O porto de Santos exportou 673.175 sacas, o porto de Vitória embarcou 77.445 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 2.900 sacas, o porto de Sepetiba exportou 1.440 sacas, o porto de Salvador enviou -??, enquanto os outros portos exportaram 11.123 sacas de café.
Também até o dia 13, o Cecafé registrou a emissão de 1.065.603 certificados de origem, dos quais 900.001 são referentes a arábicas, 69.288 a conillon e 96.314 de solúvel.
Nesta sexta-feira, o ar fica mais quente e seco no Sudeste. Toda a Região tem um dia com muito sol, poucas nuvens e calor à tarde, sem condições para a chuva. Há possibilidade de névoa no início da manhã no leste de São Paulo, nas áreas serranas e vales de todos os Estados. O litoral do Espírito Santo e o norte do Rio de Janeiro amanhecem com muitas nuvens, mas sem chuva.
Regiao Norte
Nesta sexta-feira, o ar muito seco e quente ainda predomina na divisa do Tocantins com Goiás e a Bahia. O sol brilha forte, o calor à tarde é intenso e a umidade do ar fica abaixo dos 20%. Nas outras áreas do Norte, o sol também predomina, mas chove rápido a partir da tarde.
Regiao Nordeste
Nesta sexta-feira, o sol aparece forte em todo o Nordeste. Ainda chove de forma rápida no decorrer do dia no centro-oeste do Ceará, no norte do Piauí e em todo o Maranhão. Nas demais áreas nordestinas, o tempo segue firme, com bastante calor e baixa umidade do ar durante a tarde, especialmente no oeste da Bahia.
Regiao Centro Oeste
Nesta sexta-feira, o sol ainda aparece e faz calor em todo o Centro-Oeste. Na maior parte de Mato Grosso e no centro-norte de Mato Grosso do Sul, o céu fica com muitas nuvens e há previsão de pancadas de chuva no decorrer do dia. Já no sul e no leste de Mato Grosso do Sul, em Goiás e no Distrito Federal, poucas nuvens se formam e o tempo fica firme, com umidade relativa do ar muito baixa durante a tarde. No sul e oeste matogrossense, chove apenas de forma rápida à tarde.
Regiao Sul
Nesta sexta-feira, uma nova frente fria avança sobre o Rio Grande do Sul e provoca chuva o dia todo na fronteira com o Uruguai e no leste do Estado. Há risco de temporais. As demais áreas gaúchas e o sul de Santa Catarina têm sol entre muitas nuvens e várias pancadas de chuva entre a tarde e a noite. Nas demais áreas catarinense e no Paraná, o sol ainda brilha forte e o tempo fica firme, com calor à tarde.
O governo federal quer delinear um projeto estruturante com foco na valorização das diferentes regiões produtoras. Para isso, na semana passada foi realizada uma reunião, por iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por meio do Conselho Nacional do Café (CNC), com instituições participantes do Consórcio Pesquisa Café e a Embrapa Café.
Com esse intuito, serão utilizados para o café brasileiro sinais distintivos, como marcas coletivas, indicações geográficas ou marcas de certificação. A iniciativa contará também com a parceria de associações e cooperativas de café e empresas do setor.
Participaram do encontro representantes da Embrapa Café, o gerente geral Paulo César Afonso Junior e os pesquisadores Aymbiré Fonseca e Helena Alves, o pesquisador Sérgio Parreiras, do Instituto Agronômico (IAC), a representante da Confederação Nacional de Agricultura, Maria Carolina Bazilli e técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
– O objetivo é planejar e promover uma ação conjunta e articulada para a valorização do café, vinculada às suas diferentes origens geográficas. A ideia é construir um plano de desenvolvimento e utilização de indicações geográficas para a cadeia produtiva do café. Para isso, reunimos pessoas com conhecimento e experiência na cafeicultura nacional para discutir os primeiros esboços desse projeto, que será construído em conjunto – disse a representante da Coordenação de Incentivo às Indicações Geográficas de Produtos Agropecuários do Ministério, Beatriz Junqueira.
O projeto também pretende diagnosticar as regiões produtoras e identificar aquelas com potencial para utilização dos sinais distintivos. Além de estabelecer estratégias de sensibilização e sua aplicação nos produtores. O intuito é incentivá-los quanto à construção de processos para obtenção de sinais distintivos para seu produto e estabelecer estratégias de apoio para a sustentabilidade da utilização da marca. Produtores devem adotar procedimentos como mensuração dos resultados, gestão, controle e marketing.
Entre os motivos da escolha do café como tema desse projeto piloto, segundo a pesquisadora Helena Ramos, da Embrapa Café, está o fato de o produto ter potencial para esse tipo de trabalho.
– O café tem uma abrangência ampla, pois está presente em vários biomas do Brasil, e tradição na história brasileira e na cultura popular, por sua importância econômica. Há ainda outros fatores, como o crescente movimento de valorização dos cafés especiais, o que deixa evidente a necessidade de se investir na agregação de valor – afirmou Helena.
O uso dos sinais distintivos melhora a organização dos produtores e a qualidade dos produtos, amplia a renda e o emprego das regiões participantes e promove o setor turístico, histórico e cultural da região.
– Além disso, é evidente o amadurecimento do nível de organização da cadeia produtiva do café, inclusive com a criação da Associação Brasileira das Origens Produtoras de Café – explica Beatriz.
Ainda será agendada nova reunião para discutir mais pontos do projeto e sua forma de operacionalização.
Fonte: Embrapa/ Canal Rural
Os diversos recordes registrados pelo café este ano estão colocando o Brasil em posição de destaque ainda maior no cenário internacional.
Maior produtor mundial, o país contabilizou no ano passado 48,1 milhões de sacas de 60 quilos, das quais 33 milhões foram destinadas ao mercado externo.
Em 2011, ano de ciclo de baixa para a safra, a redução dos estoques somou-se a fatores como o aumento do consumo e a queda da safra colombiana, que perdeu entre 2 milhões e 3 milhões de sacas em três anos, para fazer o preço do café em grão cru alcançar o melhor patamar dos últimos 50 anos e bater na casa dos R$ 520 a saca - o dobro do registrado pouco mais de 12 meses atrás.
"Esse conjunto de fatores, somados ao dólar valorizado, fez os preços subirem a níveis inimagináveis há um ano", diz Nathan Herszkowicz, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) e presidente executivo do Sindicato da Indústria do Café do Estado de São Paulo.
No mercado externo, o preço do café arábica era de US$ 1,30 no ano passado. Em 2011, chegou a US$ 3 - e tende a continuar alto.
O Brasil está ganhando produtividade e qualidade. Antes ausente, o café brasileiro hoje compõe 50% dos blends da rede mundial Starbucks. Agora vai ser servido na rede de Alain Ducasse, ícone da gastronomia mundial.
O privilégio pertence ao café Jacu, da fazenda Camocim, na região de Pedra Azul (ES), e exemplifica a sofisticação alcançada pelo produto nacional.
De alto valor agregado, com preço que supera R$ 5 mil a saca, resulta de grãos consumidos e defecados pelo jacu, pássaro típico da Mata Atlântica.
"Queremos mostrar que o Brasil produz o melhor café do mundo", explicou Henrique Sloper, proprietário da Camocim e integrante da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, na sigla em inglês).
O esforço se justifica. O segmento não chega a 3% do mercado mundial, mas cresce entre 7% e 10% ao ano.
O subsegmento de cafés orgânicos tem expansão anual de 20% e plus de mais de 100 pontos na bolsa de Nova York, onde chega a 350 pontos.
Segundo dados da certificadora UTZ, o Brasil hoje também é líder global em volume de cafés certificados, com 1 milhão de sacas em 2010, 38% do total mundial.
"A certificação rende em média US$ 10 de prêmio", diz Vanduir Antonio Caixeta, gerente comercial do Alto Cafezal, grupo que congrega trade e 12 fazendas em Patrocínio (MG), das quais duas já são certificadas e mais duas estão em preparação.
O comportamento do grupo reflete a profissionalização do produtor e o desempenho atual do café brasileiro, com mais foco em produtividade do que em expansão.
Além de investimentos voltados ao aperfeiçoamento de tratos culturais, irrigação, campo experimental para identificar espécies mais resistentes, o Alto Cafezal gastou mais de R$ 5 milhões em um armazém com capacidade para 300 mil sacas e processamento diário de 3 mil.
"O pessoal tem se capacitado da porteira para dentro e para fora", diz Caixeta.
Isso significa entender mais de mercado, comercialização, câmbio. O grupo, que embarca entre 100 mil e 120 mil sacas ao ano, faz hedge em café e em dólar para lidar com possíveis oscilações.
A produção própria soma 2,2 mil hectares, com média de 80 mil sacas anuais e projeto de nos próximos quatro anos chegar a 3 mil hectares e 100 mil sacas por ano.
Os planos levam em conta a manutenção dos preços mesmo com cenário financeiro incerto.
"O otimismo vem do equilíbrio entre produção e demanda, com ganhos de produtividade, custos de produção mais competitivos e melhoria no perfil qualitativo", concorda Guilherme Braga, diretor executivo do Conselho de Exportadores do Café do Brasil (Cecafé).
Mas ele lembra que os preços melhoraram também para os países concorrentes do Brasil - e, nos próximos anos, a expansão da produção pode ser um fator de pressão.
"O desafio é continuar o processo de melhoria. O mundo está disposto a comprar café diferenciado e pagar por isso", afirma Braga
Segundo ele, o cenário atual reflete a característica de altas e baixas do café, cujo pico de valorização no final dos anos 90 foi seguido de forte queda nos preços entre 2001 e 2002, quando a saca chegou a ficar abaixo de US$ 40.
O resultado foi o ajuste na produção mundial, com os países reduzindo rapidamente sua oferta.
"Os preços hoje são o dobro dos de 2007, mas sujeitos a grande volatilidade, mesmo sem alteração substancial nos fundamentos", alega.
Braga observa que commodities, principalmente café, estão valorizadas, sobem e descem de acordo com a tendência de aplicação de fundos que buscam liquidez e são sujeitas a oscilações.
Nos últimos três meses, com o vaivém da crise, os preços chegaram a US$ 2,95 e caíram a US$ 2,30, sem registro de aumento de produção ou de queda no consumo.
Em meados de setembro, o movimento de alta e baixa se repetiu com novas notícias a respeito do mau desempenho econômico grego. "Não houve modificação nos fundamentos", aponta o diretor do Cecafé.
Fonte: Valor Economico
A assessoria de imprensa do Conselho Nacional do Café (CNC) informa que o Diário Oficial da União – Seção 1, desta sexta-feira, 30 de setembro, traz a publicação da Medida Provisória nº 545, datada de 29 de setembro de 2011. O texto da referida medida, entre outras ações, “altera a incidência da Contribuição para o PIS/PASEP e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS na cadeia produtiva do café“.
Para os devidos fins, a assessoria de imprensa do CNC comunica que, a partir de hoje (30/09/2011 – data da publicação), há o PRAZO DE 5 (CINCO) DIAS CORRIDOS, PORTANTO ATÉ A PRÓXIMA TERÇA-FEIRA, DIA 4 DE OUTUBRO DE 2011, para a APRESENTAÇÃO DE EMENDAS À MP Nº 545.
OBS: Também é válido recordar que se faz interessante entrar em contato com o deputado federal que desejam que assuma a relatoria dessa medida provisória.
Link para acesso ao documento diretamente no site da Presidência da República. http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2011/Mpv/545.htm
Fonte: Paulo André Colucci Kawasaki/ Assessoria de Imprensa CNC
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou na reunião de ontem voto que alonga o prazo para contratação de operações da linha extraordinária, criada no final do ano passado, para composição de dívidas por parte dos cafeicultores, com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé). O prazo para contratação venceu no dia 31 de agosto e agora foi ampliado até 20 de dezembro deste ano.
O secretário-adjunto de política econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, explicou que dos R$ 300 milhões liberados pelo governo federal para a composição de dívidas houve demanda por R$ 72 milhões. Ele afirmou que o prazo foi ampliado para atender a um número maior de cafeicultores, principalmente os que estão adimplentes, mas que enfrentam dificuldades para pagar os débitos. A linha de crédito tem juros de 6,75% ao ano e prazo de quatro anos para pagamento.
Outra mudança aprovada pelo CMN foi o aumento da remuneração dos bancos que operam esta linha de crédito, que passou de 2% para 3,5%. A medida vale tanto para as operações já contratadas como para as novas. Bittencourt explicou que a elevação do spread tem por objetivo aumentar o número de operações pelos cafeicultores que estão adimplentes, que tem dificuldades. Ele observou que a taxa cobrada normalmente pelos bancos nas operações com recursos do Funcafé é de 4%.
Outra decisão do CMN que diz respeito à cafeicultura é a definição de que o reembolso do financiamento para as operações de estocagem seja realizado a partir da data de liberação do crédito e não mais a partir da contratação do crédito. Bittencourt comentou que a medida na prática aumenta o prazo para pagamento do financiamento nos casos em que a liberação dos recursos ocorria muito tempo depois da contratação do crédito.Pronaf - O CMN aprovou também um voto sobre o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
O CMN definiu que para financiar a aquisição de máquinas e equipamentos novos, com recursos de qualquer linha de crédito do investimento do Pronaf, será exigido parâmetros mínimos de nacionalização definidos pelo BNDES para o Finame Agrícola. Bittencourt afirmou que o índice de nacionalização varia, de acordo com o tipo de máquina ou equipamento, mas é sempre superior a 65%. Ele disse que o Ministério da Fazenda está estudando a possibilidade de estender a exigência a outras linhas de crédito.
No voto relativo ao Pronaf, o CMN autorizou o financiamento de máquinas e equipamentos usados até o valor de R$ 30 mil, desde que tenham menos de sete anos de uso e certificado de garantia ou laudo que ateste o bom estado do bem.
Fonte: Agência Estado
Elisa Wolff, a matriarca da família Wolff, esteve na terra do Coffee Break para conhecer de perto o jornalismo do café, juntamente com o filho Hugo, os proprietários da Wolff Café, a marca de cafés especiais que eles vêm desenvolvendo há cerca de um ano e meio.
Hugo está à frente dos trabalhos com os micro lotes e as experiências de torra, sempre buscando a supremacia em café. E tem conseguido. Seu último feito foi emplacar um de seus cafés em Copenhagen, na Copa Nórdica de Barista (The Nordic Barista Cup), através da também especialista em café, Isabela Raposeiras, alcançando o quinto lugar com um puríssimo da Wolff Café. Uma conquista e tanto.
O almoço foi especial em troca de informações sobre o mundo do café e o trabalho minucioso desenvolvido pela equipe da Wolff. Também sobre o jornalismo segmentado do Coffee Break e sua contribuição para o crescimento da cafeicultura como um todo. “Depois que uma reportagem sobre a Wolff Café saiu no Coffee Break uma TV regional nos procurou para fazer uma matéria. Isso foi ótimo, nos deu grande visibilidade”, comentou Hugo. Tal reportagem teve mais de 300 acessos em apenas um dia.
“O CoffeeBreakBr é um vetor formador de opinião e disseminador de informações de uma das maiores maravilhas que a humanidade consome: o café. Desejamos que cada vez mais cresça e traga mais frutos para nossa região e para o país”, disse Hugo.
Agora a agenda é a retribuição da visita. O Coffee Break deve ir às fazendas Guanabara e Portal da Serra, em Ibiraci, para conhecer de perto os cafezais de onde são extraídos os cafés de altíssima qualidade.
Coffee Break