Robustas abrem negativos na Bolsa de Londres

07:35:01 - Os contratos futuros do café robusta abriram negativos na sessão de hoje da Liffe. Há pouco, o contrato de Maio/2012 operava US$ 2025 dólares por tonelada, com perda de US$ 7 dólares.


Até o dia 13, as exportações totalizam 792.083 sacas.

08:40:00 - As exportações brasileiras no mês de Maio, mais especificamente até o dia 13, totalizaram 792.083 sacas de 60 kg de café, registrando alta de 31.54% em relação às 542.218 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior. De acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), 701.912 sacas embarcadas são referentes a café arábica, 17.631 a conillon e 72.540 referentes a solúvel.

O porto de Santos exportou 673.175 sacas, o porto de Vitória embarcou 77.445 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 2.900 sacas, o porto de Sepetiba exportou 1.440 sacas, o porto de Salvador enviou -??, enquanto os outros portos exportaram 11.123 sacas de café.

Também até o dia 13, o Cecafé registrou a emissão de 1.065.603 certificados de origem, dos quais 900.001 são referentes a arábicas, 69.288 a conillon e 96.314 de solúvel.


Baristas

08:49:33 -

Fonte: TV Mexido


O Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha

08:53:41 -

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) vai ampliar a participação no 16º Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha, que será realizado de 21 a 23 deste mês, no Parque de Exposições de Manhuaçu. Nesta edição, as tecnologias desenvolvidas pela Empresa em cafeicultura serão apresentadas em três minicursos e difundidas através de estande, onde o público poderá ser atendido pelos pesquisadores e ter acesso às publicações da EPAMIG.

Considerado um dos mais importantes da Zona da Mata, o simpósio pretende reunir cerca de 1,5 mil produtores de café e as principais lideranças do setor para debater ações que garantam produtividade e mercado para a cafeicultura na região de montanha. A realização é da Associação Comercial, Industrial e Agronegócios de Manhuaçu (ACIAM), com o objetivo de difundir conhecimento e promover troca de experiências no setor cafeeiro.

A EPAMIG Regional Zona da Mata será responsável por três minicursos. No dia 21, às 14h, os pesquisadores Antônio Alves Pereira (Tonico), Felipe Lopes da Silva e Antônio Carlos Baião de Oliveira (EPAMIG/Embrapa) vão apresentar o tema “Cultivares de café para as montanhas de Minas”. Na quinta-feira, 22, o tema “Boas práticas agrícolas para cafeicultura de montanha” será apresentado a partir das 9h pelo pesquisador Marcelo de Freitas Ribeiro; e, às 17h, o pesquisador Sérgio Maurício Donzeles vai apresentar o tema "Uso e tipos de secadores mecânicos para secagem e obtenção de café de qualidade vai abordar". As inscrições poderão ser efetuadas nos estandes da ACIAM e da Emater.

A expectativa, segundo o chefe do Centro de Pesquisa da EPAMIG Zona da Mata, Trazilbo José de Paula Júnior, é tornar a Empresa ainda mais atuante na região, considerada muito importante para o agronegócio cafeeiro de Minas Gerais. “Temos muitas tecnologias, incluindo cultivares de café, que respondem às demandas dos cafeicultores da região”, ressalta.

 

Foco na produtividade e no mercado

Com foco na produtividade e no mercado, as atividades desta edição do Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha vão tratar das novidades e dos programas que vem sendo lançados pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, de forma a aproximar os produtores das estratégias para o desenvolvimento do setor. Segundo os organizadores, o simpósio evoluiu com a cafeicultura da região, que já apresenta um produto de melhor qualidade, com produtores mais preparados e com maior conhecimento da atividade. A programação completa pode ser conferida no sitewww.simposiodecafeicultura.com.br.

 

Data 
21/03/2012 a 23/03/2012

Organização 
Epamig e Associação Comercial, Industrial e Agronegócios de Manhuaçu (ACIAM)

Local 
Parque de Exposições de Manhuaçu

Endereço 
Manhuaçú - MG

Website 
www.simposiodecafeicultura.com.br/

 

Fonte: Portal Dia de Campo


Dólar abre em alta de 2.77%, cotado a R$ 1,8174

09:00:01 - O dólar comercial iniciou os negócios desta Quarta-Feira com valorização de 2.77% em relação ao seu fechamento anterior. Na abertura da sessão, a moeda norte-americana era comercializada a R$ 1,8174 na compra e a R$ 1,8184 na venda.


CNC acredita em recuperação no mercado nesta próxima semana

09:12:03 -

O balanço semanal do Conselho Nacional do Café (CNC) sobre  o mercado do café apontou uma perspectiva positiva para a próxima semana, que, segundo o CNC, poderá ser de recuperação nos preços. O CNC indicou que o contrato de café com vencimento maio na bolsa de Nova York perdeu quase 2% na semana, ao passo que as cotações permaneceram estáveis no mercado físico, com o café arábica de boa qualidade tendo sido negociado na faixa de R$ 385,00 a saca pelos produtores.

Já o câmbio, aponta o balanço, após alcançar a cotação de R$ 1,83 no meio da semana, a moeda americana terminou a sexta-feira a cerca de R$ 1,80 pelo terceiro dia consecutivo, com o mercado aparentemente demonstrando que encontrou uma estabilidade neste nível.

Para a próxima semana, há diversos fatores que sugerem uma recuperação nos preços do café, indica o CNC. Do lado dos fundamentos do mercado, os estoques nos países importadores seguem caindo, em parte, devido à grande queda nas exportações brasileiras nos dois últimos meses. Outro fator de
suporte é o reduzido estoque nas mãos dos produtores, que, com pouco café remanescente da última safra, aguardam uma melhor oportunidade de venda, não pressionando o mercado, comenta o Conselho.

Pelo lado dos fatores técnicos, coloca o CNC, os fundos e os especuladores reduziram as suas posições compradas, favorecendo, desta forma, uma possível recuperação. O mercado de Nova York parece ter encontrado um bom suporte nos níveis próximos a 182,00 centavos de dólar por libra peso, que é o menor nível nos últimos 17 meses, e resistência a 186,00 centavos, conclui o
boletim do CNC.

 

Fonte : Safras & Mercado - Café da Terra


Cafeicultor implanta técnica barata na secagem de café e espera alavancar a produção

09:18:47 -

A safra de café Conilon de 2012 promete ser boa na cidade de Vila Valério, na região Norte do Espírito Santo. E a expectativa de muitos cafeicultores é fundamentada na implantação de alternativas que agregam valor ao produto característico da região.

Em várias propriedades rurais os produtores estão instalando estufas agrícolas, que substituem os tradicionais secadores (e também a secagem direta ao sol). Um dos que implantou a nova técnica na lavoura foi o produtor José Carlos de Oliveira, de 26 anos, que mantem uma fazenda em parceria com o sogro. "Implantamos a estufa e esperamos colher 600 sacas de café pilado. Ela é boa porque o produto não fica com gosto e cheiro de fumaça como acontece com os secadores à lenha", explicou.

Outra vantagem da estufa plástica é o fato de poder ser aproveitada para outras culturas como milho, feijão e outros grãos, sem contar o custo significativamente menor que um secador, conforme explicou o cafeicultor. "O metro quadrado do plástico que reveste a estrutura gira em torno de R$ 30 e a garantia mínima é de três anos, mas, se bem conservada, chega a sete", disse ele.

Na propriedade a estufa implantada tem 230 metros quadrados e o custo para montá-la ficou próximo de R$ 7 mil, enquanto um secador custa a partir de R$ 15 mil. O sucesso da alternativa é tamanho que outros produtores estão optando pelas estufas plásticas.

"Alguns vizinhos já implantaram nos terrenos. Elas não acabarão com os secadores e as outras técnicas, mas quem quer atribuir valor ao café deve optar por essa alternativa mais eficiente", contou José Carlos.

 

Fonte: Gazeta Online/ Foto: José Carlos Oliveira


Secretário de Estado de Agricultura abrirá hoje, o Simpósio de Cafeicultura

09:25:25 -

O secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas, Elmiro Nascimento, participa nesta quarta-feira (21), às 9 horas, da solenidade de abertura do 16º Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha, em Manhuaçu.

O encontro pretende reunir cerca de 1,2 mil produtores de café e as principais lideranças do segmento para debater ações que garantam produtividade e mercado para a cafeicultura na região de montanha, com o objetivo de difundir conhecimento e promover troca de experiência no setor cafeeiro.
Manhuaçu é o maior produtor de café da Zona da Mata e ocupa a quarta colocação no ranking estadual. De acordo com o IBGE, a previsão de safra para o município neste ano é de aproximadamente 450 mil sacas.
O evento, que vai até sexta-feira (23), é realizado pela Associação Comercial, Industrial e Agronegócios de Manhuaçu (Aciam) e conta com o apoio da  Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) e da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

Minas lidera produção
Minas Gerais ocupa a liderança na produção de café no país. Para 2012, a safra prevista deverá ficar entre 25,5 milhões e 27,1 milhões de sacas, o correspondente a 51,9%, da produção nacional. No ano passado, os cafeicultores mineiros exportaram o equivalente a US$ 5,8 bilhões, ou seja, 59,8% de toda a exportação do agronegócio mineiro (US$ 9,7 bilhões).
De janeiro a fevereiro de 2012, o café produzido em Minas Gerais obteve no mercado mundial a receita de US$ 828 milhões, segundo maior valor já registrado.
Os baixos estoques mundiais de café e a aceitação crescente do produto de Minas Gerais no exterior são comprovados pela alta cotação do grão. Entre janeiro e fevereiro deste ano, a tonelada do produto foi comercializada por US$ 4,9 mil, cotação 26,2% superior à registrada em idêntico período de 2011.

Serviço
Abertura Oficial do 16º Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha
Data: 21 de março
Horário: 9 horas
Local: Parque de Exposições Fernando Maurílio Lopes

Fonte: /www.simposiodecafeicultura.com.br

Foto: Arquivo Portal do Caparaó

 

 


Confira a previsão do tempo nesta Quarta-Feira.

09:30:00 - Regiao Sudeste

Nesta quarta-feira, o sol brilha forte, faz calor e ainda não chove na maior parte de São Paulo, na Costa Verde, na Região dos Lagos fluminense e no Grande Rio. Já no Espírito Santo, no norte do Rio e no centro-norte de Minas Gerais, o sol aparece entre muitas nuvens e chove a qualquer hora do dia. No leste, no nordeste paulista e nas demais áreas do Sudeste, o sol também predomina. Com o aquecimento, a nebulosidade aumenta e há previsão de algumas pancadas de chuva a partir da tarde.

Regiao Norte

Nesta quarta-feira, o tempo fica bastante instável em todas as áreas do Norte do Brasil. O sol ainda aparece e o tempo fica abafado, mas muitas nuvens se formam e há previsão de pancadas de chuva a qualquer hora do dia, podendo ser acompanhadas de descargas elétricas e rajadas de vento.

Regiao Nordeste

Nesta quarta-feira, áreas de instabilidade deixam o céu com muitas nuvens no centro-sul do Maranhão e do Piauí e no oeste da Paraíba, onde chove a qualquer hora entre breves períodos de sol. Já nas demais áreas baianas, em Sergipe e em Alagoas, o sol brilha forte, poucas nuvens se formam e o tempo fica seco. Nas outras áreas do Nordeste, o sol também predomina, mas o ar fica mais abafado e há previsão de algumas pancadas rápidas de chuva no decorrer do dia.

Regiao Centro Oeste

Nesta quarta-feira, o sol predomina em Mato Grosso do Sul, no sul de Mato Grosso, no centro-sul e no leste de Goiás e no Distrito Federal, mas o tempo fica abafado e há previsão de algumas pancadas de chuva a partir da tarde. Nas demais áreas do Centro-Oeste, o sol aparece entre muitas nuvens e chove a qualquer hora do dia.

Regiao Sul

Mais uma frente fria se aproxima do Rio Grande do Sul nesta quarta-feira, mas desta vez com forte intensidade. A nebulosidade aumenta a partir da tarde em todas as regiões gaúchas e no oeste de Santa Catarina, provocando várias pancadas de chuva. Nas demais áreas do Sul, o tempo não muda. O sol brilha forte e a temperatura fica alta durante a tarde. Apesar disso, poucas nuvens se formam e não há condições de chuva.


Cooxupé reúne produtoras para debater a produção cafeeira sustentável

09:53:17 -

Entre as palestrantes estão uma economista do Bradesco, agrônomas e Josiane Cotrim, da IWCA.

 

Na próxima segunda-feira, 26 de março, às 10h, a Cooxupé, maior cooperativa de café do mundo, localizada em Guaxupé, sul de Minas Gerais, reunirá cooperadas e produtoras de café para um evento voltado às mulheres que atuam no campo.

Estre os destaques do encontro está a presidente da IWCA (International Women Coffee Association ou Aliança Internacional das Mulheres do Café), Josiane Cotrim. Consulesa do Brasil na Nicarágua, jornalista e cafeicultora na região das Matas de Minas, Josiane está à frente da IWCA com o objetivo de valorizar a participação das mulheres na cadeia global do café.

O evento será realizado em um momento oportuno para o setor, pois a atuação das mulheres no campo, como tomadoras de decisão, é cada vez maior. De acordo o Ministério do Desenvolvimento Agrário, 23% das famílias ligadas a alguma atividade no agronegócio são lideradas por elas. Este número não poderia ser diferente na COOXUPÉ, que atualmente conta com mais de mil cooperadas.

“As mulheres são importantes tomadoras de decisão no agronegócio. Cerca de 80% dos nossos associados são pequenos produtores que contam com a ajuda de suas famílias na produção do café e a atuação feminina é cada vez mais forte neste sentido. Percebemos que elas estão mais presentes tanto na cooperativa quanto nos nossos eventos”, revela o presidente da COOXUPÉ, Carlos Paulino da Costa.

Além disso, o próprio setor está aquecido. No ano passado a produção brasileira teve um crescimento de 3,6% em relação a 2010, atingindo R$ 8.706 bilhões de faturamento com a venda externa do produto. Dentro deste cenário, a COOXUPÉ, que é responsável por 20% da produção cafeeira mineira, conquistou um volume de exportação nunca atingido por outro exportador no Brasil.

A programação do encontro também contará com a economista do Bradesco Ellen Regina Steter, e agrônomas da Cooxupé, que ministrarão uma palestra sobre o tema “Adequação de Propriedades a Produção da cafeicultura Sustentável”.

 

Sobre a COOXUPÉ

A COOXUPÉ nasceu em 1932, com a fundação de uma Cooperativa de Crédito Agrícola, transformada em 1957 em Cooperativa de Cafeicultores. Em 2012, completará 80 anos de cooperativismo e 55 anos em atividades de recebimento, processamento e comercialização de café.

Atualmente conta com cerca de 12.000 cooperados e 1900 colaboradores, recebendo café produzido em mais de 200 municípios localizados nas regiões Sul de Minas, Alto Paranaíba (Cerrado Mineiro) e Vale do Rio Pardo, no estado de São Paulo.

Programação

 

Serviço

ENCONTRO DE PRODUTORAS DE CAFÉ – Cooxupé

10:00 h Inscrições.

10:30 h Abertura – Presidente da Cooxupé e Membros do Conselho.

11:00 h Palestra – Agrônomas da Cooxupé.

Adequação de Propriedades a Produção da cafeicultura Sustentável.

12:00 h Almoço.

13:30 h Palestra – Ellen Regina Steter

Economista – Bradesco.

14:30 h Palestra – Josiane Cotrim.

IWCA – International Women Coffee Association.

15:30 h Encerramento.

 

Fonte: http://www.inteligemcia.com.br/ Phábrica de Ideias – Assessoria de Imprensa


Futuros dos arábicas abrem estavéis em Nova Iorque

10:15:01 - Os contratos futuros do café arábica abriram estavéis na sesssão de hoje na Bolsa de Nova Iorque. Maio/2012 abriu estavél, cotado a 183,45 centavos de dólar por libra peso, Setembro/2012 abriu com baixa de 0.15 cents, cotado a 189,05 centavos e Dezembro/2012 teve a desvalorização de 0.65 cents, cotado a 192,45 centavos de dólar por libra peso.


Café, expressão de puro sabor

10:15:22 -

O café faz parte da cultura brasileira. Quem nunca se rendeu ao cafezinho, seja durante uma reunião, uma visita à casa de amigos ou logo após o almoço? A bebida é a segunda mais consumida do mundo, perdendo apenas para a água e à frente da cerveja, do chá e de outros produtos. Mas para conquistar paladares exigentes, qualidade é fundamental.
E disso, a empresa italiana Illycaffè sabe bem. Com quase oitenta anos de tradição no processamento e fabricação de expressos especiais, a companhia, administrada pela terceira geração da família Illy, investe constantemente em ações que possam levar o sabor e o aroma de um autêntico café italiano, para diversas partes do mundo.
Um dos locais onde a empresa estuda estratégias para a expansão de sua marca é o Brasil. “Queremos promover a bebida aqui e no mundo pela qualidade, saúde, sustentabilidade e prazer”, afirmou Andrea Illy, presidente da Illycaffè em sua visita anual ao Brasil. Também pudera. No ano passado, enquanto na Europa o consumo da bebida despencou, a empresa registrou aumento de 45% no mercado brasileiro e outros 25% na Ásia.
Não só o consumo sofreu queda, mas a produtividade mundial também. A Colômbia vem sofrendo perdas sucessivas com os problemas climáticos que assolam suas lavouras. Com isso, o Brasil vem ganhando espaço não só como consumidor, mas reforçando sua posição de grande exportador. “A constante melhora na qualidade dos grãos brasileiros e sua grande produção, estão contribuindo para aumentar o volume e também a qualidade do grão mundialmente”, diz Andrea.

Estratégia de mercado
A estratégia da companhia por aqui se baseia principalmente na venda de seus produtos em hotéis, restaurantes e cafeterias – onde a presença da Illycaffè aumentou 60% no ano passado, mas também em supermercados voltados para classe A e B, como o Pão de Açúcar e os empórios, bastante comuns em bairros nobres de São Paulo, por exemplo. “Queremos servir os melhores clientes no Brasil”, diz Andrea.
O primeiro show room da empresa no Brasil foi inaugurado no final do ano passado no bairro paulistano dos Jardins. Endereço nobre de marcas e grifes famosas, como Marc Jacobs, Gucci, Armani, entre outras. Já no shopping Cidade Jardim, outro endereço preferido dos que buscam produtos classe A, está a cafeteria Expressamente Illy, onde os clientes podem experimentar as diferentes opções de café.
Andrea diz que a empresa tem interesse em expandir o número de lojas e cafeterias no Brasil, “mas estamos em busca de um bom parceiro com experiência em food service para isso”. Ao todo, já existem 240 cafeterias próprias da Illy espalhadas pelo mundo e segundo o executivo, a previsão é de que neste ano, cerca de 30 novas lojas sejam abertas em diferentes países.

Grão brasileiro
Desde que aportou em terra verde e amarela, há 22 anos, a Illycaffè busca os melhores produtores de café, que possam fornecer à empresa o melhor da variedade arábica “made in Brasil”. Mas a qualidade do café, no início, deixava a desejar. Para solucionar o problema, a companhia desenvolveu um trabalho de orientação de produtores para que a busca pela melhoria se tornasse constante.
Assim, além de visitas técnicas e orientação dos cafeicultores, a Illy também arca com as diferenças no custo da lavoura, para que o café produzido tenha a melhor qualidade e o padrão que faz da marca referência mundial. “Também conseguimos obter a certificação dos produtores e orientamos para que as boas práticas agrícolas sejam aplicadas nas propriedades”, explica Andrea.
Para incentivar a continuidade do processo de melhoria, a empresa cultiva desde 2000 o seu clube de fidelização dos produtores. Hoje já são mais de 600 agricultores. “Com este programa, conseguimos reunir os melhores fornecedores e recompensá-los pelo trabalho de melhoria contínua para fornecer os melhores grãos”, diz Andrea.
Os fidelizados recebem informativos com dicas para melhorar a produção e até manuais de boas práticas agrícolas. Os profissionais que atuam no campo, como engenheiros agrônomos, têm acesso a cursos e palestras na Universidade do Café no Brasil.

Mercado
Em um momento em que a produção de café na Colômbia e em alguns países da África como a Etiópia, sofre perdas, os preços do grão ficaram um pouco indigestos. Andrea explica que por conta da alta, a empresa teve um aumento de 40 milhões de euros no orçamento para poder comprar os grãos. “Os preços quase dobraram nos últimos meses, isso significa maior custo de produção para a empresa”, diz.
Ele explica ainda que 80% das vendas da Illycaffè são constituídas por expresso. Entre os principais mercados estão França, Japão, Coreia, Estados Unidos, seguidos pela Inglaterra e Congo e, em breve, o Brasil.

 

Fonte: Agronotícias

 

 


Suprimento volátil de café preocupa torrefadoras

10:22:27 -

As torrefadoras de café estão lutando tanto por fatia de mercado quanto por matéria-prima, à medida que enfraquece a oferta do cobiçado pequeno grão colhido à mão. A indústria vai falar muito sobre este e outros assuntos voltados para o mercado em mutação na conferência anual da Associação Nacional do Café dos Estados Unidos, nesta semana.

A partir de quinta-feira, executivos de empresas que vivem do café, como a Starbucks Corp, a Kraft Foods Inc., e a JM Smucker Co. vão se juntar a grupos de produtores, casas de comércio de commodities e bancos na reunião em Charleston, no Estado americano da Carolina do Sul.

Outro tema de discussão será o crescimento explosivo das máquinas que servem uma única xícara de café. A Starbucks está no centro do frenesi do assunto. Atualmente, a empresa vende seu café nos sachês K-Cup, que trabalham com a máquina Keurig. As máquinas, feitas pela Green Mountain Coffee Roasters, estão na faixa de preço de US$ 80 a US$ 250. Mas, este mês, a Starbucks afirmou que vai começar a vender sua própria máquina, a Verismo, no segundo semestre, o que derrubou as ações da Green Mountain Coffee Roasters.

"O segmento premium da máquina de uma única xícara é o negócio que mais cresce dentro da indústria global de café", disse Howard Schultz, presidente da Starbucks, em um comunicado à imprensa anunciando o produto.

Em um estudo sobre as tendências de beber café, feito pela Associação Nacional do Café dos Estados Unidos, no ano passado, foi constatado que as máquinas de servir uma única xícara de café estão penetrando no mercado a uma taxa de crescimento de 1% ao ano, e 35% das pessoas com a máquina fez a compra nos últimos seis meses.

O grande desafio para torrefadores, porém, é o fornecimento de café. As chuvas torrenciais na Colômbia - que produz o grão arábica leve, o tipo frequentemente usado em café gourmet – danificaram as plantações, e juntamente com uma colheita de entressafra menor no Brasil, levou os preços ao maior patamar em 14 anos, no ano passado.

Quando os preços subiram, especialistas do setor dizem que os torrefadores mudaram suas misturas. Com a escassez dos grãos colombianos, e com os preços altos do café do solo nutrido por vulcões da América Central, os torrefadores se viraram para o arábica brasileiro, que é mais barato e geralmente é colhido mecanicamente e processado de maneira diferente.

Quando esses grãos ficaram muito caros, as torrefadoras foram atrás do robusta.

Para alguns conhecedores de café, robusta é uma palavra suja. Mais fácil de cultivar e primo menos caro do arábica, está em grande oferta neste ano, graças a uma forte colheita do principal produtor de robusta, o Vietnã.

Mas agora os preços do arábica estão caindo com a expectativa do que ocorra uma safra recorde nesta temporada no Brasil, a fonte de um terço de café do mundo. Os preços estão em baixa há 16 meses, e a diferença de preço entre o arábica e o robusta caiu para o menor nível desde agosto de 2010.

Portanto, a questão na reunião Associação Nacional do Café é se as torrefadoras vão melhorar a qualidade das suas misturas, reduzindo o uso do robusta e aumentando o do arábica.

As concessionárias de cafés especiais, em uma reunião recente da indústria em Nova York, parecem pensar que sim.

"Eu acho que vai ajudar um monte de torrefadoras", disse John Coyne, um comerciante em Edison, no Estado de Nova Jersey, que trabalha para a importadora de café Real New York Inc. "Eles devem ter um pouco mais de dinheiro para gastar" em grãos de melhor qualidade.

 

Fonte: The Wall Street Journal


Embrapa vive dilema por competitividade

10:31:50 -

Principal responsável pela modernização da agricultura brasileira e pela transformação do Cerrado em uma das maiores fronteiras agrícolas do planeta, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) corre o risco de cair no ostracismo no que diz respeito à geração de tecnologias voltadas à produção das principais commodities exportadas pelo Brasil, atualmente dominada por multinacionais estrangeiras.

A Embrapa é considerada fundamental para o país do ponto de vista estratégico e social, mas vem enfrentando dificuldades para competir no mercado de biotecnologia após o início das liberações de sementes transgênicas no país, em meados da década passada. Sem recursos suficientes para grandes projetos, dificuldades para estabelecer parcerias com outras empresas e resistências à entrada do capital privado, a estatal vê sua participação despencar em alguns dos segmentos mais dinâmicos do agronegócio.

São os casos da soja, do milho e do algodão. Responsáveis por quase metade do Valor Bruto da Produção (VBP) agrícola brasileira, essas culturas passaram a ser dominadas por empresas como Monsanto, DuPont, Syngenta, Bayer CropScience e Dow AgroSciences.

Não há números públicos sobre a fatia de cada empresa no mercado brasileiro de sementes, mas diferentes fontes ouvidas pelo Valor estimam que a Embrapa vendeu menos de 15% das sementes de soja e 10% dos híbridos de milho comercializados no país na última safra.

Segundo um consultor, que preferiu não se identificar, a participação das variedades "BR" no mercado caiu a um terço do que era há apenas cinco anos. "Em Mato Grosso, maior produtor de grãos do país, nossa participação é praticamente zero", diz um graduado pesquisador da estatal. A predominância das multinacionais nesses segmentos é explicada pelo lançamento de sementes geneticamente modificadas para resistir ao uso de determinados herbicidas ou ao ataque de pragas, como a lagarta.

Os transgênicos mudaram o paradigma da pesquisa biotecnológica, cada vez mais voltada para a descoberta de plantas que dispensem o uso de agrotóxicos, sejam resistentes à seca ou mais nutritivas. Mas também fizeram disparar os custos associados ao desenvolvimento de novos cultivares. Segundo a organização americana pró-biotecnologia ISAAA, a descoberta, o desenvolvimento e a autorização de um único transgênico custa, em média, US$ 135 milhões (cerca de R$ 230 milhões).

Desde que foram regulamentados no Brasil, em 2005, a Comissão Nacional de Biotecnologia (CTNBio) liberou 32 variedades de plantas geneticamente modificadas - 31 para as culturas de soja, milho e algodão. Deste total, a Embrapa desenvolveu apenas duas: uma variedade de feijão resistente ao vírus do mosaico dourado e uma semente de soja tolerante a herbicidas, em convênio com a Basf. Nenhuma está no mercado.

A velocidade que os produtores adotam a nova tecnologia impressiona. Na safra 011/12, os OGMs responderam por 85% da soja, 67% do milho e 32% do algodão cultivados no Brasil, segundo a consultoria Céleres. No caso do milho, desde 2009 mais de três quartos de todos os registros de novas sementes são híbridos transgênicos.

Entre analistas e pessoas próximas à empresa, prevalece a opinião de que faltam recursos para que a companhia enfrente de igual para igual as grandes multinacionais do setor, embora os recursos destinados à estatal tenham mais que dobrado na última década.

Apenas a Monsanto investe mais de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 1,7 bilhão) anualmente em pesquisa e desenvolvimento de novas sementes, montante próximo ao que gastam suas principais concorrentes. A quantia corresponde a quase todo o orçamento da Embrapa para 2012, de R$ 2 bilhões. De acordo com a estatal, no ano passado, os recursos destinados diretamente à pesquisa ficaram próximos de R$ 170 milhões, montante aquém do necessário para fazer frente ao poder de fogo das gigantes.

Desde 2008 tramita no Congresso um projeto de lei, de autoria do senador Delcídio Amaral (PT-MS), que propõe a capitalização da Embrapa por meio de uma abertura de capital, transformando-a em uma empresa de economia mista com ações negociadas na bolsa - modelo semelhante ao da Petrobras e do Banco do Brasil. A proposta foi rejeitada pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária, em 2009, e aguarda uma data para ser apreciado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. O parecer do relator, o senador Gim Argello (PTB-DF), já está pronto e é favorável à ideia.

A abertura de capital enfrenta enormes resistências na cúpula da estatal que, segundo apurou o Valor, atua para derrubar a proposta. Para o presidente da estatal, Pedro Arraes, a Embrapa deve continuar a ser 100% pública. "Essa é uma convicção minha e dos servidores da estatal", defende. Segundo ele, a proposta do senador petista também não tem o respaldo do Planalto. Arraes afirma, ainda, que a discussão começou de maneira equivocada. "A proposta tem um problema de mérito. Qualquer mudança na questão jurídica de empresa pública tem que ser iniciativa do Executivo e não do Legislativo".

Amaral garante que não abre mão da proposta. "Posso me sentar para debater e, quem sabe, formular um substitutivo, mas o conceito vai permanecer", garante o senador. "Existe muita falta de informação sobre o assunto e alegações de que se trata de uma privatização, algo que não é verdade. Mais da metade das ações ficará na mão do governo", explica. Para Argello, a alocação de recursos para pesquisa agropecuária "tem sido muito prejudicada e tende a continuar assim" se nada for feito.

Para seus opositores, a proposta de abertura de capital da estatal, que poderia, em tese, culminar na entrada de empresas concorrentes no conselho da Embrapa, colocaria em risco os interesses e a soberania alimentar do país. "O modelo de economia mista tem sido bem-sucedido no Brasil, mas Banco do Brasil e Petrobras vendem produtos e serviços acabados. O negócio da Embrapa é o conhecimento agregado, o futuro e a segurança alimentar do país", afirma Vicente Almeida, presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário (Sinpaf).

Almeida, ele próprio um pesquisador da Embrapa, observa que, sob a égide do mercado, a Embrapa estaria pressionada a investir apenas nos segmentos mais rentáveis do agronegócio, deixando a agricultura familiar, que responde pela maior parte dos alimentos consumidos no país, à margem do processo de inovação.

Segundo ele, essa pressão já acontece, ainda que de modo indireto. "Hoje, apenas 4% do orçamento para pesquisa é destinado aos segmentos da agricultura familiar. Onde está o foco na segurança alimentar? A Embrapa não precisa de mais recursos, mas redirecionar suas ações e atender efetivamente ao interesse público. Se a empresa quer competir no segmento das commodities, pode criar uma subsidiária, com capital aberto, para isso", defende.

Um ex-membro da cúpula da Embrapa afirma que a estatal vive um momento de redefinição de seu papel. "Restringir a Embrapa à sua agenda social é o fim da empresa, porque quem banca é o Estado, e os recursos são escassos. Em contrapartida, o perigo de ser uma S.A. é o mercado impor uma agenda estritamente comercial", afirma. "Ir aonde o mercado não vai é o papel da Embrapa, mas ela perde importância estratégica se abrir mão dos mercados economicamente mais importantes", afirma um ex-ministro da Agricultura.

Além disso, o governo Lula intensificou o papel da Embrapa como instrumento de política diplomática, com diversos acordos de cooperação com países pobres, sobretudo no continente africano, um território de crescente interesse por parte das multinacionais. Não fica claro qual seria o espaço para a empresa cumprir essa agenda após uma abertura de capital.

Uma alternativa para levantar recursos, prevista na Lei de Inovação, seria a constituição de Empresas de Propósito Específico (EPEs). Nas EPEs, empresas públicas e privadas se associam em projetos exclusivos, como o desenvolvimento de uma semente de soja resistente à seca ou uma variedade de milho com maior teor de proteína.

Mas o modelo esbarra em questões burocráticas e jurídicas. De acordo com o estatuto da Embrapa, para sair do papel, cada parceria depende da autorização do presidente da República. Além disso, explica um ex-dirigente da Embrapa, há dificuldades técnicas para se avaliar os ativos da estatal disponibilizados nessas associações e dúvidas sobre qual é o limite de atuação dos órgãos públicos de fiscalização sobre essas sociedades. "Nenhuma empresa privada quer abrir suas contas, torná-las públicas para seus concorrentes. Ainda é preciso esclarecer qual é o limite do Tribunal de Contas nesses casos", diz a fonte.

 

Fonte: Valor Econômico/ Texto: Gerson Freitas Jr. e Tarso Veloso


Governo lança programa voltado para educação no campo

10:49:44 -

O programa enfrenta o desafio de reduzir as estatísticas do ensino rural: hoje 23% da população com mais de 15 anos é analfabeta e 51% não concluiu o ensino fundamental.

O governo pretende entre outras medidas construir três mil novas escolas, ampliar 200 pólos da universidade aberta para formar professores, abrir 180 mil vagas para a formação profissional de trabalhadores e jovens do campo, além de disponibilizar oito mil ônibus e duas mil lanchas escolares em todo o país e melhorar as condições físicas das escolas.

O representante da Comissão Nacional de Educação no Campo, Wilson Gonçalves, cobrou o envolvimento de todas as esferas do governo.

Durante o lançamento do Pronacampo, o Governo Federal anunciou também que vai encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei para evitar um problema que está em ritmo acelerado no campo, segundo o próprio Ministério da Educação: o fechamento das escolas. Nos últimos cinco anos, 13,7 mil unidades trancaram as portas no país.

O Pronacampo também pretende levar o ensino integral a 10 mil escolas. No ano que vem, um material didático, exclusivo para quem vive no campo, deve ser distribuído para as 60 mil unidades rurais que funcionam, atualmente, no país.

 

Fonte: G1


Novos estudos afirmam que café faz bem à saúde

11:17:47 -

O café é o tipo da bebida que já virou paixão nacional. Nove entre dez pessoas tomam, ao menos, uma xícara de café por dia. No entanto, o estigma de vilão da saúde ainda paira sobre ele, como sendo causador de sintomas nocivos à saúde, tais como ansiedade e palpitação.

Mas pesquisas recentes começam a desmitificar alguns dos riscos do café, embora ainda seja cedo para conclusões definitivas. Mas os primeiros resultados confirmam o que pesquisas internacionais já vêm indicando. "Hoje está claro que tomar café não leva a ter mais infarto", esclarece o professor Luiz Antonio M. César, médico do Incor (Instituto do Coração, de São Paulo). Ele continua: "Já há evidências claras de que o aumento da pressão arterial em uma pessoa que toma café regularmente é discretíssimo. É diferente para o individuo que nunca tomou café e de repente toma duas grandes xícaras de café". Mas também é consenso que, para quem já possui histórico médico de úlceras, gastrites ou qualquer transtorno de ansiedade, a bebida deve ser evitada.

 

Café estimula o cérebro

Uma pesquisa realizada pelo neurocientista Jorge Moll, da Rede Labs D'Or, comprovou que o café estimulado centros ligados ao prazer no cérebro: "Podemos detectar o efeito do café em vários circuitos cerebrais. A primeira região é a da percepção olfativa, chamada córtex olfativo, onde o cheiro é percebido. Qualquer tipo de cheiro ativa essa região", explica ele, que continua: "A ativação das áreas do prazer acontece no tronco cerebral. São áreas que respondem fortemente a estímulos prazerosos. De certa forma, foi surpreendente ver que mesmo um aroma sutil, entregue através de vários tubos dentro de um aparelho de ressonância magnética, ativa de forma tão robusta essas regiões do prazer", revela o doutor Jorge Moll. "As áreas chamadas áreas do prazer e da recompensa são ativadas por diversos estímulos prazerosos. Até a música prazerosa, por exemplo, ativa essas regiões".

 

Café deixa alunos mais atentos nas aulas

O café, agora, chega também às escolas do ensino fundamental. Um novo projeto, chamado Café na Merenda, vem realizando um trabalho interessante com estudantes de todo o Brasil: aqueles que tomam café com leite na hora do intervalo ficam mais atentos e aprendem mais: "O estudante (...) tem melhor desempenho na escola, rende mais. Ele se alimenta e fica mais atento para a aula. Assim, ele aprende mais", diz o médico Darcy Lima, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ele ainda diz que "o café tem vitaminas, antioxidantes e mais minerais que qualquer água mineral. Quais são os minerais importantes do corpo humano? O que previne a anemia? Ferro. O que mantém a energia, a atividade e o sistema imunológico? O zinco. E o que o atleta precisa para não se esgotar e ficar com fraqueza muscular e cansaço quando está jogando tênis? Cálcio e potássio", ensina ele, defendendo também que esta bebida é uma boa fonte de energia, inclusive para combater aquela preguiça após o almoço ou o sono que se sente no período da manhã, que interfere no aprendizado dos alunos.

Os professores aprovam a idéia do café na merenda. "Eu acho que eles retornam mais ativos, mais inteirados na aula, mais ligados", observa Sonia de Fátima Costa.


Robustas operam negativos na Bolsa de Londres

11:30:01 - Há pouco, o contrato de Maio/2012 operava US$ 2025 dólares por tonelada, com perda de US$ 7 dólares.


Arabicas operam positivos na Bolsa de Nova York

13:00:01 - Há pouco, o contrato Maio/2012 operava a 185,90 centavos, com ganho de 2 cents, e Setembro/2012 era negociado a 191,45 centavos de dólar por libra peso, com alta de 2.25 cents. Já o vencimento Dezembro/2012 operava com valorização de 2.2 cents, cotado a 195,30 centavos de dólar por libra peso.


Dólar comercial opera em alta, cotado a R$ 1,8215

13:40:00 - O Dólar comercial está operando com alta de 2.99%. Há pouco, a moeda americana era comercializada a R$ 1,8215 na compra e a 1,8230 na venda.


Torrefadoras aumentaram a parcela de robusta nos blends, diz OIC

14:05:48 -

Um recente aperto no spread entre os preços do café premium e do café amargo reduziu o incentivo para que torrefadoras aumentem a parcela de robusta em suas misturas, afirmou hoje a Organização Internacional de Café (OIC). Isso pode acabar sustentando os preços dos grãos de café arábica, de qualidade superior. "Embora a arbitragem entre o robusta e o arábica tenha diminuído nos últimos meses, a diferença entre os preços se mantém alta em termos históricos", disse José Dauster Sette, chefe de operações na OIC. "Talvez seja mais correto falar em redução do incentivo para o aumento da parcela de robusta nas misturas do que em estímulo para a inclusão de mais arábica." O preço do arábica ainda está re lativamente alto, disse Sette, e a oferta ainda é bem baixa, principalmente levando-se em conta os volumes exportados da Colômbia e de outros países produtores.

Mesmo assim, Sette diz que o cenário pode mudar nos próximos meses, com a entrada da produção brasileira no mercado - que deve ficar próxima de níveis recordes. No começo deste mês, a OIC disse que o Brasil deve produzir 50,6 milhões de sacas de 60 quilos na safra 2012/13, que deve começar em breve. "A maior influência sobre os preços no curto prazo serão as expectativas quanto ao tamanho da próxima safra brasileira", disse Sette.

Mas condições climáticas adversas continuam a limitar a oferta de arábica lavado, principalmente na América Central e na Colômbia. Quanto ao café robusta, Sette afirmou que as vendas escassas do principal produtor mundi al, o Vietnã, significam que os produtores não estão sentindo a necessidade de vender imediatamente ao mercado. "Eles estão bem capitalizados por causa dos preços altos nos últimos meses", disse. "Além disso, o café funciona como hedge contra inflação e riscos cambiais no Vietnã."

Apesar disso, Sette disse não ver sinais de que torrefadores estejam enfrentando dificuldades para obter grãos, e isso se reflete na tendência de baixa dos preços.

 


NOTA: Produção

14:11:06 -

A produção brasileira de café arábica na safra 2012/13 poderá ser até 7% inferior à registrada na safra 2010/11, último ano de alta produtividade no ciclo bianual das lavouras de café, observa relatório da Archer Consulting. Segundo a consultoria, a colheita neste ano deve somar 39 milhões de sacas, ante 42 milhões de sacas no ano retrasado. Já a produção nacional da variedade robusta deverá crescer de 14 milhões para 16 milhões de sacas na mesma comparação.

 

Fonte: Valor Econômico


Exportações latino-americanas de café arábica lavado caíram 6%

14:25:28 -

As exportações latino-americanas de café arábica lavado caíram 6% durante os primeiros cinco meses da safra 2011/12 em relação ao mesmo período do ciclo anterior, para 9,92 milhões de sacas de 60 quilos, informou a Associação de Café da Guatemala. O grupo regional exclui o Brasil, que produz mais café arábica natural do que lavado. Mas inclui Colômbia, México, Peru, República Dominicana e países da América Central.

A Nicarágua registrou o maior declínio nos embarques de outubro a fevereiro, com queda de 40%, para 346.719 sacas. El Salvador, Colômbia e Peru tiveram redução de 33%, 18% e 2%, respectivamente. Esses países têm sofrido com os ciclos de baixa produção, condições climáticas adversas ou amb os os fatores.

O México elevou em 40% a colheita de café, para 1,02 milhões de sacas, devido à melhor produtividade e ao tempo favorável nas regiões cafeicultoras. Honduras, República Dominicana, Costa Rica e Guatemala ampliaram a safra em 18%, 18%, 7% e 2%, respectivamente. Em fevereiro, as exportações combinadas totalizaram 2,54 milhões de sacas, estável em relação ao mesmo mês do ano passado.

 

Fonte: Agência Safras


Demanda de café pode ultrapassar a oferta nos próximos 10 anos

14:38:21 -

A Organização Mundial de Café (OIC) projetou cenários de baixo crescimento de consumo de café (1,5% ao ano), médio crescimento (2,0% ao ano) e alto crescimento (2,5% ao ano). 

Sob todos estes cenários, a demanda do produto pode superar a oferta nos próximos dez anos. A OIC pontua que o consumo vem aumentando na ordem de 1,6% ao ano nos últimos 40 anos.

Com relação aos estoques do produto, o volume em países exportadores na safra 2011/2012 é de 17,4 milhões de sacas, o menor já registrado desde 1990/91.

Já os estoques nos principais países importadores estão em 22,3 milhões de sacas, nível considerado bom pela organização. O aumento dos estoques contribuiu para a queda nas cotações do produto nos últimos meses.

 

Fonte: Scot Consultoria




Faça do café um aliado da sua saúde e colha os benefícios

15:22:44 -

Que gosto tem o Brasil? Se você nem parou para pensar e já disse café, acertou em cheio. O consumo desta bebida é o grande destaque na mesa dos brasileiros, de acordo com a Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE, finalizada em julho de 2011 - nem a mesmo a dupla formada por arroz e feijão é capaz de desbancar as xícaras com aroma de fazenda.

As dúvidas sobre o assunto, no entanto, às vezes tornam a pausa para o cafezinho num dilema. Medo de perder o sono, interferência da cafeína nos resultados do treino e até associação da bebida com o surgimento de algumas doenças estão entre as polêmicas. "Existem muitas pesquisas sobre o assunto e algumas trazem resultados conflitantes", afirma a endocrinologista Claudia Chang, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

O único consenso, por enquanto, estabelece a quantidade máxima recomendada por dia: de 300 a 400mg de cafeína, equivalentes a 3 ou 4 xícaras médias de café coado, ou a metade disso na versão expressa, que é mais concentrada. Limitando-se a essa dose, você aumenta suas chances de potencializar os efeitos positivos do café sem sofrer com os eventuais riscos dos exageros. Veja abaixo relações recentes que os pesquisadores descobriram entre o delicioso café e a saúde de quem não abre mão deste prazer. 

1) O café pode proteger contra o câncer?

As pesquisas divergem sobre o assunto. Mas há estudiosos já totalmente convencidos de que o café é capaz de proteger contra câncer de fígado, rim, colo-retal e câncer de mama no período da pré-menopausa.

"O café é rico em antioxidantes, substâncias que promovem a renovação celular e ajudam o organismo a combater doenças, incluindo o câncer", afirma a endocrinologista Claudia Chang.

2) Cafeína acelera o ganho de massa muscular?

A cafeína acelera a perda de gordura, e não o ganho de massa muscular. Isso acontece porque o café é uma bebida termogênica, ou seja, tem capacidade de aumentar o metabolismo basal e obrigar o corpo a gastar mais energia.

Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia, a cafeína também diminui a fadiga e melhora o rendimento do atleta. "Graças ao aumento de disposição, o aluno treina mais pesado e ganha mais massa muscular", explica o médico. 

3) Café ajuda na prevenção do Alzheimer?

Já foi comprovado que a cafeína age como protetora do organismo contra o Alzheimer e outras demências. A explicação para o feito ainda não é clara: por enquanto, a ação antioxidante e anti-inflamatória da bebida competem pela atenção dos cientistas.

Mas há outra hipótese sendo testada: a cafeína estimularia a produção e a renovação do líquor, liquido que irriga o cérebro. "Conforme a idade avança, a produção deste líquido diminui. Com isso, as substâncias tóxicas demoram mais tempo para serem eliminadas e podem surgir danos no cérebro", explica a endocrinologista. 

4) O café ajuda a tratar doenças do fígado?

O consumo acima de três copos diários de cafeína diminuiria a progressão da fibrose do fígado, potencializando o efeito dos medicamentos usados para restaurar o funcionamento da glândula, segundo pesquisa publicada na Revista Cientifica de Hepatologia, do Reino Unido.A quantidade acima do recomendado, entretanto, pode trazer outros riscos, como:

- Elevação da pressão arterial (pessoas hipertensas devem evitar consumir mais de 500mg/ dia de cafeína);

- Arritmia cardíaca: a cafeína aumenta a freqüência cardíaca;

- Piora de quadros gástricos, como refluxo e gastrite, porque a cafeína irrita o sistema digestivo, principalemente quando o consumo é em jejum;

- Dificuldade para absorção do cálcio, pois a cafeína reduz a absorção intestinal desse mineral , contribuindo para o aparecimento da osteoporose. 

Mas há notícias comprovadamente positivas: apenas uma xícara de café por dia contribui para proteger o fígado contra cirrose ao reduzir os níveis de enzima hepática (relacionada ao surgimento da cirrose alcoólica).

5) O café pode ajudar a prevenir doença de Parkinson?

O consumo médio de três xicaras de café por dia diminui a incidência de Doença de Parkinson. "Isso ocorreria porque a bebida tem substâncias neuroprotetoras, que retardam a degeneração cerebral causadora da doença", explica a endocrinologista Claudia Chang. 

6) O café pode ajudar a prevenir depressão?

O consumo de cafeína diminui a inflamação na área do cérebro responsável pelas emoções, problema relacionado à depressão. "O café contém boas doses de ácido clorogênico, substância de conhecida ação anti-inflamatória, também encontrada em vegetais amarelos ou avermelhados, como tomate, cenoura, pimentão, abacaxi e morango", afirma a endocrinologista da SBEM.

O nutrólogo Roberto Navarro explica que pessoas mais predispostas à depressão por queda de neurotransmissores como dopamina e noradrenalina (responsáveis pela atenção, cognição e bem-estar mental) têm uma aliada na cafeína. "A cafeína aperfeiçoa a ação desses neurotransmissores", afirma o especialista. "Mas é preciso ter cuidado com a dose, porque o excesso está associado à ansiedade". 

7) Qual a relação do café com o diabetes?

O consumo de cafeína está relacionado a uma menor incidência de diabetes, de acordo com estudo recente do Departamento de Nutrição de Harvard. O café, consumido logo após as refeições, diminui a absorção da glicose pelo organismo. "Além disso, a cafeína leva ao aumento dos níveis circulantes de uma proteína chamada SHBG, que reduz o desenvolvimento de diabetes tipo 2", diz o nutrólogo.

8) Café é capaz de prevenir doenças do coração?

Sim, provavelmente por conta de seu efeito anti-inflamatório, que deixa as veias livres para o sangue circular. Mas atenção: a proteção cai por terra caso o consumo de café ou outras substâncias ricas em cafeína (como chá mate, chá preto e refrigerantes de cola) alcance mais de 800mg/dia cafeína. 

9) O café interfere nos níveis de colesterol?

Os especialistas orientam evitar o consumo do expresso, que possui cafestol, capaz de elevar os níveis de colesterol - essa substância sequestra os receptores do intestino responsáveis por manter essas taxas estáveis. Quando o café é coado, essas substâncias ficam retidas no filtro de papel e o efeito é cortado. 

11) Crianças podem tomar café? E gestantes?

As crianças podem tomar café, desde que não ultrapassem 45mg/dia (cerca de meia xícara). O sistema neurológico infantil é mais sensível e o excesso de cafeína pode prejudicá-lo. "Mas, mantido este cuidado com a quantidade, o café pode aumentar a concentração e a disposição mental, ajudando crianças com déficit de atenção", afirma o nutrólogo.

Embora o consumo de cafeína não esteja relacionado à má formação ou retardo do crescimento uterino, o ideal é que a gestante não consuma quantidades muito altas de cafeína, sendo o limite seguro de 300mg/dia, isso por que o consumo excessivo de café pode levar à perda de peso da gestante e do feto. 

11) Café realmente tira nosso sono?

Sim. Isso acontece por que o consumo de cafeína bloqueia a ação de um componente químico do cérebro, que determina a necessidade de sono e desperta a vontade de dormir.

"Os efeitos da cafeína persistem por quatro a seis horas após o consumo. É preciso ter isso em vista para que uma xícara de café não se transforme em gatilho para a insônia", afirma a endocrinologista.

 

Fonte: Camaçari Notícias/ Abic


Acir Gurgacz promove audiência pública para discutir políticas para o café

15:57:54 -

O senador Acir Gurgacz, presidente da Comissão de Agricultura do Senado Federal (CRA), realizará audiência pública, na cidade de Cacoal (RO), para discutir as políticas governamentais para a produção, comercialização, novas tecnologias e perspectivas de mercado para o café brasileiro.

Para compor a mesa do debate foi confirmada a participação de representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário - MDA; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA; Governo do Estado de Rondônia e de representantes da indústria, cooperativas e técnicos do setor cafeeiro.

A audiência será na Câmara Municipal de Cacoal, em Rondônia, no dia 30 de março de 2012, sexta-feira, às 14h (horário de Brasília), 13h em Rondônia, com transmissão ao vivo pela Rádio e TV Senado com a participação dos telespectadores por meio do Alô Senado – 0800 612211, de formulário no site do Senado e por meio do twitter - @alosenado. 

 

Fonte: Asscom senador Acir Gurgacz


Robustas encerram perda na Bolsa de Londres

16:40:01 - Na Liffe, o vencimento de Maio/2012 fechou com perda de US$ 10 dólares e o contrato encerrou o pregão a US$ 2022 dólares por tonelada.


Arábicas encerram com ganho na Bolsa de Nova York

17:30:01 - No fechamento da ICE Futures US, o contrato Maio/2012 encerrou em 184,70 centavos de dólar por libra peso, com ganho de 1 cents. Setembro/2012 foi negociado a 190,15 centavos de dólar por libra peso, com alta de 0.95 cents, ao passo que Dezembro/2012 encerrou a 193,95 centavos de dólares por libra peso, com valorização de 0.85 cents.


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criado em 21/03/2012