Robustas abrem negativos na Bolsa de Londres

07:34:59 - Os contratos futuros do café robusta abriram negativos na sessão de hoje da Liffe. Há pouco, o contrato de Julho/2012 operava US$ 2184 dólares por tonelada, com perda de US$ 5 dólares.


Até o dia 13, as exportações totalizam 792.083 sacas.

08:40:00 - As exportações brasileiras no mês de Maio, mais especificamente até o dia 13, totalizaram 792.083 sacas de 60 kg de café, registrando alta de 31.54% em relação às 542.218 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior. De acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), 701.912 sacas embarcadas são referentes a café arábica, 17.631 a conillon e 72.540 referentes a solúvel.

O porto de Santos exportou 673.175 sacas, o porto de Vitória embarcou 77.445 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 2.900 sacas, o porto de Sepetiba exportou 1.440 sacas, o porto de Salvador enviou -??, enquanto os outros portos exportaram 11.123 sacas de café.

Também até o dia 13, o Cecafé registrou a emissão de 1.065.603 certificados de origem, dos quais 900.001 são referentes a arábicas, 69.288 a conillon e 96.314 de solúvel.


Certifica Minas ajuda cafeicultor a melhorar qualidade com gestão moderna da propriedade

08:59:28 -

Há cinco anos, o cafeicultor Jarbas Cleto Lopes, do município de São Gonçalo do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais, resolveu mudar a forma de trabalhar na lavoura de café. Ele decidiu modernizar a gestão de sua propriedade e produzir um café de mais qualidade. Para isso, o produtor participa do programa estadual Certifica Minas Café. Segundo ele, a mudança deu certo e já apresenta resultados. Ao participar de um leilão da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o lote da propriedade do cafeicultor foi comercializado por um valor bem acima do pago no mercado.

O Certifica Minas Café é uma iniciativa do governo estadual e executado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG) e do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). O programa estimula os produtores a adotarem boas práticas de produção, uma gestão moderna da propriedade e incentiva a preservação ambiental.

Desde 2008, Jarbas Lopes participa do programa. O principal incentivo veio dos extensionistas da Emater-MG. No primeiro ano, a propriedade dele passou por um período de adequação e foi certificada em 2009. Para atender às exigências do Certifica Minas Café, o cafeicultor recebeu orientações da equipe do escritório da Emater-MG em São Gonçalo do Sapucaí.

Os técnicos da empresa sugeriram que o produtor fizesse uma gestão mais moderna de sua propriedade. Uma das ações importantes para essa mudança foi anotar todos os dados referentes à lavoura. Prática que não era comum para o cafeicultor e que, agora, tornou-se rotina. “Com esse acompanhamento mais detalhado, a gestão da propriedade ficou mais organizada. Agora consigo planejar melhor a minha atividade”, diz. As anotações não se resumem à parte financeira, mas também ao desenvolvimento da própria cultura. Isso facilita a identificação e solução de possíveis problemas.

Outra ação de Jarbas Lopes para modernizar a gestão de sua propriedade foi redobrar a atenção com o manejo da lavoura que incluí aquisição de mudas de boa procedência, capina, controle de pragas, doenças, nutrição das plantas, podas, entre outras. Os procedimentos pós-colheita também passaram a ter maior atenção do produtor. Além disso, na propriedade, o armazenamento do café acontece em temperatura e umidade adequadas, diminuindo o risco de perdas.

“Com o manejo adequado da lavoura, o produtor terá um acréscimo de qualidade nos grãos. Haverá um equilíbrio nutricional de sua lavoura e, com isso, os grãos serão maiores, o que é favorável no mercado. Já o manejo correto na pós-colheita irá potencializar as características naturais do café”, afirma a extensionista da Emater-MG, Adriana de Barros Rodrigues.

Lopes adotou ainda procedimentos para a conservação e preservação da água e do solo, como a manutenção da vegetação entre as linhas do cafeeiro e a realização de roçadas para controle do mato. Práticas que melhoram a infiltração da água no solo, aumentam a diversidade biológica da propriedade e evitam a erosão. Já os agrotóxicos recomendados utilizados na lavoura são guardados em lugar afastado, e as embalagens vazias devolvidas nos locais autorizados.

Para o coordenador regional de Culturas da Emater-MG, Edmundo Modesto, a certificação da propriedade é o caminho mais indicado para os produtores. “Com o Certifica Minas Café, o produtor melhora a gestão de sua propriedade, o manejo da lavoura e a qualidade do seu café. Com isso, o seu produto será mais valorizado e ele terá mais chances de se manter no o mercado”.

Com a certificação de sua propriedade, Jarbas Lopes espera valorizar seu produto e conquistar novos mercados. Em 2011, ele foi um dos finalistas do Cup of Excellence na categoria natural. Concurso realizado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais em parceria com a Apex-Brasil. O prêmio para o produtor foi o direito de participar, em março de 2012, de um leilão internacional. O lote da propriedade dele foi vendido por R$ 1.821,00 para uma empresa do Japão. Valor cinco vezes maior que o de mercado. “Eu tinha uma boa expectativa. Mas fiquei surpreso com o resultado e o valor de comercialização do lote. Agradeço pelo trabalho feito dentro do Certifica Minas Café e pela orientação dos extensionistas da Emater-MG”, afirma Lopes.

 

Certifica Minas Café 

O Certifica Minas Café deve atingir a marca de 1.600 propriedades cafeeiras certificadas até o fim de 2012. Com a atuação de extensionistas especialmente treinados para a atividade, a Emater–MG orienta os produtores sobre as adequações das fazendas candidatas à certificação. Após essa etapa, o IMA faz as auditorias preliminares para checar se todas as exigências foram obedecidas. Em seguida, uma certificadora de reconhecimento internacional faz a auditoria final e concede a certificação às propriedades.

O programa chama a atenção dos cafeicultores para a necessidade do equilíbrio entre produção e meio ambiente. Entre as diversas ações ambientais do Certifica Minas Café se destacam aquelas voltadas para a preservação dos recursos hídricos. Atualmente, o cafeicultor tem de cumprir 95 itens para conseguir a certificação de sua propriedade, dos quais 34 referem-se a ações voltadas à preservação ambiental e 23 são especificamente sobre produção e conservação dos recursos hídricos.

 

Fonte: ABIC/ Asscom Emater/ Sebastião Avelar


Dólar abre em alta de 11.6%, cotado a R$ 2,0000

09:00:00 - O dólar comercial iniciou os negócios desta Quinta-Feira com valorização de 11.6% em relação ao seu fechamento anterior. Na abertura da sessão, a moeda norte-americana era comercializada a R$ 2,0000 na compra e a R$ 2,0015 na venda.


Novo Código Florestal não compromete recomposição de APPs

09:24:07 -

O novo Código Florestal não vai comprometer a recomposição das Áreas de Preservação Permanente (APPs) em margens de rios. A definição das metragens próximas aos cursos d’água ficará a cargo dos Programas de Regularização Ambiental (PRA) que serão feitos pela União e pelos Estados, levando em conta as características de cada região do País. A afirmação é do deputado Paulo Piau (PMDB-MG), relator do texto aprovado no final de abril pela Câmara e que aguarda sanção da presidente da República, Dilma Rousseff. Em audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) para debater os impactos e desdobramentos da nova legislação, ele esclareceu os principais pontos do seu parecer e afirmou que o tamanho das faixas mínimas de APPs será definido com base em critérios técnicos. 
“O PRA trará de volta tudo o que for importante para as margens dos rios. A presidente Dilma pode até vetar os pontos que tratam destas faixas mínimas, mas a vegetação próxima aos rios não deixará de ser recuperada”, afirmou Piau. Na versão do texto encaminhada ao Palácio do Planalto, ficou definido que, para os cursos d’água com até 10 metros de largura, a recomposição de APPs terá de ser de 15 metros, contados a partir da calha regular. Para os rios maiores, por exemplo, as faixas mínimas seriam definidas pelos estados, no âmbito do PRA. O deputado rechaçou as afirmações de que o novo Código Florestal anistiará os produtores. Argumentou que o texto apenas reforça o princípio do direito adquirido ao consolidar as áreas de produção em APPs existentes até 22 de julho de 2008. 
Piau ressaltou que a adesão ao PRA será a condicionante para os produtores se regularizarem ambientalmente, atendendo a exigências como a inscrição da propriedade no Cadastro Ambiental Rural (CAR) e a apresentação de um projeto, que dependerá da aprovação do Sistema Nacional de Meio Ambiente (Sisnama), definindo as áreas de recomposição de APPs, reserva legal e de produção. A partir desta aprovação, as multas aos produtores ficam suspensas e poderão ser convertidas em serviços de preservação ambiental. Desta forma, afirmou, muitos produtores não ficarão isentos da recomposição. 
Para o deputado Reinhold Stephanes (PSD-PR), que também participou dos debates e defendeu a atualização da legislação, o Código Florestal em vigor, de 1965, criminaliza 3,5 milhões de pequenos produtores, diante das várias modificações que ocorreram na lei. Deste total, acrescentou, um milhão de agricultores, que têm renda entre R$ 1 mil e R$ 1,5 mil, não teriam condições de se manter se fossem aplicadas as punições previstas na legislação atual. “A sorte é que ainda não se aplicou”, disse. 

Brasil na primeira divisão da produção de alimentos 
Outro debatedor na audiência pública foi o professor Marcos Fava Neves, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), que defendeu modernização do Código Florestal e destacou a produção agropecuária brasileira. “ Os produtores brasileiros colocaram o Brasil na primeira divisão da produção de alimentos no mundo. Este é um país agro-ambiental. É o alimentador do mundo. A chance está aberta. O mundo espera isso do Brasil" , afirmou Fava Neves ao prever que o Brasil pode se tornar o principal fornecedor mundial de alimentos em 2020, praticando “a maior, melhor e mais sustentável agricultura do planeta”.

 

Fonte: Canal do Produtor

 


Confira a previsão do tempo nesta Quinta-Feira.

09:29:59 - Regiao Sudeste

Regiao Norte

Regiao Nordeste

Regiao Centro Oeste

Regiao Sul


Agricultura salva PIB

10:08:40 -

Mais uma vez,aagricultura e o agronegócio estão salvando a economia e a balança comercial. Há produção e investimento. A safra agrícola atual, 2011/12, deve ser 1,7% menor que a anterior,de160 milhõesde toneladas, principalmente por causa da seca do Nordeste – uma quebra de 40%, mas o mercado interno continua plenamente atendido e as exportações aumentam. Esse cenário contrasta com os demais setores, que recebem mais atenção da mídia. Serve de exemplo e merece ser destacado, pois é um exemplo de grande êxito a seguir.

Salva a balança. Com superávit comercial de US$ 20,8bilhões de janeiro a abril e US$ 77,95 bilhões em 12 meses, o agronegócio continuou a ser o principal fator de segurança do setor externo. Semele, não haveria superávit, mas déficit. O Brasil tem 7% da produção mundial de grãos. No mundo, são 2,3 bilhões de toneladas e, no Brasil, 160 milhões. Da reforma cambial, em 1999, até hoje, as vendas externas de alimentos e agroprodutos aumentaram velozmente, 200% (!), enquanto as cotações das commodities sevalorizavam apenas 23%, lembra Rolf Kuntz em artigo neste caderno, em 14 de março. E isso, apesar deos produtos brasileiros sofrerem feroz competição de países competidores com subsídios, protecionismos, manipulação cambial e até discriminação.

O destaque para esse cenário positivo levou em conta o aumento na quantidade exportada, no período, dos três produtos do setor: soja em grão (36%); farelo de soja (8%) e óleo de soja (20%). No primeiro quadrimestre os preços médios de exportação da soja ainda estavam elevados, mas a cotação média de exportação tanto do farelo quanto do óleo de soja caíram 10% e 6%, respectivamente. A queda dos preços das commodities e dos produtos agrícolas foi compensada por maior agressividade do agricultor brasileiro, apoiada pelo governo, num mercado competitivo e em retração.

O que pesa. O agronegócio participava no ano passado com 22,15% do PIB. Sozinha,a agricultura participa com 70% e apecuária com 30 %. O setor emprega cerca de 30 milhões de pessoas – entre16 e17milhões encontramse no setor primário e o restante nos diversos segmentos que compõem o setor.

Não é de hoje que o Brasil vem investindo na diversificação de parceiros comerciais. Não dependemos deumou dois mercados e, justamente por isso, não fomos afetados pela crise globaldamesmaformaqueos Estados Unidos eos países europeus. O Brasil é hoje líder em café e suco de laranja, ou ocupa os primeiros quatro lugares no comércio mundial de alimentos.

A grande vantagem. O Brasil está numa posição única: tem terras desocupadas ainda por explorar. Há no País pelo menos 50 milhões de hectares. O coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, Roberto Rodrigues, lembra que entre1990 e 2010 a produção de alimentos cresceu nadamenos que 173%,enquanto a área apenas 36%. E isso porque a produtividade resceu 100%, diz ele. Há um espaço norme para avançar sem ferir o meio ambiente.

A OCDE coloca o Brasil entre os principais países para atender ao crescimento de 20% da produção mundial nos próximos 8 anos. E isso porque, diz a organização, sua produção de alimentos pode crescer 40% em média na dé- cada, enquanto o potencialda Austrália é de 17%, e do Canadá, Estados Unidos e União Europeia, apenas 4%.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

 


Vídeo homenagem a Antônio Nazareno

10:12:11 -

Fonte: Pereira Cafés


Futuros dos arábicas abrem estavéis em Nova Iorque

10:15:00 - Os contratos futuros do café arábica abriram estavéis na sesssão de hoje na Bolsa de Nova Iorque. Setembro/2012 abriu com ganho de 1 cents, cotado a 181,05 centavos de dólar por libra peso, abriu estável, cotado a centavos e se mantem estavél, cotado a centavos de dólar por libra peso.


ES realiza maior conferência internacional de café conilon no Brasil

10:55:38 -

O período de 11 a 15 de junho de 2012 acontecerá a Conferência Internacional de Coffea canephora, no Centro de Convenções de Vitória. O tema do evento é “Cem anos de história e evolução do conilon no Estado do Espírito Santo”. A Conferência contará com a participação de palestrantes nacionais e internacionais que discorrerão sobre temas relevantes para todas as etapas da cadeia produtiva do conilon. Contará com a participação de países produtores e exportadores do café robusta como: Vietnã, Uganda, Índia e Costa do Marfim e são esperados cerca de 700 participantes. As inscrições estão abertas pelo site www.conferenciaconilon.com.br.

A Conferência Internacional do Coffea canephora é uma a promoção do Governo do Estado do Espírito Santo, com realização do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), da Embrapa Café, unidade de pesquisa da Embrapa, empresa vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Consórcio Pesquisa Café.

O presidente da comissão executiva da Conferência, Romário Gava Ferrão, fala que um dos objetivos do evento é divulgar a importância do café conilon (Coffea canephora) no mercado brasileiro e internacional. “Em face de seus indiscutíveis atributos como matéria-prima, o café robusta é complemento na produção do café solúvel e na composição dos blends do torrado e moído”, observa.

Ainda segundo o presidente, a contribuição do café robusta à cafeicultura nacional, além do seu aspecto social e da geração de trabalho, se exterioriza, notadamente, no grande impulso dado à indústria de café solúvel. Para ter uma ideia, na produção de café solúvel, 80% da sua composição é feita com o café robusta; já o café expresso, tem 20% do robusta em sua composição. “A Conferência Internacional será um dos maiores fóruns de debates e aprendizado sobre esse grão e mostrará as tecnologias desenvolvidas por vários institutos nas áreas de melhoramento genético, biotecnologia, tecnologia de produção e questões climáticas, que é um dos principais focos”, Romário explica.

Guilherme Braga, diretor geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), explica que o evento representa uma justa homenagem à competência do cafeicultor capixaba e das instituições de pesquisa e assistência técnica do estado, responsáveis pela formação do mais importante polo de produção da variedade no Brasil. “A participação na Conferência muito me honra e proporciona-me a oportunidade de destacar pontos importantes do café robusta na comercialização interna e externa”.

 

Expositores

Entre expositores e participantes, está a Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de São Gabriel (Cooabriel), no Espírito Santo, que irá divulgar o café de terreiro, processo diferenciado feito em pequena quantidade quando não se tem muito tempo para fazer a secagem adequada. Além de apresentar o conilon cereja descascado, haverá também espaço para a degustação do café robusta. “O estado do Espírito Santo está de parabéns pela evidência que está dando ao produto de grande importância mundial. Além do mais, os visitantes e palestrantes irão apreciar o sabor marcante e encorpado do café robusta, que apesar de pouco divulgado, está inserido nos lares brasileiros”, ressalta o presidente da cooperativa, Antonio Joaquim de Souza Neto.

 

Sobre o Coffea canephora 

Conhecido no mercado internacional como café robusta e mais notadamente no Brasil como conilon, a espécie Coffea canephora tem uma participação de 38% na produção mundial. No Espírito Santo, a espécie foi introduzida há 100 anos e é cultivada comercialmente desde 1972, envolvendo 64 municípios, 40 mil propriedades, 78 mil famílias e cerca de 250 mil empregos de forma direta e indireta no estado, distribuída em 300 mil hectares.

 

Safra Conilon 2012 no Brasil

Segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) da safra 2012, a produção brasileira de conilon está estimada em 12,3 milhões de sacas de 60 quilos, sendo 9,3 milhões no Espírito Santo, 1,6 milhões em Rondônia, e o restante da produção nos estados da Bahia (0,738), Mato Grosso (0,115), Minas Gerais (0,299) e Pará (0,165).

No Consórcio Pesquisa Café o conilon também é prioridade, sendo objeto de pesquisa em diferentes etapas da cadeia produtiva desse café. “O Consórcio Pesquisa Café é um dos maiores realizadores do evento e é preciso que este ano haja mais interação entre produtores, pesquisadores e técnicos para divulgação das pesquisas desenvolvidas”, finaliza Romário Ferrão.

 

Saiba mais no site: www.conferenciaconilon.com.br.

 

Fonte: Asscom Embrapa Café

 


Robustas operam estavéis na Bolsa de Londres

11:30:59 - Há pouco, o contrato de operava estavél, cotado a US$ dólares por tonelada.


Arabicas operam estavéis na Bolsa de Nova York

13:00:01 - Há pouco, o contrato Setembro/2012 operava a 181,75 centavos, com ganho de 2 cents, e era negociado estavél a centavos de dólar por libra peso. Já o vencimento operava estavél, cotado a centavos de dólar por libra peso.


Dólar comercial opera em alta, cotado a R$ 1,9954

13:39:59 - O Dólar comercial está operando com alta de 11.4%. Há pouco, a moeda americana era comercializada a R$ 1,9954 na compra e a 1,9962 na venda.


Comercialização está lenta na Zona da Mata de Minas

13:45:27 -

Os negócios estão muito lentos na região de atuação da Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Caratinga (Coopercafé), na Zona da Mata de Minas Gerais, enquanto os produtores comercializam o remanescente da safra passada.

Segundo o gerente de comercialização da cooperativa, Paulo Tavares, "agora existe a necessidade de venda, com os trabalhos de colheita praticamente começando, então o produtor se desfaz do café que restou para fazer frente à colheita". Estima-se que do total da safra 2011 colhida na região, de 700 mil sacas a 800 mil sacas, menos de 5% ainda não foi vendido.

Enquanto isso, já são registradas algumas vendas de café novo, da safra 2012, principalmente das lavouras da região localizadas em altitudes menos elevadas, que já acabaram de colher, pois a produção foi muito pequena, afetada pela estiagem do início do ano, que secou o café e prejudicou orendimento.

De acordo com Tavares, "os produtores correm para fazer caixa diante dos custos de colheita. Mas esses primeiros grãos colhidos têm muita catação, ou seja, tem uma incidência grande de café verde, o que é normal". Estima-se que menos de 5% da safra 2012 tenha sido comercializada até o momento.

Entre o final do ano passado e início deste ano, a região de Caratinga sofreu por cerca de 70 dias sem chuva, o que prejudicou a granação do café. "Vamos ter uma quebra de rendimento com certeza", disse o gerente de comercialização. Entretanto, ainda é cedo para estimar o tamanho exato. "Agora que os produtores começaram a colher, vamos avaliar, fazer uma análise dessas perdas".

Os cafeicultores das regiões de altitude mais alta deveriam começar nesta semana. Porém, as chuvas que incidem desde segunda-feira, dia 14, na região adiaram os trabalhos para a próxima semana. "Quanto mais alta a altitude, mais irá demorar a começar a colheita, porque o café ainda está muito verde. Mas tudo isto está dentro da normalidade para a região", concluiu Tavares.

 

Fonte: Agência Safras/ Laura Ruschel

 


Exigências da Conab continuam gerando polêmica

15:37:06 -

A normativa número 29 do Ministério da Agricultura deve ter solução apenas no dia 31 de maio. O especialista em café da Cooparaiso, Francisco Ourique, diz que esta data figura um atraso de dois meses na liberação de R$ 2 bilhões do Funcafé (aprovados pelo Conselho Monetário Nacional), prejudicando o produtor. Tal normativa exige que os armazéns sejam credenciados à Conab, com a utilização de estrados de madeira por baixo da pilha de sacas, para armazenagem de café. Enquanto os armazéns não estiverem adequados, os recursos não serão liberados.

“Há informações de que o Ministério da Agricultura está encaminhando voto ao CMN modificando a exigência para os armazéns que servirão de base para o financiamento ao produtor na pré-comercialização. Mesmo que, se o CMN emitir uma resolução específica sobre o assunto, ainda necessitará da normatização por parte da Conab, pressupondo que tenha agilidade.Todo trabalho burocrático, contratual e jurídico envolvendo o Ministério da Agricultura e os bancos já está pronto. Na verdade, a circulação do dinheiro está parada esperando a revisão de uma normativa inadequada”, informou Ourique.

Para o especialista, exigir estrados de madeira em armazéns com piso asfáltico ou de concreto é uma exigência que entra em conflito com a evolução da própria rede armazenadora de café. “Não há nenhum objetivo nem propósito nisso. Tanto o é que nem a Superintendência de Seguros Privados (Susep), nem a BM&F exigem isso e o mesmo vale para os armazéns credenciados nas bolsas internacionais”, disse.

 

O impacto

Francisco Ourique disse que o assunto não diz respeito apenas à questão de credenciamento de armazéns. “A discussão é sobre o impacto que paralisa todo o fluxo de financiamento ao cafeicultor. Se não houver uma modificação rápida de uma normativa que não faz sentido, nós teremos problemas graves no momento em que a safra começar a entrar”, alerta.

Ele disse que “já houve por parte do Ministério da Agricultura uma locação de recursos a tempo e à hora, porém agora há um problema técnico, criado por uma exigência totalmente inadequada, quando o Brasil irá colher uma das maiores safras de sua história”.

Ourique ressalta a urgência da discussão: “o tema é urgente e precisa da dedicação das lideranças e do governo, particularmente do Ministério da Agricultura, para que haja uma solução rápida, pois as conseqüências disso serão significativas para o bom andamento da entrada da safra. A nossa expectativa era de que os recursos do Funcafé já estivessem liberados nos bancos em maio, já que foram aprovados pelo CMN. Agora o dinheiro só deve chegar ao início de julho, isso é um atraso lamentável, que afetará o escoamento da safra”.

O especialista em café explicou que o plano de safra tem o objetivo em relação ao mercado, que o de dar recursos antecipados ao produtor, para que ele não precise vender café e para custear seu fluxo de caixa. “Quanto mais tempo essa solução demorar, maior será o efeito de uma medida dessas, tumultuando a comercialização de café. Afinal, a única forma do produtor ter dinheiro é ou se financiando ou vendendo café”, finalizou.

 

As lideranças

Veja abaixo matéria publicada ontem sobre o assunto:

 

 

O superintendente de Mercado Interno da Cooxupé, Lúcio Dias foi à Brasília, acompanhado do presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, e do diretor de café da CNA, Breno Mesquita, cobrar uma rápida solução dos membros do Ministério da Agricultura.

O representante da Cooxupé concedeu entrevista ao programa Mercado&Cia, do Canal Rural, nessa ocasião, quando falou sobre o assunto.

“Nós viemos à Brasília conversar com o Ministério da Agricultura para pedir para tirar essa exigência de empilhamento em cima de estrados de madeira. Há instrução normativa, número 29, do Ministério da Agricultura, recomendando a utilização desses estrados. Infelizmente, a Conab quer aceitar isso como definitivo. Viemos à Brasília fazer todos os esforços para ver se o pessoal retira essa exigência descabida, que há mais de um século não se usa. Imagina quantas mil árvores teríamos que derrubar para poder cumprir essa exigência, por isso também é algo sem cabimento”, ressaltou Lúcio Dias.

Lúcio Dias explicou porque o problema é tão sério para os produtores de café: “a Conab não habilita os armazéns porque os locais não têm  o tal estrado, então não libera o dinheiro do Funcafé. Desde outubro do ano passado que estamos lutando com essa situação e não conseguimos reverter. Por isso precisamos da imprensa para nos ajudar a gritar sobre esse absurdo do século XV”, pontuou o superintendente.

E Lúcio ainda alertou: “Tem gente no governo que não faz força nenhuma para consertar um defeito de norma que possa existir, consertar com a rapidez necessária”.

Questionado sobre qual é a diferença entre a pilha de sacas de café sobre o estrado de madeira ou sobre o concreto impermeabilizado, Lúcio explicou que

“a diferença é muito grande. A primeira vai ficar insegura, as pessoas que trabalham no local não vão poder circular ao redor da pilha. Hoje ainda temos as big bags, então isso não tem cabimento algum. Ou seja, é um processo inseguro, além de gastar madeira que é um recurso tão nobre”.

Lúcio Dias também fez um apelo. “Pedimos aos políticos, às lideranças da cafeicultura que pressionem os técnicos do governo para que isso seja revertido rapidamente. São os absurdos que acontecem no café e na agricultura do nosso país. A promessa do governo é que a solução seja implantada dia 31 de maio”.

 

Cobrança de solução

O presidente da Sincal, Armando Matielli, também em entrevista no mesmo programa, nesta semana, disse que “todo ano há medidas para atrasar a liberação do dinheiro, para o produtor ficar com a corda no pescoço e sair vendendo café a qualquer preço. Nós ficamos desde janeiro falando com o Ministério da Agricultura. Falamos com o Edison Alcântara, com José Carlos Vaz e todo mundo prometendo que esse dinheiro estaria nas agências bancárias no fim de abril ou começo de maio. Esse dinheiro seria para o produtor fazer a estocagem, com pagamento em 24 meses. Agora aparece essa palhaçada na última hora. A gente percebe que nesse país a cafeicultura não é levada a sério”.

Matielli explicou que problemas assim são ‘subterfúgios’. “Nós sempre falamos que é preciso ter um plano estratégico de longo prazo, amarrando todos esses pontos, sem ter um subterfúgio, justamente para não acontecer fatos como esse, que só vêm trazer prejuízo para o produtor. O que eles querem é comprar café barato, colocar o produtor vendendo abaixo do custo de produção”.

Para o presidente da Sincal há um lobby junto ao governo federal para atrasar a liberação dos recursos. “Eu acredito que o produtor não tem dinheiro para fazer lobby. Mais de 34% na cafeicultura são de pequenos produtores que vivem com a mão calejada, fazendo o seu trabalho dia-a-dia e não tem o poder que tem as grandes torrefadoras e importadores. Esse pessoal faz lobby junto à Conab, junto ao governo, arrumando todas as medidas possíveis para fazer o produtor entregar o café a qualquer preço. Isso é uma jogada que vem acontecendo há muito tempo”.

E desabafou: “Eu fico muito triste, é lamentável que tenha acontecido isso porque o dinheiro é do produtor, que foi liberado pelo CMN, sendo R$ 1,5 bilhão para fazer a estocagem e na última hora começa a exigência de paletes. Ora, nós temos a melhor logística e como é que eles exigem essas besteiras de última hora?”, finalizou,

Procurado pelo Coffee Break para comentar o assunto, o porta-voz do setor produtor de café, o presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, informou, através de sua assessoria, que não poderia atender à reportagem do portal, por causa de agenda cheia e que iria comentar o fato no balanço semanal da entidade, divulgado sempre às sextas-feiras.

 

Fonte: Mercado &Cia – Canal Rural/ Texto: Coffee Break

 


Exigências e o Funcafé: Entrevista com Edilson Alcântara

15:51:55 -

Fonte: Marcado e Cia. - Canal Rural


Robustas encerram perda na Bolsa de Londres

16:40:00 - Na Liffe, o vencimento de Julho/2012 fechou com perda de US$ 2 dólares e o contrato encerrou o pregão a US$ 2187 dólares por tonelada.


Pesquisa: consumir três xícaras de café por dia reduz o risco de morte em 10%

16:59:33 -

A pesquisa, feita com 400 mil homens e mulheres de 50 a 71 anos de idade, descobriu que a relação entre a bebida e a diminuição do risco de morte aumentou, segundo um estudo divulgado pelo Instituto Nacional do Câncer (NCI, em inglês) dos Estados Unidos.
As pessoas que tomaram café tiveram uma probabilidade menor de morrer por doenças cardíacas, respiratórias, problemas cerebrais, lesões, diabetes e infecções, embora não tenha sido observada sua associação com o câncer.
No entanto, os investigadores advertem que não podem assegurar que essas associações significam que tomar café realmente faz as pessoas viverem mais tempo.
Os resultados do estudo, realizado pelo doutor Neal Freedman, da Divisão de Epidemiologia e Genética do Câncer do NCI, serão publicados na edição de 17 de maio do "New England Journal of Medicine".
A pesquisa também incluiu outros fatores de risco sobre a mortalidade, tais como o tabagismo e o consumo de álcool, e concluiu que as pessoas que tomaram três ou mais xícaras de café por dia tiveram um risco de morte 10% menor com relação às que não tomaram.
"O café é uma das bebidas mais consumidas nos Estados Unidos, mas a associação entre o seu consumo e o risco de morte não ficou muito clara", indicou Freedman.
No entanto, neste estudo "descobrimos que o consumo de café está associado a um risco menor de morte em geral e de morte devido a várias causas diferentes".
"Embora não possamos assegurar uma relação entre o consumo dessa bebida e um risco menor de morte, esses resultados nos dão um pouco de segurança ao dizer que tomar café não prejudica a saúde", assegurou.

 

Fonte: Agência EFE

 


Centro de Excelência do Café é reaberto em Machado, MG

17:02:14 -

 

Após dois meses de portas fechadas, o Centro de Excelência do Café de Machado (MG) foi reaberto nesta quarta-feira (16). Segundo a Prefeitura de Machado, o prédio foi repassado para o Instituto Federal do Sul de Minas por causa do alto custo com a manutenção do local.

O projeto de lei que transferiu a administração do Centro de Excelência do Café foi aprovado em fevereiro deste ano. A associação que administrava o local informou que não pretende entrar na Justiça contra a decisão da prefeitura.
A área de dois mil metros quadrados foi totalmente reformada. Nos quatro pavilhões irão funcionar um curso de pós-graduação e de pesquisas na área cafeeira, um restaurante, um hotel com capacidade para 80 hóspedes e um anfiteatro para cerca de 300 pessoas.
O centro de excelência foi criado em 2006 com o objetivo de promover o aperfeiçoamento na produção e preparo de café em todo o estado por meio de seminários, cursos e treinamentos. 

Fonte: G1 Sul de Minas

 


Produtores interrompem a colheita do café por causa da chuva em MG

17:05:47 -

O trabalho é apenas da roçadeira e para os funcionários que limpam as ruas do cafezal. A colheita prevista para começar no início da semana teve que ser adiada por causa da chuva.

Uma fazenda que fica em Machado, sul de Minas Gerais, tem 150 hectares de café e deve produzir nesta safra cinco mil sacas.
A chuva dos últimos dias prejudicou também o transporte dos grãos das lavouras para o terreiro, principalmente em propriedades onde as estradas são muito íngremes e com o solo molhado, a passagem das carretas fica praticamente impossível.
Em outra propriedade, em Alfenas, está tudo parado e o produtor preocupado. Ela já havia começado a colher o café. Nos pés, muitos grãos já passaram do ponto e mostram sinais de que estão com fungos ou mofo, reflexo da umidade provocada pela chuva. O café que já está no terreiro também foi prejudicado.
O produtor Ângelo Munhoz tem 60 hectares de café e espera colher 1.500 sacas, mas já teme perder parte da produção.
Cícero Caldeira, agrônomo da Emater, explica de que maneira a chuva atrapalha o cultivo do café. Confira abaixo a entrevista no vídeo com a reportagem completa.

 

Fonte: Globo Rural

 


Café brasileiro ganha espaço em mercados de Índia e Vietnã

17:10:35 -

Os mercados russo e alemão estão se ampliando para o café brasileiro, que ganha espaço de países produtores como Índia, Vietnã e de algumas regiões africanas. O movimento enquadra-se num contexto de demanda aquecida e baixos estoques mundiais, fatores que elevam e sustentam os preços da commodity. No Brasil, os cafeicultores são favorecidos também pelo câmbio (dólar acima de R$ 1,90).

O mês de maio marca o início da colheita nas principais regiões brasileiras. A safra de 2012/2013 (safra cheia) deve bater recorde, com 50,5 milhões de toneladas colhidas, ou 16% a mais do que no ano passado, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Contudo, especialistas afirmam que a oferta maior não irá derrubar os preços internacionais.

"O consumo mundial deve seguir em alta, com uma produção global que pode não acompanhar o mesmo ritmo", diz a pesquisadora Caroline Lorenzi, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O café arábica estava cotado, ontem, a R$ 388 na produção paulista, segundo o instituto. O presidente do Sindicato da Indústria de Café do Estado de São Paulo (Sindicafé-SP), Natan Herszkowicz, atenta para a questão cambial: uma valorização de 17% do dólar ante o real. "Transferiu-se isso para o café. O produtor está sendo mais bem remunerado", afirma. E ressalta que a venda de variedades especiais é outro fator de valorização do café brasileiro. "O mundo continua demandando café, e café de alta qualidade, o que beneficia o País".

 

Conilon "especial"

Os produtores ligados à Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi), no Espírito Santo, querem provar que o conilon, a exemplo do arábica fino, também pode ser considerado especial. O descascamento do café e a seleção manual dos frutos permitiram à cooperativa explorar novos mercados, na Rússia e na Alemanha - e no Brasil -, com ganhos de 20% sobre o valor do grão.

A Coopeavi está negociando os cafés a R$ 350 (arábica), R$ 245 (conilon) e R$ 275 (cereja-descascada ou "conilon especial"), segundo o gerente de cafeicultura da cooperativa, João Elvidio Galimberti. "Há um consenso, por parte dos produtores, de produzir o café cereja-descascada", diz. "Temos observado uma procura maior pelos cafés especiais, o consumidor tem assimilado bem a qualidade."

Galimberti explica que o cafeicultor capixaba, na produção do cereja-descascada (colheita manual e seletiva), tem um "ganho real". Por alguns motivos, economiza-se espaço ("ao tirar a casca") e o tempo para secar os grãos fica menor. Além de tudo, os mercados interno e externo pagam mais pelo produto. "[A Rússia e a Alemanha] são mercados que, até então, preferiam receber produtos da Índia e da África, que produzem o melhor conilon", afirma Galimberti. Em 2011, a Coopeavi enviou dez contêineres (192 toneladas, no total) aos dois países. Neste ano, já fez outros dois embarques (somando 39,4 toneladas) e recebeu oito encomendas, de 19,2 toneladas cada.

O preço do café cereja-descascada, destinado ao estrangeiro, atualmente fica entre US$ 155 e US$ 170, de acordo com o gerente da cooperativa. "O preço final das exportações traz exatamente a margem de 20% [sobre o valor do conilon tradicional] que tentamos agregar ao produto", diz Galimberti. "O produtor tem um ganho real", reafirma.

 

Evolução histórica

"A produção brasileira tem se superado a cada ano, com tecnologias, variedades novas, adensamento de plantio... o conilon alcançou níveis de produção muito elevados, e já há cafés rendendo 80 sacas por hectare", analisa Herszkowicz, que, além de presidir o Sindicafé-SP, dirige a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic).

O representante cita que, por exemplo, hoje já se têm cafezais com cinco ou seis mil pés plantados por hectare - algo inimaginável nos anos 70, quando se plantava cerca de 1,5 mil mudas por unidade. Outro exemplo: conilons hiperprodutivos (cinco sacas/ha) no Espírito Santo. "Especialmente nos últimos cinco anos conseguiram-se resultados excelentes por lá." O fator irrigação é destaque: a técnica cresceu "muito", na última década, na mogiana paulista e no cerrado mineiro, de acordo com Herszkowicz.

 

Fonte: DCI

 


Adido do USDA aponta safra brasileira 2012/13 em 55,9 milhões de sacas

17:14:07 -

O adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no Brasil apontou a safra brasileira de café 2012/13 em 55,9 milhões de sacas, com aumento de 13,6% no comparativo com a safra 2011/12, indicada pelo USDA em 49,2 milhões de sacas. O incremento deve-se especialmente ao aumento na produção do arábica por conta da bienalidade da lavoura cafeeira, sendo 2012/13 um ano de alto ciclo produtivo. Além disso, o adido cita o bom potencial produtivo do robusta (conillon), principalmente no estado do Espírito Santo.

O adido estima a safra 2012/13 de arábica em 40,2 milhões de sacas, 15,8% a mais que em 2011/12 (34,7 milhões de sacas). Já a safra de robusta é colocada em 15,7 milhões de sacas em 2012/13, 8,3% acima do colhido em 2011/12 (14,5 milhões de sacas).

Como comparação, enquanto o adido do USDA estima uma safra 2012/13 brasileira de 55,9 milhões de sacas, a Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) apontou a mesma safra no seu segundo levantamento em 50,45 milhões de sacas. O número do USDA é, dessa forma, 10,8% superior à estimativa do governo brasileiro.

O adido prevê exportações totais de 34,0 milhões de sacas em 2012/13 (julho/junho), com incremento de 12,2% sobre 2011/12, quando os embarques foram indicados em 30,3 milhões de sacas. A subida do dólar contra o real estimula uma maior agressividade e competitividade do café brasileiro, diz o adido do USDA.

Os estoques finais de 2012/13 estão indicados em 2,926 milhões de sacas, com aumento de 63,8% contra 2011/12 (1,786 milhão de sacas).

O consumo interno brasileiro, segundo o USDA – com dados da Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC) -, deverá subir para 20,76 milhões de sacas em 2012/13, crescimento de 3,5% no comparativo com 2011/12 (20,060 milhões de sacas).

As informações partem do USDA.

 

Fonte: Safras & Mercado  

 


Arábicas encerram com ganho na Bolsa de Nova York

17:30:00 - No fechamento da ICE Futures US, o contrato Setembro/2012 encerrou em 182,30 centavos de dólar por libra peso, com ganho de 2 cents. foi negociado a centavos de dólar por libra peso, com esse negociação o contrato se manteve estavél, ao passo que encerrou estavél a centavos de dólares por libra peso.


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criado em 17/05/2012