O porto de Santos exportou 1.138.642 sacas, o porto de Vitória embarcou 262.262 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 20.727 sacas, o porto de Sepetiba exportou 15.760 sacas, o porto de Salvador enviou 9.620, enquanto os outros portos exportaram 11.417 sacas de café.
Também até o dia 26, o Cecafé registrou a emissão de 2.329.656 certificados de origem, dos quais 2.074.815 são referentes a arábicas, 22.961 a conillon e 231.880 de solúvel.
Nesta terça-feira o tempo continua fechado e com chuva no litoral e norte paulista, no Vale do Paraíba, no Rio de Janeiro, em Minas e no Espírito Santo. No oeste paulista, o sol predomina e não chove. Nas demais áreas do Sudeste, o sol aparece entre muitas nuvens e chove a partir da tarde..
Regiao Norte
Nesta terça-feira o céu fica com muitas nuvens e ocorrem pancadas de chuva ainda pela manhã em Rondônia, no Acre, no sul de Tocantins e no oeste e sul do Amazonas. Nas demais áreas, a chuva ocorre principalmente a partir da tarde e o sol aparece na maior parte do dia.
Regiao Nordeste
Na terça-feira, o ar mais seco ganha força e deixa o tempo firme com predomínio de sol no Sergipe, em Alagoas, na maior parte de Pernambuco, na Paraíba, no sul e no leste do Rio Grande do Norte e em grande parte do Ceará. O céu fica com muitas nuvens e chove a qualquer hora no oeste e no sul da Bahia. Nas demais áreas, sol e pancadas de chuva passageiras.
Regiao Centro Oeste
Nesta terça-feira, uma nova frente fria intensifica as áreas de instabilidade e deixa o tempo fechado no sudeste de Mato Grosso e em grande parte de Goiás. Não chove no sul de Mato Grosso do Sul. No nordeste de Mato Grosso do Sul, no norte de Goiás e nas outras áreas de Mato Grosso, chove ao longo do dia intercalado com períodos de melhoria e aberturas de sol. Sol, aumento de nuvens e chuva a partir da tarde nas demais regiões.
Regiao Sul
Na terça-feira, tempo nublado com chuva no leste paranaense e no Vale do Itajaí. Nas demais regiões do centro-leste de Santa Catarina, o sol aparece entre muitas nuvens e chove a qualquer hora. Nas outras áreas, uma massa de ar mais seco predomina e inibe a formação de nuvens mais carregadas e o predomínio é de sol e poucas nuvens. Não há expectativa de chuva.
A exportação de café em fevereiro passado (18 dias úteis) alcançou 2,080 milhões de sacas de 60 kg, o que representa redução de 9,05% em relação ao mesmo mês do ano passado. Em termos de receita cambial, porém, houve elevação de 7,04% no período, para US$ 323,9 milhões, em comparação com US$ 302,6 milhões em fevereiro de 2009.
Os dados foram divulgados há pouco pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Quando comparada com o mês anterior, a exportação de café em fevereiro apresenta leve queda de 0,38% em termos de volume, pois em janeiro passado foram embarcadas 2,088 milhões de sacas. A receita cambial foi 0,37% maior, considerando faturamento de US$ 322,7 milhões em janeiro.
Fonte: Agência Estado (Tomas Okuda)
Em 2009, número de empregos gerados cresceu 7,71% e de associados, 4,62%. O assunto também é pauta na RádioCoop
O cooperativismo brasileiro fechou 2009 mantendo seu processo de amadurecimento, em curso há alguns anos. Comprova este comportamento o aumento de associados (4,62%) e de empregos gerados (7,71%). No mesmo período, houve redução no número de cooperativas (-5,48%). “Os indicadores mostram a dinâmica do cooperativismo e sua visão em buscar alternativas e oportunidades num período pós-crise. Para mitigar as dificuldades e se fortalecerem, ganhando mercado e escala, cooperativas optaram pelo processo de aglutinação, o que é uma tendência do profissionalismo da gestão. A redução no número de cooperativas reflete esse processo, mas, ao mesmo tempo, como observado em outros setores, indica também as consequências geradas pela crise financeira internacional.”, analisa o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas.
Para Lopes de Freitas, a aglutinação demonstra que a diversidade pode alavancar negócios comuns e que é adaptável a cada segmento. Essa capacidade de se adequar aos diversos modelos está expressa na variedade de ramos que reduziram em número de cooperativas em 2009 comparado a 2008: Habitacional (- 25,59%), Trabalho (- 19,36%) e Consumo (- 7,25%). Quanto ao crescimento do número de associados, vale ressaltar a participação do Ramo Crédito, com o aumento de 8,76%, o que representa um total de praticamente 282 mil novos cooperados. Para o contingente de empregados, registraram maiores percentuais de aumento os ramos Educacional (24,7%), Produção (20,23%) e Saúde (18,20%).
Na curva de queda no número de cooperativas, o Ramo Trabalho foi um dos principais responsáveis. Neste caso, a situação era prevista pela OCB que observou durante o período mais rigor do Ministério Público do Trabalho em relação a este setor cooperativo.
Veja os indicadores do cooperativismo em 2009.
7.261 cooperativas
274.190 empregos diretos
8.252.410 de associados
5,39 % do PIB nacional
R$ 88,5 bilhões de faturamento
US$ 3.63 bilhões em exportações
7.09 milhões de toneladas exportadas
* Estudo elaborado pela Gerência de Mercados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
Fonte: OCB
Um projeto pioneiro está colocando o pequeno cafeicultor no exigente mercado dos produtos com certificação internacional de qualidade. A equipe do Globo Rural foi até a região de Serra Negra, em São Paulo, pra conhecer essa experiência.
Das 135 pequenas propriedades aprovadas pelo programa, nos municípios de Amparo, Socorro, Monte Alegre do Sul e Serra Negra, recebemos a recomendação de visitar o sítio São João, do seu Décio Olivotto.
A propriedade tem 13 hectares, com 13.500 pés em produção. O braço direito de seu Décio é o meeiro Hélio Neves. Mas, fora o Hélio, todo o serviço é tocado pela própria família.
Pra quem mora na cidade e prefere tomar um café certificado, a única exigência é pagar um pouquinho a mais pela qualidade, pela seleção. Mas você faz ideia do que um pequeno cafeicultor tem que cumprir para obter a certificação? São dezenas de exigências. A colheita, por exemplo, segue regras rigorosas, o produtor tem que saber de cor o que pode e o que não pode.
“Não pode colher café verde, 80% do café tem que estar maduro, não pode colher café no chão, tem que ser na peneira ou no pano, o que a gente colhe no dia tem que levar no mesmo dia. Nestes cafés não pode ser transportado saco de adubo e não pode ter animal da propriedade, quando estamos fazendo a colheita, como cachorro porque eles fazem sujeira e o café é alimento e também não pode trabalho infantil”, explica Giane.
Veja a seguir numa ordem de trás pra frente, algumas das tarefas obrigatórias: antes de iniciar a colheita, tanto pra recolher direto na peneira ou pra debulhar no pano, há que se fazer a arruação.
Toda a folhagem, o cisco, o matinho, em volta do pé, são retirados e formam um cordão entre as leiras.
Antes, ainda, seu Décio já passou a roçadeira já fez duas, três capinas para evitar mato-competição.
Já colheu amostras do terreno. Coisa que ele fazia lá uma vez ou outra, mas agora passou a ser rotina anual, o que lhe permite uma adubação mais técnica, pois só aplica o que falta. Barateou.
Antes da adubação, a orientação que teve foi pra podar o topo e as laterais dos cafeeiros. É o esqueletamento.
“Antes a gente deixava e o pé de café ia crescendo. O café dá na ponta dos galhos só, no meio não dá, então agora esse esqueletamento faz galhos novos e o galho novo dá café, então aumenta a produção”, explica seu Décio.
Agora nós vamos ver uma exigência que no código de conduta que a família tem que seguir, ela é a de número 97, capítulo sobre transporte, mistura, aplicação, descarga, armazenamento de produtos químicos.
Para guardar os defensivos tóxicos, eles reaproveitaram uma instalação antiga, um caprio.
“A gente criava cabrito, criamos por dois anos, depois não deu certo e aqui ficou abandonado. Daí a gente reformou e hoje é a casa do agrotóxico”, diz Giane.
Pra mexer, especialmente no quartinho onde ficam guardados os galões de agrotóxicos, o Hélio tem que vestir uma roupa especial. Claro, para aplicar os produtos, o Hélio tem que vir equipado e obedecendo regras. Por exemplo: se for herbicida, mata-mato, não pode se aproximar de riacho, açude...
Além da obrigação tem de uso da roupa, tem também obrigação pós-uso. Precisa tomar banho, no chuveiro instalado no depósito especialmente para isso. E ter deixado no talhão que acabou de pulverizar uma bandeirinha vermelha. O que significa: por um dia, ninguém pode entrar aqui; pra colher, só depois de duas semanas. E em caso de acidente por contaminação...
“Nunca tinha ouvido falar nem ver em algum lugar e a gente teve que fazer esse lava olhos aqui na propriedade. Isso é que se seu Hélio qualquer coisa estiver passando um agrotóxico e sujar o olho com algum resíduo, até ele abrir a torneira, tirar a luva, lavar o olho, vai ser ruim. Então ele vai à torneira, abre e lava diretamente o olho”, explica Giane.
“É ruim de usar, mas se for preciso é bom porque ajuda bastante. Eu ainda não tive que usar, mas é perigoso o nosso serviço”, diz Hélio.
Os grãos ainda úmidos precisam ser amontoados de modo que a água da chuva escorra fácil, não fique parada alterando o gosto. Os que já estão mais secos precisam ser cobertos.
O programa tem a cara de projeto público, mas é uma iniciativa privada, bancada pela Fundação Sara Lee, ligada a uma empresa que negocia café em 180 países, inclusive no Brasil. Uma pergunta: quem que confere se o produtor está fazendo tudo direitinho? Além da inspeção que o técnico do programa faz, todo ano o candidato a entrar na certificação, a manter o certificado conquistado tem que fazer duas provas apertadas. Numa ele pode ser suspenso, na outra pode ser eliminado.
Os auditores indicados pela certificadora são os agrônomos Gustavo Nakashima e o administrador Márcio Metidieri. Crivam seu Décio de perguntas.
Fazem a perícia em uma pasta. Página por página, conferindo notas fiscais emitidas e recebidas, confrontando listas de agrotóxicos permitidos...
Terminam de vasculhar a propriedade fazendo uma visita à casa do Hélio Neves. Além dos detalhes do contrato de meação, querem saber que tipo de assistência os proprietários dão e, principalmente, querem confirmar uma coisa que pode dar vermelho na hora: as crianças estão matriculadas na escola e frequentando as aulas?
Depois de averiguar se o cachorro está preso, já que a propriedade produz alimento, não pode ter animal solto fazendo sujeira por aí, o auditor Gustavo dá o resultado.
“Depois da nossa auditoria nessa propriedade não foi encontrado nenhuma irregularidade”, declara Gustavo.
“A gente fica muito contente com isso, de saber que a gente está dando certo”, afirma Décio.
Dez mil sacas tem sido em média a produção de café certificado nas pequenas propriedades da região de Serra Negra. O que vem da fazenda de seu Décio, bem como dos outros cafeicultores que fazem parte do programa, nos galpões de armazenagem tem que ficar separados. Lá a pilha de café comum, do outro lado só o certificado. É mais uma regra de conduta. Pelas nossas contas, a de número 180. E tem mais...
Seu Décio não chegou a tanto ainda. Mas, além da cotação do dia, recebe uma bonificação pelo café certificado.
“Eu vou ganhar mais. E eles não me obrigam a vender para ninguém. É livre, eu posso vender para quem eu quiser, mas preço por preço, eu vendo para eles que já ta dando assistência pra gente”, afirma Décio.
Seu Décio recebe mais porque o consumidor paga mais por um produto sobre o qual ele sabe mais. Eduardo mostra o pacote de um café que já está sendo vendido no Brasil. No selo da certificação, pelo código de barras, em qualquer computador do mundo, é possível saber a origem deste café.
Esse é um projeto mundial. Existe também na Colômbia, Quênia, Guatemala, Vietnã. No Brasil a ideia é que, com o tempo, os produtores passem a fazer a própria venda do café certificado.
Fonte: Programa Globo Rural do dia 28/02/2010 da Rede Globo.
Assista ao vídeo no link:
http://globoruraltv.globo.com/GRural/0,27062,LTO0-4370-339748-1,00.html
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio de um comunicado, estabeleceu datas para a emissão de notas fiscais, para a entrega do produto nos Armazéns indicados pela Conab e limitou o prazo para o pagamento e liquidação dos contratos.
Veja o conteúdo do documento na íntegra.
"AVISO DE VENDA DE CONTRATO DE OPÇÃO DE VENDA DE CAFÉ Nº 216/09
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA
Companhia Nacional de Abastecimento - Conab
Diretoria de Operações e Abastecimento - Dirab
Superintendência de Operações Comerciais - Suope
Gerência de Operações Especiais - Geope
COMUNICADO DIRAB/SUOPE/GEOPE N.º 032, DE 26/2/10
REF: AVISO DE VENDA DE CONTRATO DE OPÇÃO DE VENDA DE CAFÉ Nº 216/09
Nos moldes do Comunicado Dirab/Suope/Dirab nº 018/10 de 29/01/10, onde informamos que, considerando as características do café e o fato de que sua análise para emissão do certificado de classificação demanda tempo, admitiremos emissão de Notas Fiscais e entrega dos demais documentos exigidos no Aviso nº 216/09, Série CAFV 10020002, no máximo até o dia 10/03/2010.
Esclarecemos ainda que, a data limite de entrega do produto nos Armazéns indicados pela Conab permanece inalterada, 26/02/10.
O prazo para a realização do pagamento/liquidação dos contratos pela Conab também fica alterado e serão realizados até o dia 22/03/10.
Ézio José Santiago
Superintendência de Operações Comerciais
Superintendente Substituto
Rogério Colombini
Diretoria de Operações e Abastecimento
Diretor
Fonte: Conab
Emissão de gás carbônico produzido pela feira será contabilizada e neutralizada com plantio de árvores nativas
O meio ambiente também é uma grande preocupação da Fenicafé – Feira Nacional da Cafeicultura Irrigada, que acontece de 24 a 26 de março em Araguari, no Triangulo Mineiro. As emissões de Gás Carbônico (CO²) emitidas para a atmosfera em decorrência da Fenicafé serão contabilizadas e neutralizadas com o plantio de árvores nativas.
“Esperamos dar o exemplo para todos os envolvidos diretos ou indiretos, para que trabalhem cada vez mais viabilizando o futuro, e garantindo condições de conservação do planeta Terra”, salienta a organização do evento.
A Associação dos Cafeicultores de Araguari (ACA), organizadora da Fenicafé, membro do CACCER, também preocupa-se muito com o meio ambiente.
Durante o todo o ano, a associação orienta os cafeicultores a trabalharem de forma sustentável tentando cada vez mais otimizar processos, garantindo a sustentabilidade da produção.
A Fenicafé é uma realização da ACA em parceria com Embrapa Café, Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Prefeitura Municipal de Araguari e Consórcio de Pesquisa de Café e acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de Março de 2010, das 8h às 20h, no Pica Pau Coutry Club em Araguari MG.
Mais informações acesse: www.fenicafe.com.br ou entre em contato pelo telefone: (34) 3242-8888.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Fenicafé (VGA Assessoria e Comunicação)
Das 80.000 sacas previstas, apenas 55.000 foram entregues. Armazéns não têm capacidade para receber produção.
Os produtores de café não puderam entregar a quantidade prevista de sacas por conta da falta de capacidade de recebimento da Conab, durante a terceira entrega no sistema de opções. Os armazéns estão lotados e foram entregues somente 60% das 80.000 sacas previstas, um total de cerca de 55.000. Os produtores tentarão entregar essa diferença no quarto exercício.
O coordenador de comercialização do café da Cooparaíso, de São Sebastião do Paraíso, explica como ocorreu esse processo. “Poucos armazéns agora têm capacidade de recebimento. Então, a logística tem sido um problema sério, a gente não tem conseguido o agendamento da descarga em tempo hábil”.
Muitos produtores optaram pelo sistema de opções com o intuito de conseguirem pegar um melhor preço, mas não conseguiram, o que ocasionou um grande prejuízo aos cafeicultores. “Um plano de opção bem feito tem que prever espaço para o recebimento de tudo”, diz Petrus.
O coordenador da comercialização da Cooparaíso explica ainda que apesar de os preços do café estarem em alta, eles poderiam estar ainda mais alavancados caso o recebimento tivesse sido feito. “O comprador sabe que esses problemas estão acontecendo e sabe que os 3 milhões de sacas não vão ser exercidos”.
A recomendação, no entanto, é de que os produtores continuem entregando seus produtos apesar de tudo. Alguns cafeicultores, inclusive, queriam deixar o programa por conta de um atraso de pagamento acontecido na primeira entrega, mas a Cooparaíso e outras cooperativas incentivaram seus afiliados a continuarem.
Essas cooperativas ainda anteciparam os pagamentos do sistema de opções. “O produtor se preocupou demais, quando ele viu esse atraso acontecendo, queria abandonar o sistema e vender o café à vista. E isso é um absurdo porque é um direito que eles tiveram de vender o café nesse sistema”, afirma Petrus.
Fonte: Redação Notícias Agrícolas.
Foto: Assessoria de Comunicação da Cooparaíso- Susana Sousa
A crise do café em Minas Gerais começa a ficar ainda mais insustentável. Agora, bancos começam a executar garantias dos endividados tomando terras e cafezais de quem não consegue pagas custeios e investimentos das suas dívidas.
“A situação chegou num limite que o produtor está preferindo entregar o patrimônio no banco, fazer um acordo, sair da atividade e parar de sofrer porque ninguém agüenta mais essa vida de cafeicultor”, descreve o desespero atual da região do sul de Minas o presidente do sindicato rural de Carmo de Minas, Lúcio Mauro Junqueira.
Ainda não se sabe a quantidade exata de propriedades que foram tomadas pelos bancos e agora estão indo a leilão, mas a região que é composta essencialmente por produtores de pequeno porte, pede para que a cafeicultura seja analisada com cuidado pelo Governo a fim de não extinguir a atividade no sul de Minas Gerais. “O preço do café não sobe, o produtor está endividado e alguma coisa precisa ser feita senão vai acabar a cafeicultura de Minas”, apela Junqueira.
Fonte: Redação Notícias Agrícolas
O pesquisador e coordenador de estudos sobre mudanças climáticas da Embrapa Informática Agropecuária, Eduardo Delgado Assad, realizou palestra no dia 28 de fevereiro na Conferência Mundial do Café, realizada no último fim de semana na cidade da Guatemala. O tema da palestra de Assad foi Mudanças Climáticas e Produção de Café: vulnerabilidade e possível adaptação.
O pesquisador tratou, em sua palestra das conclusões de um estudo feito por especialistas em zoneamento climático da Embrapa e da Universidade de Campinas – Unicamp sobre os efeitos do aquecimento global nas culturas agrícolas. A partir de dois possíveis cenários, um prevendo o aumento de temperatura variando entre 2ºC a 5,4ºC, e outro um pouco mais otimista, prevendo o aumento entre 1,4ºC e 3,8ºC, a pesquisa estudou os impactos em várias culturas agrícolas, como o algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, feijão, girassol, mandioca, milho e soja. Os cenários foram montados para os anos de 2010, 2020, 2050 e 2070 tomando-se como base o Zoneamento de Riscos Climáticos de 2007 e o relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).
Conforme a pesquisa, aumento de temperatura poderá provocar uma alteração profunda na geografia da produção agrícola no Brasil, acarretando na migração de plantas para regiões que hoje não são de sua ocorrência em busca de condições climáticas melhores. No caso do café arábica, cultivado principalmente na Região Sudeste do País, sua produção terá que se adaptar ao novo clima nessas regiões ou irá migrar para latitudes maiores, como a região mais ao sul do Brasil.
Para Eduardo Assad, porém, as soluções para a adaptação do café ao clima mais quente já estão sendo buscadas pela pesquisa. Os estudos em melhoramento genético poderão criar cultivares mais robustas e capazes de suportar temperaturas mais altas. Além disso, pesquisas na área de manejo, como o sombreamento do cafezal com frutas ou espécies madeireiras, poderão possibilitar a permanência do café em regiões onde ele está adaptado atualmente.
Fonte: Embrapa ( Jurema Iara Campos)
Empreendimento traz características modernas em sua concepção arquitetônica, valoriza a iluminação natural e conta com equipamentos de alta tecnologia
A Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi) vai inaugurar no próximo dia 6 de março às 14h, um novo Armazém de Café, em São Sebastião de Belém, localidade de Santa Maria de Jetibá (ES). O gerente executivo Marcelino Bellardt destacou que o aumento do espaço vai facilitar as atividades da cooperativa que cresceu muito nos últimos anos. “Estávamos limitados a uma capacidade de armazenagem que será resolvida com a inauguração do armazém”, disse.
Com um investimento total de R$ 800 mil, o empreendimento traz características modernas em sua concepção arquitetônica. Valoriza a iluminação natural, conta com equipamentos para rebeneficiamento (classificação e limpeza do café), embarques à granel e em bigbag (embalagem com capacidade de 1.200kg) e adequação às normas de segurança definidas pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
A Cooperativa se destaca na comercialização de ovos, insumos e nutrição animal e há sete anos oferece aos seus cooperados serviços de armazenamento e comercialização de café. O investimento neste armazém dobrou sua capacidade de recepção de café, passando de 40 para 80 mil sacas anuais, potencializando a capacidade de armazenagem da Cooperativa que conta com outro armazém, em Afonso Cláudio, com capacidade de armazenar 30 mil sacas.
Fonte: OCB/ES
| Araguari | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Cacoal | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Conillon | - | 138,00 | - |
| Caratinga | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Franca | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Garça | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Riado | - | - | - |
| Tipo 8 Duro | - | - | - |
| Tipo 8 Rio | - | - | - |
| Guaxupé | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Londrina | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 7 Rio | - | - | - |
| Patrocínio | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Riado | - | - | - |
| Piraju | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| São Gabriel da Palha | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 7 Conillon | - | - | - |
| Tipo 8 Conillon | - | - | - |
| São Sebastião do Paraíso | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | 150,00 | - | - |
| Tipo 6 Duro | 250,00 | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | 300,00 | - | - |
| Uberaba | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Conillon | - | - | - |
| Tipo 8 Duro | - | - | - |
| Varginha | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Vitoria da Conquista | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6/7 Duro | - | - | - |
| Tipo 6/7 Rio | - | - | - |
| Cacoal | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Conillon | - | 56,00 | - |
| Caratinga | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 7 Rio | - | - | - |
| Tipo 8 Rio | - | - | - |
| Garça | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | - | - | - |
| Tipo 8 Resolução | - | - | - |
| Guaxupé | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | - | - | - |
| Patrocínio | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | - | - | - |
| São Gabriel da Palha | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob - Conillon | - | - | - |
| Tipo 8 Resolução - Conillon | - | - | - |
| São Sebastião do Paraíso | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | 270,00 | - | - |
| Uberaba | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Conillon | - | - | - |
| Tipo 8 Duro | - | - | - |
| Varginha | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | - | - | - |
| Nova York (ICE) | |||
| Mês | Fechamento | Dia Anterior | Variação |
| Março/2010 | 129.95 | 129.05 | 0.69% |
| Maio/2010 | 131.95 | 131.20 | 0.57% |
| Julho/2010 | 134.10 | 132.90 | 0.89% |
| Londres (Liffe) | |||
| Mês | Fechamento | Dia Anterior | Variação |
| Março/2010 | 1254 | 1268 | - 14% |
| Maio/2010 | 1277 | 1295 | - 18% |
| Julho/2010 | 1310 | 1310% | |
| São Paulo (BM&F) | |||
| Mês | Fechamento | Dia Anterior | Variação |
| Março/2010 | 162.5 | 159.5 | 3% |
| Setembro/2010 | 155.3 | 154.5 | 0.8% |
| Dezembro/2010 | 158 | 157.5 | 0.5% |