Robustas abrem positivos na Bolsa de Londres

07:35:01 - Os contratos futuros do café robusta abriram positivos na sessão de hoje da Liffe. Há pouco, o contrato de Novembro/2011 operava US$ 2038 dólares por tonelada, com ganho de US$ 30 dólares.


Preço diário composto cotado a 261.50 centavos

08:00:07 - A OIC (Organização Internacional do Café) divulgou que o preço diário composto, referente ao dia 14 de Outubro ficou em 261.50 centavos por libra peso, com alta de 26%. Em Nova Iorque, os preços dos vários tipos de café se portaram de tal forma: os colombianos suaves atingiram 261.50 centavos por libra peso, com alta de 26%; os outros suaves apresentaram a cotação de 254.38 centavos por libra peso, com aumento de 39,02%; os brasileiros e outros naturais foram negociados a 237.50 centavos por libra peso, com a valorizacao de 44,84%, ao passo que os robustas ficaram cotados a 110.00 centavos por libra peso, com alta de 32,05%. O preço aferido pela OIC feito a partir da cotação de colombianos suaves (14%), outros suaves (20%), brasileiros naturais (31%) e robustas (35%).


Até o dia 13, as exportações totalizam 792.083 sacas.

08:40:00 - As exportações brasileiras no mês de Maio, mais especificamente até o dia 13, totalizaram 792.083 sacas de 60 kg de café, registrando alta de 31.54% em relação às 542.218 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior. De acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), 701.912 sacas embarcadas são referentes a café arábica, 17.631 a conillon e 72.540 referentes a solúvel.

O porto de Santos exportou 673.175 sacas, o porto de Vitória embarcou 77.445 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 2.900 sacas, o porto de Sepetiba exportou 1.440 sacas, o porto de Salvador enviou -??, enquanto os outros portos exportaram 11.123 sacas de café.

Também até o dia 13, o Cecafé registrou a emissão de 1.065.603 certificados de origem, dos quais 900.001 são referentes a arábicas, 69.288 a conillon e 96.314 de solúvel.


Dólar abre em baixa de 2.01%, cotado a R$ 1,7314

08:59:59 - O dólar comercial iniciou os negócios desta Segunda-Feira com desvalorização de 2.01% em relação ao seu fechamento anterior. Na abertura da sessão, a moeda norte-americana era comercializada a R$ 1,7314 na compra e a R$ 1,7324 na venda.


NOTA: Comexim aponta safra 2012 do Brasil em 57,5 a 60 milhões de sacas

09:16:18 -

A produção brasileira de café em 2012 deverá ficar de 57,5 a 60 milhões de sacas de 60 quilos. A estimativa parte do diretor executivo da Comexim, de Santos, Sergio Hazan, segundo noticiou a Bloomberg. A safra de 2011 é apontada em 47,5 milhões de sacas. Segundo Hazan, a florada nos cafezais brasileiros indica que o país pode, de fato, colher uma safra recorde no próximo ano.

Fonte: Safras & mercado em Café da Terra


AVISO: Treinamento e Exame de Q-grader na Academia do Café em Belo Horizonte

09:25:30 -

A Academia do Café oferece de 02 à 12 de novembro treinamento e exame para Q-grader, graduação maxima para degustadores de Café.

TURMA 1 - de 2 a 6 de Novembro de 2011 (Período Integral, das 8 às 18 horas)

TURMA 2 - de 8 a 12 de Novembro de 2011 (Período Integral, das 8 às 18 horas)

 

 

Sobre o exame

É exame oficial do CQI - Coffee Quality Institute, entidade coligada à SCAA - Specialty Coffee Association of America.

 Uma vez aprovado, o profissional passa a ter o título de LICENSED Q GRADER, configurando oficialmente como habilitado através do website do CQI (www.coffeeinstitute.org).

 O Instrutor Q será o mexicano MARIO ROBERTO FERNANDEZ ALDUENDA.

Tecnico de alimentos pela Universidade das Americas.

Ciencia dos Alimentos pela Universidade de Montepellier - França

Professor da Universidade de Vera Cruz - Mexico

 As vagas são limitadas.

 

Serviço

Academia do Cafe 

Av do Contorno 4392, Funcionarios 30110-028

Belo Horizonte MG

Bruno ou Debora

31 3223 8565

31 9296 6716

www.academiadocafe.com.br

academiadocafe@gmail.com 

 

Fonte: Academia do Café


Confira a previsão do tempo nesta Segunda-Feira.

09:29:59 - Regiao Sudeste

Nesta segunda-feira, o tempo fica fechado e chove o dia todo no litoral de São Paulo, no Vale do Paraíba, no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e na maior parte de Minas Gerais. Na Grande São Paulo o céu também fica nublado, mas só ocorrem chuviscos. Nas demais áreas paulistas o sol aparece entre as nuvens e o tempo fica firme. No sul e no triângulo mineiro o sol aparece entre muitas nuvens e chove a qualquer hora.

Regiao Norte

Nesta segunda-feira, o sol ainda predomina, mas a nebulosidade aumenta e há previsão de pancadas rápidas de chuva a partir da tarde no oeste do Acre e do Amazonas, no Amapá e no nordeste do Pará. Em todas as demais áreas do Norte, o tempo fica instável, com sol entre muitas nuvens e chuva a qualquer hora do dia, que pode ser forte e volumosa.

Regiao Nordeste

Nesta segunda-feira, o tempo segue ensolarado e seco na faixa entre Sergipe e o norte do Maranhão. Já no sul do Maranhão e do Piauí e na maior parte da Bahia, o tempo fica bastante instável, com muitas nuvens, alguns períodos de sol e pancadas de chuva a qualquer hora. No nordeste baiano e nas demais áreas do Nordeste o sol predomina, mas a nebulosidade aumenta com o tempo abafado e há previsão de chuva rápida no decorrer do dia.

Regiao Centro Oeste

Nesta segunda-feira, o sol aparece forte, faz calor à tarde e não há previsão de chuva para Mato Grosso do Sul. No sul de Mato Grosso, um dia de sol e muitas nuvens, também sem chuva. Em todas as demais áreas da Região Centro-Oeste o tempo segue abafado, com sol entre muitas nuvens e pancadas de chuva a qualquer hora do dia.

Regiao Sul

Nesta segunda-feira, o sol aparece entre muitas nuvens em todo o leste da Região Sul, mas já não chove mais. Céu nublado no Vale do Itajaí e no leste do Paraná, mas com previsão apenas de chuviscos. Em todas as demais áreas, o sol brilha forte e a temperatura sobe no decorrer do dia. O céu fica com pouca nebulosidade e não há expectativa de chuva.


Pesquisa coordenada pela UFLA vai fazer raio-x do setor de café

09:37:56 -

Fonte: EPTV


MPV altera tributação da cafeicultura

09:48:53 -

A alteração atende a uma solicitação do setor produtivo ao governo para simplificação dos tributos que prejudicavam as torrefadoras, e o processo foi coordenado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). “Essa proposição é uma grande vitória do segmento, pois ocorreram inúmeras tratativas para formular uma minuta favorável a toda cadeia produtiva do café. O consenso firmado entre as cooperativas de café foi determinante para o sucesso das negociações”, avalia o analista Tributário da OCB, Edimir Santos.
 
Comitê Contábil

Segundo ele, para reforçar as negociações, a entidade criou o Comitê Contábil e Tributário do Café (CCTC), de atuação nacional, que operacionalizou as demandas formando um grupo de  apoio técnico para tratar do assunto e analisar a minuta da MPV. “Reunimos sugestões interessantes, que traziam uma formatação melhor ao texto e não inviabilizavam a aprovação do texto. Também relacionamos propostas que farão parte do rol de emendas a serem apresentadas no futuro”, disse Santos.
 
Esforço

O analista Tributário enfatizou ainda que a conquista foi resultado do esforço das organizações estaduais, que mobilizaram os dirigentes das cooperativas cafeeiras. “Os agricultores participaram das reuniões, movimentaram entidades de representação e contribuíram com trabalhos técnicos para que conseguíssemos chegar a uma proposta mais apropriada”.
 
Saiba mais

A MPV nº 545/2011 corrige um desvio existente na sistemática anterior, que prejudicava os agricultores, estimulava fraudes e sonegações e gerava concorrência desleal entre grandes e pequenas empresas torrefadoras, prejudicando as operações das cooperativas. A atual proposta, em relação às operações no mercado interno, suspende a referida tributação na aquisição do café in natura, e concede crédito presumido de 80% para o café adquirido com o fim de industrialização. Para o café verde adquirido com o fim de exportação, a entidade passa a ter crédito presumido10%, ou seja, 10% das alíquotas de 1,65% (PIS) e 7,60% (Cofins) = 0,925%. Todavia, a venda de café torrado/moído e solúvel internamente, para atacado ou varejo, continuará sendo tributada em 9,25%.
 
Tramitação

Após edição pela Presidência da República, a Medida Provisória tramita no Congresso Nacional para que seja convertida em lei. A MPV 545/2011 deve ser analisada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal até março de 2012, quando perde a sua eficácia. A OCB acompanhará toda a tramitação da matéria, para garantir a manutenção de um texto favorável ao setor.

 

Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/

 

 

 


Como se define o ciclo bienal de produção do cafeeiro

09:55:58 -

Na cafeicultura brasileira é muito conhecida a característica de safras altas alternadas com baixas safras, o que se chama de ciclo bienal de produção. Observando-se as safras de café do país, nos últimos anos, pode-se verificar que foram obtidas safras baixas, entre 28-32 milhões e altas entre 42-49 milhões, ou seja, com diferencial médio de 53%. Trabalho de pesquisa e análise estatística em experimentos realizados nas Fazendas Experimentais do ex-IBC, onde se computou a produtividade em parcelas de cafeeiros bem tratados, por 6 a 8 safras, mostrou que, na média, foi obtida uma safra baixa de cerca de 20% da safra alta, o que, então, para nossas condições, pode ser considerado um ciclo normal. Na cafeicultura como um todo, é lógico, a bienalidade não se expressa tão fortemente, como se observou nas lavouras, pois dentro de uma propriedade, dentro das regiões e no país, os ciclos das lavouras, em boa parte, são desencontrados. Não fosse assim, uma safra baixa corresponderia a 5 vezes menos que a alta. A importância do ciclo bienal decorre do seu efeito sobre a oferta de café, com altos e baixos, exigindo a estocagem e o carregamento de safra, de um ano para outro, situação que traz dificuldades para a política cafeeira do país e para o produtor, que em certos anos tem pouca renda.

 

Causas dos ciclos

As causas da produção de café diferenciada no Brasil podem ser explicadas fisiológicamente. Os cafeeiros cultivados a pleno sol produzem muito num ano, suas reservas são carreadas para a frutificação, então o crescimento dos ramos é prejudicado e a safra seguinte reduzida. Diz-se, comumente, que o cafezal se veste um ano e no outro veste o seu dono. Vejamos como acontece o fenômeno: 1º) Ocorre no cafeeiro uma iniciação floral abundante (muitos gemas e flores). 2º) Ocorre uma baixa taxa de abcisão de frutos (a planta de café não derruba tantos frutos, como outras). 3º) Se manifesta a força de drenagem das reservas de forma prioritária pelos frutos (endosperma das sementes é um dreno primário). 4º) Se observa um desbalanço na razão folha/fruto e, em conseqüência, uma competição entre o crescimento reprodutivo e o vegetativo (este último prejudicado com carga alta). 5º) Nessa condição, verifica-se o depauperamento, a seca de ramos e morte de raízes (não se observa seca de ramos em cafeeiros jovens ou com frutos raleados). 6°) A seca de ramos é mais expressiva nos anos de safra alta, é agravada por aspectos nutricionais e por ataque de pragas e doenças. A lavoura, assim, fica com suas plantas estressadas pela carga, cresce menos e produz menos no ano seguinte.

 

Seca dos ramos e morte das raízes

A seca de ramos ocorre devido ao desbalanço entre a disponibilidade e o consumo de assimilados safra (reservas da planta). Decorre da maior necessidade pelos frutos em relação à possibilidade de seu fornecimento, pela fotossíntese, mais as reservas antes disponíveis. Um trabalho de pesquisa mostra que a maior influência é do nível de enfolhamento, que vai fazer a fotossíntese, do que das reservas. A seca de ramos é precedida da morte de raízes e se esta ocorre, em grau intenso, pode causar a trianualidade de produção, visto que sua recuperação é lenta. A morte de raízes leva à redução na absorção de água e de nutrientes. Por isso, um bom manejo de adubação e irrigação ajuda a reduzir os problemas. No ano de alta produção do ciclo, os ramos de café se enchem de frutos.

 

Como reduzir ou ampliar o ciclo

Além dos cuidados de manejo dos cafeeiros, como a adubação, controle de pragas/doenças, irrigação, etc., visando manter a planta mais enfolhada, existem alternativas para evitar “stress” ou depauperamento que levam à baixa produtividade, no ano seguinte. Elas consistem, basicamente, em reduzir, ligeiramente, a produção alta por planta, através de estressadas, espaçamentos menores, arborização, uso de menos material genético mais vigoroso e com padrão de florada mais diluído, aplicação de podas e outros. Ultimamente, na cafeicultura empresarial, existe tendência a se promover um ciclo de produção mais pronunciado, visando uma safra (muito alta e, depois, uma safra zero, inclusive com o auxílio de poda dos ramos produtivos).

 

Fonte: José Braz Matiello Engº. Agrº. MAPA/Procafé[/color] Revista do Café - Centro de Comércio de Café do Rio de Janeiro Março 2006 - Ano 85 - Nº 817


Futuros dos arábicas abrem estavéis em Nova Iorque

10:15:00 - Os contratos futuros do café arábica abriram estavéis na sesssão de hoje na Bolsa de Nova Iorque. Março/2012 abriu com ganho de 1 cents, cotado a 243,50 centavos de dólar por libra peso, Maio/2012 abriu com alta de 0.3 cents, cotado a 244,65 centavos e Setembro/2012 se mantem estavél, cotado a 245,70 centavos de dólar por libra peso.


Analistas antecipam correção de 6 por cento do café nos mercados internacionais

10:27:38 -

 O café, tal como a maioria dos activos, não tem passado imune à crise económica mundial que se alastra há largos meses. De acordo com dados da Bloomberg, apesar de a cotação do café registar uma valorização de 1,12% desde o início do ano, desde 3 de Maio, quando atingiu o pico histórico de 3,12 dólares por libra, que a matéria-prima já corrigiu 24%. Para os analistas que acompanham o sector, esta queda não deverá ficar por aqui.

Segundo as estimativas dos especialistas do alemão Commerzbank e dos britânicos Barclays e Standard Chartered, o café deverá corrigir até aos 2,2 dólares por libra até ao final do ano. A confirmar-se, representará uma correcção de 6% face ao valor de fecho de ontem.

A sustentar esta correcção, além da envolvência macroeconómica, estará um conjunto de condições meteorológicas adversas nos principais produtores de café. No Brasil, por exemplo, essa situação é vincada pelo atraso da época das chuvas, que normalmente começa em Setembro. Mas até agora a água tem sido uma miragem dos campos agrícolas, levantando preocupações quanto ao impacto nas colheitas de café.

No Vietname e no Quénia, a situação não é menos grave. Enquanto o país asiático vive uma severa seca que continuará a arrastar o preço da matéria-prima para valores mais baixos, no país africano as vendas de café para o período de Outubro a Setembro foram corrigidas em 27%, devido à fraca qualidade dos grãos e ao baixo volume dos inventários.

Fonte : Econômico de Portugal ( http://economico.sapo.pt ) -  Publicado em Café da Terra

 


Chuvas dão alívio a cafeicultores de Franca

10:31:44 -

A estiagem prolongada na maior região produtora de café no interior foi interrompida com chuvas que devem garantir a floração da cultura, segundo a Cocapec (cooperativa dos cafeicultores de Franca).

De acordo com o diretor-presidente da associação, João Toledo, a região enfrentava um período sem chuvas, o que ameaçava afetar a produção para a próxima safra.

Para ele, a chuva foi a "redenção dos pés de café da Alta Mogiana". "Era a condição de termos ou não safra de café no próximo ano", disse.

As plantas com menos de quatro anos de desenvolvimento -que representam de 15% a 20% da produção paulista- foram as mais afetadas pela estiagem, com 50% da produção comprometida.

Além disso, a preocupação dos produtores tem origem na bienalidade da cultura e nos preços do café -os pés produziram menos neste ano e a cotação atingiu preços elevados em razão da demanda internacional. A Alta Mogiana está a 1.100 metros de altitude, o que dificulta a captação de água para irrigação artificial.

 

Fonte: Folha de S.Paulo/ Ribeirão Preto/ Elida Oliveira


Universidade do Café oferece pós-graduação em São Sebastião do Paraíso

10:44:26 -

Ainda é possível se inscrever no Curso de Pós-Graduação em Gestão do Agronegócio Café que tem início no dia 28 de outubro, em São Sebastião do Paraíso (MG). Oferecido por uma parceria entre a Universidade do Café Brasil, a Fundação Instituto de Administração (FIA) e a Cooperativa Regional dos Cafeicultores de São Sebastião do Paraíso (Cooparaiso), o programa aborda disciplinas como Economia e Coordenação do Agronegócio Café, Administração Geral, Governança e Cooperativismo, Matemática e Gestão Financeira, Comercialização e Marketing, entre outros temas relacionados à atividade cafeeira. O curso de especialização lato-sensu, credenciado pelo Ministério da Educação, é composto por um total de 500 horas.

Com início em 28 de outubro de 2011, as aulas vão até dezembro de 2012 e acontecem sempre às sextas-feiras e aos sábados, em encontros de 14 horas de duração nas dependências da Cooparaiso. Esta é a quinta edição da Pós-Graduação, que já foi ministrada com sucesso em Guaxupé, Franca, Patrocínio e Machado. Os cursos fazem parte de um conjunto de ações da illycaffè em prol da difusão da cultura do café e dos conhecimentos técnicos sobre o grão.

O corpo docente é formado por professores do PENSA, Centro de Conhecimento em Agronegócios da FIA, além de palestrantes convidados reconhecidos no setor. Eleita por três vezes como a Melhor Escola de Negócios do Brasil pela revista “Você S/A”, a FIA possui a avaliação máxima, nota 5, do MEC. Entre os professores do curso, 80% são mestres ou doutores.

 

Perfil da Universidade do Café Brasil

Resultado de uma parceria realizada em 2000, entre a illycaffè e o Programa de Estudos dos Negócios do Sistema Agroindustrial (Pensa), da Fundação Instituto de Administração (FIA), ligada à Faculdade de Economia e Administração da Universidade São Paulo (FEA-USP), a Universidade do Café Brasil (UDC) tem como proposta formar e aperfeiçoar produtores, técnicos, baristas, empresários e consumidores que apreciam café de alta qualidade. No Brasil, desde sua criação, há 11 anos, foram treinados mais de 7.000 profissionais.

Illycaffè- Sediada em Trieste, na Itália, a torrefadora italiana illycaffè produz e comercializa um único blend de café espresso sob uma única marca, líder em qualidade. Presente em mais de 140 países, o espresso illy está disponível em mais de 50 mil dos melhores restaurantes e bares ao redor do mundo, onde, diariamente, são vendidas mais de 6 milhões de xícaras. A illycaffè compra café verde 100% arábica da melhor qualidade diretamente dos cafeicultores, por meio de parcerias que se baseiam na sustentabilidade e reciprocidade.

Com o objetivo de garantir uma experiência completa e de qualidade excepcional em cada xícara de espresso, a illycaffè investe constantemente no aperfeiçoamento de equipamentos e na difusão de conhecimentos que contribuem para o sabor e o aroma perfeitos, seja em seu laboratório de pesquisas, seja por meio do treinamento de profissionais especializados na Universidade do Café, com unidades em dez países, dentre eles, Brasil, Índia, França e República Popular da China.

 

Serviço

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail unilly@unilly.com.br ou pelo telefone (11) 3732-2034. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail franciscolandi@cooparaiso.com.br ou pelos telefones (35) 3411-7101 e (35) 3411-7098.

Período do curso: 28 de outubro de 2011 a 7 de dezembro de 2012| Duração: 14 meses (aulas semanais, às sextas e aos sábados, de manhã e à tarde), dependências da Cooparaíso, em São Sebastião do Paraíso (MG). Curso: 500 h/aula / 400 horas de aulas e 100 horas para desenvolvimento da monografia.

 

Fonte: Peabirus


NOTA: Leilão da Conab negocia 29,5% do total ofertado

10:50:33 -

O leilão de café realizado nesta sexta-feira, 14, pela Companhia Nacional de Abastecimento, Conab, negociou 29,53% das 31,350 mil sacas de 60 quilos ofertadas. O preço médio ficou em R$ 4,1104 ou R$ 246,62. O governo arrecadou R$ 2.282.970,22. O produto provém de estoques governamentais sob a gestão do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), depositado em Minas Gerais, conforme aviso de venda 415/11. Foram leiloados, ainda, 13,824 mil sacas de café em grão, safra 2002/2003, referentes aos contratos de opção de venda oferecidos aos produtores, sendo que 19,92% foram negociados, cerca de 2,754 mil sacas. 

 

Fonte: Notícias Agrícolas


Chuvas na Colômbia, América Central e Vietnã prejudicam andamento das colheitas e dão suporte aos preços em NY

10:54:40 -

As bolsas de café trabalharam em alta esta semana. Chuvas na Colômbia, América Central e Vietnã, prejudicando o bom andamento das colheitas de café nessas regiões e as altas do real frente ao dólar estimularam a valorização dos contratos de arábica na ICE Futures US, em Nova Iorque, principal termômetro dos preços do café, e também em Londres e São Paulo.
No Brasil, as chuvas sobre as regiões produtoras de café ainda são irregulares, mas aos poucos estão chegando em bom volume a todo sudeste brasileiro, onde se concentra nossa produção. As últimas análises climáticas aventam a possibilidade de um novo período de estiagem no final deste mês de outubro.
A situação da próxima safra brasileira de café já está definida e não serão dois milhões de sacas, para cima ou para baixo, os responsáveis por uma alteração profunda no andamento do mercado mundial de café. O quadro é de mudanças climáticas nas regiões produtoras de café, equilíbrio precário entre produção e consumo mundial, estoques perigosamente baixos e consumo crescendo acima de dois milhões de sacas ao ano. Portanto o que é possível enxergar para os próximos anos é escassez de matéria-prima e oferta apertada.
Em nossa opinião, como já dissemos em outros boletins, a variável a ser acompanhada é a situação econômica e política do hemisfério norte, principalmente da zona do euro, onde a cada semana aumenta a preocupação com a situação de importantes bancos. Ministros de finanças e presidentes de bancos do G-20 estão reunidos hoje e amanhã, em Paris, debatendo como será feita a recapitalização dos bancos da zona do euro.
Afastado o risco de uma recessão profunda na economia mundial, os fundamentos do mercado de café deverão levar os preços a um novo patamar.
No mercado físico brasileiro os preços do café não acompanharam as bolsas e praticamente não subiram esta semana, dificultando assim o bom desenvolvimento dos negócios. O mercado mostrou interesse por todos os tipos de café, mas as bases oferecidas pelos compradores levaram muitos cafeicultores a adiar vendas, aguardando preços melhores, que reflitam a situação de escassez e a elevação dos custos de produção.
Até o dia 13, os embarques de outubro estavam em 733.357 sacas de café arábica, 87.373 sacas de café conillon, somando 820.730 sacas de café verde, mais 63.267 sacas de solúvel, contra 867.330 sacas no mesmo dia de setembro Até o dia 13, os pedidos de emissão de certificados de origem para embarque em outubro totalizavam 1.342.601 sacas, contra 1.137.779 sacas no mesmo dia do mês anterior.
A bolsa de Nova Iorque – ICE, do fechamento do dia 7, sexta-feira, até o fechamento de hoje, sexta-feira, dia 14, subiu nos contratos para entrega em dezembro próximo, 1520 pontos ou US$ 20,10 (R$ 34,82) por saca. Em reais por saca, as cotações para entrega em dezembro próximo na ICE fecharam no dia 7 a R$ 527,06/saca e hoje, dia 14, a R$ 548,83/saca. Hoje, sexta-feira, nos contratos para entrega em dezembro, a bolsa de Nova Iorque fechou com alta de 190 pontos.

 

Fonte: Escritório Carvalhaes/ Publicado Notícias Agrícolas


Robustas operam negativos na Bolsa de Londres

11:30:00 - Há pouco, o contrato de Novembro/2011 operava US$ 1928 dólares por tonelada, com perda de US$ 80 dólares.


Café naturalmente sem cafeína

11:47:50 -

Você sabia que 10% do café consumido no mundo é descafeinado? Isso significa que, por ano, aproximadamente 13,4 milhões de sacas de 60 quilos de café passam pelo processo de retirada da cafeína.
Com base nesse fato, em 1999, Maria Bernadete Silvarolla, pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), iniciou uma pesquisa em busca de um pé de café naturalmente sem cafeína. “Eu propus avaliar introduções de café arábica recebidas da Costa Rica, mas provenientes da Etiópia”, diz Maria Bernardete.
Para isso, ela recorreu ao banco de germoplasma do IAC, uma espécie de “arquivo vivo” com mais de 100 mil plantas de café de diferentes variedades e procedências: África, Ásia, América Latina, entre outras regiões. O foco da busca foi um lote de café arábica com três mil cultivares.
Foram cinco exaustivos anos de pesquisa em laboratório avaliando a quantidade de cafeína presente nos grãos. Maria Bernadete estava quase desistindo, tinha avaliado 80% do repertório, quando encontrou três exemplares potencialmente promissores para o objetivo do trabalho.

As sementes destes pés de café apresentaram apenas 0,07% de cafeína, enquanto o grão descafeinado industrialmente possui 0,1% e o grão normal 1%. “Para nós, estes casos são mutações, fenômenos espontâneos na natureza”, diz Maria Bernadete.
Mas cultivares encontradas em 2004 apresentaram baixo vigor. “Estamos fazendo o melhoramento genético para aumentar a produtividade”, diz a pesquisadora, que estima ser necessário mais sete ou oito anos para se chegar a uma variedade comercialmente viável. De qualquer forma, a descoberta é um trunfo guardado a sete chaves pelo IAC.
Isso porque o café sem cafeína tem o mesmo gosto do café normal, enquanto o descafeinado industrialmente não conserva o mesmo aroma e sabor. Além disso, embora no Brasil o mercado de descafeinado seja menos de 1% das vendas, no mundo a porcentagem é 10% e nos EUA alcança 20%. Além disso, a população mundial está crescendo, o que deve elevar o consumo de café.

Atualmente, a pesquisa liderada por Maria Bernadete conta com quatro pesquisadores de tempo integral e seis de tempo parcial. Quando o estudo estiver finalizado e as cultivares liberadas para o cultivo comercial, os cafeicultores terão uma opção de café de maior valor agregado, o que deve ser interessante, sobretudo, para os pequenos agricultores.
Quem também vai gostar da novidade são as pessoas que por algum motivo têm restrição à cafeína ou extrema sensibilidade à substância, a ponto de precisar evitar a bebida após certo horário para não prejudicar o sono. Esse grupo poderá comemorar tomando uma xicrinha de café minutos antes de se deitar.

 

Fonte: Sou Agro


Café fica mais caro na BM&F quem em NY

11:56:26 -

A combinação entre oferta escassa, demanda elevada e problemas de liquidez na BM&FBovespa levaram o mercado futuro de café a uma situação inédita nas últimas semanas. Pela primeira vez, afirmam participantes do mercado, a commodity negociada em São Paulo está mais cara do que na bolsa de Nova York em um período de safra no Brasil.

Ao longo de 2011, inclusive durante o pico da entressafra, quando a oferta é escassa, os contratos futuros na bolsa brasileira operaram sistematicamente em níveis inferiores aos nova-iorquinos, que servem de referência para a formação dos preços em todo o mundo. O "desconto" em relação a Nova York é considerado o padrão nesse mercado - entre outras razões, devido às diferenças de especificação do produto.

Em meados de setembro, porém, houve o que os analistas chamam de "inversão". O mercado paulista passou a pagar um "prêmio" sobre as cotações internacionais, sob forte pressão devido à aposta dos fundos de investimento contra as commodities em meio aos sinais de agravamento da crise global. O diferencial se manteve neste mês, mesmo com a recuperação das cotações em Nova York.

O fenômeno é mais acentuado nos contratos de curto prazo - os lotes para entrega em dezembro chegaram a apresentar um ágio superior a US$ 20 por saca nos últimos dias -, mas também pode ser observado nos vencimentos mais longos.

Para Gil Barabach, analista da consultoria Safras & Mercados, a BM&FBovespa reflete um cenário atípico de aperto na oferta, apesar da colheita brasileira recém-encerrada. Gozando de uma situação financeira privilegiada, após a escalada dos preços internacionais ao longo do último ano, os produtores adotaram uma postura defensiva e restringiram a disponibilidade do café no mercado. "O produtor está dosando as vendas, trabalhando com volumes pequenos e sempre abaixo da linha de consumo, o que obriga o comprador a ser muito mais agressivo", explica Barabach.

Segundo ele, o mercado nova-iorquino é menos afetado pela postura do produtor brasileiro. "O comprador estrangeiro tem outras opções. Colômbia, América Central e Vietnã estão começando a colher suas safras, então ele pode esperar. No Brasil, o comprador não tem opção."

"O produtor brasileiro tem sido muito bem sucedido em sua estratégia de venda, o que ajudou a sustentar os preços localmente", afirma Rodrigo Costa, operador de mercado da Caturra Coffee Corporation, em Nova York. Ele observa que os preços na ICE Futures US ajustaram-se mais rapidamente, "talvez, de forma precipitada", à expectativa de um menor aperto na oferta global de café na safra 2011/12, com a possibilidade de uma colheita recorde no Brasil no ano que vem.

"Também é possível que o investidor estrangeiro estivesse se antecipando a uma desvalorização ainda mais acentuada do real, o que pesaria sobre os preços internacionais do café", especula o trader. Nos últimos 30 dias, os preços do café verde em Nova York acumularam uma queda de 10% nos contratos para março. As cotações futuras também recuaram no Brasil, mas numa intensidade menor: 7,6%.

Analistas afirmam que a "inversão" do mercado também reflete as barreiras impostas ao capital especulativo estrangeiro no Brasil, que fizeram minguar a liquidez. "Quando o diferencial sobe, não há especulador para vender e fazer a contraparte dos compradores, então temos uma distorção no mercado", afirma Eliezer Freitas, analista da corretora Socopa na capital paulista. "Alguns dos maiores investidores que operavam em São Paulo agora estão exclusivamente em Nova York", observa ele.

A principal barreira é o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), em vigor desde 2009, que sobretaxa os investidores estrangeiros em 2% nas operações com derivativos financeiros e agropecuários na bolsa de São Paulo. Estima-se que o custo total para os não residentes pode chegar a 8%, uma vez que o tributo incide também sobre os ajustes diários. O resultado é o crescente desinteresse pela bolsa paulista. Apenas no último ano, o número de contratos de café abertos na BM&FBovespa cedeu de quase 16 mil para 6,5 mil.

 

Fonte: Valor Econômico/ Gerson Freitas Jr.


Exportação brasileira de café torrado e moído sobe mais de 17 por cento

12:28:05 -

A Secretaria de Produção e Agroenergia, do Ministério da Agricultura, com base em números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou o relatório sobre as receitas cambiais nos primeiros nove meses do ano, referentes à:

Exportação brasileira de café torrado e moído apresentou elevação de 17,01% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os industriais faturaram US$ 18,662 milhões, em comparação com US$ 15,949 milhões em 2010. O País exportou no período 2.672 toneladas do produto, com redução de 18,49% em relação ao ano anterior (3.278 t). O preço médio da tonelada no período ficou em US$ 6.984/t, ante US$ 4.865/t, representando elevação de 43,55%.

Segundo o relatório, os Estados Unidos foram o principal destino do café processado brasileiro, com aumento de 28,44%, em termos de receita. O segundo principal mercado é a Itália (+29,80%), seguida de Japão (+26,32%) e Argentina (-24,94%).

 

Fonte: O Estado do Paraná


Conferência acontece pela primeira vez na América Central

12:33:02 -

Pela primeira vez a 24ª Conferência Internacional sobre Ciência do Café da Association for Science and Information on Coffee (ASIC) acontecerá em um país da América Central. O encontro que reúne especialistas do mundo inteiro, de diferentes campos da ciência e da tecnologia do café, será realizado em San José, na Costa Rica, por convite do Instituto do Café de Costa Rica (ICAFE), de 11 e 16 de novembro de 2012.

O site da Conferência já está no ar com todas as informações sobre o evento, inclusive as datas programadas (www.asic2012costarica.org). O prazo para apresentação de pedidos de bolsas vai até 31 de janeiro de 2012, já o prazo final para submissão de resumos é 31 de março de 2012. A Conferência da ASIC já se tornou evento de destaque no calendário da Embrapa Café, que tradicionalmente vem participando do encontro com trabalhos e com a presença de pesquisadores. A realização desta edição na América Central é de grande importância, considerando que a Costa Rica é um dos maiores produtores de café arábica dessa região do continente. O país se destaca pelo domínio de tecnologias relevantes para o sombreamento do cafeeiro, o que é interessante para a troca de experiências com o Brasil.

Na Costa Rica o café é cultivado em solos férteis de origem vulcânica e pouca acidez. Mais de 80% da área cafeeira está localizada entre 800 e 1.600 m de altitude. A meta do país é seguir incrementando a venda do grão em mercados de cafés finos, com “ênfases na qualidade e não na quantidade”, segundo o site do ICAFE. A 24ª Conferência propõe debater propostas de solução visando preservar a qualidade e a quantidade dos cafés de diferentes origens. Durante os seis dias de Conferência, a promessa é de realização de comunicações científicas de grande interesse, com importantes desafios a serem discutidos, como as rápidas mudanças climáticas e a relação entre consumo de café e saúde humana. Também será possível visitar áreas de produção de café próximas a San José.

 

Fonte: Asscom Embrapa Café

 


Arabicas operam negativos na Bolsa de Nova York

13:00:00 - Há pouco, o contrato Março/2012 operava a 233,10 centavos, com perda de 10 cents, e Maio/2012 era negociado a 234,35 centavos de dólar por libra peso, com baixa de 10 cents. Já o vencimento Setembro/2012 operava com desvalorização de 9.2 cents, cotado a 236,50 centavos de dólar por libra peso.


Dólar comercial opera em baixa, cotado a R$ 1,7460

13:39:59 - O Dólar comercial está operando com baixa de 1.18%. Há pouco, a moeda americana era comercializada a R$ 1,7460 na compra e a 1,7470 na venda.


Robustas encerram perda na Bolsa de Londres

16:40:00 - Na Liffe, o vencimento de Novembro/2011 fechou com perda de US$ 73 dólares e o contrato encerrou o pregão a US$ 1935 dólares por tonelada.


Arábicas encerram com perda na Bolsa de Nova York

17:30:00 - No fechamento da ICE Futures US, o contrato Março/2012 encerrou em 237,20 centavos de dólar por libra peso, com perda de 6 cents. Maio/2012 foi negociado a 238,85 centavos de dólar por libra peso, com baixa de 5.5 cents, ao passo que Setembro/2012 encerrou a 240,90 centavos de dólares por libra peso, com desvalorização de 4.8 cents.


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criado em 17/10/2011