colheita de 9 a 10 milhões de sacas  e colheu 7 apenas.

O nosso estoque de passagem em 30 de março de 2012 a Conab não divulga e neste momento sabemos também que café da safra de 2011 para consumo interno praticamente não tem.O saldinho que ficou para Exportação como derrubaram o mercado de R$600,00 para R$350,00 e agora começa a se recuperar faz com que o produtor não tenha pressa de vender até por que o que já colheu está com a qualidade comprometida.

O momento é de cautela, colocar o Café em Armazém Gerais, pegar os documentos(recibo de depósito e warrant) pois com isto seu café estará imobilizado financiar no Banco R$270,00 a R$320,00 por saca a 6,75% ao ano e não ter pressa de vender seu café pois está muito barato o preço neste momento e como a realidade só virá a tona no final da safra os preços deverão evoluir para os patamares de onde saíram pois derrubaram os preços para comprar conillon e agora com o conillon a R$250,00/R$260,00 eles se quiserem Café de qualidade vão ter que brigar para comprar o nosso pois ele está na arvore ou no terreiro ainda! A média de venda desta safra não poderá ser inferior a R$450,00 podendo chegar a preços bem maiores dependendo da forma como o produtor brasileiro vai vender a sua Mercadoria. Valorize o seu Produto e não o venda a qualquer preço! Procure orientação,não faça dívidas inúteis,guarde o dinheiro para as épocas de vacas magras para não vende-lo por precisão e sim opinião.

O ideal é vocês chegarem na colheita com 50 a 70% do valor de um custeio anual no Banco aplicado para não dependerem de Liberação de verbas coisa que atrasando só nos traz prejúiso pois força voce a vender seu café na pior hora e quando sabemos que café de qualidade está muito barato.

 

 Fonte: Peabirus/ Fernando Souza Barros é diretor executivo da Sincal

 

 


Dólar abre em alta de 12.6%, cotado a R$ 2,0229

09:00:00 - O dólar comercial iniciou os negócios desta Sexta-Feira com valorização de 12.6% em relação ao seu fechamento anterior. Na abertura da sessão, a moeda norte-americana era comercializada a R$ 2,0229 na compra e a R$ 2,0242 na venda.


Confira a previsão do tempo nesta Sexta-Feira.

09:30:01 - Regiao Sudeste

Regiao Norte

Regiao Nordeste

Regiao Centro Oeste

Regiao Sul


IBGE: Produção de café do Brasil será de 50,9 milhões de sacas

09:33:56 -

A previsão do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de junho projeta uma safra agrícola de 160,7 milhões de toneladas em 2012, com alta de 0,3% ante o levantamento de maio. Se confirmada, a safra será 0,4% superior à do ano passado, quando foi de 160,1 milhões de toneladas.

O País deverá colher uma área de 49,4 milhões de hectares em 2012. O montante representa um avanço de 1,6% em relação à área colhida em 2011, mas é 0,9% menor do que a estimativa de maio. A produção de café em grão será ainda maior do que foi previsto em maio, segundo o levantamento.

A produção total (arábica e robusta) deve alcançar 50,9 milhões de sacas de 60 kg. A safra de café arábica deve totalizar de 2.289.282 toneladas no ano, o equivalente a 38,2 milhões de sacas de 60 kg. O resultado é 0,2% maior do que o estimado em maio. Pernambuco e Distrito Federal melhoraram suas previsões para 2012.

A área total no País ocupada com o café arábica é de 1.762.738 de hectares, uma redução de 0,1% em relação ao estimado em maio. A área a ser colhida deve totalizar 1.586.015 de hectares. O rendimento médio aumentou 0,2%.

Já a produção nacional de café canephora (robusta ou conilon) deve somar 759.796 de toneladas, ou 12,7 milhões de sacas de 60 kg do grão. O resultado é 3,4% maior do que o previsto em maio. O Espírito Santo, maior produtor nacional, teve expansão de 4,4% no rendimento e um aumento de 4,5% na produção, prevista em 9,7 milhões de sacas. As condições climáticas favoráveis e os cuidados com o cultivo favoreceram a produção.

 

Fonte: Café da Terra

 


Preços do café devem subir devido à perda de qualidade

09:37:43 -

As cotações no mercado do café devem subir devido à perda de qualidade dos grãos causada pelas chuvas. Segundo o presidente da Cooxupé, Carlos Paulino, “no mês de junho os preços caíram muito, mas no mercado os fundamentos estão prevalecendo”.
A safra de café deverá chegar próximo da estimativa projetada pela Companhia Nacional do Abastecimento (Conab). Para o estado de Minas Gerais a produção estava estimada em 26,64 milhões de sacas de café na safra 2012. “Agora com a colheita o produtor percebe que será uma safra boa, mas não será espetacular”, afirmou o presidente.

Funcafé

O dinheiro começou a ser repassado para os bancos, que começam a fazer os contratos. No entanto, boa parte do recurso é destinada à comercialização. “O produtor precisa armazenar o café, em algum lugar, para poder fazer o financiamento da comercialização”, finalizou Paulino.

Fonte: Notícias Agrícolas 

 


Associação de Baristas tem nova diretoria

09:42:58 -

A Associação Brasileira de Café e Barista (ACBB) elegeu a nova diretoria no último dia 26 de junho para um mandato de dois anos.

Fundada em 2005, a ACBB é uma associação sem fins lucrativos que congrega pessoas físicas e jurídicas atuantes no mercado interno de cafés especiais, incluindo a produção, comercialização, industrialização, distribuição, serviços de apoio, produção de equipamentos e sua distribuição destinada a esse mercado.

Para o biênio 2012/2013 a chapa vencedora, “Novos Rumos – Diversidade para Crescimento”, é formada pela seguinte diretoria: Helga Andrade (Barista), Pedro Lisboa (Café Cristina - Marca de café), Katia Nassuno (Flavors - Xaropes e utensílios), Gelma Franco (IL Barista - Cafeteria) e Silvia Magalhães (Italian Coffee – Distribuidor de máquina).

 

Fonte: http://revistaespresso.uol.com.br/noticias/ 

 


Coffee Lab lança café super exclusivo

09:46:47 -

“Uma joia”. É assim que a premiada barista Isabela Raposeiras, proprietária do Coffee Lab, define o café que a casa está lançando nesta semana. O preço de cada pacote de 250 g do "Nanolote de Obatã" assusta: R$ 85. Inicialmente o valor era ainda mais alto, de R$ 105, mas, um dia depois da divulgação, foi reduzido.

Esses grãos, no entanto, parecem valer o quanto pesam no bolso. A começar pela exclusividade. Produzidos em escala minúscula pela Fazenda Ambiental Fortaleza, de Mococa (SP) _apenas três sacas, de 60 quilos cada_, são da variedade obatã, pouco utilizada na cafeicultura brasileira.

Após colhidos, os frutos passaram por um processo de secagem bastante lento e controlado atentamente pela equipe da fazenda. Dos 180 quilos produzidos, apenas 35 foram adquiridos por Isabela Raposeiras, em uma disputa intensa com compradores australianos e suecos, que ficaram com o restante do “nanolote”.  

Já na cafeteria, os grãos passaram por uma torra leve, que buscou ressaltar algumas delicadezas de aromas e sabores do café. O resultado é uma bebida que, segundo a barista, tem o perfil dos cafés africanos, muito frutado com acidez acentuada e uma complexidade peculiar. “Esse café é prova de que, com um processamento cuidadoso, lento e controlado, podemos obter cafés com aromas tão especiais e complexos quanto os maravilhosos cafés do Quênia, da Etiópia e da América Central."

Os 130 pacotinhos estão à venda apenas no Coffee Lab, localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo

Serviço

 

Coffee Lab fica à Rua Fradique Coutinho, 1.340, Pinheiros, São Paulo, SP

 

Fonte: Portal Espresso/ Giuliana Bastos 

 


Fertilizantes têm potencial de alta limitado, diz Rabobank

09:49:42 -

Os preços internacionais dos fertilizantes têm potencial de alta limitado durante o terceiro trimestre de 2012, enquanto o setor passa por um período de transição, avalia o Rabobank. Em relatório trimestral sobre fertilizantes divulgado nesta quarta-feira, o banco diz que as atenções da indústria estão se voltando do período de plantio no Hemisfério Norte para os fundamentos de oferta e demanda no Hemisfério Sul e no Sul da Ásia.

Segundo o Rabobank, houve um aumento sazonal da demanda global por fertilizantes no segundo trimestre, com ampla área plantada durante a primavera na América do Norte. Projeções divulgadas pelo governo norte-americano para o plantio de milho foram maiores do que o mercado esperava, o que provocou um forte crescimento das compras de nitrogênio e elevaram os preços dos nutrientes agrícolas.

Entretanto, "até o fim do segundo trimestre, os preços globais recuaram um pouco, mas ainda estão de 10% a 12% mais altos do que no fim do primeiro trimestre de 2012 para nitrogênio e fosfato. Os preços do potássio ficaram estáveis", recorda o Rabobank. Além disso, os mercados tiveram de assimilar as instabilidades da economia global, especialmente com a crise na Europa e um crescimento econômico menor na China, no Brasil e na Índia.

Essa influência da economia sobre os mercados agrícolas deve permanecer no curto prazo, segundo o banco, além dos riscos climáticos em regiões produtoras de grãos como no Mar Negro e nos Estados Unidos. "A maioria dos mercados agrícolas, especialmente milho e soja, continua se beneficiando da apertada relação entre estoques e consumo", diz o Rabobank, ponderando que a incerteza macroeconômica deve promover certa cautela entre os compradores de fertilizantes.

A volatilidade do câmbio é vista como outro fator de risco para o complexo de fertilizantes: nos últimos 12 meses, o real se desvalorizou 18% frente ao dólar e a rupia indiana, 22%, o que tende a tornar as importações menos atrativas. "O Rabobank mantém uma perspectiva de neutra a negativa para os mercados de potássio nos próximos meses. A firme demanda da América do Sul - mais especificamente do Brasil - parece ser o único suporte para os preços do MOP (muriato de potássio), enquanto as compras na Europa e na Ásia permanecem fracas", afirma o relatório.

 

Brasil 

Embora o Rabobank espere um aumento sazonal da demanda por fertilizantes no País, com o início do ano-safra 2012/13, o crescimento do consumo deve ser limitado. Além do câmbio mais desfavorável para as importações, alguns produtores do Sul do Brasil (27% da demanda brasileira) mantêm estoques de nutrientes do ano passado. Eles também podem decidir aplicar menos fertilizantes de fosfato e potássio neste ano, diz o banco. Ainda assim, espera-se que o Brasil consuma cerca de 29 milhões de toneladas de fertilizantes em 2012, um aumento de 3% sobre 2011.

 

Fonte: Agência Estado/ Globo.com

 


Centro do Cafeeiro produz plantas à prova de pragas

10:01:36 -

Poucos o sabem, mas Oeiras tem a maior plantação de café da Europa! Situa-se na Quinta do Marquês e ocupa meio hectare em estufas. Naturalmente, ali não se cultiva arábica ou robusta para produzir a revigorante bebida. Mas faz-se um trabalho que, desde 1955, tem sido essencial para manter muitos países produtores de café, desde o Brasil à Colômbia, passando pela Tanzânia ou Timor, a salvo de doenças que atacam em exclusivo aquele género de plantações, as principais das quais são a ferrugem alaranjada e a antracnose dos frutos verdes. Naquela época, temendo que o fungo que provoca a primeira daquelas maleitas (o Hemileia vastatrix) invadisse, também, o continente americano, os Estados Unidos investiram cerca de 116 mil dólares na construção das estufas em Oeiras para que ali fossem estudadas formas de combater aquela doença.

De lá para cá, o Centro de Investigação das Ferrugens do Cafeeiro (CIFC) recebeu milhares de cafeeiros e juntou uma colecção única no mundo que será o maior pesadelo de qualquer agricultor deste sector: mais de 3000 amostras de ferrugem, que permitiram identificar 45 estirpes do Hemileia! Num jogo de gato e rato entre fungos e humanos, os produtores de café ficaram a ganhar, prevenindo a dizimação das suas colheitas através de espécies mais resistentes e evitando, assim, o recurso à pulverização com pesticidas, técnica mais onerosa e, também, agressiva para o meio ambiente.

Tão ou mais espantoso do que o facto de Oeiras ter o maior cafezal da Europa – na verdade, só o é porque não há outros no continente europeu, exceptuando projectos de menor dimensão em França – é a constatação da dimensão planetária do serviço prestado pelo CIFC. “Mais de 90% das variedades de cafeeiro com resistência às principais doenças cultivadas a nível mundial foram obtidas a partir de estudos feitos directa ou indirectamente no nosso centro”, sublinha ao JR a sua directora, Maria do Céu Silva, lembrando as relações de cooperação com mais de 40 países cafeicultores. Embora possa ser intrigante a escolha de Portugal para este efeito, a explicação é simples. Na verdade, só num país onde não há condições naturais para se cultivar café é que faz sentido este tipo de investigação, pois assim se evita que os fungos, que atacam apenas o cafeeiro, possam ir contaminar áreas inteiras de produção. “Mas também porque temos boas temperaturas, que permitem poupar no aquecimento das estufas e, ainda, porque tínhamos ligação à cultura do café nas antigas colónias e havia já investigação em curso”, acrescenta Vítor Várzea, responsável pela área de trabalho prático com os cafeeiros.

A partir de 1989, os estudos com a ferrugem alaranjada foram estendidos à antracnose dos frutos verdes (Colletotrichum kahawae). Ambas as doenças estão disseminadas no continente africano, de onde a antracnose ainda não conseguiu sair, o que não evita que os produtores dos outros continentes temam esse desfecho. Por isso, os contributos do CIFC nas duas vertentes têm sido devidamente aproveitados.

Um dos mais importantes foi a descoberta do híbrido de Timor, uma planta que mistura arábica com robusta e se revelou imune a todas as estirpes do Hemileia vastatrix que então se conheciam. Do cruzamento com outras variedades feito no CIFC resultaram, a partir de meados do século passado, plantas muito resistentes em vários pontos do mundo. “O nosso centro distribuiu as sementes das plantas híbridas de Timor, cruzou-as para obter outras variedades, que também enviou a praticamente todos os países que produziam café na altura”, realça Maria do Céu Silva.

Tudo a troco de nada ou quase nada, o que nos dias que correm – em que a “ajuda” internacional só chega na condição de juros altos ou altíssimos – dá que pensar... “Temos um convénio com uma instituição privada da Colômbia desde há 35 anos que tem sido a fonte de receitas mais regular, embora tenha vindo a diminuir de valor; do México e do Brasil surgem algumas verbas de forma intermitente. Agora vamos avançar com um projecto na China, onde 90% de todo o material que eles lá têm foi mandado pelo centro, mas algumas das variedades estão a perder resistência e eles querem reatar a cooperação connosco”, revela a directora do CIC, aludindo ainda as relações fortes com a Índia, a colaboração com países africanos de língua inglesa, como o Quénia e a Tanzânia, ou com Angola que, antes da guerra, chegou a ser um dos principais produtores de café robusta em África. “Estão a tentar voltar à produção, já lá fomos duas vezes e fizemos propostas para reabilitar a cafeicultura, vamos a ver…”.

O Brasil assumiu, ainda, uma forma de pagamento muito peculiar: “Em homenagem e reconhecimento ao trabalho feito pelo centro decidiram dar o nome Oeiras a uma das variedades que obtiveram em campo a partir de plantas que lhes enviámos”, orgulha-se Maria do Céu Silva. Jorge A. Ferreira

 

Fonte: Jornal da Região 


Cooxupé registra atraso na colheita do café em regiões pesquisadas

10:04:46 -

Nas regiões pesquisadas pela maior cooperativa de café do mundo, a Cooxupé, que envolve o Sul de Minas, o cerrado mineiro e o Vale do Rio Pardo, em São Paulo, apenas 15% da área total plantada com café já foi colhida. Segundo Joaquim Libânio, diretor de exportação da Cooxupé, a média histórica para esse período é de cerca de 30%.

As chuvas fora de época, em junho,  prejudicaram a qualidade do produto e atrasaram os trabalhos de colheita. Segundo Libânio, cerca de 15% a 20% do café caiu no chão. Se voltar a chover, esses grãos podem fermentar, embora alguns já estejam levemente estragados.

O diretor da cooperativa disse que ainda é cedo para estimar a queda na produção de cafés finos. “O volume ainda não é significativo”, explica. Mas ele relata também florada antes da hora em função das chuvas, o que prejudica a safra seguinte – a 2013/14.

Nos últimos dez dias, as chuvas cessaram, mas produtores estão preocupados com a previsão de chuva para este fim de semana. O agrometeorologista da Somar Meteorologia, Marco Antonio dos Santos, diz que estão previstas chuvas de baixa intensidade apenas neste fim de semana em algumas áreas produtoras do Estado de São Paulo e no Sul de Minas, principalmente na região de Guaxupé, sede da Cooxupé.

 

Fonte: Valor Econômico

 


Futuros dos arábicas abrem estavéis em Nova Iorque

10:15:01 - Os contratos futuros do café arábica abriram estavéis na sesssão de hoje na Bolsa de Nova Iorque. Setembro/2012 abriu com perda de 2 cents, cotado a 178,85 centavos de dólar por libra peso, abriu estável, cotado a centavos e se mantem estavél, cotado a centavos de dólar por libra peso.


Cooperativas projetam aporte de R$ 1,7 bilhão no Estado

10:33:32 -

Na semana que antecede as comemorações do dia do cooperativismo, celebrado em 7 de junho, o Sistema Ocergs-Sescoop apresentou um balanço dos avanços e projetou os principais desafios em 2012. Convidado de ontem na reunião-almoço Tá na Mesa da Federasul, o presidente da entidade, Vergílio Frederico Perius, projetou investimento de R$ 1,7 bilhão para este ano e o início de uma reestruturação complexa do grupo de associados em cada setor de atuação.
A ideia, segundo Perius, é promover dois movimentos distintos. O primeiro, de horizontalização das unidades, tem o objetivo de unir e fortalecer a competitividade, especialmente, no que se refere ao agronegócio. Em seguida, a proposta é verticalizar as operações com a criação de centrais de compras, fertilizantes, estímulo à produção de biodiesel e acréscimo das atividades produtivas características.
Segundo ele, os passos são norteados por um estudo feito em parceria com o Rabobank e que deve ser encaminhado em longo prazo. “É algo semelhante ao que foi feito na Europa. Na Alemanha, por exemplo, há 10 anos existiam mais de 14 mil cooperativas e hoje este número não passa de 4 mil. É um fortalecimento por meio da união de interesses geográficos, produtivos e comerciais”, simplifica. 
Na visão do presidente da Fecoagro, Rui Polidoro Pinto, este é um procedimento inevitável para preservar a capacidade de concorrência. “Trata-se de um projeto que exige negociação, não pode ser feito por decreto, mas necessariamente terá que acontecer, sob pena de alguém ficar de fora destes mercados altamente competitivos. Nos grãos, as empresas se antecipam e quem tiver mais envergadura de negociação acaba engolindo os menores”, destaca. 
Já para o presidente da Central Sicredi Sul, Orlando Müller, a experiência com o crédito cooperativo, que conta com mais de 2,1 mil associados e registrou aumento de 25,9% nas operações, com movimento de R$ 6,2 bilhões no ano passado, serve de modelo para o planejamento. “Hoje somos conhecidos pelo sistema e não pela individualidade. É possível ganhar escala e produtividade com a intercooperação. Historicamente as cooperativas tem feito a mediação de etapas desde o fornecimento dos insumos até o comércio. A ideia é agregar valor e passar ao processo industrial e também de distribuição”, exemplifica.    
Ao longo da tarde de ontem, uma homenagem na Assembleia Legislativa e um encontro com o governador Tarso Genro ampliaram as atividades, que ganham importância pelo fato de a ONU ter instituído 2012 como o ano internacional das cooperativas. Por isso, Vergílio Frederico Perius destacou alguns dados do relatório Expressão do Cooperativismo Gaúcho para sensibilizar as autoridades. Com 1.026 unidades e 60% da população gaúcha ligada a algum tipo de cooperativa, o Rio Grande do Sul lidera o ranking brasileiro, com 14,5% do total no País. A estimativa é de que a geração de 52 mil empregos e o faturamento anual de R$ 27 bilhões, já correspondam a 11,3% do PIB do Estado. 
Além disso, dos investimentos previstos até dezembro, R$ 890,4 milhões serão destinados ao agronegócio, R$ 133 milhões às operações de crédito, R$ 101 milhões à infraestrutura, R$ 480 milhões ao segmento habitacional, R$ 41 milhões à saúde e R$ 1,6 milhão aos transportes. O aporte deve possibilitar a construção de silos, armazéns, fábricas de ração, sistemas de irrigação e Pequenas Centrais Hidroelétricas (PCHs), entre outras melhorias previstas.

 

Fonte: Jornal do Comércio/ Rafael Vigna

 


Plano Safra 2012/2013 para agricultura familiar é recorde

10:42:42 -

Lançado na quinta-feira (6), pelo ministro de Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, o Plano Safra da Agricultura Familiar 2012/2013 prevê recursos da ordem de R$ 22,3 bilhões para a safra atual, que começa neste mês de julho. O valor destinado para a agricultura familiar é recorde. Diante de um salão lotado no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), com a presença da presidente Dilma Rousseff, de ministros, governadores, senadores e outras autoridades, além de agricultores familiares e representantes de movimentos sociais ligados ao meio rural, o ministro e a presidente destacaram os avanços do Plano Safra deste ano.
Apenas em crédito para investimento e custeio, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), serão disponibilizados R$ 18 bilhões aos agricultores familiares. A presidente afirmou, porém, que o valor não é o limite do governo. "Se forem necessários mais de R$ 18 bilhões se a demanda dos agricultores familiares for maior, eles terão mais de R$ 18 bilhões", garantiu Dilma.
O ministro Pepe Vargas realçou as novas medidas do plano e os avanços da agricultura familiar nos últimos anos. "O Brasil entrou num ciclo de crescimento econômico com distribuição de renda e ampliação das políticas sociais. Essas conquistas também estão chegando ao meio rural", pontuou.
Pepe Vargas salientou a melhoria de vida no campo, em grande parte devido às diversas políticas públicas disponibilizadas pelo MDA, como crédito, garantia de compra e seguro, entre outras. "O número de pessoas no meio rural que também ascenderam à classe média é expressivo, são mais de 3,7 milhões", disse o ministro.

Compras garantidas
O novo Plano Safra amplia os valores de crédito oferecido e também a garantia de compras por parte do governo. Para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que prevê compras pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para os estoques nacionais, os recursos serão de R$ 1,1 bilhão. Durante o lançamento do plano, a presidente Dilma Rousseff assinou o decreto que regulamenta a nova modalidade de compra do PAA, que permite que estados e municípios passem a adquirir produtos diretamente dos agricultores familiares. Em coletiva à imprensa, após o anúncio das medidas, Pepe Vargas explicou que a ação ampliará as vendas da agricultura familiar, cujos produtos agora poderão ir para restaurantes de órgãos públicos, universidades estaduais e hospitais públicos, entre outros.
Já para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), os recursos destinados para as compras de produtos da agricultura familiar por escolas públicas passam a ser de R$ 1,2 bilhão. Durante a cerimônia no Planalto, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, assinou uma resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) que eleva o limite de compras por agricultor. Agora, cada produtor poderá vender até R$ 20 mil em produtos por ano às escolas públicas. Mais que o dobro do valor anterior que era de R$ 9 mil. Além da ampliação do limite, os editais do Pnae também poderão ser publicados na Rede Brasil Rural (RBR), ferramenta virtual criada pelo MDA para auxiliar na comercialização dos produtos da agricultura familiar.
Pepe Vargas ressaltou, ainda, a ampliação dos limites de renda para os agricultores familiares terem acesso a crédito e a queda nas taxas de juros dos financiamentos ao setor. O ministro também frisou que, no ano declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como Ano Internacional das Cooperativas, o Pronaf Agroindústria, linha de crédito voltada para essas organizações, teve seu limite de crédito ampliado de R$ 10 milhões para R$ 30 milhões. 

Sustentabilidade
O ministro e a presidente destacaram o importante papel da agricultura familiar na preservação da natureza e no objetivo do governo de tornar a produção brasileira cada vez mais sustentável. Os limites de crédito do Pronaf Floresta, por exemplo, passam de R$ 20 mil ao ano por agricultor para R$ 35 mil. O programa tem por objetivo financiar, entre outras atividades, o manejo florestal.
Pepe Vargas pontuou que todos os novos contratos de assistência técnica e extensão rural (Ater) passarão a prezar, além do aumento da produção e da renda dos agricultores, também pelo manejo sustentável do solo, da água e dos insumos, assim como o uso reduzido de agrotóxicos. Pepe comentou, ainda, sobre a parceria entre o MDA e o Sebrae, voltada para a melhoria na gestão dos empreendimentos da agricultura familiar.
A importância dos serviços de assistência técnica foi reiterada pela presidente Dilma, que informou a criação, pelo governo, de um órgão federal específico para cuidar da política nacional de assistência técnica. "A assistência técnica é um dos três eixos fundamentais para a agricultura no Brasil", afirmou Dilma, que apontou a armazenagem e a irrigação como os outros pontos essenciais para o avanço do setor no país.
O ministro comemorou a criação do novo órgão e avaliou que a assistência técnica e o crédito são os grandes responsáveis pelo aumento da produtividade no meio rural. Nesse último quesito, Pepe Vargas salientou a importância do Pronaf Mais Alimentos, que financia a compra de máquinas e equipamentos agrícolas para a agricultura familiar. O ministro informou que, desde a criação do programa, há quatro anos, mais de 40 mil tratores já foram comercializados por meio da linha de crédito do MDA. "O Mais Alimentos melhora a produtividade e a qualidade de vida dos agricultores familiares, além de ser um reforço importantíssimo para a política industrial do país", declarou Pepe Vargas, sob fortes aplausos da plateia.

Alex Atala
Durante o lançamento do Plano Safra 2012-2013, o MDA assinou um protocolo de intenções com o chef paulista Alex Atala, um dos mais renomados do mundo. O acordo tem como objetivo qualificar empreendimentos da agricultura familiar para que eles passem a ser fornecedores da rede varejista, de modo a promover a valorização da agricultura familiar brasileira no mercado gastronômico. O MDA e a agricultura familiar ganham, assim, um importante aliado.
Atala é dono do quarto melhor restaurante do mundo (D.O.M.), segundo o ranking deste ano da revista especializada inglesa Restaurant. O chef lançou recentemente uma marca de produtos feitos por agricultores familiares, a Retratos do Gosto. O primeiro produto oferecido é um tipo de miniarroz, mas ele quer expandir a linha. O chef afirma que o intuito da empreitada não é lucrar -- ele vai reinvestir os ganhos nas propriedades de seus fornecedores. Atala acredita que os produtos locais são mais saborosos e quer ajudar no desenvolvimento da agricultura familiar.

 

Fonte: Ministério do Desenvolvimento Agrário

 


Bureau de Inteligência Competitiva do Café

10:54:14 -

O Bureau de Inteligência Competitiva do Café é um projeto financiado pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) com interveniência da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Os trabalhos são desenvolvidos dentro do Centro de Inteligência em Mercados (CIM) da Universidade Federal de Lavras (UFLA).

O principal objetivo do Bureau é produzir inteligência competitiva para transformar o Estado de Minas na mais dinâmica e sofisticada região cafeicultora do mundo. Para isso, são trabalhados três objetivos específicos:

1 – Gerar e difundir informações e tecnologias para a cadeia agroindustrial do café.

2 – Construir inteligência estratégica de prospecção de mercado, o Observatório do Café, que subsidie as decisões do Governo de Minas Gerais para o setor.

3 – Elaborar indicadores econômicos e sociais que permitam a construção de cenários para a cafeicultura de Minas, do Brasil e do Mundo.

O Bureau publica, mensalmente, análises sobre os principais setores da cadeia produtiva do café:

Produção: Contém os principais fatos relacionados aos países produtores de café. Essa análise busca identificar as principais tendências internacionais e ações do países concorrentes do Brasil.

Indústria: Identificação e monitoramento das principais tendências da empresas torrefadoras pelo mundo. Essa análise apresenta as principais informações internacionais sobre a indústria de café.

Varejo: Com ênfase no setor de cafeterias, essa análise apresenta as principais tendências e as ações das maiores empresas do setor, como Starbucks e Dunkin Donuts.

As análises estão disponíveis no site do Bureau: http://icafebr.com.br/

Basta fazer um rápido cadastro e ter acesso à um grande volume de informações úteis para a construção de inteligência competitiva.

 

Contato

O Bureau de Inteligência Competitiva do Café está disponível aos interessados em conhecer melhor as atividades desenvolvidas. Os contatos podem ser feitos por telefone, e-mail, correspondência ou presencialmente (com agendamento de visita).

As atividades do Bureau são desenvolvidas dentro do Centro de Inteligência em Mercados (CIM) da Universidade Federal de Lavras (UFLA).

Endereço: Centro de Inteligência em Mercados, Departamento de Administração e Economia, Bloco I – Campus Universitário. CEP: 37200-000.

 

Fonte: Peabirus

 


Robustas operam positivos na Bolsa de Londres

11:30:01 - Há pouco, o contrato de Julho/2012 operava US$ 2087 dólares por tonelada, com ganho de US$ 22 dólares.


Mapa contrata agentes para linhas de custeio

11:44:02 -

Mapa contrata agentes para linhas de custeio, opções e mercado futuro
A assessoria de comunicação do Conselho Nacional do Café (CNC) informa que, após seguidas reuniões realizadas junto ao Governo Federal, em especial a de ontem com o Secretário Executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Carlos Vaz, da qual participaram membros do Conselho Diretor e o presidente executivo do CNC, Silas Brasileiro, o presidente da Comissão Nacional do Café da CNA, Breno Mesquita, e o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, o Diário Oficial da União desta quarta-feira, dia 4 de julho, traz, na seção 3, Aviso do Departamento do Café da Secretaria de Produção e Agroenergia do Mapa referente à contratação de agentes financeiros para operarem recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

O DOU comunica a abertura do prazo, hoje, para a contratação de instituições financeiras integrantes do Sistema Nacional de Crédito Rural - SNCR para atuarem como agentes financeiros na aplicação e administração de recursos do Funcafé nas linhas de crédito destinadas a financiamentos de custeio de café, desde que o valor adicional seja direcionado para despesas com certificação de propriedades de cafés (valor do recurso disponível: até R$ 50.000.000,00), e de contratos de opções e de operações em mercados futuros, em operações de vendas referenciadas em café (valor do recurso disponível: até R$ 50.000.000,00).

Ainda conforme a publicação no DOU, as instituições financeiras interessadas deverão encaminhar, formalmente, até o dia 13 de julho de 2012, proposta de contratação dos recursos do Funcafé à Secretaria de Produção e Agroenergia do Mapa, no seguinte endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco "D", 7º andar, Edifício Sede, CEP 70.043-900 - Brasília - DF.

Para habilitação, será necessária a apresentação dos seguintes documentos:

 

- Documento do Banco Central que o habilite a atuar como agente financeiro do SNCR;

- Certidão Conjunta Positiva com Efeitos de Negativa de Débitos Relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União (PGFN/RFB-MF);

- Certidão de Regularidade junto ao FGTS - CEF;

- Certidão Negativa de Débitos junto ao INSS - INSS/MPAS;

- Cadastro de Inadimplentes junto ao Governo Federal - CADIN - Banco Central;

- Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício, com parecer de auditoria independente, dos últimos três exercícios;

- Relatório anual da instituição referente ao último exercício;

- Atas de eleição da diretoria atual e das três últimas assembléias gerais ordinárias e extraordinárias;

- Documento credenciando os signatários da instituição a firmarem o Contrato com a União.

 

Fonte: Asscom CNC/ Paulo André Colucci Kawasaki

 


Arabicas operam estavéis na Bolsa de Nova York

13:00:02 - Há pouco, o contrato Setembro/2012 operava a 177,25 centavos, com perda de 3 cents, e era negociado estavél a centavos de dólar por libra peso. Já o vencimento operava estavél, cotado a centavos de dólar por libra peso.


Dólar comercial opera em alta, cotado a R$ 2,0334

13:40:00 - O Dólar comercial está operando com alta de 13.1%. Há pouco, a moeda americana era comercializada a R$ 2,0334 na compra e a 2,0339 na venda.


NOTA: Alta do salário mínimo eleva custo de produção da cafeicultura

13:57:00 -

O aumento de 14,13% do salário mínimo foi o principal fator para a elevação do Custo Operacional Efetivo (COE) da cafeicultura (Arábica e Conilon) em 6,31%, no início deste ano. Em propriedades onde o manejo da produção é manual o COE subiu 9,55%, enquanto que nas propriedades de produção mecanizada o aumento foi de 5,19%. A diferença entre sistemas de cultivo manual e mecanizado foi de 4,36%, nas regiões pesquisadas. Quanto à Produção de Nivelamento (PN), que corresponde à produção mínima para cobrir custos operacionais (COE e Custo Operacional Total – COT), em outubro do ano passado, eram necessários 65,08% da produção, em média, para cobrir o COE. Em março deste ano, no entanto, foram necessários 68% da produção para cobrir o COE. O boletim Ativos do Café, elaborado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelo Centro de Inteligência em Mercados (CIM), da Universidade Federal de Lavras (UFLA), mostra também a importância da gestão dos custos e de riscos para a melhoria dos resultados.

 

Acesse o Boletim Ativos do Café - Edição 12 / Junho 2012:
http://www.canaldoprodutor.com.br/sites/default/files/ATIVOS_cafe12-web.pdf

 

Fonte: Peabirus


Prazo para certificação de armazéns vence em dezembro

14:15:05 -

Os armazéns que não cumprirem a primeira etapa da Certificação das Unidades Armazenadoras até o final do ano serão impedidos de estabelecer contratos para guarda dos estoques públicos reguladores. A exigência está prevista na Instrução Normativa (IN) nº 41/2010.  De acordo com a legislação vigente, as empresas com mais de um CNPJ têm até o dia 15 de dezembro de 2012 para estar com no mínimo 15% de sua capacidade certificada. Para as demais empresas os prazos variam entre os anos de 2013 e 2015.

A certificação é o reconhecimento formal, concedido por um organismo autorizado, de que uma entidade tem competência técnica para realizar serviços específicos.   No caso dos armazéns, ela é obrigatória para as pessoas jurídicas que prestam serviços remunerados de armazenagem, a terceiros, de produtos agropecuários, seus derivados, subprodutos e resíduos de valores econômicos, inclusive de estoques públicos, podendo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) ampliar a exigência para outras unidades armazenadoras.

A exigência de certificação também se aplica aos armazéns próprios da Conab. Segundo a superintendência de Armazenagem e Movimentação de Estoques da Conab  (Suarm), até o final de 2012 pelo menos quatro  unidades armazenadoras da Conab estarão certificadas. Elas representam mais de 15% da capacidade da Companhia. Para o próximo ano estão previstas mais 12 certificações.

Em julho, cerca de 60 profissionais de agronomia e engenharia agrícola da companhia  darão continuidade, à supervisão técnica nas unidades armazenadoras da Companhia em todos os estados. A ação também visa coordenar e orientar as operações de guarda dos produtos estocados nos armazéns, em cumprimento aos normativos vigentes.

 

Fonte: Asscom Conab

 


Robustas encerram perda na Bolsa de Londres

16:40:02 - Na Liffe, o vencimento de Julho/2012 fechou com perda de US$ 21 dólares e o contrato encerrou o pregão a US$ 2044 dólares por tonelada.


Arábicas encerram com perda na Bolsa de Nova York

17:30:05 - No fechamento da ICE Futures US, o contrato Setembro/2012 encerrou em 176,45 centavos de dólar por libra peso, com perda de 4 cents. foi negociado a centavos de dólar por libra peso, com esse negociação o contrato se manteve estavél, ao passo que encerrou estavél a centavos de dólares por libra peso.


Dia Internacional do Cooperativismo é comemorado com muitas conquistas

17:41:21 -

Ao comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo – neste dia 7 de julho – a Cooparaiso reafirma sua convicção na força empreendedora do produtor e no poder da cooperação como fator transformador do crescimento econômico e social.

A homenagem da Cooparaiso, há 52 anos ela própria um exemplo no setor cooperativista, cumpre a missão de mostrar que o sentido do desenvolvimento precisa ter no homem seu foco principal.

Incluída na lista das mais influentes empresas do agronegócio brasileiro e considerada modelo de gestão no cooperativismo, a Cooparaiso saltou de 56 associados na data de sua fundação em 1960, para quase sete mil produtores cooperados, e neste mesmo período transformou as tímidas instalações em um complexo do setor cafeeiro com inserção nacional e internacional e operações próprias nos estados de Minas, São Paulo e Espírito Santo, com a sede em São Sebastião do Paraíso, 11 núcleos e presença direta em mais de 70 municípios das principais regiões produtoras de café do Brasil. “A Cooparaiso é forte porque mantêm a atenção constante ao produtor, parceiros, funcionários e as comunidades onde atua. Esse é o nosso compromisso, servir o produtor pela força do cooperativismo”, pontua o presidente da cooperativa, deputado federal Carlos Melles, que, a partir de 1987, implantou um modelo de gestão que impulsionou a cooperativa e hoje dá agilidade na tomada de decisões e segurança aos seus cooperados.

Neste ano de 2012, em que a Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu como sendo o Ano Internacional do Cooperativismo, a Cooparaiso é um exemplo da máxima de que a soma de forças é o melhor caminho para fornecer produtos e serviços capazes de promover maior qualidade de vida para quem faz um dos principais produtos da balança comercial brasileira, o café.

O produtor João Batista Freiria, que tem sua propriedade no bairro rural do Morro Vermelho, em São Sebastião do Paraíso, é cooperado há 20 anos, “e com muito orgulho”. Segundo ele, entre cooperativa e cooperado há muito mais que uma relação comercial, “temos uma relação de amizade, que inclui toda a minha família. O produtor menor, sem a Cooparaiso, já teria saído da atividade. Se não fosse a cooperativa eu não teria conseguido crescer como produtor de café”, exemplifica o produtor.

E os exemplos da força de cooperação estão vivos na Cooparaiso. Em 1997, em Altinópolis os produtores precisavam viajar e tinham despesas pesadas para armazenar e comercializar o café em outras cidades, porque não havia infraestrutura na cidade para isso. Os cooperados se uniram e, em cotas, construíram o armazém e o núcleo da Cooparaiso na cidade, onde hoje são atendidos.

O cooperado José do Rego Vital lembra bem como foi a construção do núcleo de Altinópolis, que, segundo ele, seria impossível realizar sem a força da cooperação.

”Foi um momento extremamente feliz. Precisávamos de um núcleo e sem a participação dos cooperados seria difícil fazer a construção. Em pouco tempo juntamos 80 a 100 associados que integralizaram capital e o resultado foi imediato”, lembra ele.

O gerente do núcleo, Anderson André da Silva, acredita que o cooperativismo é a grande força que os produtores de café possuem hoje. “A Cooparaíso tem um significado único na realidade da cafeicultura da região de Altinópolis, onde através da força do cooperativismo ela mudou e a cada dia aperfeiçoa a realidade da região, gerando renda, tecnologia e desenvolvimento”, disse.

Para Wilson Bombarda, Coordenador do Conselho Consultivo de Altinópolis, “a

Cooparaíso, já representa, hoje, com toda a certeza e confiança, uma força de apoio

consolidado ao cafeicultor em todos os seus aspectos, quer seja pelo atendimento, na loja, no Departamento de Café como na Assistência Agronômica com o trabalho efetivo de quatro Engenheiros Agrônomos”, fala.

Dez anos depois, os cooperados do núcleo de Bom Jesus da Penha, seguiram o exemplo. Os produtores tinham que viajar com o café para vender em Jacui ou Nova Rezende. A união também os levou a construir o armazém com capacidade para 40 mil sacas, em sistema de cotas.

Para a gerente do núcleo de Bom Jesus, Luzia dos Anjos, “os produtores estariam sem acesso a novos conhecimentos e tecnologias do setor cafeeiro e sem recursos, caso não fossem associados da Cooparaiso. Provavelmente não teriam crescido tanto”. Outro bom exemplo cooperativista que vem de Bom Jesus da Penha é o Encontro de Mulheres promovido pelo núcleo. Mais uma vez, a união é que leva inúmeros benefícios às trabalhadoras rurais, produtoras e mulheres de produtores.

O presidente do Sistema Ocemg/ Sescoop-MG, Ronaldo Scucato lembra que “o cooperativismo é hoje uma doutrina seguida por pessoas do mundo inteiro, com objetivo precípuo de promover a paz e o desenvolvimento sustentável e nesse sentido, a Cooparaiso é de grande relevância e exemplo”.

Para o presidente da Organização das Cooperativas do Brasil, Márcio Lopes de Freitas, o papel da Cooparaiso como representante do cooperativismo é dos mais importantes. “Para se ter uma ideia, praticamente 50% de tudo que é produzido no país passa de alguma forma por uma cooperativa e a Cooparaiso é parte importante desse processo”, diz.

“Somos fruto da cooperação e o crescimento da Cooparaiso está alinhado ao compromisso com a sustentabilidade, traduzido na busca de criação de valor nas dimensões econômica, social e ambiental”, destaca o presidente da organização.

Do plantio das mudas até comercialização do produto final, a cooperativa está presente no setor onde atua com uma estrutura profissional e instalações modernas e dimensionadas para o atendimento ao produtor com segurança e agilidade.

 

Coffee Break

 


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criado em 06/07/2012