O porto de Santos exportou 673.175 sacas, o porto de Vitória embarcou 77.445 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 2.900 sacas, o porto de Sepetiba exportou 1.440 sacas, o porto de Salvador enviou -??, enquanto os outros portos exportaram 11.123 sacas de café.
Também até o dia 13, o Cecafé registrou a emissão de 1.065.603 certificados de origem, dos quais 900.001 são referentes a arábicas, 69.288 a conillon e 96.314 de solúvel.
Apenas duas xícaras de café por dia podem reduzir significativamente o risco de acidente vascular cerebral (AVC). Uma análise abrangente dos benefícios de saúde de café confirmou que pode haver um poderoso efeito preventivo contra uma das maiores causas de morte no mundo.
Cientistas do Instituto Karolinska, em Estocolmo, na Suécia, analisaram os resultados de estudos anteriores para encontrar uma resposta definitiva. Eles reuniram estatísticas de oito estudos realizados a partir de meados dos anos 1960 a 2011.
Os resultados, publicados no periódico especializado American Journal of Epidemiology, mostraram que aqueles que bebem dois copos de café por dia tinham 14% menos probabilidade de sofrer um coágulo no cérebro, enquanto que beber três a quatro xícaras por dia reduz os riscos em 17%.
Porém, consumir mais do que isso não significa necessariamente aumentar a proteção, mostrou o estudo. Os pesquisadores disseram que os antioxidantes contidos no café podem proteger os vasos sanguíneos do cérebro de danos causados por lipoproteína, apelidado de "mau" colesterol. Mas eles enfatizam que ainda existem preocupações de que ele possa aumentar a pressão arterial. Os cientistas afirmam, no entanto que o café é "uma mistura complexa de substâncias que podem ter efeitos benéficos e nocivos."
Fonte: O Dia/ Gardênia Cavalcanti
As exportações de café da Nicarágua em agosto caíram 35% em relação ao mesmo período de 2010, para 65.826 sacas de 60 quilos cada, informou o Centrex, órgão encarregado dos procedimentos de exportação no país. Os embarques no período somaram US$ 18,6 milhões no mês passado, queda de 15% ante agosto do ano anterior. O preço médio do café exportado foi de 217 cents por libra-peso.
Os dados de agosto elevam o volume total embarcado na temporada 2010/11 para 1,47 milhão de sacas, alta de 7,5% ante igual intervalo de 2009/10. O valor acumulado das exportações até agora neste ano-safra é de US$ 430,47 milhões. A produção de café da Nicarágua na temporada 2010/11 está abaixo do nível do ano passado devido ao clima desfavorável.
Quase todo o café colhido foi vendido, de acordo com líderes da indústria. Os Estados Unidos foram o principal destino dos embarques de café da Nicarágua, recebendo 634.486 sacas. Trinta outros países também receberam ofertas nicaraguenses. As informações são da Dow Jones.
Conservação do ecossistema, tratamento justo para os empregados, comércio justo, rastreabilidade, beneficiamento sustentável são apenas algumas exigências para a conquista de certificações de fazendas de café, que ganha mais força a cada ano no Brasil.
O Espaço Café Brasil, que acontece de 6 a 8 de outubro de 2011, em São Paulo, promove o 1º Encontro Fazendas Certificadas e Certificadoras, uma oportunidade imperdível para produtores, torrefadores, baristas e profissionais food service debaterem o tema essencial para quem trabalha com cafés especiais: A construção de uma cafeicultura sustentável por meio dos sistemas de certificação existentes no Brasil.
O encontro é gratuito e terá uma mesa redonda formada por membros da Rainforest Alliance, UTZ, Fairtrade, 4C e Certifica Minas. A mediação ficará por conta de Sergio Parreiras Pereira, da Comunidade Manejo da Lavoura Cafeeira. O evento acontece no dia 7, das 12h30 às 14h30.
Além do encontro o tema será também tratado na palestra Ações Sustentáveis no Mundo do Café, ministrada pelo dinamarquês Leif Pedersen, da Rainforest Alliance (representada no Brasil pela Imaflora) e também por Francisco Campiche, gerente Nespresso da América Latina de TQM (Technical and Quality Management), que trabalhou 15 anos na Suíça, no desenvolvimento de cafés e é responsável pelo programa Ecolaboration. A palestra acontece no dia 6, das 15h30 às 16h30.
Clique aqui e veja a programação completa dos três dias do ECB e inscreva-se agora mesmo.
Serviço
6º Espaço Café Brasil - Feira Internacional de Café
Data: 6 a 8 de outubro de 2011
Local: Pavilhão do Expo Center Norte – São Paulo (SP)
Informações: www.espacocafebrasil.com.br e (11) 3586-2233
Fonte: Peabirus
Nesta terça-feira, o dia é de sol e muitas nuvens no Espírito Santo e no nordeste de Minas Gerais, mas não há previsão de chuva. Em todas as demais áreas do Sudeste, o sol aparece forte e faz calor à tarde. No oeste e no sul de São Paulo, uma frente fria que se aproxima causa aumento da nebulosidade e algumas pancadas de chuva a partir da tarde. No interior paulista e mineiro, a umidade do ar fica baixa durante a tarde.
Regiao Norte
Nesta terça-feira, o tempo segue firme no Tocantins, centro-sul e no leste do Pará, com muito sol, calor intenso e baixa umidade do ar. Já no centro-norte do Amazonas, em Roraima e no oeste do Acre, o sol aparece entre muitas nuvens e chove a qualquer hora do dia. Nas demais áreas do Norte, o sol predomina, mas a nebulosidade aumenta durante a tarde e ocorrem algumas pancadas rápidas de chuva.
Regiao Nordeste
Nesta terça-feira, o sol aparece forte em todo o Nordeste. Na faixa leste da Região, o céu ainda fica com muitas nuvens carregadas e há previsão de pancadas de chuva a qualquer hora do dia. Nas demais áreas, o tempo fica firme, com bastante calor à tarde e baixa umidade do ar.
Regiao Centro Oeste
Nesta terça-feira, o sol aparece entre muitas nuvens e chove a qualquer hora do dia no sul e no oeste de Mato Grosso. Nas demais áreas sul matogrossenses e no oeste de Mato Grosso, o dia é de sol forte e calor, com tempo abafado e pancadas de chuva a partir da tarde. Nas demais áreas do Centro-Oeste, o sol brilha forte, faz calor à tarde e o tempo segue firme.
Regiao Sul
Nesta terça-feira, o tempo fica chuvoso no leste e no norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no sul e no oeste do Paraná. No centro-leste do Paraná, o dia é de sol entre muitas nuvens e pancadas de chuva a qualquer hora. No norte paranaense, o sol ainda predomina e faz calor, mas a nebulosidade aumenta com o tempo abafado e provoca chuva a partir da tarde. Nas demais áreas do Sul, o sol aparece entre muitas nuvens mas não há previsão de chuva.
A Starbucks, que obtém mais de 20% das suas vendas fora dos EUA, acelerou aberturas na China para aproveitar a demanda da classe média.
A Starbucks, maior cadeia mundial de coffee-shop, visa agregar lojas na América Latina, especialmente no Brasil, depois de focar expansão nos últimos anos na Ásia, disse hoje o CEO da empresa, Howard Schultz.
A Starbucks tem cerca de US$ 2 bilhões em dinheiro para investir em uma "maneira agressiva e oportunista", disse Schultz.
A Starbucks, que obtém mais de 20% das suas vendas fora dos EUA, acelerou aberturas na China para aproveitar a demanda da classe média.
Por lá, a cafeteira planeja mais que triplicar a sua contagem de lojas para 1.500 localidades em 2015, informou a empresa no início deste ano.
O executivo disse que está mais otimista sobre a empresa do que nunca e o maior crescimento está vindo da China, disse ele.
Schultz disse que está "cautelosamente otimista" sobre os negócios na Europa Ocidental e Espanha, onde as taxas de desemprego permanecem mais elevadas da Europa em 21%. A Starbucks vai "agressivamente" abrir mais lojas na Europa, incluindo Espanha, "ao longo do tempo", disse ele.
No entanto, a Starbucks pode crescer através de aquisições, reiterou Schultz.
"Pela primeira vez em nossa história não poderiamos ter potencial aquisições como parte do crescimento da empresa", disse ele. "Temos um balanço muito forte, sem dívidas, e isso pode ser interessante para a Starbucks para adquirir algumas empresas".
Fonte: Último instante - (Redação com agências internacionais - www.ultimoinstante.com.br)
Espresso: É a verdadeira essência do café, na sua forma mais concentrada. É preparado através da passagem de água muito quente (mas não fervente) sob alta pressão pelo café moído. É feito sob a pressão e possui uma maior consistência que o café coado, uma quantidade maior de sólidos dissolvidos por volume e é servido em doses. É muito volátil e muitos de seus componentes químicos se perdem pela oxidação ou perda de temperatura.
Café Americano: Na verdade, é uma forma europeia de beber o café espresso, adicionado de 50% ou mais de água quente. Recebeu este nome porque os norte-americanos tomam muito café, mas o preferem com sabor menos acentuado.
Cafè Latte: Café ao leite, um clássico: leite vaporizado e espresso, coberto por espuma de leite. No Brasil é cinhecido como “pingado”, por possuir uma coloração mais escura (pela maior quantidade de café do que de leite na xícara) do que o café com leite brasileiro, em geral mais esbranquiçado (composição de mais leite do que café, ou por um café mais aguado, na xícara).
Cappuccino: Há gerações, é elaborado com leite cremoso sobre o espresso. É uma bebida italiana preparada com café expresso e leite. Um cappuccino clássico consiste em um terço de café expresso, um terço de leite vaporizado e um terço de espuma de leite vaporizado.
Café Moka (Mochaccino): Reúne tudo o que é bom: chocolate, espresso, leite vaporizado e chantilly. Mocha é o tipo de grão de café com um sabor achocolatado, originalmente cultivada no Iêmen e de lá exportado por meio do porto de Mocha, no Mar Vermelho. Na Europa, refere-se tanto ao café com chocolate ou simplesmente ao café feito com grãos de mocha. É normalmente feito com um terço de expresso e dois terços de leite evaporado,mas uma porção de chocolate é adicionada em forma de chocolate em pó meio amargo ou ao leite. A receita também pede nata batida (chantilly) pulverizado com canela ou cacau em pó.
Macchiato: Espresso “manchado” com leite vaporizado. Na Itália, país de origem, é feito com uma camada de leite cremoso, espresso e leite vaporizado por cima. Conta a lenda que esta era a forma usada pelos baristas para identificar quais xícaram continham macchiato em vez de expresso.
Fonte: Pense Imóveis
Um bom jeito se aproximar da cultura cafeeira é visitar Recuca ("Recorrido de la cultura cafetera"), literalmente, uma viagem pela cultura do café. Numa fazenda localizada a cerca de 20 minutos de Armênia, no povoado de Barcelona, guias conduzem os visitantes a um passeio de cerca de duas horas. Começam demonstrando como o café era processado nos primeiros anos da colonização colombiana, desde a separação da casca pelo método rudimentar em pedra, passando por pequenas moendas. A visita passa ainda por uma vivência de colheita: o visitante veste um traje típico e entra no cafezal. No final, podem-se ver os grãos sendo torrados e moídos - e saborear um café.
Triângulo do café
O eixo cafeicultor colombiano fica no centro do país, no chamado Triângulo do Café, nos departamentos de Risaralda, Caldas e Quindío. Voos diários com cerca de uma hora ligam a região à capital Bogotá. Armênia, capital de Quindío, soube aproveitar melhor o lado turístico da cultura cafeicultora e hoje atrai visitantes de todo mundo. Para se hospedar, procure os hotéis da região norte, mais arborizada e tranquila. Ali se concentram os poucos bons restaurantes.
O aparecimento do café arábico na região tem algumas versões. Uma delas é que o cultivo foi introduzido pelos jesuítas em 1730, principalmente nas proximidades de Santander, nordeste da Colômbia, e, posteriormente, chegou à área conhecida hoje como Triângulo do Café.
Se a ideia é uma imersão total na cultura cafeicultora, procure se hospedar em uma "hacienda" ou "finca", antigas propriedades rurais transformadas em hotéis.
Programe a viagem entre setembro e novembro, quando é feita a principal colheita do ano. Nessa época, em qualquer estrada será possível ver os cafezais vermelhos e floridos. A segunda colheita do ano, bem menor, é feita em maio e junho.
A enorme quantidade de cafezais é vista logo no curto trajeto entre o aeroporto El Éden e o centro de Armênia. Há também bananeiras, cujas folhas protegem as plantas em época de muito sol -e os pés de cafés afastam pragas que atacam as bananeiras. A altitude local, a 1550 metros, faz toda a diferença no cultivo. Segundo os produtores, os cafés cultivados na Colômbia são mais suaves. Em locais mais baixos, como é o caso da África e do Brasil, são mais amargos.
Jornal Folha de São Paulo - Publicado em Mark café
Cultura de vanguarda, o café foi a primeira grande cultura a ser cultivada com as técnicas orgânicas. A demanda por consumo desse tipo de café é elevada. Além disso, o Brasil já tem tecnologia de produção adequada ao cultivo de café em manejo orgânico.
O consumo e o mercado de cafés especiais, como os gourmets e os orgânicos socialmente corretos, cresce no mundo todo. A produção orgânica revela-se como alternativa ambiental, social e econômica, pois não contamina o meio ambiente e nem as pessoas direta e indiretamente envolvidas, além de agregar mais valor ao produto final. A proposta é de um produto livre de agrotóxicos. Este é um café com sabor, aroma, corpo e doçura, totalmente diferente dos demais. É um café puro, rastreado e embalado dentro de rígidos processos de qualidade.
Apesar do Brasil ser o maior produtor mundial de café, a produção de orgânicos ainda não é excepcional. O México é o maior produtor mundial deste tipo de café, sendo a maioria proveniente de sistemas sombreados.
Como qualquer cultura, o café orgânico também é manejado seguindo os princípios da agricultura orgânica. A adubação é feita com plantio de adubos verdes na entrelinha dos cafeeiros. A cultura orgânica minimiza a incidência de pragas e doenças.
Optar por este produto é uma questão de postura política. Quem escolhe este café está anunciando: “não quero compactuar com o uso de agroquímicos, quero que nosso planeta viva sem eles”.
O café orgânico é 100% livre de produtos químicos e cresce em solo fertilizado com adubo orgânico. Os únicos aditivos são os compostos naturais, o que promove o crescimento de uma biomassa rica que protege a terra de erosão. Esta biomassa é adubo preparado em um processo natural que usa o conjunto de resíduos dos animais e vegetais da fazenda. Vale ressaltar que para implantar a produção orgânica é preciso esperar três anos para que o solo seja purificado, para aí sim, lançar o método alternativo de cultivo dentro dos princípios de sustentabilidade ecológica, social e econômica.
Considerado um produto “premium”, o café orgânico tornou-se há alguns anos uma alternativa atraente numa época em que boa parte dos cafeicultores tradicionais enfrentava uma das piores crises de preços da história. No país, há, atualmente, cerca de 200 produtores de café orgânico.
O preço da saca do café orgânico está na faixa de 30 a 50% mais elevado do que o convencional, sendo que é variado conforme a qualidade de bebida. Porém um alerta: café orgânico não significa necessariamente café de qualidade, já que é possível cultivar um café robusta, por exemplo, sem a utilização de agrotóxicos.
Fonte: Mark Café
A iniciativa do 4C incentiva todos os atores da cadeia do café a participarem e implementarem seus princípios nas atividades realizadas diariamente. Todavia, no mercado do café comum, a menor quantidade de café comercializada equivale a um contêiner cheio. Dependendo da quantidade de café produzida pelos agricultores, esses podem participar individualmente ou por meio de uma “Unidade do Código Comum”, que pode ser um grupo de pequenos proprietários, uma cooperativa, organizações ou associações de produtores.
Para aderir ao sistema, os candidatos — tanto os compradores como os fornecedores — devem registrar-se na Unidade de Gestão do 4C e comprometer-se a adotar o conceito de aperfeiçoamento contínuo das práticas de produção, processamento e comercialização do café. Ao se registrarem, os candidatos concordam em seguir o Regulamento de Participação. Os participantes interessados e oriundos da cadeia produtiva do café verde são solicitados a medir e analisar seu desempenho, por meio de uma auto-avaliação.
O objetivo é alcançado quando as práticas consideradas inaceitáveis são excluídas e o padrão “amarelo médio” é atingido. Sendo o registro bem sucedido, os participantes têm permissão para vender ou comprar o café inserido nos padrões estabelecidos pelo 4C. Um sistema de monitoramento interno, no âmbito da respectiva Unidade do Código Comum, possibilita aos agricultores preservar os dados inerentes as suas práticas. Auditorias externas e independentes e o automonitoramento ininterrupto garantem um processo de aperfeiçoamento contínuo. A iniciativa do 4C já atua em estreita cooperação com outras relacionadas à sustentabilidade e estabelecimento de padrões, além de buscar elevar os níveis da ação cooperante. Isso inclui um processo de planejamento de avaliação que engloba iniciativas variadas de padronização para o setor cafeeiro.
Para mais informações acesse o site www.sustainable-coffee.net
Fonte: Mark Café
O cafezinho é uma das paixões do brasileiro, acostumado a apreciar a bebida seja no início da manhã, na panificadora, no trabalho e ainda existem aqueles que preferem tomar durante todo o dia.
Para ter qualidade, é fundamental que o café seja puro e os consumidores podem verificar essa informação por meio do selo de pureza, expedido pela Associação Brasileira das Indústrias de Café (Abic) nos rótulos das embalagens que possuem esta certificação.
O selo de pureza, que já era um instrumento importante para o consumidor, na opinião de Manoel Assis, diretor Comercial e Industrial da Mitsui Alimentos, uma das maiores torrefadoras e exportadoras de café do país, se tornou essencial desde a regulamentação do Ministério da Agricultura para o café torrado em grão e o moído. A partir da determinação do órgão do Governo Federal, as impurezas, ou seja, cascas e paus estão limitados a 1% e o teor de umidade em 5% no café. "A Mitsui Alimentos é uma das empresas devidamente certificadas pela associação com o selo de pureza, dando aos seus clientes ainda mais credibilidade do produto ofertado", destaca o diretor.
A fiscalização está em prosseguimento pela União nas prateleiras dos supermercados e estabelecimentos que vendem café, o que torna o selo da impureza interessante também para o varejo, que tem a garantia de adquirir um produto puro para vender aos consumidores. Apenas neste ano, 2.880 amostras de café em todo o país serão analisadas.
Criado há 22 anos pela Abic para reduzir as fraudes e adulterações do café no país, o selo é pioneiro no setor de bebidas e alimentos. Neste período, a instituição certificou exatamente 1.111 marcas de 466 indústrias brasileiras associadas, que passaram pelo processo de análise em laboratórios credenciados.
A melhoria na qualidade do café também resultou no aumento da produção. Em 1985, seis milhões de sacas eram industrializadas no país, enquanto atualmente, mais de 19 milhões são produzidas.
Consumidores de café no Brasil já têm conhecimento sobre o selo de pureza, de acordo com pesquisas realizadas pela associação, e a certificação se tornou um dos motivadores para a escolha da marca. Por meio do site da Abic, vendedores e consumidores podem ter acesso à relação de marcas autorizadas para o uso do selo de pureza: (http://www.abic.com.br/publique/media/SEP_marcasautorizadas.pdf).
A Mitsui Alimentos produz e comercializa café em todo o país pelas marcas Brasileiro, Bandeira, Três Fazendas e Bandeirantes.
Fonte: Abic
O Gerente Geral da Agência do Banco do Brasil de Patrocínio, Salvador Gonçalves de Oliveira, em visita à Acarpa no dia 16 de setembro, entregou em mãos ao Presidente da instituição uma correspondência informando as condições negociais para as propostas acolhidas na 19ª edição do Seminário do Café:
• Data para acolhimento das propostas: 27 de setembro a 15 de outubro. (Além de acontecerem durante o evento, poderão ser acolhidas até o dia 15 de outubro);
• Operações até R$ 300.000,00 acolhidas com recursos MCR 6-2, limite financiável até de 100% operações;
• Dispensa da taxa flat nos convênios BB Agro nas operações de FINAME RURAL, PSI, exceto quanto às operações de clientes com ROB (Receita Operacional Bruta) anual acima de R$ 90 milhões, a qual seria obrigatória nestas operações;
• Fluxo de contratação diferenciado no Centro de Suporte Operacional – BH;
• Liberação dos créditos será feita diretamente ao fornecedor conforme convênio cartão Agro Negócio.
O Banco do Brasil, além de parceiro no 19º Seminário, vem nos apoiando na divulgação do evento. Será veiculada uma mensagem no rodapé dos extratos bancários dos clientes Banco do Brasil conforme o cronograma: Agências do Estado de MG, no dia 22 de setembro; Agências da Gerev-Patos de Minas, nos dias 23 e 24 de setembro, e na agência de Patrocínio nos dias 25 e 26 de setembro.
O Banco do Brasil estará presente no Seminário do Café durante os quatro dias do evento. Para agilizar o atendimento, o departamento técnico da ACARPA orienta o produtor a procurar a agência para atualização de cadastro e limites.
Fonte: Peabirus
Por Ensei Neto
O Brasil assumiu a posição de maior produtor mundial de café por volta de 1887, deixando para trás o até então domínio absoluto da Indonésia e suas maravilhosas ilhas.
Para se ter idéia, já em 1872, através de trabalhos do pesquisador Robert Hewitt Jr, o governo norte-americano considerava que o nosso país é o que apresentava melhores condições para a expansão da cafeicultura entre todos os países produtores da época!
Começando sua saga pelo Pará, encontrou nas áreas não tão distantes do litoral (o que facilitou inegavelmente toda a logística de exportação) a aptidão para que as incontáveis safras brasileiras viessem a inundar o mundo. Da Bahia ao Paraná, em linha reta mais de 80% dos Territórios Brasileiros de Produção de Café não distam mais que 100 km do Oceano Atlântico. Por outro lado, a disposição francamente longitudinal do Cinturão Brasileiro do Café dá características excelentes para que maravilhosos frutos possam surgir.
O Brasil sempre teve postura agressiva na agricultura desde o Ciclo do Açúcar. Sempre foi um produtor massivo e de grandes proporções. Foi aqui que o sistema conhecido por plantation ganhou seu verdadeiro significado. E na cafeicultura não foi diferente.
Extensas lavouras de café se tornaram a paisagem predominante no Rio de Janeiro, que se repetiu em Minas Gerais e São Paulo, fazendo surgir uma nova classe de nobres conhecida por Barões do Café, cujos títulos eram regiamente pagos ao Imperador D. Pedro II. Havia, ainda, alternativas para outros, digamos, níveis de investimento, que eram os títulos de Conde ou Visconde.
Talvez pela nobreza de seus títulos ou até pela tradição, a classe dos cafeicultores adquiriu viés de poder muito grande, participando ativamente da vida política do Brasil, o que certamente fez surgir a visão de competição entre si. Na verdade, num mundo globalizado como o nosso, faz muito mais sentido que as atividades sejam interligadas, que os diferentes elos da cadeia produtiva possam interagir francamente. O bom relacionamento entre todos os elos, seja o do produtor, o da indústria de torrefação, das cafeterias, dos operadores de equipamentos e até o varejo, faz com que o mercado progrida. Mercado bom é mercado grande!
E para fazer com que o mercado se torne ainda mais dinâmico, difundir o conhecimento entre os consumidores torna-se fundamental. Mercado bom é mercado de “sabidos”! Consumidor mais consciente e sabido sobre preparos e origens, estimula o crescimento de forma virtuosa, premiando todos os que trabalham sob o espírito da excelência.
Fonte: Peabirus
A alimentação fora de casa ficou 11,09% mais cara nos últimos 12 meses, superando a alta dos preços dosalimentos e bebidas em geral, que foi de 10,29%. A alta mais intensa foi a do cafezinho, de 13,37%. A menor alta ficou com os doces, cujo preço subiu 8,34%.
Os números são do IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados nesta terça-feira (20) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Considerando apenas o mês de setembro, o consumidor que se alimenta fora de casa está desembolsando 0,43% mais do que em agosto.
Neste caso, o destaque ficou com o café da manhã, que pesou 0,8% a mais no bolso. Depois, aparecem o lanche (0,669%) e outras bebidas alcoólicas (0,55%).
De janeiro a setembro, consumidores de Curitiba e Recife foram os mais penalizados pelo aumento de preços ao comer fora de casa.
No domicílio, o Rio de Janeiro é a capital onde os preços da alimentação no domicílio mais subiram, com alta acumulada em 12 meses de 11,06%, frente à média nacional de 9,91%.
De janeiro a setembro, a alimentação em casa subiu 2,74%, com destaque também para o Rio de Janeiro, onde a alta foi de 5,60%. Neste mês, a alimentação feita em casa ficou 0,88% mais cara, com a maior alta novamente no Rio de Janeiro, de 1,61%.
Fonte: UOL Economia
A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e o Instituto Brasileiro de Turismo (EMBRATUR) firmaram um acordo de cooperação técnica com o objetivo de realizar ações promocionais e de comercialização do Brasil como destino turístico no mercado internacional, vinculado, nesse caso, à divulgação dos cafés especiais do País.
Segundo as partes, o acordo viabilizará, no exterior, a realização de ações conjuntas voltadas ao apoio comercial e promocional dos produtos, serviços e destinos turísticos nacionais, além da exposição de um ícone brasileiro no mercado externo, o café, agregando valores à promoção da imagem do País e, principalmente, promovendo a oportunidade da ampliação dos negócios para o segmento dos grãos especiais.
“A EMBRATUR e a BSCA tem em seu foco a promoção das maravilhas brasileiras, e este acordo, de exposição de nossas riquezas, possibilita a compreensão das peculiaridades do País e desperta o interesse em nossas diversidades, aproximando o consumidor e estimulando o desejo de visita ao Brasil, seja a lazer, fortalecendo o país como destino turístico, seja a negócios, intensificando a abertura de novas relações comerciais nos mais diversos setores da economia”, explica o presidente da Associação, Luiz Paulo Dias Pereira Filho.
Dentro das ações da Agenda de Promoção da EMBRATUR no exterior, está a participação em feiras internacionais de turismo, que são um instrumento amplo para a divulgação dos produtos brasileiros, como os Cafés do Brasil, e de destinos turísticos nacionais junto ao público final, imprensa e profissionais da cadeia produtiva do turismo.
Para apoiar as ações de promoção e comercialização dos cafés, destinos turísticos e outros ícones culturais brasileiros no exterior, será proposta a utilização de estratégias diferenciadas e inovadoras de divulgação do país no estande do Brasil estruturado pela EMBRATUR. A BSCA fica responsável, nesse espaço, pela realização de sessões de degustação dos cafés especiais brasileiros ao longo dos eventos. Além disso, a Associação manterá sua estratégia de apresentar e promover os cafés brasileiros através da distribuição de materiais informativos e brindes promocionais.
Primeira ação
O primeiro fruto dessa parceria público-privada vem sendo colhido na International French Travel Market – IFTM / TOP RESA, em Paris, na França, que começou hoje (20) e se estende até o dia 23 de setembro. Esta ação também conta com a parceria da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que apoia todas as ações da BSCA na promoção internacional dos cafés especiais brasileiros. No estande nacional estruturado pela EMBRATUR, há o espaço “Café Brasil”, onde é realizada a degustação dos cafés especiais produzidos no Sul e no Cerrado de Minas Gerais, no Espírito Santo, na Bahia e na Mogiana Paulista.
A IFTM / TOP RESA é uma feira B2B (business to business) do turismo na França, sendo considerado um encontro de referência dos profissionais do setor para interagir, negociar e entender as evoluções do setor. O evento propõe um panorama geral e completo do turismo: lazer, negócio e eventos.
Fonte: Asscom BSCA/ Paulo André Colucci Kawasaki