O porto de Santos exportou 673.175 sacas, o porto de Vitória embarcou 77.445 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 2.900 sacas, o porto de Sepetiba exportou 1.440 sacas, o porto de Salvador enviou -??, enquanto os outros portos exportaram 11.123 sacas de café.
Também até o dia 13, o Cecafé registrou a emissão de 1.065.603 certificados de origem, dos quais 900.001 são referentes a arábicas, 69.288 a conillon e 96.314 de solúvel.
Regiao Norte
Regiao Nordeste
Regiao Centro Oeste
Regiao Sul
ORGANIZAÇÃO DOS PRODUTORES DE CAFÉ - Conferência Internacional de Coffea Canephora
Palestra Aspectos relacionados a sustentabilidade da cafeicultura do Vietnã
Debates INTERFERÊNCIAS DE FATORES BIÓTICOS E ABIÓTICOS Conferência Internacional de Coffea Canephora
Palestra Coffea Canephora na India Conferência Internacional de Coffea Canephora
Palestra Manejo de pragas em Coffea canephora - Conferência Internacional de Coffea Canephora
Palestra Aliança dos cafeicultores de Uganda - Conferência Internacional de Coffea Canephora
Palestra Cooperativismo em café conilon: Cooabriel - Conferência Internacional de Coffea Canephora
Palestra Ações institucionais do Incaper - Conferência Internacional de Coffea Canephora
Palestra Ted R. Lingle, Oportunidades de mercado para o Coffea canephora de qualidade
Encerramento das apresentações Conferência Internacional de Coffea Canephora
Palestra Marcadores moleculares envolvidos na qualidade de Coffea canephora
Abertura da Conferência Internacional de Coffea Canephora
Palestra - Aymbiré Coffea Canephora no Brasil - Conferência Internacional de Coffea Canephora
Palestra Coffea canephora no Vietnã - Conferência Internacional de Coffea Canephora
Palestra RECURSOS GENÉTICOS Conferência Internacional de Coffea Canephora
Palestra PESQUISA AGRONÔMICA EM CAFÉ CONILON NO BRASIL: CASO ESPÍRITO SANTO
Palestra Perspectivas para Coffea canephora no mundo Carlos Brando
Palestra Coffea canephora na Indonésia - Conferência Internacional de Coffea Canephora
Entrevista Romario Conferência Internacional de Coffea Canephora
Entrevista Evair Incaper - Abertura da Conferência Internacional de Coffea Canephora
Cobertura fotográfica Conferência Internacional de Coffea Canephora junho de 2012
O estado de Rondônia é o segundo maior produtor de café Conilon no Brasil, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A cidade de Cacoal, localizada na região Centro Sul do estado, tem a maior produção de café. Em 2011 foram colhidas nove mil toneladas e a expectativa é colher 12 mil neste ano.
Os produtores do estado estão otimistas com a safra de 2012, já que depois de algum tempo de déficit, o estado começa a recuperar sua capacidade de produção. Eles estão investindo no plantio de mudas clonadas, uma técnica usada em boa parte do país, que garante produtividade e mudas que podem ser colhidas mais cedo. Enquanto no plantio comum com sementes, a colheita levaria três anos, é possível, colher com as mudas clonadas em até um ano e seis meses, metade do tempo normal. Arnerlei Sérgio Kalki, produtor, diz que colhia 74 sacas por hectare e agora colhe 100.
Ano passado, Rondônia produziu 90 mil toneladas de café Conilon. Nesta safra, a previsão é colher 98 mil toneladas, apesar de o estado sofrer, nos últimos anos, uma diminuição de mais de 6% na quantidade de área plantada, por uma série de razões, como a queda no preço do produto.
A qualidade do grão e o preço estimulam a produção e a saca de 60 quilos está sendo vendida a R$ 216. Centenas de sacas aguardam a comercialização, em Associações e Cooperativas.
Fonte: Globo.com
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) assinarão, no dia 21 de junho, em Três Pontas, Minas Gerais, o novo convênio do Projeto Brazilian Specialty and Sustainable Coffees para o período de 2012 a 2014. Por meio do convênio, serão investidos, nos próximos dois anos, R$ 3,4 milhões em ações de promoção das exportações brasileiras de cafés especiais. O Projeto já conta com 81 participantes, entre produtores, cooperativas e empresas.
O convênio será assinado durante o Seminário Apex-Brasil: Exportar é Inovar, que tem o objetivo de oferecer às empresas do setor informações sobre o trabalho de promoção de exportações realizado pela Apex-Brasil e sobre como os empresários podem ter acesso aos produtos e serviços oferecidos pela Agência.
O Projeto Brazilian Specialty and Sustainable Coffees tem como foco a promoção comercial do setor para o mercado externo. O objetivo é reforçar a imagem dos cafés brasileiros em todo o mundo e posicionar o Brasil como fornecedor de produto de alta qualidade com utilização de tecnologia de ponta decorrente de pesquisas realizadas no país. O Projeto visa, também, expor os processos exclusivos de certificação e rastreabilidade adotados na produção brasileira de cafés especiais, evidenciando sua responsabilidade socioambiental e incorporando vantagem competitiva aos produtos brasileiros.
Parceria
A parceria da Apex-Brasil com a BSCA começou em 2008 e, desde então, já foram realizados dois projetos, totalizando investimentos de mais de R$ 4 milhões. A adesão cresceu bastante: passou-se de 27 empresas (quando foi assinado o primeiro convênio) para as atuais 81, com progressiva ampliação do escopo de atuação. Também houve aumento exponencial do valor das exportações das empresas participantes do Projeto, que passou de US$ 8 milhões, em 2008, para US$ 132 milhões, em 2011, o que representa um crescimento de 1.650% no período.
Com vigência até o final de 2014, o Projeto tem os seguintes mercados-alvo: Alemanha, Austrália, Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Estados Unidos, Finlândia, Itália, Japão, Reino Unido e Taiwan. Nesses países, serão realizadas ações estratégicas, como a participação em feiras e em outros eventos, incluindo os Projetos Carnaval e Fórmula Indy, da Apex-Brasil, além de parcerias com projetos setoriais de outros segmentos da economia brasileira.
“O investimento na promoção de cafés verdes especiais do Brasil fortalece a imagem do país como origem de cafés da mais alta qualidade e posiciona o produto brasileiro em novos patamares”, explica o diretor de Negócios da Apex-Brasil, Rogério Bellini. “Isso agrega valor aos produtos brasileiros, que passam a se destacar por qualidade e não por preço, gerando renda e competitividade para os produtores, as cooperativas e as empresas”.
Bellini enfatiza que a Apex-Brasil é parceira do agronegócio brasileiro. “Produzimos alimentos de qualidade para o mundo, com preços competitivos, com sustentabilidade e inovação. Essa é a imagem que queremos para o setor de cafés do Brasil”, diz.
Para o presidente da BSCA, Luiz Paulo Dias Pereira Filho, o Projeto Brazilian Specialty and Sustainable Coffees é de vital importância para os produtores brasileiros de cafés especiais e diferenciados. “Por meio do Projeto, consolidamos e ampliamos nossa participação em volume e receita em mercados tradicionais (como Japão, Estados Unidos e países da Europa) e, principalmente, introduzimos nossos cafés em novos nichos de mercado, como a Coreia do Sul e a China. É da China o comprador do lote vencedor do Cup of Excellence - Natural Late Harvest de 2011".
Cafés especiais e diferenciados
No mercado mundial dos cafés diferenciados, existem planilhas que são utilizadas para a avaliação sensorial e de qualidade gustativa da bebida. Os itens técnicos julgados por provadores e degustadores profissionais são aroma, uniformidade, xícara limpa, doçura, sabor, acidez, corpo, sabor remanescente, balanço e nota geral.
Com base nesses atributos, os cafés são julgados em uma escala de 0 (zero) a 100 pontos. Os que não atingem nota superior a 79 são considerados convencionais. Os cafés com nota de 80 a 84 pontos são classificados como especiais, e os que obtêm notas superiores a 85 pontos são cafés considerados raros, finíssimos, “presidenciais”, ou simplesmente gourmets.
Quem não é especialista também pode entender o que é um café especial ou gourmet, segundo a diretora executiva da BSCA, Vanusia Nogueira. “Esses produtos diferenciados são marcantes e podem ser identificados pelo aroma incomparável que deixam nos ambientes, em especial nos nossos lares, e pelo seu sabor peculiar no ato do consumo”, explica. “O café especial é uma bebida que pode ser degustada sem adição de açúcar ou adoçante e, ainda assim, a lembrança do gosto cria uma sensação de não querermos perdê-lo em nosso paladar”.
Exportações brasileiras de cafés diferenciados
A partir deste ano, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CeCafé), entidade responsável pela compilação dos dados referentes aos embarques do produto feitos pelo país, passou a discriminar os cafés diferenciados em seus balanços mensais. A distinção entre esses tipos de cafés em relação aos cafés convencionais é feita com base em atributos informados pelo vendedor no ato do embarque, como "cafés lavados", "orgânicos", "semilavados", "especiais gourmet", "certificados" e "bebidas moles".
No acumulado dos quatro primeiros meses de 2012, as remessas ao exterior totalizaram 2,1 milhões de sacas de café diferenciado beneficiado de 60 kg, respondendo por 28% da exportação total dos cafés em grão e por 24,5% dos embarques totais (incluindo café torrado e moído, solúvel e extratos de café).
A receita obtida com a remessa dos cafés diferenciados ao exterior foi de US$ 658,4 milhões, ou US$ 312,78, em média, por saca de 60 kg. O valor é equivalente a 33% da receita obtida com a exportação de café em grãos e a 30% das exportações totais de cafés.
Atenciosamente,
Marina Figueiredo
Assistente Administrativo/Assistant
Fonte: Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA)/ Paulo André Colucci Kawasaki
A média diária das exportações brasileiras foi de US$ 815 milhões na quarta semana de junho (18 a 24), o que representou uma queda de 19% ante a média de US$ 1,006 bilhão verificada até a terceira semana do mês. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), essa retração se deveu à queda nas exportações das três categorias de produtos: básicos, semimanufaturados e manufaturados.
Com relação aos básicos, houve uma queda de 23,2% em razão de minério de ferro, carne de frango, bovina e suína, farelo de soja, café em grão. As exportações de semimanufaturados tiveram retração de 28%, puxada pelo açúcar em bruto, celulose, couros e peles, ferro-ligas e madeira serrada. Já as vendas de manufaturados ficaram 7,4% menores, em razão, principalmente, de autopeças, açúcar refinado, automóveis de passageiros, motores e geradores, partes de motores para veículos e pneumáticos.
Do lado das importações, que tiveram média diária de US$ 838,8 milhões na quarta semana de junho, houve uma queda de 16,1% ante a média registrada até a terceira semana do mês (US$ 999,6 milhões). Segundo os dados do MDIC, o movimento é explicado, principalmente, pela retração nos gastos com combustíveis e lubrificantes, aparelhos eletroeletrônicos, veículos automóveis e partes, siderúrgicos e farmacêuticos.
No mês
No acumulado de junho, as exportações somam US$ 14,135 bilhões, com média diária de US$ 942,3 milhões, o que representa uma queda de 16,5% ante a média apurada em junho de 2011 (US$ 1,128 bilhão). Nesse período de comparação houve queda das exportações nas três categorias de produtos. As vendas de semimanufaturados caíram 27,2%, motivadas principalmente pelas quedas de ouro em forma semimanufaturada, açúcar em bruto, ferro fundido, semimanufaturados de ferro/aço, ferro-ligas, celulose e óleo de soja em bruto.
As exportações de manufaturados tiveram retração de 19,8%, em razão de açúcar refinado, veículos de carga, tratores, óleos combustíveis, automóveis, laminados planos, autopeças e calçados. Já com relação aos básicos, a queda foi de 11%, por cauda, principalmente, de petróleo, café em grão, minério de ferro, carne suína, de frango e bovina, minério de cobre e farelo de soja.
Na comparação com maio deste ano, quando a média diária das exportações foi de US$ 1,055 bilhão), a média exportada em junho caiu 10,7% devido à retração em produtos básicos (-13,9%), manufaturados (-3,5%) e semimanufaturados (-15,8%).
Com relação às importações, elas somam US$ 14,190 bilhões em junho, com média diária de US$ 946 milhões, o que representa um aumento de 3,2% ante a média verificada em junho de 2011 (US$ 917,1 milhões) e de 2,7% na comparação com maio deste ano (US$ 921 milhões). Em relação a junho do ano passado, aumentaram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (+25,8%), aeronaves e partes (+23,1%), adubos e fertilizantes (+18,5%), siderúrgicos (+9,7%) e equipamentos mecânicos (+3,8%). Em relação a maio de 2012, houve aumento nas compras de adubos e fertilizantes (+85,3%), combustíveis e lubrificantes (+20,9%), siderúrgicos (+11,8%), químicos orgânicos/inorgânicos (+4,7%) e borracha e obras (+4,7%).
Fonte: Agência Estado
A 3º edição do Salão de Cafés Especiais está chegando. O evento criado pelo Sindicato da Indústria de Café do Espírito Santo (Sincafé) foi desenvolvido com o intuito de aproximar os consumidores capixabas, além de apresentar a variedade dos produtos. O Salão acontecerá de 03 a 05 de julho, durante a Super Acaps Panshow”, no Carapina Centro de Eventos, na Serra.
Os visitantes poderão degustar drinks elaborados a base de café, licor, amarula, chantily e chocolate, além de receber informações e receitas elaboradas a partir do grão. “Em 2011 tivemos a participação de aproximadamente 25 mil pessoas. Já para este ano, esperamos receber até 32 mil visitantes”, estima o presidente do Sincafé, Sergio Brambilla.
A proposta do Sincafé é enfatizar ações que contribuam para manter o segmento em crescimento, garantindo a qualidade da bebida, educando o consumidor e agregando valor ao produto.
Brambilla ressalta que o encontro é responsável por criar novas oportunidades de negócios para os empresários capixabas. “O café não se resume apenas à xícara consumida no dia-a-dia. Queremos mostrar que existem outras formas de consumi-lo, como em drinques e na culinária”, afirma.
O café no Espírito Santo
O Espírito Santo é o segundo maior produtor de café do Brasil, sendo o primeiro em produção de Conilon, alcançando a marca de 73% da produção nacional. Entre os 20 municípios de maior produção, 11 são capixabas. Mesmo sendo um Estado com pequena área territorial e com produção cafeeira de base familiar, emprega cerca de 300 mil pessoas e exporta principalmente para a Argentina, Alemanha, Eslovênia, Estados Unidos e países da Região do Mediterrâneo.
Fonte: Revista Fator Brasil
A produção mundial de café de 2012/2013 é estimada em recorde de 148 milhões de sacas de 60 kg, um aumento de 10 milhões em relação ao período anterior. A estimativa faz parte de relatório sobre mercado mundial e comércio, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Segundo o USDA, metade do ganho pode ser atribuído à safra de arábica do Brasil, que está em ciclo bienal de alta produção. A colheita recorde de robusta no Brasil e no Vietnã também contribui para o crescimento. Com o resultado, as exportações mundiais do grão devem ter 7 milhões de sacas a mais, ou 115 milhões de sacas, "em grande parte por causa da força dos dois países".
O consumo mundial deve aumentar para 142 milhões, em expansão constante na maioria dos países. O USDA observa que, "embora os estoques finais devam crescer 3 milhões de sacas, para 27 milhões, o abastecimento permanece apertado."
O relatório do USDA revela que a produção brasileira de café deve ser recorde em 55,9 milhões de sacas, um acréscimo de 6,7 milhões de sacas, principalmente em virtude do ciclo bienal de alta produção do arábica. Apesar disso, o clima seco e a geada, em particular em Minas Gerais, prejudicaram o crescimento do potencial produtivo. A colheita de robusta está avançando em meio a condições climáticas favoráveis e manejo adequado da cultura, principalmente no Espírito Santo. Na Colômbia, o USDA estima a safra em 7,5 milhões de sacas, mesmo volume da safra anterior. A produção do Vietnã está estimada em recorde de 22,4 milhões de sacas, aumento de 1,4 milhão de sacas ante período anterior. A safra da Indonésia é estimada em 9,7 milhões de sacas, por crescimento de 1,4 milhão de sacas.
Fonte: DCI
A continuidade das chuvas na semana passada sobre a maior parte das regiões produtoras de café do Sudeste e do Paraná prejudicou a colheita e secagem dos grãos. Além disso, com os longos períodos de alta umidade, as condições foram muito favoráveis à ocorrência de doenças fúngicas, de acordo com boletim da Somar Meteorologia.
Assim, muitos grãos em fase adiantada de maturação já começam a apresentar problemas com mofos, o que deprecia a qualidade, uma vez que acelera o processo de maturação e consequentemente os processos de fermentação. Outro problema são os grãos que estavam no terreiro em processo de secagem. Mesmo passando pelos secadores, a qualidade da bebida não será a mesma, pois o excesso de umidade acelera o processo de fermentação. Com duas semanas bastante chuvosas em junho, a colheita seguiu lenta. Até agora somente 13 dias foram favoráveis à plena realização da colheita. Dessa maneira, apenas 27% da safra de café já foi colhida, valor inferior ao mesmo período do ano passado, segundo a Somar.
No Paraná, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado, a estimativa é de que 20% a 30% da produção de café tenha caído das plantas diante das chuvas, o que vai afetar a qualidade do café. Desde o fim de semana, a região norte, uma das principais produtoras do Estado não recebeu chuva, o que possibilitou a retomada da colheita em alguns locais.
Para essa semana, um bloqueio atmosférico deve manter o tempo firme e sem previsão de chuvas para os próximos 10 dias. E mesmo com a presença de uma massa de ar polar sobre a região Sudeste, não há previsão de geadas para os próximos dias, com as temperaturas mínimas oscilando entre 11 e 15 graus, dependendo da região.
Fonte: Valor Online
Dados divulgados no último senso do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Mato Grosso do Sul (OCB/MS), apontam que 50% do milho exportado de MS, 40% da soja e 80% do algodão são administrados por cooperativas, que no setor agropecuário já são 51. O Estado soma atualmente 100 mil cooperados, que juntos empregam uma média de 4,5 mil pessoas, movimentando o mercado do agronegócio, crédito, infraestrutura e saúde.
A Cooperativa Agropecuária de São Gabriel do Oeste (Cooasgo), a Cooperativa Agro Industrial do Centro-Oeste do Brasil (Coabra) e a Cooperativa de Agronegócios de São Gabriel do Oeste (Cooperoeste), juntas somam um capital social integralizado equivalente a R$ 22,7 milhões.
A geração de empregos no campo das cooperativas em MS cresce cerca de 10% no período de um ano, e contribui significativamente com os tributos fiscais dos municípios, do Estado e do país. Em 2010, por exemplo, foi registrado o valor de R$ 170 milhões de contribuição de tributos das cooperativas, um crescimento de 29% em relação aos números de 2009.
Apesar da movimentação financeira e no crescente número de cooperados, MS registrou a queda de 2,5 no número de cooperativas no último senso da OCB/MS. “Esse é um movimento natural, diminuem o número de empresas e elas se difundem para terem maior capacidade financeira e agregar valor”, explica Celso Ramos Regis, presidente da OCB/MS.
Entre 2009 e 2010 as cooperativas de MS investiram R$ 476 mil em capacitação profissional.
Fonte: Correio do Estado
A produção mundial de café na safra 2012/13 deve atingir 148 milhões de sacas, um aumento de 10 milhões de sacas ante o período anterior, em grande impulsionado pela colheita no Brasil, de acordo com relatório sobre os mercados mundiais do grão divulgado nesta sexta-feira pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
Metade do ganho no ciclo atual é atribuída à entrada da safra de alta de arábica no Brasil, enquanto colheitas recordes de robusta no Brasil e no Vietnã também devem contribuir para o crescimento.
O relatório aponta a produção brasileira num recorde de 55,9 milhões de sacas, crescendo 6,7 milhões, devido principalmente aos pés da variedade arábica estarem entrando no ano de alta do ciclo bianual de produção.
"Apesar de ciclos anteriores terem crescido de maneira constante, a previsão para este ano é um pouco abaixo do ciclo anterior, em função de estragos causados pela geada e por condições secas em Minas Gerais (durante o desenvolvimento da safra), principal região produtora do país", disse o USDA em seu relatório.
A colheita do robusta no Brasil deve continuar crescendo, disse o órgão norte-americano, com condições favoráveis do clima e bom manejo das lavouras ajudando a frutificação no Espírito Santo, onde a maior parte deste tipo de grão é cultivada.
Sobre o robusta no Brasil, o USDA acrescentou que "mais da metade da oferta adicional deve aumentar as exportações, com o restante sendo direcionado para modestos ganhos no consumo e para estoques".
Colômbia
A produção na Colômbia é prevista para 7,5 milhões de sacas, igual ao ano anterior, e 5 milhões de sacas abaixo do nível da safra 2007/08, quando começou um período de declínio da produção colombiana, por condições climáticas adversas e um programa de renovação dos cafezais.
As condições de cultivo na Colômbia foram projetadas para continuar ruins, com os problemas relacionados a pragas persistindo. As exportações do país foram projetadas em 6,5 milhões de sacas, inalteradas em relação ao ano anterior.
Vietnã
O relatório do USDA projeta produção no Vietnã, principal fornecedor mundial de café robusta, em um recorde de 22,4 milhões de sacas. Trata-se de um aumento de 1,4 milhão de sacas, baseado na combinação de condições favoráveis para o cultivo e um aumento na área de colheita. Nos últimos cinco anos, as áreas com café no país cresceram quase 15 por cento e muitas destas árvores estão agora frutificando.
"Como um precursor de potencial futuro de produção, recentes preços altos encorajaram fazendeiros a continuar a expansão das áreas", afirma o relatório.
As exportações do Vietnã foram projetadas pelo USDA em 1 milhão de sacas a mais, para 20 milhões de sacas, com estoques de passagem marginalmente reconstituídos.
Exportações
O USDA projeta aumento de 7 milhões de sacas nas exportações globais, para 115 milhões, principalmente devido à força da produção brasileira e vietnamita.
O consumo mundial deve subir em 3 milhões de sacas para 142 milhões, com expansão constante na maior parte dos países. Embora os estoques finais devam ficar 3 milhões de sacas maiores, em 27 milhões, "a oferta continua apertada", completou o USDA.
Fonte: Reuters/ Texto: Gustavo Bonato
Fonte: InstructablesTV/ Turma do Café (via twitter)
A Cooperativa Agropecuária de Boa Esperança (Capebe), que atua no sul de Minas Gerais, recebeu em 2011 cerca de 750 mil sacas de café e ainda restam em torno de 75.000 sacas a negociar, ou seja, 10% do total. A indicação é do gerente do Departamento de Café da cooperativa, Luciano Costa.
Luciano Costa observa que as negociações estão praticamente paradas neste momento, diante do cenário desfavorável nos preços. Quanto à safra 2012, Luciano aponta que o recebimento da cooperativa deverá chegar a 800.000 sacas. Poderia ser mais, mas o clima excessivamente chuvoso antes da colheita e durante também reduz agora as projeções. Deste volume, 5% apenas da safra nova foi comprometida em negócios, físicos ou para entrega futura.
A colheita na região de atuação da Capebe está atrasada cerca de um mês e não passa de 10% do total, comenta Luciano Costa.
Fonte: Agência Safras/ Texto: Lessandro Carvalho
Que tal aprender como fazer uma ecobag (sacola ecológica) 100% sustentável e com custo zero? Encontrei uma forma de economizar na compra de sacolas retornáveis e ainda aproveitar os sacos de café que normalmente vão para o lixo depois de vazios. Na realidade, foi a artesã Marlene Moraes que nos ensinou como produzir bolsas com embalagens de café. Curioso?
Para fazer basta reunir 30 embalagens de café de 250 gramas higienizadas e costurá-las em jogo de duas. Isso fará com que a bolsa fique mais larga ou não. Vale lembrar que a quantidade de embalagens pode variar de acordo com o tamanho de sua sacola.
Depois de fazer as duas laterais, emende-as até formar a bolsa. O acabamento é feito com viés (que pode ser de materiais sintéticos ou de tecido). Esta fase exige atenção especial, pois ela pode enrugar e deixar a bolsa com deformidades. Coloque as alças e pronto! Sacola retornável cafeinada no capricho!
De acordo com Marlene, outros itens como porta copos e jogos americanos também podem ser produzidos. O segredo é ser criativo! A artesã, que trabalha com artesanato desde seus 12 anos, garante que qualquer tipo de embalagem de café pode ser usado neste artesanato. Basta que ela seja resistente.
Se você gostou da ideia, mas não tem tempo para colocá-la em prática, Marlene pode enviar seus produtos. Basta enviar um e-mail (marleneneves22@hotmail.com) e fazer sua encomenda.
Esta é uma ótima solução para evitar que as embalagens de seu café vão para o lixo e ainda ajuda na hora das compras!
Fonte: Mexido de Idéias (via twitter)/ http://www.mexidodeideias.com.br/index.php/dicas-praticas/bolsa-feita-com-embalagem-de-cafe/#IDComment389910587
O Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) realizará uma demonstração de métodos na cultura do café arábica, na próxima quarta-feira (27), em Marechal Floriano. A intenção é demonstrar que é possível utilizar tecnologias simples e baratas na produção do café. Na ocasião, técnicos e pesquisadores do Instituto irão instruir os produtores sobre métodos utilizados na lavoura do café que podem aumentar sua produtividade.
As atividades acontecerão na localidade de Soído de Baixo, nas quais participarão cerca de 30 produtores ligados à Associação de Produtores da comunidade. Eles aprenderão sobre produtividade, cultivares, espaçamento, métodos de irrigação, controle de doenças e pragas, dentre e outros assuntos relacionados à produção cafeeira.
O agrônomo e pesquisador do Incaper, Cesar Abel Krohling, afirma que essa é uma boa oportunidade para os produtores adquirirem conhecimento e tirarem dúvidas. “Serão discutidas novas tecnologias que possibilitem o aumento da produtividade e mostrem que é possível viver com rentabilidade na agricultura familiar” disse.
Os agricultores se reunirão na propriedade do Sr. Ernandes Lauer, produtor da região, onde já existe um campo de demonstração, a partir das 15 horas.
Fonte: Ascom Incaper
Por Ronal Mansur
O sucesso da Conferência Internacional do Coffea Canephofa foi a comemoração dos cem anos da chegada do conilon ao Estado, consequência do trabalho, dedicação e competência de muitos. Estiveram presentes representantes do Vietnã, Uganda, Costa do Marfim, Indonésia, Colômbia, República Dominicana, Costa Rica, Nicarágua, Porto Rico, Índia, México Japão, França e Estados Unidos.
A conferência foi um jogo aberto, com cada país apresentando o que faz na pesquisa, extensão e como anda o comércio. Este sistema permite a todos, democraticamente, fazer uma avaliação do que está fazendo em relação aos demais.
Observei nos questionamentos e na reação dos participantes quando viram em Fundão a lavoura da família Costalonga obtendo 143 sacas por hectare, como uma salva de palmas para o vencedor. Neste caso o conjunto da cafeicultura de conilon, o pessoal da pesquisa e extensão, passando pelos proprietários, meeiros, boias-frias, comerciantes e vendedores de insumos, como sendo reconhecidos pelo que fizeram e fazem nestes 100 anos do conilon no Espírito Santo.
Mas a caminhada até aos patamares da produtividade de hoje, que encanta o mundo e coloca dinheiro no bolso de milhares de cafeicultores deste Brasil afora, nem sempre foi tranquila. Mas este assunto hoje nós vamos pular.
Após a visita técnica à propriedade em Fundão, o grupo foi dividido. Um foi conhecer a estrutura da Cooperativa Agrária de São Gabriel da Palha – Cooabriel – e outro foi até a Fazenda Experimental de Marilândia, onde foi gerado o conhecimento científico que possibilitou a chegada ao nível de excelência atual. Um terceiro grupo foi a Real Café, marco na produção de solúvel no Brasil, e que também é vendido para dezenas de países.
Até aqui o sucesso. Daqui para frente será mais sucesso, porque a base do conhecimento e da competência está instalada. A nossa cafeicultura merece homenagem como uma atividade democrática que gera dinheiro para milhares, distribui não somente trabalho, mas riqueza.
Ronald Mansur é jornalista
Por Arnaldo Reis Caldeira Júnior
Amigos,
Qual não foi minha alegria em um primeiro instante, preencher minha ficha de inscrição online, para a EXPOCAFÉ, pois tinha feito uma critica construtiva ano passado e parece que foi aceita. Bom de mais para ser verdade.
Cheguei na Expocafé meio enlameado já na portaria, me dirigi ao guichê, falando de meu cadastramento online, e a resposta foi: "DEIXA EU VER SE CONSIGO ACHAR VC AQUI. DESCULPE NÃO CONSIGO ENCONTRAR. VAMOS FAZER SEU CADASTRAMENTO". FRUSTRAÇÃO.
Pois é, parece que no café é tudo assim, sem planejamento, sem organização, sem EFETIVIDADE. Parece que o setor é inteiro assim, ou melhor, quando existe algum tópico, destes que citei, sempre algo dá errado. É impressionante, mas fazer o que parece ser cultural, parece ser já próprio da cafeicultura brasileira.
OLHA GENTE, QUEM QUER TRABALHAR COM PROJETOS DEVE TER, NO MÍNIMO, A NOÇÃO DE QUE TUDO PODERÁ ACONTECER TUFÃO, FURACÃO, MAREMOTO - E DEVE-SE PREVINIR E PRECAVER CONTRA TODOS OS FATORES NEGATIVOS QUE POSSAM A VIR A OCORREr NO EVENTO.
Será que não previram que poderia chover? Que aquele laguinho inocente poderia provocar um estrago danando na feira? Que a estrutura para um evento deste porte, nacional, deveria ser muito maior que BARRAQUINHAS? Que haveria barro e lama na feira?
BOM, NO FINAL SEI QUE PARA AQUELES QUE se CONTENTAM COM ISSO, ME DESCULPEM, MÁS PELO QUE VI NEM VISITANTES, NEM EXPOSITORES FICARAM FELIZES COM A EXPOCAFÉ 2012.
REFLEXOS do SETOR.
Fonte: Peabirus/ Técnico em processamento de dados, formado em Administração de Empresas pela Pontificia Universidade Católica de Campinas, Pós Graduado em Qualidade Total e Empresa Rural pela FAEP / UFLA ( Universidade Federal de Lavras), Ex diretor do Sindicato Rural de Carmo da Cachoeira, Cafeicultor, ligado às causas do produtor rural.
A agricultura familiar será destaque na capital mineira de 5 a 8 de julho apresentando, pelo sétimo ano consecutivo, a qualidade e a diversidade da produção dos agricultores familiares do Estado. Empresas de atacado, varejo, estabelecimentos que trabalham com alimentação e o consumidor em geral poderão conhecer mais sobre a produção familiar e adquirir produtos procedentes diretamente do campo.
Em 2012 participarão da Agriminas 125 empreendimentos da agricultura familiar procedentes de diversas regiões do Estado. Eles apresentarão um variado mix de produtos da agroindústria familiar, a exemplo de queijo, doces, biscoitos, arroz, feijão, farinhas, legumes e hortaliças, licores e cachaças. E ainda, o artesanato rural que, em muitos casos, reaproveita subprodutos agrícolas em palha de milho e de banana que, junto com o couro, pedras, cabaças, cerâmica e bambu produzem peças de decoração, bijuterias e acessórios, entre outros.
“Desde a primeira edição a Agriminas vem abrindo as portas do mercado para a agricultura familiar e neste ano não será diferente, pois a feira já se firmou como o momento em que a produção dos pequenos agricultores se apresenta para o mercado, dando visibilidade para uma agricultura de qualidade e produzida com sustentabilidade”, explica Vilson Luiz da Silva, presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Minas Gerais (Fetaemg), entidade promotora da feira. Neste ano, a feira é realizada também pelo Governo de Minas, por intermédio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).
Vilson Luiz argumenta que a feira deste ano tem tudo para superar os resultados obtidos nas edições anteriores e que têm se mantido crescentes. No caso do público, por exemplo, em 2011 a feira recebeu cerca de 30 mil pessoas. “Nossa expectativa é muito boa porque o perfil dos empreendimentos que participam é muito variado, com agroindústrias familiares, associações, sindicatos de trabalhadores rurais e assentamentos de reforma agrária apresentando a variedade e a riqueza da produção familiar”, diz.
Para Edmar Gadelha, subsecretário de Agricultura Familiar da Secretaria de Agricultura de Minas, é crescente a expectativa em torno da Agriminas, agora em sua sétima edição, para promover a produção e comercialização dos alimentos e objetos artesanais das diversas regiões do Estado. “O evento tem grande visibilidade, em primeiro lugar, porque constitui um momento especial para os agricultores ao possibilitar a apresentação do resultado das ações que o segmento tem adotado para oferecer produtos de qualidade, diversificados e com garantia de segurança alimentar. Para a população, é a oportunidade de conferir e incorporar produtos novos e tradicionais ao consumo do dia a dia, com a certeza da procedência e da qualidade desses alimentos.” Segundo Gadelha, “a Agriminas enfatiza a importância da adoção de ações permanentes para o fortalecimento da agricultura familiar, atividade representada no Estado por cerca de 440 mil estabelecimentos e 720 mil famílias”.
70% da cesta básica
No Brasil, terceiro maior exportador de alimentos do mundo, a agricultura familiar mostra sua importância como responsável pelo fornecimento de mais da metade do conjunto dos produtos da cesta básica da população, chegando a cerca de 70% do total de itens. Em Minas Gerais, segundo o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção familiar responde, entre outros, por 83% da produção de mandioca, 47% do milho, 44% do arroz, 32% tanto do volume de café quanto de feijão e 48% da produção de leite. Os pequenos agricultores respondem, também, por 34% do rebanho bovino, 30% do rebanho suíno e 28% do plantel de aves.
Segurança alimentar
A Agriminas será realizada logo após o mundo inteiro ter voltado a sua atenção para a produção sustentável, devido à realização, no Rio de Janeiro, da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. Um dos temas tratados pela Conferência, a segurança na produção de alimentos no planeta se justifica pelo fato de que, em 2050, a população mundial deverá chegar a 9 bilhões de pessoas. Hoje, somos 7 bilhões de pessoas em todo o mundo. “Segurança alimentar significa garantir uma produção de alimentos que seja suficiente para abastecer os mercados interno e externo. No caso da agricultura familiar, queremos contribuir com uma produção que utiliza o manejo sustentável”, argumenta o presidente da Fetaemg, lembrando que, “no mundo, ainda há cerca de 1 bilhão de pessoas que não têm o que comer”. A Fetaemg levou à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, uma caravana com cerca de 100 pessoas que participaram de diversos eventos. Para Vilson Luiz, a Rio+20 “foi positiva, principalmente, para demonstrar a importância de vivermos em ambiente democrático, onde podemos apresentar as reivindicações de diversos setores. A Conferência reuniu diversos povos e segmentos da sociedade brasileira e de outros países e isso propiciou um intercâmbio cultural e de aprendizado”, diz.
A Agriminas tem o apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), dos Sindicatos de Trabalhadores Rurais, Central dos Trabalhadores do Brasil, Banco do Brasil, Conspiração Gastronômica, Emater-MG, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar Minas) e Governo Federal.
Serviço
VII Feira da Agricultura Familiar de Minas Gerais – Agriminas
Data: 5 a 8 de julho de 2012
Local: Serraria Souza Pinto – Belo Horizonte
Fonte: Result Marketing e Comunicação/ Texto: Vanúsia Durte