Ano IV - Nº 840 - Informativo Diário do Agronegócio Café - Quarta-feira, 06/11/2002

 

Cambraia: prejuízos da safra deixam mercado ansioso

     Leia, a seguir, entrevista com o presidente da Sul-Minas Café, Henrique Cambraia. Ele analisa o atual comportamento do mercado de café e comemora o resultado do concurso de cafés especiais da BSCA que premiou um grande número de produtores do sul de Minas Gerais. 

Coffee Break — Como o senhor tem analisado o comportamento do mercado?
Henrique Cambraia — Nem bola de cristal pode ser suficiente para mostrar exatamente o direcionamento do mercado. Porém, acreditamos que o atual cenário, com alguma recuperação de preços, vem muito da insegurança dos players lá fora que não sabem certamente o que irá acontecer com a safra brasileira do ano que vem. O sentimento no mercado é que a safra de 2003 deverá registrar prejuízos significativos. A bolsa de Nova Iorque também tem demonstrado um comportamento muito especulativo. Temos visto que nos últimos dias está havendo uma entrada muito grande de participantes que não são do mercado de commodities. Muitos operadores "migraram" de outros negócios para as commodities, especialmente o café.

Coffee Break — As lavouras estão realmente debilitadas?
Cambraia — O comprometimento da safra do ano que vem, que vem motivando esse sentimento de apreensão no mercado internacional, pode ser facilmente percebido. Basta, para tanto, que se ande pelas lavouras do país e poderá ser constatado um cenário de muito prejuízos, com as plantas estando consideravelmente debilitadas. 

Coffee Break — O senhor tem andado pelas áreas produtoras?
Cambraia — Nos últimos meses estivemos realizando algumas viagens por regiões produtoras do Espírito Santo e de Minas Gerais e vimos que, realmente, as plantas estão sendo sacrificadas. A seca prolongada fez com que as lavouras fossem castigadas e, sem dúvida alguma, a safra do próximo ano será comprometida. Não é possível saber o nível dessa quebra, mas os prejuízos deverão ser bastante altos. 

Coffee Break — E os preços estão sendo compensadores?
Cambraia — Eu acredito que o atual nível de preços pode ser considerado o mínimo. Não é possível continuar pensando o café em patamares inferiores a R$ 150, que em dólar é um valor muito baixo. Eu acredito que praticamente as bases de preço já estão definidas e são próximas do nível atualmente verificado no mercado internacional e também no físico brasileiro. 

Coffee Break — A partir de janeiro um novo presidente assumirá. O que o café pode esperar do governo Lula?
Cambraia — Se tudo correr dentro do que tem sido dito pelo presidente eleito, o café não tem motivos para piorar, pelo contrário. 
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     O novo presidente tem reiterado que fará um governo voltado para o estímulo à produção e à exportação, que são pontos totalmente favoráveis ao setor cafeeiro. Se o novo governo cumprir com o que está sendo dito, acredito que o café estará em bons lençóis, sendo, inclusive, prestigiado. 

Coffee Break — O sul de Minas foi o destaque no concurso da BSCA. Como os produtores estão encarando a preocupação com a qualidade?
Cambraia — No ano passado tivemos um lote de cafés classificados no Cup of Excellence e isso estimulou alguns compradores japoneses a visitar nossas regiões produtoras e conhecer um pouco mais sobre os nossos cafés. E nesse contato temos sentido que a aceitação do café com a "qualidade Brasil" tem sido muito boa. E a região sul de Minas Gerais está conseguindo resultados dos mais favoráveis. Na classificação do Cup of Excellence deste ano, os cafés da região voltaram a garantir ótimos colocações. Isso reflete o grande esforço e a dedicação dos produtores da região, que trabalham voltados para a qualidade. O nível de maturação do café no sul de Minas também foi muito bom, bem melhor que o verificado no restante do país, o que garantiu que tivéssemos uma produção de excelente qualidade. 

Coffee Break — Com uma safra menor no próximo ano o Brasil pode perder mercado?
Cambraia — Não acredito que a safra menor de 2003 possa fazer com que o mercado para os "Cafés do Brasil" se retraia. E bom lembrar que temos um significativo carry over. Temos de torcer para que o clima nos ajude, com a umidade ficando em níveis normais. Se isso ocorrer, o ano será bastante favorável para trabalharmos a qualidade.

Déficit hídrico em Varginha se acentua


     A Estação de Avisos Fitossanitários, do Ministério da Agricultura, em Varginha, emitiu seu mais novo boletim, referente ao mês de outubro. O documento, assinado pelos engenheiros agrônomos Antônio Eustáquio Miguel, Leonardo Bíscaro Japiassú e Antônio Wander R. Garcia, aponta que o índice pluviométrico em outubro, naquela região, foi de 63,0 milímetros, contra uma média histórica de 108,1 milímetros. O déficit hídrico no final do mês foi de 227,9 milímetros, decorrente do baixo índice pluviométrico nos últimos meses, associado a uma maior temperatura. Os agrônomos destacaram que o déficit é excessivo para a época, com reflexos negativos no pegamento das floradas ocorridas e conseqüentemente na próxima safra. A temperatura média foi de 23,7º C, acima da média histórica que é de 20,6º C. A temperatura máxima absoluta foi de 34,4o C e a mínima 13,5o C. A evapotranspiração potencial foi de 118,8 milímetros, sendo 20% a mais que a verificada no mesmo período do ano passado.
     O boletim aponta que a ferrugem, nas lavouras não controladas, apresentou um índice de infecção médio de 0,37%. Os técnicos ressaltaram que o controle preventivo com fungicidas cúpricos foliares deverá iniciar-se em novembro, ou através da aplicação de produtos sistêmicos via solo. A cercóspora teve percentagem média de infecção de 0,62%, contra um índice de 8,5% em setembro, não justificando o controle. A phoma também apresentou baixo índice de infecção. 
     Quanto às pragas, o bicho mineiro teve nível de infestação médio zero, contra uma presença de 8,5% no mês anterior. O ácaro vermelho também teve infestação mínima em outubro. O crescimento vegetativo chegou a 1,86 nó por ramo, contra um crescimento de 2,2% verificado em outubro de 2001. Veja no gráfico abaixo a situação de disponibilidade hídrica no solo na região de Varginha.
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CSCE volta a fechar no lado positivo

     Dia de boas altas na bolsa de Nova Iorque, em uma sessão caracterizada pelas compras de especuladores e de locais. Um operador ressaltou que desde a abertura o cenário foi favorável, porém, quando dezembro bateu em 150 pontos de alta, os locais resolveram realizar alguns lucros, o que fez com que o fechamento não fosse tão bom. Um broker observou que o comportamento da sessão de hoje será importante para buscar um direcionamento do mercado. Ele salientou que se as compras continuarem a ser verificadas, há uma sólida possibilidade de uma boa base de preço ser constituída. Um aumento considerável das rolagens de posição de dezembro para março foi observado, já que a notificação de dezembro inicia-se no próximo dia 19. O volume de negócios do dia somou 8.506 lotes. No mercado físico brasileiro o dia foi de forte retração por parte do produtor. Os compradores que estiveram no mercado - a Esteve e a Sumatra foram as mais ativas, segundo operadores - não conseguiram realizar negócios significativos, já que a oferta de cafés mais finos continua limitada. Um café com 13% de cata, no sul de Minas Gerais, teve cotação no nominal de R$ 185. Os estoques certificados da Coffee, Sugar and Cocoa Exchange tiveram alta de 22.859 sacas, indo para 2.451.984 sacas.
     A bolsa de Londres fechou esta terça-feira registrando boas altas e fazendo com que o contrato de janeiro ficasse no intervalo de 720 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, os torrefadores e os especuladores foram os principais compradores do dia. Os ganhos também foram sustentados pela ausência de vendas das origens que passaram toda a sessão de lado. Especulações sobre a safra vietnamita dominaram o pregão. Os cafés daquela origem ainda não estão chegando em volume considerável ao mercado internacional, o que vem dando margem a especulação sobre atraso no processo de colheita e também sobre uma quebra na produção final do maior produtor mundial de robusta. Um broker ressaltou que o cenário, no curto prazo, parece ser favorável, já que as origens devem continuar a atual retração. Por outro lado, há a expectativa sobre como será o comportamento da bolsa londrina com a chegada dos cafés da safra nova do Vietnã e da Indonésia ao mercado.
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     Existe o temor de que um aumento das vendas desses produtores poderá desencadear uma liquidação mais forte por parte dos fundos, que teriam aproximadamente 25 mil lotes "long" em mãos. O volume total de negócios da sessão desta terça-feira foi de 4.173 lotes. 
     No fechamento, dezembro, em Nova Iorque, subiu 65 pontos, com 65,90 centavos por libra peso. Março apresentou oscilação positiva de 80 pontos, com 68,95 centavos por libra peso e maio ascendeu 70 pontos, com 70,70 centavos por libra peso. Na Liffe, de Londres, o contrato de novembro teve alta de 16 dólares, com 710 dólares por tonelada. Janeiro também ascendeu 16 dólares, com 720 dólares por tonelada e março teve valorização de 14 dólares, com 733 dólares por tonelada.


Vietnã cria fundo com taxação de embarques

     A Vicofa (Associação de Café e Cacau do Vietnã) implementou um novo programa de taxação das remessas de café do país ao exterior. De acordo com o novo plano elaborado pela entidade, os exportadores deverão depositar até 1% da receita obtida com os embarques. Os recursos gerados com esses depósitos formarão um fundo que deverá servir para amparar empresas comercializadoras que estão em dificuldade financeira. A Vicofa, com isso, pretende socorrer as empresas com capital vietnamita que não estão conseguindo se sustentar, devido aos baixos preços do café no mercado internacional. Além disso, apontou a entidade, os recursos poderão ser utilizados no financiamento de máquinas mais modernas para o processamento do grão. Num segundo momento, de acordo com a Associação, o programa poderá fazer com que os cafés a serem embarcados pelo país tenham uma melhor qualidade, já que uma tecnologia mais avançada estaria sendo empregada na manipulação dos grãos. A previsão da Vicofa é de que a taxação dos embarques comece a ocorrer no início do próximo ano.


Definidos lotes para leilão de cafés especiais 

     Os produtores de cafés finos do Brasil já estão em compasso de espera para o leilão de cafés promovido pela BSCA. Durante o Encontro de Cafés Especiais, realizado em São Paulo, foram divulgados os vencedores do Cup of Excellence, sendo que o cafeicultor José Carlos Pereira de Carvalho, de Cristina, no sul de Minas Gerais, foi o grande vencedor. Além disso, foram definidos os lotes que serão leiloados. No dia 10 de dezembro ocorrerá o primeiro leilão, envolvendo os lotes escolhidos, voltado para o mercado externo e, no dia 12 de dezembro, um novo pregão será efetuado, com as vendas voltadas para o mercado interno. Nesse segundo leilão serão ofertados 31 lotes, que não foram classificados para o pregão internacional. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Cafés Especiais, Marcelo Weiland Vieira, a finalidade do Concurso não foi apenas encontrar os melhores cafés de uma determinada safra e premiar os produtores responsáveis por eles, com um certificado, mas principalmente incentivar os cafeicultores em geral, a investir na cultura de cafés de alta qualidade. Nesse ano, segundo a BSCA, o júri ficou Impressionado com a alta média alcançada pelos participantes, uma vez que somente os cafés que recebem pontuação acima de 80 pontos são considerados "cafés especiais". No concurso brasileiro 57 deles ultrapassaram essa barreira, e desse total, 28 produtores foram selecionados para o leilão "Cup of Excellence". Minas Gerais foi o Estado que mais teve ganhadores, foram 20 do sul de Minas, um do cerrado, um da zona da mata e um da região mogiana. O Espírito Santo teve três representantes da região de Montanhas, seguido de um produtor do planalto baiano e um de Catanduva, interior de São Paulo. Veja no quadro abaixo os produtores que estarão ofertando seus lotes no próximo dia 10 de dezembro no leilão internacional.
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Lotes classificados pelo júri internacional e que serão ofertados em leilão pela internet
Produtores que receberam o prêmio Especial Gold Cup of Excellence (lotes com nota acima de 90 pontos)
Proprietário Cidade UF Nº Sacas
José Carlos Pereira de Carvalho (campeão) Cristina MG 28
Cláudio Carneiro Pinto Carmo de Minas MG 20
Daltro Noronha Barros Cristina MG 84
Jacques Pereira Carneiro Carmo de Minas MG 25
Paulo Sérgio de Almeida e outros Paraisópolis MG 50
Produtores que receberam o Prêmio Cup of Excellence
Proprietário Cidade UF Nº Sacas
Aílton Santos Muzambinho MG 25
Carlos Mário Gomes de Almeida Cambuquira MG 20
Cláudio Junqueira Ferraz de Almeida Carmo de Minas MG 40
Daterra Atividades Rurais Ltda Patrocínio MG 20
Eunice Maria Frota Ferreira de Campos São Francisco de Paula MG 46
Euzébio Benturim Castelo ES 20
Francisco Isidro Dias Pereira Carmo de Minas MG 20
Guarino Bissoli Afonso Cláudio ES 20
Heitor de Abreu Azevedo Lavras MG 20
Ipanema Agrícola Ltda Alfenas MG 58
Jorge Mackssur Cristina MG 20
José Bernardes Santana Viçosa MG 29
José Wagner Ribeiro Junqueira Carmo de Minas MG 20
Laércio Aparecido Medeiros Itamogi MG 35
Luiz Botelho de Macedo Costa Poços de Caldas MG 51
Luiz Carlos Queiroz Salvador BA 22
Luiz Paulo Dias Pereira Carmo de Minas MG 28
Manoel Carlos Hernandes Fortaleza de Minas MG 138
Maria Valéria Costa Pereira Carmo de Minas MG 20
Mariana de Carvalho Junqueira Carmo de Minas MG 26
Nazareth Dias Pereira Carmo de Minas MG 55
Ricardo Alexandre Comarella Zandonadi Venda Nova do Imigrante ES 22
Roberto Irineu Marinho Botelhos MG 60

Fonte: BSCA

Diplomata vê acirramento na guerra colombiana

    
O diplomata e ex-comissário colombiano para a paz, Victor Ricardo, responsável pela fracassada negociação entre o ex-presidente Andrés Pastrana e a guerrilha Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), disse em entrevista ao jornal El Tiempo que a guerra civil no país vai se agravar. Para Ricardo, não parece haver caminhos de reconciliação, sendo que a tendência é de "um doloroso confronto e mais violência", disse. O ex-comissário atuou junto às Farc até fevereiro de 2002, porém as negociações não produziram frutos. O presidente Álvaro Uribe, que assumiu o poder em agosto, quer retomar pela força o controle de grandes áreas do país que hoje estão sob poder das guerrilhas de esquerda e dos paramilitares de direita.

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     Para isso, sua estratégia deve ser aumentar os gastos militares em 1 bilhão de dólares anuais, duplicar o número de soldados e policiais que combatem a guerrilha e criar uma rede de 1 milhão de informantes civis. "Não podemos nos equivocar pensando que só pela via militar se consegue o desejado. Ao entrar nesse caminho, é preciso apresentar resultados concretos, porque, do contrário, haveria um enfraquecimento do Estado," opinou Ricardo, que defende uma intervenção da Organização das Nações Unidas para a retomada do processo de paz.

Acompanhe as cotações do cereja descascado

     No dia de ontem, o café cereja descascado teve as seguintes cotações: Patrocínio, R$ 190; Varginha, R$ 190; São Sebastião do Paraíso, R$ 190; Caratinga, R$ 190; Londrina, R$ 175; Piraju, R$ 190. Os preços referem-se a café bica corrida.

Indicador Cepea/Esalq/BM&F fica em R$ 179,43

     O Cepea/Esalq/BM&F, em seu indicador diário, apontou que o preço à vista, no dia de ontem, chegou a R$ 179,43, registrando alta de 3,32%. O valor a prazo atingiu a marca de R$ 180,89, subindo 3,32%. O preço médio por região produtora ficou em: Cerrado, R$ 179,40 (+3,03%); Mogiana, R$ 178,94 (+3,18%); Sul de Minas, R$ 178,72 (+3,55%); Paulista, R$ 164,92 (+3,79%); Paraná, R$ 155,56 (+2,75%). A média de preços se refere a café arábica, do tipo 6, bica corrida, bebida dura para melhor, sendo que o valor a prazo é de sete dias a retirar e o valor à vista é convertido pela taxa diária da NPR. A média de conillon é para o preço à vista, do tipo 6, peneira 13 acima, com 86 defeitos. O indicador médio do Cepea/Esalq, de arábica, em outubro, ficou em R$ 167,37 e o de conillon chegou a R$ 114,58.

Dia de nebulosidade e chuvas no Sudeste

     O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais indica que a quarta-feira, no Sudeste, deverá ser de céu encoberto, com chuvas esparsas, no norte do Rio de Janeiro, leste de Minas Gerais e Espírito Santo, com o litoral, leste e nordeste paulista ficando com céu nublado e chuvas esparsas, sendo que as demais áreas deverão apresentar nebulosidade variável. O Sul tem dia de céu nublado, com chuvas esparsas, no nordeste do Rio Grande do Sul, leste de Santa Catarina e do Paraná, com as demais áreas ficando com sol e poucas nuvens. O Nordeste tem uma quarta-feira de céu nublado e chuvas esparsas no sul do Maranhão e do Piauí e no centro-oeste da Bahia, com o centro-leste baiano e as demais áreas da região ficando com céu variando entre nublado e parcialmente nublado. 
     Para o decorrer da semana, o Nordeste deverá registrar céu entre parcialmente nublado e nublado, com pancadas de chuva, no sul do Maranhão e do Piauí, com o centro-oeste baiano tendo céu nublado, com chuvas esparsas, ficando as demais áreas com céu entre nublado e parcialmente nublado. O Sul deverá registrar céu variando entre nublado com chuviscos e nublado no litoral catarinense e paranaense, com as demais áreas ficando com céu parcialmente nublado. O Sudeste terá céu encoberto, com chuvas esparsas, no nordeste mineiro e capixaba, com o litoral e leste paulista e Rio de Janeiro ficando com céu variando entre nublado, com chuvas fracas, e nublado, com o centro-sul de São Paulo tendo céu parcialmente nublado, com as demais áreas da região tendo céu nublado e chuvas isoladas. 
     Temperaturas: Sudeste, mínima de 13º C, na Serra da Mantiqueira, máxima de 29º no noroeste paulista; Sul, mínima de 6º C na serra geral, máxima de 27º C no norte do Paraná; Nordeste, mínima de 17º C na Chapada da Diamantina, máxima de 37º C no sertão e norte do Piauí.
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MERCADO FÍSICO

GARÇA (SP)

04/11/02

05/11/02

Tipo 6 Duro

R$ 155,00

R$ 155,00

Tipo 6 Riado

R$ 120,00

R$ 120,00

Tipo 8 Duro

R$ 130,00

R$ 130,00

Tipo 8 Rio

R$ 105,00

R$ 105,00

FRANCA (SP)

04/11/02

05/11/02

Tipo 6 Duro para melhor

R$ 178,00

R$ 183,00

Tipo 6 Duro

R$ 175,00

R$ 180,00

PATROCÍNIO (MG)

04/11/02

05/11/02

Tipo 6 Duro para melhor

R$ 180,00

R$ 185,00

Tipo 6 Duro

R$ 175,00

R$ 180,00

VARGINHA (MG)

04/11/02

05/11/02

Tipo 6 Duro para melhor

R$ 180,00

R$ 185,00

Tipo 6 Duro

R$ 175,00

R$ 183,00

S. SEB. DO PARAÍSO (MG)

04/11/02

05/11/02

Tipo 6 Duro para melhor

R$ 182,00

R$ 188,00

Tipo 6 Duro

R$ 180,00

R$ 185,00

GUAXUPÉ (MG)

04/11/02

05/11/02

Tipo 6 Duro para melhor

R$ 188,00

R$ 192,00

Tipo 6 Duro

R$ 186,00

R$ 190,00

ARAGUARI (MG)

04/11/02

05/11/02

Tipo 6 Duro para melhor

R$ 180,00

R$ 185,00

Tipo 6 Duro

R$ 180,00

R$ 185,00

CARATINGA (MG)

04/11/02

05/11/02

Tipo 6 Duro para melhor

R$ 170,00

R$ 175,00

Tipo 6 Duro

R$ 165,00

R$ 168,00

LONDRINA (PR)

04/11/02

05/11/02

Tipo 6 Duro

R$ 150,00

R$ 155,00

Tipo 7 Riado

R$ 130,00

R$ 130,00

S. GABRIEL DA PALHA (ES)

04/11/02

05/11/02

Tipo 7 Conillon

R$ 105,00

R$ 105,00

Tipo 8 Conillon

R$ 99,00

R$ 99,00

COTAÇÕES NAS BOLSAS - 05/11/02

NOVA IORQUE (CSCE)

Dia ant.

Fech.

Variação

Contrato Dez/2002

65,25

65,90

0,65

Contrato Mar/2003

68,15

68,95

0,80

Contrato Mai/2003

70,00

70,70

0,70

LONDRES (LIFFE)

Dia ant.

Fech.

Variação

Contrato Nov/2002

694,00

710,00

16,00

Contrato Jan/2003

704,00

720,00

16,00

Contrato Mar/2003

719,00

733,00

14,00

SÃO PAULO (BM&F)

Dia ant.

Fech.

Variação

Contrato Dez/2002

63,30

64,10

1,26%

Contrato Mar/2003

68,00

68,65

0,96%

Contrato Mai/2003

70,00

70,75

1,07%

CONSUMO INTERNO

GARÇA (SP)

04/11/02

05/11/02

Tipo 8 Cob

R$ 105,00

R$ 105,00

Tipo 8 Resolução

R$ 105,00

R$ 105,00

PATROCÍNIO (MG)

04/11/02

05/11/02

Tipo 8 Cob

R$ 85,00

R$ 90,00

S. SEB. DO PARAÍSO (MG)

04/11/02

05/11/02

Tipo 8 Cob

R$ 110,00

R$ 110,00

GUAXUPÉ (MG)

04/11/02

05/11/02

Tipo 8 Cob

R$ 107,00

R$ 113,00

VARGINHA (MG)

04/11/02

05/11/02

Tipo 8 Cob

R$ 100,00

R$ 105,00

CARATINGA (MG)

04/11/02

05/11/02

Tipo 7 Rio

R$ 102,00

R$ 102,00

Tipo 8 Rio

R$ 95,00

R$ 95,00

S. GABRIEL DA PALHA (ES)

04/11/02

05/11/02

Tipo 8 Cob - Conillon

R$ 95,00

R$ 95,00

Tipo 8 Resolução - Conillon

R$ 93,00

R$ 93,00

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