O porto de Santos exportou 1.138.642 sacas, o porto de Vitória embarcou 262.262 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 20.727 sacas, o porto de Sepetiba exportou 15.760 sacas, o porto de Salvador enviou 9.620, enquanto os outros portos exportaram 11.417 sacas de café.
Também até o dia 26, o Cecafé registrou a emissão de 2.329.656 certificados de origem, dos quais 2.074.815 são referentes a arábicas, 22.961 a conillon e 231.880 de solúvel.
Representantes da bancada ruralista no Congresso, ligados à cafeicultura, defendem que o Brasil não ratifique o Acordo Internacional do Café (AIC), que está sendo discutido nesta semana na Guatemala, onde acontece a conferência mundial do setor. Os deputados consideram que o acordo não garante uma remuneração adequada aos países produtores. Ontem, o Secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Manoel Bertone, leu na Guatemala o discurso escrito pelo deputado José Fernando de Oliveira (PV-MG), relator da comissão do Congresso que avaliou o texto do AIC. "As dificuldades enfrentadas pelo setor cafeeiro no Brasil indicam que a OIC [Organização Internacional do Café] não vem sendo utilizada de modo a garantir remuneração adequada aos países produtores. A OIC tem permitido a existência de um prolongado desequilíbrio entre produtores e consumidores", dizia o texto. O acordo foi criado em 2007, mas até agora não entrou em vigor por não ter obtido a ratificação de pelo menos dois terços dos membros da OIC. "Existe pressa para a ratificação, mas precisamos de propostas concretas de políticas visando a recuperação econômica dos produtores", disse o deputado Carlos Melles (DEM-MG). O novo acordo foi criado em 2007 e foi assinado pelo Brasil em 2008, precisando ser ratificado até setembro deste ano. Uma das maiores críticas a ele é que em nenhum momento a OIC incluiu cláusulas econômicas, como as formas de garantia de renda mencionadas pelos deputados. Essas cláusulas ficaram de fora pois não houve consenso sobre os assunto entre os países consumidores com os produtores. "Muita gente que pede agora essas cláusulas esteve na OIC e aprovou o acordo. O mais razoável seria ratificar aquilo que já está em andamento e fazer uma nova proposta para um novo acordo", afirma uma fonte do setor. As informações são do Portal do Conselho Nacional do Café (CNC).
As exportações de café da Guatemala em fevereiro do atual ano-safra 2009/10 foram 6,7% maiores do que no mesmo mês do ano passado, com 377,52 mil sacas, de acordo com a Associação de Café da Guatemala (Anacafé). No mesmo mês do ano passado, a Guatemala exportou 353,69 mil sacas. O total exportado neste ciclo, de 1º de outubro até fevereiro, foi 14% superior, com 1,018 milhão de sacas. Nos primeiros cinco meses de 2008/09 foram exportados 896,50 mil sacas. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Infocafé.
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MERCADO INTERNO |
|
BOLSAS N.Y. E B.M.F. |
||||
|
Sul de Minas |
R$ 276,00 |
R$ 265,00 |
|
Contrato N.Y. |
Fechamento |
Variação |
|
Mogiano |
R$ 275,00 |
R$ 265,00 |
Maio/2010 |
132,10 |
-0,20 |
|
|
Alta Paulista/Paranaense |
R$ 265,00 |
R$ 255,00 |
Julho/2010 |
133,80 |
-0,25 |
|
|
Cerrado |
R$ 280,00 |
R$ 270,00 |
Setembro/2010 |
135,45 |
-0,30 |
|
|
Bahiano |
R$ 265,00 |
R$ 255,00 |
|
|||
|
* Cafés de aspecto bom, com catação de 10% a 20%. |
Contrato BMF |
Fechamento |
Variação |
|||
|
Cons Inter.600def. Duro |
R$ 222,00 |
R$ 218,00 |
Maio/2010 |
162,00 |
0,00 |
|
|
Cons Inter. 8cob. Duro |
R$ 230,00 |
R$ 225,00 |
Setembro/2010 |
155,00 |
-0,40 |
|
|
Dólar Comercial: |
R$ 1,7900 |
Dezembro/2010 |
157,45 |
-0,55 |
||
As operações em N.Y. encerraram a quarta (03/02) com leve baixa de 0,20 pontos na posição maio, após variação de +0,40 na máxima e -2,05 pontos na mínima. O mercado foi pressionado por um volume pequeno de vendas especulativas, mas que foi controlado diante da alta do dólar frente as outras moedas.
A perspectiva de fluxo de recursos de investidores estrangeiros para as ofertas de ações previstas no mercado brasileiro, não se sustentou hoje o mercado cambial e levou o dólar a fechar em campo positivo, alta de 0,45%. De acordo com operadores, o mercado vem se antecipando, nos últimos dias, às ofertas públicas de ações. Além dos anúncios da OSX, que sozinha pode movimentar perto de R$ 10 bilhões, da Renova Energia e BR Properties, há ainda a oferta de ações da Petrobras e uma possível emissão do Banco do Brasil.
O Banco Central realizou um leilão à tarde e fixou a taxa de corte em R$ 1,7828. Segundo dados da autoridade monetária divulgados hoje, as intervenções do BC no mercado de câmbio à vista somaram US$ 350 milhões no mês passado, bem inferiores aos US$ 1,709 bilhão de janeiro. O fluxo cambial encerrou o mês de fevereiro negativo em US$ 399 milhões, de acordo com o BC. No acumulado de 2010, o fluxo cambial está positivo em US$ 676 milhões.
Fonte: Infocafé
A ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café realiza de
Os cursos são destinados tanto a baristas iniciantes ou profissionais quanto aos gerentes e proprietários de cafeterias, profissionais da área de alimentos e bebidas de hotéis e restaurantes e aos apreciadores de café. Barista é como é chamado, em italiano, o especialista no preparo de drinques e bebidas à base de café ‘espresso’.
A promoção integra as ações do CCQ – Círculo do Café de Qualidade, um programa da ABIC que visa a qualificação e a certificação dos estabelecimentos que promovem produtos de qualidade e que servem uma xícara muito bem preparada de café aos seus consumidores. Os cursos serão ministrados pela barista Cleia Junqueira, instrutora do Centro de Preparação de Café do Sindicafé - São Paulo, na sede do Sindicato da Hotelaria e Gastronomia de Porto Alegre – Sindipoa (Rua Dr. Barros Cassal, 180/801), entidade parceira desta iniciativa.
No dia 16 será ministrado, das 8h às 17h, o Curso Básico para Barista, destinado aos iniciantes e que oferece conhecimentos gerais sobre o café e sobre as técnicas de preparo das bebidas. O curso aborda: história do café; espécies do café; processos, da lavoura à torra; classificação das bebidas; blend; métodos de preparação e técnica de extração do ‘espresso’.
Nos dias 17 e 18, das 9h às 16h, serão ministrados os Cursos Avançados para Barista (uma turma por dia). O objetivo é aprofundar a técnica de extração do ‘espresso’ perfeito e de regulagem de moinho, capacitando o aluno para o mercado de trabalho. O curso aborda: blends para ‘espresso’; equipamentos; características do ‘espresso’ perfeito; regulagem do moinho; compactação; vaporização do leite; cappuccino; manutenção e limpeza do equipamento, e as regras para se disputar os campeonatos regionais e o nacional de barista.
No dia 19 será ministrado, das 9h às 16h, o Curso de Latte Art. Cleia Junqueira ensinará aos alunos como aprimorar a técnica de vaporização do leite e os métodos de decoração da bebida (grafismos de rosetas, folhas, etc.).
Cada curso tem apenas 8 vagas. A taxa de inscrição para cada um é de R$150,00 (associado da ABIC) e de R$190,00 (não associado). Inscrições e mais informações pelo e-mail cristiane@abic.com.br ou pelo telefone (21) 2206-6172
Fonte: Assessoria de Comunicação da Abic ( Tempo de Comunicação).
Na quinta-feira, a nebulosidade de uma frente fria ainda provoca chuva a qualquer hora, mas voltam a ocorrer algumas aberturas de sol no leste de São Paulo, no Vale da Paraíba, no centro-sul do Rio e na zona da mata e no Triângulo de Minas. O tempo segue firme no centro-oeste de São Paulo. Nas demais áreas de Minas e do Rio e no Espírito Santo, o tempo fica fechado e com chuva. Nas demais regiões paulistas, o sol volta a aparecer na maior parte do dia e chove somente no final da tarde.
Regiao Norte
Na quinta-feira, o ar quente e úmido atua sobre a região Norte do País e ajuda a formar nuvens mais carregadas sobre toda a região. No Tocantins, o tempo fica chuvoso. No sul do Pará, no sul e no oeste do Amazonas, em Rondônia e no Acre, chove a qualquer hora do dia com períodos de melhoria e aberturas de sol. Nas outras áreas, o sol brilha mais forte e são esperadas pancadas de chuva a partir da tarde.
Regiao Nordeste
Na quinta-feira, o ar mais seco continua atuando e deixa o tempo firme, com sol e sem previsão de chuva no nordeste da Bahia, no Sergipe, em Alagoas, no centro-leste de Pernambuco, na Paraíba, no Rio Grande do Norte e no Ceará. No sul e no oeste da Bahia o céu fica nublado com pancadas de chuva a qualquer hora. Nas outras áreas, sol e chuva isolada.
Regiao Centro Oeste
Na quinta-feira, o tempo segue chuvoso no centro-norte de Goiás, no Distrito Federal e no leste de Mato Grosso. No centro-leste de Mato Grosso do Sul, o sol predomina e não chove. Sol, aumento de nuvens e pancadas de chuva a partir da tarde nas demais áreas de Mato Grosso do Sul. Nas outras áreas de Mato Grosso e de Goiás, chuva ao longo do dia intercalada com períodos de melhoria e aberturas de sol.
Regiao Sul
Na quinta-feira, o sol aparece entre muitas nuvens e chove rápido a qualquer hora do dia no leste do Paraná e de Santa Catarina. No centro-norte do Paraná o sol predomina e não chove. Nas demais regiões, o sol também aparece em grande parte do dia, mas há previsão de chuva a partir da tarde.
Conflitos de interesses são inevitáveis entre produtores rurais e ambientalistas, mas o acirramento e o prolongamento dessas divergências, motivadas pelo radicalismo, causam prejuízos ao Brasil, como danos à natureza e declínio da produção. Se os antagonistas não forem capazes de entender os direitos e os interesses um do outro, se não tiverem disposição de dialogar e, sobretudo, não usarem a sensatez para respeitar estudos técnicos idôneos, teremos problemas ainda mais graves. Para o bem do país, chegou a hora do diálogo sincero, sem pré-condições, sem pontos inegociáveis, pois as divergências são superáveis: é possível compatibilizar a preservação ambiental com a produção agrícola.
Para alcançar esse objetivo, precisamos trabalhar juntos pela reforma da ordenação jurídica ambiental. Existem mais de 16 mil leis, normas, portarias. Muitas se sobrepõem, outras se contradizem. Algumas estão obsoletas, ficaram desatualizadas, mas permanecem em vigor e criam situações bizarras: se forem aplicadas, como cobram os radicais, todos os cafezais de Minas Gerais e todas as plantações de maçãs de Santa Catarina são ilegais,., porque estão em terrenos de aclive superior a 45 graus. Pela lei, deveriam ser erradicados e a área replantada com vegetação nativa. Ora, qualquer pessoa de bom-senso) sabe que se trata de uma medida inexequível. As repercussões econômicas e sociais seriam extremamente graves. Numerosas famílias iriam à ruína. Massas de produtores e empregados se mudariam para as cidades. Haveria riscos de desabastecimento dos dois alimentos. Além disso, seria uma medida inócua, pois essas plantações não causam danos ambientais. Então, é necessário negociar a permanência dessas e outras culturas, respeitando o uso antrópico já consolidado das terras ocupadas. Com boa vontade e estudos técnicos benfeitos, conseguiremos também resolver a questão da mata ciliar. Poderíamos, se só pensássemos em obter vantagens, sem contrapartida, reivindicar a mesma condição dos agricultores europeus, concorrentes dos brasileiros. Na Europa, não há qualquer restrição quanto ao uso da terra à beira dos cursos d’água. Poucas são as árvores numa propriedade rural. Eles aproveitam cada metro. No Brasil, a lei determina a preservação das margens. Não discutimos, concordamos com a preservação da mata ciliar. Mas não como está formulada. É desfavorável à natureza. Há uma distância a ser respeitada para córrego, outra para rio, outra para lagoa, e assim por diante. Pesquisas da Embrapa, instituição respeitada internacionalmente, mostram que a distância obrigatória medida é adequada a alguns lugares, mas para outros, não. A razão é simples: a composição do terreno ao longo dos cursos d’água não é uniforme. Em alguns casos é sólida; em outros, frágil. Assim, em determinados pontos, a preservação iria além do determinado pela lei; em outros, ficaria aquém. A flexibilidade permitiria manter, de forma mais adequada, a integridade das margens de todos os rios, riachos, córregos, lagos e lagoas.
Essa e outras centenas de leis foram feitas sem (fundamento) científico rigoroso, sendo, portanto, baseadas em percepções equivocadas e viabilizadas pela mobilização política que quase sempre conta com celebridades do show business. Sem obter ganhos ambientais, apenas atravancam o desenvolvimento de regiões carentes, privando a população do desfrute de uma vida melhor. Em vez do homem sofrido, tem prioridade uma preservação contestável. Um exemplo pode ser encontrado no Norte de Minas. No final da Mata Atlântica, cuja importância e existência são inquestionáveis, começa uma vegetação denominada Mata Seca. Pois não é que, mesmo sem comprovação científica consistente, a Mata Seca passou a ser considerada Mata Atlântica também. Não foram respeitados estudos e pesquisas, que mostram diferenças consideráveis, refutando essa pretensa similaridade. A área, que corresponde a 2,89% do território mineiro, fica na transição do Cerrado para a Caatinga, e a maior parte da vegetação é típica de região com deficiência hídrica. Isso precisa urgentemente ser corrigido.
Na relação das leis que são flagrantemente injustas com o proprietário rural, nenhuma outra pune tantos produtores como a Reserva Legal. Qualquer que seja o tamanho do terreno, 20% são obrigatoriamente destinados a preservação ambiental
Remover obstáculos, conjuntamente, é fundamental ao aumento da produção de alimentos, com demanda crescente no mundo todo, protegendo a natureza, mas assegurando o desenvolvimento do Brasil. Tenho sustentado em debates, seminários e fóruns que os interesses de produtores e ambientalistas podem e devem ser convergentes. Finalmente, essa proposta vai ganhando força. Há poucos dias, nas audiências públicas da Comissão Especial do Código Ambiental Brasileiro da Câmara dos Deputados, em Belo Horizonte e Uberaba, parlamentares federais enfatizaram que o trabalho que estão realizando para modificar a legislação ambiental só terá êxito se houver convergência de interesses. Não há que se negar a necessidade de proteger a fauna e a flora, a água, o ar, mas também é indispensável considerar que sem alimento não há vida e que a prioridade é o ser humano.
Roberto Simões - Presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais - FAEMG.
Fonte: Artigo publicado no Jornal Estado de Minas.
Acontecerá em Varginha, nessa sexta-feira, dia
A presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, e o presidente da FAEMG (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais),
PROGRAMAÇÃO
Podium Apart Hotel, Rua Alameda Miguel Paschoal, 120, Vale dos Ipês.
14h30- Entrevista coletiva com a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, e o presidente da FAEMG,
15h- Reunião da presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, e do presidente da FAEMG,
16h- Abertura do
16h30- Cafeicultura: Situação Atual e Perspectivas – Breno Mesquita, presidente das Comissões de
17h- CNA: Ações e Programas – Senadora Kátia Abreu, presidente da CNA.
18h- Posse da Diretoria do Sindicato dos Produtores Rurais de Varginha.
Café de Minas
Minas Gerais é o principal estado produtor de café. Em 2009, foi responsável por 50,4% das 39,47 milhões de sacas produzidas no Brasil. Dentro do estado, as regiões Sul e Centro-Oeste concentram 49,04% da produção, seguidas da Zona da Mata e Vale do Jequitinhonha, com 31,54%, e Triângulo e Alto Paranaíba, com 19,56%. O
Em Varginha, a cafeicultura é a principal fonte de renda do município. Além da produção, a cidade conta com um forte setor de industrialização e comercialização de café.
Fonte: Faemg.
O conhecimento sobre o café e as tecnologias desenvolvidas em Minas Gerais são focos prioritários de um acordo firmado em 2007, de cooperação em extensão universitária entre a Universidade Federal de Lavras (UFLA) e a Université Libre des Pays des Grands Lacs (ULPGL), em Goma, na República Democrática do Congo.
Acompanhado pelo professor Gilmar Tavares, do Departamento de Engenharia da UFLA, Karafuli expôs a esperança de que a retomada da atividade cafeeira possa representar ao país africano uma forma de recontrução de uma sociedade castigada pelos infortúnios de uma longa guerra civil. A República Democrática do Congo já foi um país exportador de café de qualidade, com grande influência na economia nacional.
Após anos de guerras, ditaduras e ruínas, a atividade agrícola decresceu substancialmente. Acompanhou a situação penosa de milhões de vidas perdidas, o caos da infraestrutura e as crises econômicas fora do controle. Porém, em tempos de renovação, existe a tentativa de retomada das atividades. É o caso da cafeicultura e do papel social que a atividade congrega, possibilitando emprego e renda para milhões de trabalhadores a espera de oportunidade.
Neste sentido, a parceria entre UFLA e ULPGL engloba projetos colaborativos para a transferência de tecnologia ao país africano. Dentre os projetos, a troca de informações e experiências sobre o sistema agroindustrial do café, sobretudo desenvolvido em Minas Gerais, é um dos motivadores da cooperação. Tavares lembra que o país é cercado por tradicionais produtores de café, tendo sido destacada pelos solos vulcânicos, com potencial para uma cafeicultura de altitude e de excelente qualidade.
“Lembro-me do período escolar, quando antes das aulas eu também trabalhava nas colheitas de café, podendo comprar livros com o dinheiro que recebia”, rememora Karafuli. O reitor resgata lembranças dos anos 70 e 80, quando o café era importante produto de exportação e de grande relevância social. “Queremos retomar este tempo, em que o café era o ouro verde do nosso país”, enfatiza.
O Polo de Excelência do Café deseja que o café possa representar a reconstrução de uma nova sociedade, próspera e frutífera.
Fonte: Pólo de Excelência do Café.
O governo federal vai aplicar R$ 380 milhões na aquisição de trigo, milho, feijão e café, por meio da Política de Garantia dos Preços Mínimos (PGPM). A compra dos produtos será realizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por Aquisição do Governo Federal (AGF) e dos Contratos de Opção.
Para AGF serão R$ 215,1 milhões, sendo R$ 119,1 milhões para trigo no Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo; R$ 56 milhões para milho (GO, SP e PR); R$ 35,7 milhões para feijão (GO, PR, RO, SC, SP) e R$ 4,3 milhões para café (ES e SP). Serão destinados ainda R$ 165 milhões para contratos de opção de compra de café na Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, e São Paulo.
A política de abastecimento do governo federal possibilita a aquisição do produto pelo preço mínimo, com excedentes no mercado. Com isso, corrige as distorções de preços ao produtor, garantindo renda e remuneração mínima para sua colheita.
Fonte: MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento- Laila Muniz) com informações da Conab (Raimundo Estevam).
O desempenho médio diário das exportações e importações registrado no mês passado foi recorde para meses de fevereiro, segundo disse o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Welber Barral, durante a divulgação da balança comercial brasileira, da última segunda-feira (01).
No mês, as exportações somaram US$ 12,197 bilhões, com média diária de US$ 677,6 milhões. Na mesma comparação, as importações totalizaram US$ 11,803 bilhões (média diária de US$ 655,7 milhões).
De acordo com o secretário, as exportações e as importações tiveram resultados superiores aos registrados, não só em 2009, mas também em anos anteriores. "A base do ano passado é uma base baixa, por conta da crise econômica mundial, mas ainda sim exportações e importações apresentaram variação de crescimento positiva em relação a 2008, por exemplo, que foi um ano excepcional", disse ressaltando que as exportações cresceram 27,2% sobre a média diária registrada em 2009 e as importações 50,8% na mesma comparação.
Café verde
As exportações de café verde do Brasil renderam US$ 323,9 milhões em fevereiro (18 dias úteis), com média diária de embarques de US$ 18 milhões. Em janeiro, os embarques de café verde haviam rendido US$ 322,7 milhões. Em fevereiro do ano passado, as exportações haviam somado US$ 302,6 milhões, com 2,287 milhões de sacas embarcadas, com preço médio de US$ 132,30 por saca de 60 quilos.
A quantidade de café em grão exportada em fevereiro de 2010 foi de 2,08 milhões de sacas de 60 quilos, redução de 9,05% em relação ao mesmo mês do ano passado. A média diária embarcada em fevereiro/10 foi de 115,6 mil sacas, alta de 10,7% em quantidade e 11,5% em valor, frente a média diária de janeiro, que havia sido de 104,4 mil sacas, totalizando 2,088 milhões de sacas.
O preço médio obtido pela saca de café verde em fevereiro/10 foi de US$ 155,7, valor 0,7% superior ao registrado em janeiro. Pela média diária, os embarques de café aumentaram 7% em valor e 17,7% no preço médio obtido em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2009, mas em compensação a quantidade diminuiu 9%.
Os principais mercados para o café em grão do Brasil em fevereiro foram Alemanha, Estados Unidos e Itália. As informações são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), adaptadas pela equipe CaféPoint.
Fonte: SINCAL.
ESTAÇÕES DE AVISOS FITOSSANITÁRIO- BOLETIM DE AVISOS Nº 138
FEVEREIRO/2010
1 - DADOS CLIMÁTICOS E FENOLÓGICOS DO CAFEEIRO
|
|
Temperatura média (°C) |
Precipitação (mm) |
Balanço Hídrico (mm) T&M2 |
|||||
|
Local |
74/091 |
2010 |
74/091 |
2010 |
ETP |
ARM |
EXC |
DEF |
|
Varginha |
22,8 |
23,1 |
192,0 |
141,0 |
97,2 |
98,1 |
31,8 |
0,0 |
|
Carmo de Minas |
- |
22,2 |
- |
68,6 |
88,5 |
69,8 |
0,0 |
0,0 |
|
Boa Esperança |
- |
23,5 |
- |
95,0 |
101,6 |
75,7 |
0,0 |
0,0 |
|
Média |
- |
22,9 |
- |
101,5 |
95,8 |
81,2 |
10,6 |
0,0 |
1 Média histórica do período entre 1974 e 2009 – Varginha; 2 Método Thorthwaite & Mather.
2- COMENTÁRIOS
VARGINHA: O índice pluviométrico do mês de fevereiro (141,0) mm foi inferior à média histórica para o período, que é de
CARMO DE MINAS: A precipitação em fevereiro foi de
BOA ESPERANÇA: A precipitação em fevereiro foi de
3 - CRESCIMENTO VEGETATIVO (início em setembro de 2009)
VARGINHA: em média observou-se 6,4 nós por ramo, valor superior à média do período de
CARMO DE MINAS: 6,3 nós por ramo.
BOA ESPERANÇA: 7,1 nós por ramo.
4 - DOENÇAS E PRAGAS
VARGINHA
Ferrugem: Nas lavouras sem controle, amostradas na Fazenda Experimental de Varginha, o índice médio da infecção subiu de 22,3% para 26,8%, variando de
Cercóspora: Infecção média de 3,6%. Deve-se efetuar o controle associado aos tratamentos para ferrugem, principalmente, em lavouras com boa carga pendente.
Phoma: Infecção média de 1,6%. Deve ser efetuado o monitoramento e controle em locais propícios ao ataque da doença.
Bicho Mineiro: Sem ataque. Deve ser efetuado o monitoramento principalmente em lavouras novas.
Ácaro Vermelho: Sem incidência.
Broca: Ataque médio de 0,5%, continuar o monitoramento e controle nos talhões com ataque significativo.
CARMO DE MINAS
Ferrugem: Nas lavouras sem controle, o índice médio da infecção subiu de 20,0% para 21,3%, variando de
Cercóspora: Infecção média de 4,8%. Deve-se efetuar o controle associado aos tratamentos para ferrugem, principalmente, em lavouras com boa carga pendente.
Phoma: Infecção média de 13,5%. Deve ser efetuado o monitoramento e controle em locais propícios ao ataque da doença.
Bicho Mineiro: Sem ataque. Deve ser efetuado o monitoramento e controle nos locais com infecção significativa.
Ácaro Vermelho: Sem incidência.
Broca: Ataque médio de 0,4%, continuar o monitoramento e controle nos talhões com ataque significativo.
BOA ESPERANÇA
Ferrugem: Nas lavouras sem controle, o índice médio da infecção foi de 11,3%, variando de
Cercóspora: Infecção média de 5,5%. Deve-se efetuar o controle associado aos tratamentos para ferrugem, principalmente, em lavouras com boa carga pendente.
Phoma: Infecção média de 6,3%. Deve ser efetuado o monitoramento e controle em locais propícios ao ataque da doença.
Bicho Mineiro: Ataque médio de 8,5%. Deve ser efetuado o monitoramento principalmente em lavouras novas.
Ácaro Vermelho: Sem incidência.
Broca: Ataque médio de 0,3%, continuar o monitoramento e controle nos talhões com ataque significativo.
5 - ALERTA GERAL
- Ferrugem e cercóspora: dar continuidade aos tratamentos curativos via foliar.
- As chuvas ocorridas foram abaixo da média histórica, apresentando armazenamentos de água suficiente em Varginha e médios em Boa Esperança e Carmo de Minas. A necessidade futura de irrigação dependerá dos índices pluviométricos de março.
Fonte: Fundação Mapa/ PROCAFÉ ( Engº Agrº Antônio Wander R. Garcia)
| Araguari | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Cacoal | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Conillon | - | 138,00 | - |
| Caratinga | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Franca | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Garça | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Riado | - | - | - |
| Tipo 8 Duro | - | - | - |
| Tipo 8 Rio | - | - | - |
| Guaxupé | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Londrina | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 7 Rio | - | - | - |
| Patrocínio | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Riado | - | - | - |
| Piraju | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| São Gabriel da Palha | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 7 Conillon | - | - | - |
| Tipo 8 Conillon | - | - | - |
| São Sebastião do Paraíso | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | 150,00 | - | - |
| Tipo 6 Duro | 250,00 | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | 300,00 | - | - |
| Uberaba | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Conillon | - | - | - |
| Tipo 8 Duro | - | - | - |
| Varginha | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Vitoria da Conquista | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6/7 Duro | - | - | - |
| Tipo 6/7 Rio | - | - | - |
| Cacoal | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Conillon | - | 56,00 | - |
| Caratinga | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 7 Rio | - | - | - |
| Tipo 8 Rio | - | - | - |
| Garça | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | - | - | - |
| Tipo 8 Resolução | - | - | - |
| Guaxupé | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | - | - | - |
| Patrocínio | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | - | - | - |
| São Gabriel da Palha | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob - Conillon | - | - | - |
| Tipo 8 Resolução - Conillon | - | - | - |
| São Sebastião do Paraíso | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | 270,00 | - | - |
| Uberaba | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Conillon | - | - | - |
| Tipo 8 Duro | - | - | - |
| Varginha | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | - | - | - |
Representantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e da Frente Parlamentar do Cooperativismo entregaram, nesta quinta-feira, ao líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), a Agenda Legislativa do Cooperativismo 2010. O documento traz o posicionamento das entidades cooperativistas para 58 propostas, em tramitação no Congresso, consideradas de interesse do setor.
Entre as matérias destacadas como prioritárias pela OCB estão o Projeto de Lei 4622/04, que regulamenta as cooperativas de trabalho; o Projeto de Lei Complementar 271/05, que modifica o tratamento tributário para as cooperativas; e o Projeto de Lei 1876/99, que altera a legislação ambiental do País.
Cooperativas de trabalho
As sugestões foram apoiadas pelo novo presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, deputado Dr. Ubiali (PSB-SP), que também é relator do PL 4622/04 na comissão.
O parlamentar ressaltou que a proposta já havia sido aprovada, por acordo, pela Câmara, mas agora será preciso votar as sugestões propostas pelos senadores. As emendas do Senado trazem apenas algumas modificações quanto ao funcionamento das cooperativas médicas, mas, devido a elas, o projeto terá de passar outra vez pela Câmara.
Pauta cheia
O líder do governo lembrou, no entanto, que há poucas brechas na agenda de votações da Câmara para este semestre. Vaccarezza explicou que, além das votações das propostas que tratam do pré-sal, existem 13 medidas provisórias para serem votadas e pelo menos cinco projetos de lei considerados prioritários pelo governo.
“Colocar temas na pauta de votação é algo difícil. O ideal seria que um partido assumisse a bandeira de vocês e, assim, passaríamos a ter uma legenda encampando essa demanda. Isso facilita muito as negociações”, explicou Vaccarezza aos representantes das entidades cooperativistas.
Ele afirmou que vai estudar melhor o tema e, apesar de não prometer, espera ter condições de votar o assunto já nos próximos meses. Dr. Ubiali respondeu que o engajamento do líder do governo já é um primeiro passo para que o PL 4622/04 possa virar lei o mais rápido possível.
Carência de comunicação
Segundo o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, o documento entregue hoje tem o objetivo de acabar com uma carência de comunicação existente entre os produtores e trabalhadores e os parlamentares. “Sempre sentimos falta desse tipo de referência aqui em Brasília. Os deputados e senadores muitas vezes acham que priorizamos alguns pontos, quando na verdade preferimos outros”, afirma.
De acordo com dados da organização, existem hoje no Brasil 7.261 cooperativas, das quais cerca de 1.400 são cooperativas de trabalho, a grande maioria em atuação no estado de São Paulo.
Fonte: Agência Câmara.
| Nova York (ICE) | |||
| Mês | Fechamento | Dia Anterior | Variação |
| Março/2010 | 127.75 | 129.15 | - 1.08% |
| Maio/2010 | 130.75 | 132.00 | - 0.95% |
| Julho/2010 | 132.15 | 133.70 | - 1.16% |
| Londres (Liffe) | |||
| Mês | Fechamento | Dia Anterior | Variação |
| Março/2010 | 1217 | 1250 | - 33% |
| Maio/2010 | 1249 | 1283 | - 34% |
| Julho/2010 | 1285 | 1317 | - 32% |
| São Paulo (BM&F) | |||
| Mês | Fechamento | Dia Anterior | Variação |
| Março/2010 | 164 | 162.5 | 1.5% |
| Setembro/2010 | 154.1 | 155.3 | - 1.2% |
| Dezembro/2010 | 156.3 | 158 | - 1.7% |