Robustas abrem negativos na Bolsa de Londres

07:35:00 - Os contratos futuros do café robusta abriram negativos na sessão de hoje da Liffe. Há pouco, o contrato de Novembro/2011 operava US$ 1853 dólares por tonelada, com perda de US$ 19 dólares.


Preço diário composto cotado a 261.25 centavos

08:00:03 - A OIC (Organização Internacional do Café) divulgou que o preço diário composto, referente ao dia 19 de Outubro ficou em 261.25 centavos por libra peso, com alta de 25,93%. Em Nova Iorque, os preços dos vários tipos de café se portaram de tal forma: os colombianos suaves atingiram 261.25 centavos por libra peso, com alta de 25,93%; os outros suaves apresentaram a cotação de 252.38 centavos por libra peso, com aumento de 38,53%; os brasileiros e outros naturais foram negociados a 234.25 centavos por libra peso, com a valorizacao de 44,08%, ao passo que os robustas ficaram cotados a 106.58 centavos por libra peso, com alta de 29,86%. O preço aferido pela OIC feito a partir da cotação de colombianos suaves (14%), outros suaves (20%), brasileiros naturais (31%) e robustas (35%).


Até o dia 13, as exportações totalizam 792.083 sacas.

08:40:00 - As exportações brasileiras no mês de Maio, mais especificamente até o dia 13, totalizaram 792.083 sacas de 60 kg de café, registrando alta de 31.54% em relação às 542.218 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior. De acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), 701.912 sacas embarcadas são referentes a café arábica, 17.631 a conillon e 72.540 referentes a solúvel.

O porto de Santos exportou 673.175 sacas, o porto de Vitória embarcou 77.445 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 2.900 sacas, o porto de Sepetiba exportou 1.440 sacas, o porto de Salvador enviou -??, enquanto os outros portos exportaram 11.123 sacas de café.

Também até o dia 13, o Cecafé registrou a emissão de 1.065.603 certificados de origem, dos quais 900.001 são referentes a arábicas, 69.288 a conillon e 96.314 de solúvel.


Dólar abre em alta de 0.45%, cotado a R$ 1,7750

08:59:59 - O dólar comercial iniciou os negócios desta Quinta-Feira com valorização de 0.45% em relação ao seu fechamento anterior. Na abertura da sessão, a moeda norte-americana era comercializada a R$ 1,7750 na compra e a R$ 1,7758 na venda.


Confira a previsão do tempo nesta Quinta-Feira.

09:30:00 - Regiao Sudeste

Nesta quinta-feira, o tempo segue chuvoso no norte de Minas Gerais. Céu nublado e chuviscos na zona da mata mineira e no Vale do Rio Doce. No Triângulo e no oeste mineiro, o sol aparece mais forte, porém as nuvens aumentam e provocam pancadas de chuva a partir da tarde. Nas demais áreas do Sudeste, o sol predomina, a temperatura sobe à tarde e o tempo fica firme, ainda com muita nebulosidade na Grande Belo Horizonte, no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e no litoral de São Paulo.

Regiao Norte

Nesta quarta-feira, fortes áreas de instabilidade atuam sobre o Norte do Brasil. O céu fica nublado e chove o dia todo no norte do Tocantins, no centro-sul e no leste do Pará. Em todas as demais áreas da Região, o sol ainda aparece, mas o céu fica sempre com muitas nuvens e também há previsão de pancadas de chuva a qualquer hora. Chove forte no norte paraense e no Amapá.

Regiao Nordeste

Nesta quinta-feira, o tempo fica fechado com chuva o dia todo na Bahia, em Sergipe, no sertão de Pernambuco e no centro-sul do Maranhão e do Piauí. Já na faixa leste entre Pernambuco e o Rio Grande do Norte, o sol brilha forte e ainda não chove. Nas demais áreas do Nordeste, o sol aparece entre muitas nuvens e há previsão de várias pancadas de chuva ao longo do dia.

Regiao Centro Oeste

Nesta quinta-feira, o sol aparece sempre entre muita nebulosidade e chove a qualquer hora do dia no extremo norte de Goiás e no centro-norte de Mato Grosso. Já em Mato Grosso do Sul, o sol brilha forte, faz bastante calor à tarde e o tempo fica seco. Nas demais áreas do Centro-Oeste, o sol também predomina, mas as nuvens aumentam com o tempo abafado e há previsão de pancadas rápidas de chuva a partir da tarde.

Regiao Sul

Nesta quinta-feira, o sol aparece entre muitas nuvens e chove fraco a qualquer hora do dia na Serra Gaúcha, no sul e no leste de Santa Catarina. No litoral do Paraná e na Grande Curitiba, o dia amanhece com céu nublado, mas ocorrem aberturas de sol e não há expectativa de chuva. Em todas as demais áreas do Sul, o sol brilha forte, faz um pouco de calor à tarde e o tempo fica firme.


Com tecnologia, bienalidade do café perde força

09:31:02 -

O crescente emprego de tecnologia pelos cafeicultores brasileiros tem aumentado a produtividade das lavouras e diminuído a diferença de rendimento entre safras de ciclo baixo e alto. Cultura com característica bienal, o café alterna anos de alta e de baixa produção.

Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostram que a produtividade dos anos de ciclo baixo saltou 47% em dez anos, de 14 sacas de 60 quilos para 21 sacas por hectare, entre 2001/02 e 2011/12. Na outra ponta, o rendimento dos anos de ciclo alto subiu de 21 para 23 sacas entre 2002/03 e 2010/11. No último ciclo, de baixa, a safra foi a maior desde 1999/2000, com 43,15 milhões de sacas, queda de 10,3% ante a safra passada, de acordo com a estatal.

Embora não permitam dizer que o ciclo bienal do café está em xeque, os números mostram uma forte aproximação entre os anos de alta e baixa produção. Isso, afirmam pesquisadores, é resultado direto do emprego mais generalizado de tecnologia, em especial por pequenos e médios produtores. "A planta continua tendo um ciclo bienal.

Mas quando você adensa, irriga, maneja a fertilidade, consegue mitigar essa bienalidade. A produtividade oscila muito mais próxima da média. Não chega a acabar, mas reduz a amplitude", afirma o pesquisador Celso Luis Vegro, do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura de São Paulo.

Entre os fatores que têm ajudado o cafeicultor a tirar mais grãos das lavouras ano a ano Aymbiré Francisco Almeida da Fonseca, pesquisador da Embrapa Café/Incaper, destaca a renovação das lavouras. "Os novos plantios têm sido feitos em bases tecnológicas mais avançadas, com variedades mais produtivas e adaptadas a cada região", afirmou. "Os cafezais do cerrado da Bahia têm produtividades altíssimas porque os cultivos são novos, irrigados", lembra. Ali, o rendimento é de cerca do dobro da média nacional.

No Espírito Santo, onde predomina a variedade robusta, a média de plantas por hectare passou de 1,5 mil para 3 mil nos últimos 18 anos; no Paraná, chega a 15 mil e 20 mil plantas em algumas áreas. "O adensamento reduz os riscos de geada, economiza água e conserva o solo", afirma Fonseca. E os bons preços pagos pelo grão têm gerado uma renovação mais intensa em Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo. "Na região de Franca (SP), 25 milhões de mudas estão sendo produzidas", contra Vegro, do IEA.

No caso da irrigação, seu emprego tem avançado no País, o que contribui para elevar a produtividade e reduzir a diferença que caracteriza a bienalidade. "A irrigação é relativamente nova no Brasil, mas no Espírito Santo, por exemplo, já abrange um terço das áreas", diz Fonseca, da Embrapa Café/Incaper. Segundo ele, a formação de algumas áreas novas de cafeicultura, como ocorre em Goiás, só se faz com irrigação. Não há dados sobre a extensão das áreas com a tecnologia, contudo. Fonseca as estima em cerca de 20%.

Já Vegro calcula esse porcentual em 10%. Mas ele vê avanços. "Por ano, são agregados 12 mil hectares de irrigação no Brasil." O avanço em áreas como o sul de Minas Gerais, que responde por 25% da produção do país, também se dá pela necessidade de mitigar os efeitos de anos de estiagens muito intensas. Ali, diz o pesquisador da Embrapa, chove bem, mas às vezes em épocas erradas.

De acordo com Fonseca, o alto custo da irrigação na fase de implantação do sistema - de R$ 3 mil até R$ 7 mil por hectare - é compensado pelo aumento de produtividade. "O custo de utilização é pequeno, mesmo considerando o gasto com energia", disse. Segundo ele, a diferença de rendimento dos cafezais irrigados chega a ser o dobro. "Isso também contribui para tornar menos intensas as variações de produção de um ano para outro."

 

Futuro

O panorama tecnológico da cafeicultura nacional tem melhorado, mas ainda há obstáculos, diz Aymbiré Fonseca, da Embrapa Café/Incaper. O maior deles, diz, é justamente a disseminação de conhecimento entre os produtores.

"A transferência de tecnologia é o grande salto que temos que dar no curto prazo", diz. Para Celso Vegro, do IEA, "o conhecimento agronômico é, hoje, o maior capital na cafeicultura. Mais que o dinheiro." Ambos acreditam que novos saltos de produtividade virão no futuro, mas de forma gradual.

 

Fonte: AE/ Último Segundo


Agrônomo inova em equipamentos para condução da lavoura e pós-colheita do café

09:47:57 -

Fonte: Café com TV


Futuros dos arábicas abrem negativos em Nova Iorque

10:15:00 - Os contratos futuros do café arábica abriram negativos na sesssão de hoje na Bolsa de Nova Iorque. Março/2012 abriu com perda de 1 cents, cotado a 238,20 centavos de dólar por libra peso, Maio/2012 abriu com baixa de 1.15 cents, cotado a 239,40 centavos e Setembro/2012 teve a desvalorização de 2 cents, cotado a 239,80 centavos de dólar por libra peso.


Cafeicultor valoriza boas práticas para se tornar sustentável

10:34:00 -

A demanda por certificação em propriedades agrícolas tem crescido nos últimos anos. Produtores e consultorias especializadas no setor estimam que a produção controlada pode agregar entre 3% e 10% na receita final dos produtos agropecuários. Além disso, a certificação favorece o processo de fidelização do comprador, com a certeza de procedência e o respeito às normas ambientais e trabalhistas. Essa garantia pode atrair novos negócios em um mercado que valoriza cada vez mais a sustentabilidade.
Existem basicamente três tipos de certificação no agronegócio. A certificação de propriedade atesta que a propriedade segue as regras reconhecidas internacionalmente de segurança alimentar, cuidados sociais, etc.
Outra certificação é a de produto que atesta a qualidade a partir de análise sensorial feita por equipamentos e/ou especialistas. A certificação de produto pode estar vinculada a uma propriedade certificada ou não. 
Já a certificação de grupos ou comunidades pertence a uma instituição comunitária, como cooperativa ou associação. Além das práticas de sustentabilidade aplicadas nas propriedades, esta certificação também atesta a instituição com idoneidade e praticas democráticas de empreendimentos coletivos. Exemplo clássico este tipo de certificação é Fair trade. Este processo teve início na década de 1990, a partir de movimentos de segurança alimentar na Europa.
As certificações de cafés Fair Trade estão aumento muito no mercado internacional. Hoje, os grandes países compradores de cafés certificados são o Japão, Estados Unidos e União Europeia. Existe um número pequeno de produtores certificados no Brasil, a maioria é de produtores do Fair Trade.
As certificadoras exigem um prêmio dos compradores de cafés certificados. A certificação Fair Trade é R$ 0,20 por libra peso, ou seja, aproximadamente, R$ 50 por saca de café. O valor é revertido para a associação de cafeicultores em que o produtor é filiado. O dinheiro é usado para investimentos coletivos beneficiando a todos os membros da associação.

 

Fonte: Mapa/ Inês De Podestá


Segunda florada de café deve definir o nível do pegamento para formação de chumbinho

10:40:36 -

O início do período chuvoso mudou a paisagem do sul de Minas Gerais. O maior índice de umidade finalmente favoreceu a florada do café após um longo período de estiagem na região. Os produtores seguem agora na expectativa de que o volume de chuvas seja suficiente para a realização do pegamento do chumbinho para que, em seguida, haja a formação do grãos de café. 
Na opinião do gerente comercial de mercado interno da Cooxupé, Mário Panhota, ainda não há garantias de que a flor se transforme em chumbinho devido ao grande estresse hídrico enfrentado pelas lavouras no período de estiagem. "Algumas lavouras desfolharam bastante. Mas, acho que a gente tem que aguardar mais um pouco para ver a reação da planta", comenta. Para ele, o mais importante será a segunda florada para que se defina o nível do pegamento para formação de chumbinho.
Com relação aos preços, Panhota contesta as expectativas negativas para o mercado de café por parte das empresas estrangeiras, que acreditam em uma super produção brasileira para a próxima safra e a consequente desestabilização das cotações. Para ele, mesmo que boa produtividade brasileira se confirme, o mercado deve se manter sustentado, já que o produtor segue muito resistente com relação à venda de sua produção. "Ele já adubou suas lavouras, tem os compromissos liquidados, uma situação financeira melhor (...) O produtor não está disposto a vender sua mercadoria com os patamares de preços atuais. Ele vai segurar o café até o início da próxima safra", acredita. 

 

Fonte: Notícias Agrícolas / João Batista Olivi e Marília Pozzer


Chuvas favorecem abertura de floradas na Mogiana Paulista

11:00:40 -

As chuvas que incidiram sobre a região de atuação da Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas de Franca (Cocapec), no norte de São Paulo, foram muito satisfatórias, aliviando a longa temporada de tempo seco que predominava até então. "Choveu praticamente até anteontem (domingo) e foi um volume muito bom", afirmou o gerente do departamento de comercialização da Cooperativa, Anselmo Magno de Paula.
As chuvas auxiliaram na abertura de floradas na lavoura. "Tivemos uma florada maior na semana passada e uma menor entre segunda-feira e terça-feira", disse Magno de Paula. Entretanto, ainda é muito cedo para estimar o tamanho da safra. "Flor não é café, então ainda temos que esperar para dizer", completou.
A comercialização do café, por sua vez, está parada na região de atuação da Cocapec. "O sobe e desce da bolsa está travando os negócios", disse o gerente de comercialização da cooperativa. Estima-se que ainda restem cerca de 25% da safra 2011 a ser negociado.

Fonte: Agência Safras


Robustas operam negativos na Bolsa de Londres

11:30:01 - Há pouco, o contrato de Novembro/2011 operava US$ 1837 dólares por tonelada, com perda de US$ 35 dólares.


Arabicas operam negativos na Bolsa de Nova York

13:00:00 - Há pouco, o contrato Março/2012 operava a 238,05 centavos, com perda de 1 cents, e Maio/2012 era negociado a 239,55 centavos de dólar por libra peso, com baixa de 1 cents. Já o vencimento Setembro/2012 operava com desvalorização de 1.85 cents, cotado a 239,95 centavos de dólar por libra peso.


América Central avalia perdas de café por causa de chuvas fortes

13:25:10 -

Os cafeicultores da América Central estão avaliando suas perdas após duas semanas de chuvas intensas que derrubou cafezais, arruinou estradas e ameaçam iniciar surgimento de fungos.
As chuvas afetam a região da Guatemala, Honduras, Nicarágua, El Salvador e Costa Rica, que produzem café da variedade arábica de alta qualidade. As chuvas continuam e as associações de produtores locais dizem que ainda é muito cedo para dar uma estimativa dos danos que afetam os cafeicultores, justamente quando estão prestes a iniciar a colheita.
Os danos aos cultivos e uma diminuição nas exportações poderiam pressionar os preços internacionais do café, que têm tido um comportamento volátil nos últimos dias. Os ciclos cafeeiros na América Central e no México, que juntos fornecem um quinto dos grãos de arábica do mundo, vão de outubro a setembro.
Nas regiões produtoras do sul da Costa Rica, as intensas chuvas derrubaram as cerejas dos cafezais e danificaram as estradas, o que complica o transporte dos grãos até as fábricas. "Temos já nove dias de precipitação ininterrupta e o café se amadurece, a água o arrebenta e ele cai", disse o diretor da Federação Nacional de Cooperativas de Café da Costa Rica, Hernando Ureña. 

Fonte: LaPrensaGrafica.com 


Dólar comercial opera em alta, cotado a R$ 1,7984

13:39:59 - O Dólar comercial está operando com alta de 1.74%. Há pouco, a moeda americana era comercializada a R$ 1,7984 na compra e a 1,7997 na venda.


Conab realiza leilões nesta quinta e sexta-feira

14:17:51 -

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, realiza nesta semana leilões para a comercialização de mais de 6 mil toneladas (t) de grãos e troca de mais de 5 mil t de arroz. Os produtos são provenientes do estado do Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Na manhã desta quinta-feira, 20 de outubro, será realizado um leilão de Venda de arroz em casca e Compra Simultânea de Arroz Beneficiado. Na operação, que segue o aviso 422, serão disponibilizadas mais de 5 mil t do grão.

Na sexta-feira, 21 de outubro, será realizado um leilão de Prêmio para o Escoamento (Pep) de 3 mil t de Sisal. Conforme o aviso 432, poderão participar do leilão indústrias de beneficiamento e comerciantes. O grão é proveniente dos estados da Bahia, Paraíba e Rio Grande do Norte. Também na sexta-feira, serão realizadas duas operações, avisos 433 e 434, para comercialização de mais de 3 mil t de café. Os grãos são provenientes de Minas Gerais e São Paulo.

 

Saiba Mais

Prêmio para Escoamento de Produto (PEP): O governo concede um valor à agroindústria ou cooperativa que adquire o produto pelo preço mínimo diretamente do produtor rural e o transporta para região com necessidade de abastecimento.

 

Fonte: Mapa/ Débora Bazeggio


Concurso de fotografia do CNA e Senar

14:31:35 -

Você sabe por que esse é o tema do 3º Concurso de Fotografia do Sistema CNA/SENAR? Porque Brasil é um dos maiores produtores de alimentos do mundo e o que mais preserva. Produz em 27% do território e preserva 61% vegetação nativa.
Traduza em foto o nosso modelo de agricultura que é exemplo para o mundo.
Serão escolhidas 24 fotos de profissionais amadores de todo o Brasil.
Uma foto registra mais do que um momento. Registra o talento de quem aperta o botão. Aproveite essa oportunidade.

 

Fonte: CNA


A "magia" de fazer um bom café

15:31:47 -

Por Maria Clara Corsino

 

Um pouquinho para acordar pela manhã, aquele “golinho” depois do almoço e existe até quem não resista a uma xicarazinha no começo da noite. O café faz parte da rotina do brasileiro. Não é à toa que é a bebida mais apreciada no mundo. Só o Brasil consome 13kg de grãos por pessoa ao ano, é o segundo maior consumidor mundial, fica atrás dos Estados Unidos, e produz um terço do café no mundo (maior produtor mundial).
Apesar de na maioria das vezes ser bebido quente, dissolvido apenas em água, com ou semaçúcar, o café é bem versátil e pode ser ingerido de infinitas maneiras como elemento principal ou como ingrediente para vários pratos e bebidas. Por sinal, tem sido cada vez mais comum os grandes restaurantes e bares incluírem receitas com café em seus cardápios, transformando-o em verdadeira atração.
Desse modo, preparar um café pode ser um ato simples do dia a dia ou uma grande obra de arte culinária realizada por grandes chefs e especialistas. Se você não é um expert no assunto, mas não abre mão de um café de qualidade, pode aprender a fazer maravilhas para si mesmo, para impressionar outras pessoas e talvez tornar-se um profissional nesse campo.

A alquimia do barista
Os alquimistas eram pessoas com habilidade e conhecimento para misturar diversos materiais, dando origem a algo novo. Pois bem, o trabalho do barista poderia ser chamado de alquimia. Ele é o profissional especialista em misturar o café com outros ingredientes criando novas bebidas.
A palavra barista vem da Itália e lá caracteriza todas as pessoas que trabalham em bares. Aqui e no resto do mundo, a palavra passou a ser usada para designar pessoas que entendem de café, em todas as suas instâncias, desde o cultivo, o processamento e beneficiamento do grão, até o preparo da bebida e a criação de pratos e novos drinks a partir dela. É um equivalente desommelier, mas para o café.
O barista deve conhecer principalmente os cafés de qualidade e o método para garantir que ele chegue ao cliente. Sendo assim, é essencial procurar os melhores meios para a extração da bebida, seja em máquinas de expresso ou em outros instrumentos.
Eles começaram a se tornar frequentes em restaurantes, cafés e bares, depois da popularização das máquinas de café expresso. Foram elas que transformaram o cafezinho num hábito do agitado cotidiano das grandes cidades. Os baristas foram ganhando espaço com o crescimento, a urbanização das cidades e o aumento da preocupação das pessoas em adquirir alimentos rápidos e bem preparados. 
Seguindo esse caminho, a profissão só tem a crescer, sendo uma grande oportunidade para quem tem uma mente criativa e gosta de trabalhar com alimentos. Além, é claro, de ser um admirador de café. Ciente da necessidade de capacitação desses profissionais, o CPT – Centro de Produções Técnicas criou o curso Treinamento de Barista. Uma forma de se especializar e aproveitar mais uma chance oferecida pelo mercado.

 

Fonte: http://www.cpt.com.br/artigos


Starbucks lança nos EUA novas linhas de café menos torrado

16:18:17 -

A rede norte-americana de cafeterias Starbucks anunciou nesta terça-feira que vai lançar uma nova linha de cafés levemente torrados, buscando atrair consumidores que não gostam do grão mais escuro, de acordo com reportagem do Wall Street Journal.

A Starbucks descobriu, em pesquisa, que 40% dos norte-americanos preferem um café menos torrado. "Nós não atuamos nessa área atualmente, portanto esta é uma oportunidade enorme para nós", afirmou a diretora de marketing da companhia, Annie Young-Scrivner, ao divulgar o lançamento em evento de cafés realizado na cidade de Chicago.

Duas variedades de torrefação novas e mais claras serão rotuladas sob a categoria "Blonde", a ser lançada nacionalmente em janeiro. Os cafés mais claros surgirão simultaneamente nas lojas de varejo da Starbucks e nos supermercados do país. A companhia também vai reorganizar todas as suas outras variedades de café nas categorias "Médio" ou "Escuro", rotulando-as de forma diferenciada, com novas embalagens.

Os cafés instantâneos da marca Via e os cafés em cápsulas da K-cups, utilizados em máquinas Keurig, também serão categorizados. A ideia é facilitar para os consumidores encontrar nas lojas o nível de torrefação de sua preferência.

 

Fonte: Agência Estado com informações da Dow Jones


Robustas encerram perda na Bolsa de Londres

16:40:00 - Na Liffe, o vencimento de Novembro/2011 fechou com perda de US$ 58 dólares e o contrato encerrou o pregão a US$ 1814 dólares por tonelada.


Arábicas encerram com perda na Bolsa de Nova York

17:30:00 - No fechamento da ICE Futures US, o contrato Março/2012 encerrou em 234,65 centavos de dólar por libra peso, com perda de 4 cents. Maio/2012 foi negociado a 236,00 centavos de dólar por libra peso, com baixa de 4.55 cents, ao passo que Setembro/2012 encerrou a 237,25 centavos de dólares por libra peso, com desvalorização de 4.55 cents.


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criado em 20/10/2011