O porto de Santos exportou 673.175 sacas, o porto de Vitória embarcou 77.445 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 2.900 sacas, o porto de Sepetiba exportou 1.440 sacas, o porto de Salvador enviou -??, enquanto os outros portos exportaram 11.123 sacas de café.
Também até o dia 13, o Cecafé registrou a emissão de 1.065.603 certificados de origem, dos quais 900.001 são referentes a arábicas, 69.288 a conillon e 96.314 de solúvel.
Ao completar 40 anos desde a sua fundação, a Café Utam decidiu investir pela primeira vez na modernização de sua marca, bem como na revitalização das embalagens dos seus produtos. Desde o início do ano, a alta diretoria da indústria alavancou o projeto de reformulação de sua identidade corporativa. A mudança da marca integra um processo global de renovação da companhia, iniciado em 2010, com a implementação de um modelo diferenciado de gestão, sob liderança da nova diretoria e a estruturação de negócios do grupo.
Para a criação da nova marca foi necessário um intenso trabalho de branding, conduzido pela agência de São Paulo, Projeto Integrado, que culminou no desenho de uma logomarca vinculada aos valores como modernidade e dinamismo. A agência também procurou traduzir no design toda a preocupação da companhia em estar próxima de cada geração de seus consumidores.
De cara nova, a marca Utam ganhou letras (fontes) de formas mais orgânicas, que facilitam a leitura, juntamente com cores fortes, que se diferenciam de acordo o tipo de produto.
O logotipo também recebeu novo desenho. A intenção foi fazer com que as letras da palavra Utam facilitem a convivência da marca em todos os ambientes e meios de comunicação em que ela circule. Para isso, elas foram levemente inclinadas para trazer dinamismo para a marca e facilitar o processo de leitura - feito cada vez mais rápido pelos consumidores. Os arcos, que compõem a marca do café, tiveram seus contornos arredondados, mas as cores amarela e vermelha foram mantidas para permanecer a percepção do logotipo anterior.
Nas embalagens, o atrativo ficou por conta das imagens de grãos e de uma fumaça de café ao fundo. O objetivo é despertar no consumidor a lembrança de momentos agradáveis relacionados ao consumo da bebida. As embalagens também trazem um cenário estilizado, que é ilustrado por ramos de café.
Concepção
Para Christian Klein, diretor da Projeto Integrado, agência que criou a nova marca, o principal desafio no desenvolvimento da identidade visual foi demonstrar para os tradicionais consumidores da Café Utam a preocupação da empresa em se modernizar, mas sem perder essência e valores. “Para uma marca de 40 anos de existência, este compromisso é vital para que ela seja sempre vista dentro das expectativas de evolução
da própria vida cotidiana”, diz.
Ainda de acordo com Klein, as marcas são bens valiosos porque contêm todos os valores de uma empresa. E são para a vida toda, desde que bem “cuidadas”. “Cabe às empresas conduzi-las dentro de parâmetros mercadológicos e estéticos que demonstrem sua essência, seu foco de atuação e a convivência com seus consumidores”, enfatiza.
Para o desenvolvimento da nova identidade visual da Utam, o publicitário explica que foram observados fatores relacionados ao micro e macro cenário, além de tendências globais de comportamento e expectativa dos consumidores, critérios estéticos e relacionados ao negócio e aos produtos. “A atitude empresarial do detentor da marca também conta muito”, afirma Klein.
Segundo a presidente da Café Utam, Ana Carolina Soares de Carvalho, seis produtos já receberam a nova concepção visual. São eles: os cafés Tradicional, Extraforte, Classic,
Gourmet, Solúvel e a linha de Cappuccinos. “Em breve, todo o portfolio de produtos da companhia será reformulado”, garante. Atualmente, a Utam trabalha com nove marcas de cafés torrados e moídos, duas marcas de cafés em grãos torrados, uma marca de café solúvel, duas marcas de cappuccinos, saches personalizados e produtos destinados a foodservice.
Fonte: Verbo Nostro Comunicação Planejada
Na terça-feira (13), cerca de 40 integrantes do Núcleo de Estudos em Cafeicultura (Necaf) participaram de uma apresentação diferente. O congolense Mukeshambala Franchement, mestrando do Programa de Pós-Graduação em Fitotecnia da Universidade Federal de Lavras (UFLA), foi muito além da ciência agronômica para descrever o objetivo de estar em uma universidade no Brasil. Ele tem a missão de se capacitar para ser um multiplicador do conhecimento em seu país, como uma semente de esperança em meio a inúmeras adversidades.
Franchement foi um dos selecionados para participar de um amplo programa de cooperação Brasil/África, que inclui uma parceria entre a UFLA e a Universidade Livre do País dos Grandes Lagos (ULPGL), localizada na cidade de Goma, no Congo. Esta parceria, que ao todo trará ao Brasil 60 professores do Congo para capacitação, tem a coordenação do professor do Departamento de Engenharia (DEG), Gilmar Tavares. No mestrado, Franchement tem como orientador o professor de Cafeicultura, Rubens José Guimarães.
O congolense simpático que aprendeu a falar Português em menos de um mês não se limitou a falar sobre a cafeicultura do Congo, mas deu uma aula sobre a determinação de um povo sofrido por guerras, vulcões, massacres e doenças. Sobre um país de extrema pobreza, em que cerca de 75% da população vive com menos de um dólar por dia, com educação precária e dificuldades de acesso à água e à sanidade básica. De um povo que tem uma expectativa de vida de 43 anos e convive com mais de 2,6 milhões de cidadãos portadores do HIV (Aids).
Mas a diferença de Franchement e da nova geração que ele representa é que em meio a tantos problemas, existem também oportunidades. Há uma nova geração empenhada em reconstruir um país de solo rico, de minerais preciosos e disputados e de áreas agricultáveis, com flora exuberante a fauna diversa. São mais de 120 milhões de hectares agricultáveis, predominantemente de solo fértil e vulcânico, mas que só 10% é cultivado.
O café está entre as atividades de maior importância de exportação, com uma produção, em 2010, na casa das 350 mil sacas. O problema está na rentabilidade da atividade, que sofre não apenas de pragas e doenças, mas ainda de fraudes e atravessadores, responsáveis por reduzir a receita anual da atividade, que saiu de 350 milhões na década de 80, para em torno 2,5 milhões nos últimos anos. O cultivo é sombreado e não utiliza fertilizantes. A província de Franchement é conhecida pela produção do Café Kivu, café especial muito apreciado na Europa.
Foram muitas informações apresentadas, sobre geografia, sociologia, economia e história do Congo. Mas a lição apreendida foi de solidariedade e perseverança. Um exemplo de um jovem congolense que acredita na educação e na transferência de tecnologias para mudar o futuro de seu povo.
Fonte: Polo de Excelência do Café
Por Júlio Alves
Em meio ao cenário turbulento da economia mundial, as commodities ainda apresentam uma forte valorização, principalmente o café. Hoje, nos deparamos com o 19º semestre consecutivo de valorização de preços do café, com um ritmo de crescimento de 1,5% ao ano e demanda crescente, em torno de 2,5%. Os principais motivos são a forte queda do dólar nos últimos anos e o descompasso entre a demanda e a oferta mundial. O grão já passou por altas e quedas desde a sua chegada ao Brasil. Em meados de 1820, o café ganhou reconhecimento internacional, sendo o maior produto de exportação do país. Na mesma época, já eram exportadas cerca de 3 milhões de sacas ao ano, ou seja, 43,8% das commodities comercializadas internacionalmente, sendo conhecido na época como o “ouro verde”, tamanho o valor agregado do produto. Com a crise de 1929 (iniciada com o crash da Bolsa de Valores de Nova York), os reflexos negativos sobre o preço do café afetaram, de forma significativa, sua valorização mundial.
Hoje, o que se nota, ainda, é a estabilidade do nível de produtividade por hectare, ou seja, para ter um aumento significativo do volume de produção será necessária uma expansão da área de plantio, o que faz a oferta do café inelástica para os próximos três anos, tempo necessário para a área plantada começar a produzir. A Colômbia, segundo maior produtor mundial de café arábica, reduziu em 5,6% as expectativas para a produção do país devido a problemas climáticos, segundo a Federação Nacional dos Produtores de Café do vizinho do Norte, enquanto o Brasil está se mantendo em linha com as expectativas um volume de 47,7 milhões de sacas.
O que percebemos é que o café parece ter encontrado um forte suporte no patamar dos US$ 306 a saca. Mesmo com todo esse cenário fundamentalista para o produto, temos que ficar atentos aos problemas financeiros dos Estados Unidos, países europeus e a produção dos danos das lavouras brasileiras. A nossa próxima safra corre o risco de ser comprometida devido à geada na região produtora do Sul de Minas. Como grande parte das folhas foram queimadas pelo frio intenso, a planta concentrará forças em repô-las, em vez de utilizar nutrientes para a fixação da florada. A expectativa é de que haja uma quebra de 2 milhões de sacas para safra deste ano, no entanto só saberemos as reais dimensões com o início do período das chuvas que se aproximam. O que é certo é mais um fator contribuinte para a diminuição da oferta e, consequentemente, a alta dos preços.
O Sul de Minas, hoje o principal polo produtor de café do Brasil, já se encontra com 90% da safra 2010/11 colhida. Segundo Francisco Miranda, presidente da Cooperativa dos Cafeicultores de Três Pontas, os produtores estão muito otimistas com relação aos preços do produto. Por isso, seguram seus estoques com expectativa de vendê-los a preços melhores, acima dos atuais R$ 512 a saca de café bebida dura, tipo 6.
Fonte: Peabirus/ Júlio Alves-Operador da mesa de BM&F, da MBK-Vermont Investimentos
Nesta quinta-feira, o tempo fica fechado com chuva fraca no decorrer do dia no Rio de Janeiro, no Espírito Santo, na Zona da Mata mineira e no Vale do Rio Doce. No litoral paulista e na Grande São Paulo, o céu fica nublado com chuviscos. No Triângulo Mineiro e no norte paulista, o céu fica com muitas nuvens e chove a qualquer hora, mas o sol aparece. Nas demais áreas do Sudeste, o dia é de sol forte e calor à tarde, sem chuva.
Regiao Norte
Nesta quinta-feira, o tempo segue com muito sol e calor, sem chuva, no Tocantins e no leste do Pará. Já no centro-sul e no leste do Amazonas, no oeste do Pará e na maior parte de Rondônia, o sol aparece entre muitas nuvens e chove a qualquer hora do dia. No oeste de Rondônia e nas demais áreas do Norte, o sol predomina, mas a nebulosidade aumenta com o tempo abafado e há previsão de pancadas de chuva a partir da tarde.
Regiao Nordeste
Nesta quinta-feira, o tempo fica chuvoso no litoral da Paraíba e do Rio Grande do Norte. Toda a faixa leste e norte do Nordeste tem previsão de pancadas de chuva a qualquer hora do dia, mas o predomínio ainda é de sol. Nas demais áreas da Região, o céu fica praticamente sem nuvens e o sol brilha forte. Durante a tarde, faz bastante calor e a umidade relativa do ar segue baixa.
Regiao Centro Oeste
Nesta quinta-feira, o sol aparece entre muitas nuvens e chove a qualquer hora do dia no oeste de Mato Grosso. Já em Mato Grosso do Sul, no norte de Goiás e no Distrito Federal, o sol brilha forte, faz calor à tarde e não há condições de chuva. Nas demais áreas do Centro-Oeste, o sol também predomina, mas a nebulosidade aumenta e provoca pancadas rápidas de chuva a partir da tarde.
Regiao Sul
Nesta quinta-feira, o céu volta a ficar nublado no leste de Santa Catarina e do Paraná, com previsão de chuva fraca a qualquer hora do dia. Na região central paranaense e catarinense, o dia amanhece com sol e muitas nuvens, mas o tempo abre a partir da tarde e não chove. Na região de Uruguaiana, no sudoeste do Rio Grande do Sul, o predomínio é de sol, mas há previsão de chuva rápida a partir da tarde. Nas demais áreas do Sul do Brasil, o sol brilha forte, faz calor à tarde e o tempo fica firme.
Por Júlio Alves
Em meio ao cenário turbulento da economia mundial, as commodities ainda apresentam uma forte valorização, principalmente o café. Hoje, nos deparamos com o 19º semestre consecutivo de valorização de preços do café, com um ritmo de crescimento de 1,5% ao ano e demanda crescente, em torno de 2,5%. Os principais motivos são a forte queda do dólar nos últimos anos e o descompasso entre a demanda e a oferta mundial. O grão já passou por altas e quedas desde a sua chegada ao Brasil. Em meados de 1820, o café ganhou reconhecimento internacional, sendo o maior produto de exportação do país. Na mesma época, já eram exportadas cerca de 3 milhões de sacas ao ano, ou seja, 43,8% das commodities comercializadas internacionalmente, sendo conhecido na época como o “ouro verde”, tamanho o valor agregado do produto. Com a crise de 1929 (iniciada com o crash da Bolsa de Valores de Nova York), os reflexos negativos sobre o preço do café afetaram, de forma significativa, sua valorização mundial.
Hoje, o que se nota, ainda, é a estabilidade do nível de produtividade por hectare, ou seja, para ter um aumento significativo do volume de produção será necessária uma expansão da área de plantio, o que faz a oferta do café inelástica para os próximos três anos, tempo necessário para a área plantada começar a produzir. A Colômbia, segundo maior produtor mundial de café arábica, reduziu em 5,6% as expectativas para a produção do país devido a problemas climáticos, segundo a Federação Nacional dos Produtores de Café do vizinho do Norte, enquanto o Brasil está se mantendo em linha com as expectativas um volume de 47,7 milhões de sacas.
O que percebemos é que o café parece ter encontrado um forte suporte no patamar dos US$ 306 a saca. Mesmo com todo esse cenário fundamentalista para o produto, temos que ficar atentos aos problemas financeiros dos Estados Unidos, países europeus e a produção dos danos das lavouras brasileiras. A nossa próxima safra corre o risco de ser comprometida devido à geada na região produtora do Sul de Minas. Como grande parte das folhas foram queimadas pelo frio intenso, a planta concentrará forças em repô-las, em vez de utilizar nutrientes para a fixação da florada. A expectativa é de que haja uma quebra de 2 milhões de sacas para safra deste ano, no entanto só saberemos as reais dimensões com o início do período das chuvas que se aproximam. O que é certo é mais um fator contribuinte para a diminuição da oferta e, consequentemente, a alta dos preços.
O Sul de Minas, hoje o principal polo produtor de café do Brasil, já se encontra com 90% da safra 2010/11 colhida. Segundo Francisco Miranda, presidente da Cooperativa dos Cafeicultores de Três Pontas, os produtores estão muito otimistas com relação aos preços do produto. Por isso, seguram seus estoques com expectativa de vendê-los a preços melhores, acima dos atuais R$ 512 a saca de café bebida dura, tipo 6.
Fonte: Peabirus/ Júlio Alves-Operador da mesa de BM&F, da MBK-Vermont Investimentos
A certificação Comércio Justo foi conferida pela primeira vez a cafeicultores no Triângulo Mineiro vinculados à Associação dos Pequenos Produtores do Cerrado (APPCER). Nesse modelo de venda, os cafeicultores têm a garantia do pagamento de um preço mínimo pela saca, além de não ter a figura do atravessador. Espera-se que duas mil sacas sejam comercializadas ainda em 2011.
Entre os benefícios decorrentes dessa ação, destacam-se o aumento do lucro para os produtores, a redução do impacto ambiental provocado pelo cultivo do grão e a melhoria na gestão do negócio. A certificação garante a rastreabilidade do produto, consistência das negociações e certeza do pagamento do preço mínimo e prêmio.
De acordo com o presidente da APPCER, José da Cruz Pereira, a saca de café com essa certificação custa em média R$ 100 a mais que a comum. Com isso, os agricultores têm um aumento nos ganhos de até R$ 70. Os outros R$ 30 são destinados à Associação, que deve decidir, em assembléia, a melhor maneira de empregar o dinheiro em benefício da comunidade
A APPCER possui 39 produtores filiados e 27 deles foram certificados. Isso significa que a maior parte dos produtores amadureceu a gestão de seus negócios – melhoraram significativamente as práticas comerciais, fazem uso controlado de agrotóxicos e observam as leis ambientais e trabalhistas.
O Sebrae em Minas Gerais teve participação preponderante para que esse objetivo fosse alcançado. Para o responsável técnico pelo Projeto Café do Cerrado Fairtrade, Marcos Antônio dos Reis Teixeira, ao longo de um ano foram realizadas diversas consultorias e cursos, além de intercâmbios com associações que já têm experiência em vender o café certificado.
O cerrado mineiro, com apoio do Sebrae, tornou-se também a primeira região produtora de café do país a conquistar a Indicação de Procedência, em 2005. A parceria da instituição com as entidades representativas dos produtores resultou em mais uma conquista: o pedido de Denominação de Origem junto ao Instituto Brasileiro de Propriedade Industrial (INPI).
Fonte: Agência Sebrae de notícias
Hameed Huq, o diretor-gerente da empresa índiana Tata Coffee diz em entrevista a uma TV local, que o aumento no preço ajudou a firmar as suas exportações. Falando sobre o efeito do aumento dos preços, Huq disse que Tata Coffee passou este aumento a seus clientes. “Assim, vemos uma linha muito firme nos preços”, disse ele. Daqui para frente, Huq espera que o preço do café para permanecer nesse nível devido a níveis de estoque se esgotando em países consumidores.
“Não há café suficiente no mundo e que está levando ao endurecimento dos preços”, acrescentou. Sobre a probabilidade de novo aumento de preços, ele disse “ Nós tivemos que aumentar os nossos preços domésticos, mas nossos volumes domésticos são muito pequenos. Este aumento dos preços do café tem realmente nos ajudou a firmar a nossa exportação de café solúvel do negócio.
Houve uma correção de cerca de um mês atrás, quando os preços do café tinha recolhido até cerca de 230 centavos de dólar por libra e que mais uma vez voltou a 280 centavos de dólar por libras, que está mostrando aumento de quase 20%. Temos sido capazes de passar por este aumento nos preços verde para nossos clientes”. Sobre que el esperar para o resto do ano em termos de aumentos de preços. Ele responde , “A goma-arábica, que é basicamente a contabilidade mundial dominante café gama por quase 70% da produção mundial, está em falta.
Os estoques nos países consumidores têm descido e que está levando a uma dureza fundamental subjacente que está a apoiar os preços a este nível. Depois de os preços do café começando a subir em junho, a idéia era que eles iriam corrigir e descer. No entanto, eles sofreram durante os últimos 15 meses e nossa leitura é daqui para frente esses preços permanecerão.
Uma vez que os preços arábica sobe, há um aumento simpática na robusta. Embora o Vietnã está saindo com uma colheita relativamente grande, não houve qualquer abrandamento dos preços. Há talvez uma pequena correcção, com a nova safra nos próximos, mas no momento não há café suficiente no mundo e que está levando ao endurecimento dos preços.
Fonte: Café da Terra