Uma análise estrutural sobre a produção brasileira de café e as políticas públicas de fortalecimento do setor serão apresentadas na Conferência Mundial do Café, que começa nesta sexta-feira (26), na Cidade da Guatemala. O encontro, organizado pela Associação Nacional de Café da Guatemala (Anacafé), em parceria com a Organização Internacional do Café (OIC), reunirá cafeicultores, governos, setor privado e agências internacionais.
Além da conferência, está programada exposição de produtos e serviços. Os participantes também vão assistir a comemoração do 50º aniversário da Anacafé e visitar uma fazenda modelo do produto. Após o evento, os representantes do setor terão uma semana de reuniões e debates, como parte da agenda de discussões da OIC.
O secretário de Produção e Agroenergia, Manoel Bertone, vai representar o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na conferência, com uma avaliação do mercado nacional do grão, associada à economia cafeeira internacional.
“Vamos mostrar, com números e estatísticas, que as políticas públicas adotadas recentemente, como a compra do café por intermédio de leilões de opções de venda e a conversão de dívida em produto, são essenciais para manter um fluxo regular de oferta”, explica Bertone. Segundo ele, o modelo pode e deve ser seguido por outros países, para fortalecer o segmento da produção do grão. (Sophia Gebrim)
Mais informações no site da OIC (em inglês): www.ico.org.
Fonte: MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).
O porto de Santos exportou 1.069.637 sacas, o porto de Vitória embarcou 219.203 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 20.727 sacas, o porto de Sepetiba exportou 15.760 sacas, o porto de Salvador enviou 3.500, enquanto os outros portos exportaram 10.491 sacas de café.
Também até o dia 25, o Cecafé registrou a emissão de 2.204.899 certificados de origem, dos quais 1.969.457 são referentes a arábicas, 18.433 a conillon e 217.009 de solúvel.
O Conselho Nacional do Café discorda que o Brasil colherá a maior safra da história. "Deve-se considerar a descapitalização do produtor, as floradas desuniformes e a incidência de pragas e doenças".
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou na edição passada deste informativo(Fevereiro/2010) sua primeira estimativa à safra 2010 de café do Brasil. Segundo a estatal, devem ser colhidas entre 45,889 milhões e 48,658 milhões de sacas de 60 kg, volumes que representam, respectivamente, queda de 0,22% e alta de 5,80% em relação às 45,992 milhões de sacas produzidas na temporada 2008, a última de ciclo cheio dentro da bienalidade da cafeicultura nacional.
Em seu relatório, a Conab informou que, "considerando o intervalo superior de 48,66 milhões de sacas, esta safra é a maior já colhida no País. Até então, a safra recorde foi colhida na temporada 2002/03, com o volume de 48,48 milhões de sacas".
O Conselho Nacional do Café (CNC), na condição de representante das principais cooperativas cafeeiras do País, as quais respondem por metade da produção brasileira, sugere cautela ao se fazer determinado tipo de comentário sobre o tamanho da safra.
Primeiro porque não esperamos que o intervalo superior projetado pela Conab seja alcançado, uma vez que nossos cafezais não receberam os tratos culturais adequados devido à descapitalização da maioria dos produtores.
Em segundo plano, devemos lembrar que, apesar das boas condições climáticas durante o período da floração, as chuvas foram, inicialmente, desuniformes e, depois, praticamente intermitentes, elevando o índice pluviométrico para níveis bem acima das médias históricas em boa parte do cinturão cafeeiro, o que gera atenção redobrada sobre os fatores fitossanitários.
Tais condições favorecem, por exemplo, uma maior incidência da Broca. Devido às floradas desuniformes, o ataque desta praga, em algumas regiões, está concentrado nos frutos dos florescimentos iniciais, que se encontram em fase de granação. Nossos associados recomendam, nas lavouras que constatem a infestação, o controle e o monitoramento futuro para observar se ocorrerão novas infestações nos frutos a vingarem das floradas mais tardias.
Além disso, as condições climáticas supracitadas obrigam os produtores a continuarem com os tratos preventivos e/ou curativos, via foliar, no que diz respeito à incidência da Ferrugem e da Cercóspora. Isso é recomendável, especialmente, nos cafezais com carga pendente.
Voltamos a frisar que a descapitalização dos cafeicultores não permitiu que aplicassem os tratos culturais adequados ao longo do ano e, agora, também não possibilitará que eles adotem o tratamento propício para prevenção e/ou cura das pragas e doenças mencionadas.
Dessa maneira, acreditamos que, no melhor dos cenários, o Brasil deverá produzir, neste ano de 2010, algo próximo ao volume mínimo estimado pela Conab, na casa das 45 milhões de sacas, ou praticamente a mesma quantia colhida em 2008, não obtendo, portanto, recorde de safra.
Atenciosamente,
Gilson Ximenes
Presidente do CNC
Nesta sexta-feira, uma frente fria avança e deixa o tempo nublado com chuva a qualquer hora no Rio, no litoral e no norte de São Paulo, no Vale do Paraíba, no centro-sul de Minas e no sul do Espírito Santo. No norte capixaba e no vale do Jequitinhonha o sol predomina e não chove. Nas demais áreas mineiras e capixabas o sol aparece, mas também há previsão de chuva a qualquer hora. Nas demais regiões de São Paulo o céu fica com muitas nuvens, mas não chove.
Regiao Norte
Nesta sexta-feira, as áreas de instabilidade se intensificam e deixam o tempo fechado em Rondônia, no Acre e no Amazonas. Nas demais regiões o sol aparece entre muitas nuvens e ocorrem pancadas de chuva a qualquer hora do dia.
Regiao Nordeste
Nesta sexta-feira, o sol aparece sempre entre muitas nuvens e ocorrem pancadas de chuva a qualquer hora do dia no norte do Ceará, no Rio Grande do Norte e no leste da Paraíba, de Pernambuco e de Alagoas. No sul da Bahia a umidade fica baixa e inibe a formação de nuvens de chuva. Nas demais regiões o sol brilha forte durante grande parte do dia e há expectativa de rápidas pancadas de chuva principalmente pela manhã e no fim do dia.
Regiao Centro Oeste
Nesta sexta-feira as áreas de instabilidade se intensificam e provocam chuva a qualquer hora do dia no norte de Mato Grosso do Sul, em Mato Grosso e em de Goiás. Há risco de chuva forte nessas regiões. No sul de Mato Grosso do Sul o sol aparece sempre entre muitas nuvens, mas não chove.
Regiao Sul
Na sexta-feira, uma massa de ar seco mantém o tempo firme em grande parte de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul. No litoral do Paraná o tempo segue fechado. Em Curitiba e no Vale do Itajaí o céu fica nublado e há possibilidade de chuviscos pela manhã e a partir da tarde. No noroeste gaúcho e no oeste de Santa Catarina e do Paraná, áreas de instabilidade formadas no interior do continente avançam e provocam chuva a partir da tarde. Sol entre muitas nuvens, mas sem chuva nas demais regiões.
O Sistema Financiar, ferramenta de busca via web que disponibiliza informações sobre fontes financiadoras para projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P, D&I), inova mais uma vez ao disponibilizar em seu portal um fórum para debate entre seus usuários. Esta ferramenta vai aproximar ainda mais pesquisadores, professores, gestores e empresários, em tópicos de debate sobre fontes de recursos, competências complementares, novas idéias e demandas para elaboração de projetos.
O Sistema Financiar é pioneiro no Brasil por disponibilizar fontes nacionais e internacionais de financiamento em todas as áreas de Ciências Agrárias, Ciências Biológicas, Ciências da Saúde, Ciências Exatas e da Terra, Ciências Humanas, Ciências Sociais Aplicadas, Engenharias, Lingüística, Letras e Artes, Desenvolvimento Social e Meio Ambiente. E mais, ao ser cadastrado no sistema, e ao definir o perfil de atuação, os usuários passam a receber, de forma seletiva e automática, as informações de suas áreas de interesse.
As fontes trazem informações que contemplam instituições públicas, empresas privadas e organismos não governamentais em projetos científicos e tecnológicos, de cunhos sociais, econômicos e ambientais. Além de editais e chamadas, o sistema disponibiliza informações sobre bolsas, estágios, prêmios e auxílios a eventos, publicações e viagens.
Pioneirismo
A ferramenta foi desenvolvida pela Fundação Arthur Bernardes (Funarbe), fundação de apoio da Universidade Federal de Viçosa (UFV), e lançada para a comunidade científica e acadêmica da UFV, em 2003. Em abril de 2005, a Funarbe e a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), tornaram-se parceiras no aperfeiçoamento, manutenção e comercialização do Sistema Financiar.
Em novembro de 2007, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), a Fundep e a Funarbe assinaram um convênio de cooperação técnico-financeira para a implementação da Rede de Prospecção de Oportunidades de Fomento no Estado de Minas Gerais: Sistema Financiar. Por meio deste convênio, o acesso ao Sistema Financiar foi liberado para as 27 instituições de pesquisa públicas, estaduais e federais, sediadas em Minas Gerais.
Atualmente, o Sistema conta com 14.159 usuários, de 96 instituições brasileiras. Ao acessar o link www.financiar.org.br/forum existe agora a oportunidade de adicionar tópicos de seu interesse para discussão com os demais usuários do Sistema Financiar. O Fórum permite ainda que o pesquisador identifique outros profissionais na sua área de atuação para o estabelecimento de possíveis parcerias.
Na página do Fórum, está disponível o link para o Google Docs, que é um pacote de aplicativos do Google e funciona totalmente on-line. Entre outras funções, o Google Docs permite ao usuário indicar com quem deseja compartilhar um determinado documento. Desta forma, durante o processo de elaboração de um projeto, o texto pode ser visualizado e editado em tempo real e simultaneamente por dois ou mais pesquisadores.
Fonte: Polo de Excelência do Café.
Os estoques de café mantidos pelos países produtores "quase se esgotaram" depois de três anos de pressão sobre a oferta, afirmou o diretor executivo da Organização Internacional de Café (OIC), Nestor Osório. Em entrevista à agência Dow Jones, ele disse que o contínuo crescimento do consumo global não se sustentará durante muito mais tempo por meio da utilização dos estoques. Acrescentou que as lavouras de café da África, do Sudeste da Ásia e da América Latina precisam de renovação. "Tivemos cinco ano de certo equilíbrio porque, mesmo com o consumo superando a produção, o déficit vem sendo compensado pelos estoques. Mas agora não há mais estoque", explicou Osório, que está na Guatemala para uma conferência internacional de café.
O balanço global entre oferta e demanda resultou em déficit por três anos consecutivos, de acordo com dados da OIC. A produção do ciclo 2009/10 é estimada em 123,6 milhões de sacas, ante demanda de 134 milhões de sacas. Em 2008/09, a produção global alcançou 128,2 milhões de sacas, ante 123 milhões de sacas consumidas. Já em 2007/08, foram 119,4 milhões de sacas produzidas, frente a uma demanda de 130 milhões de sacas. "A produção média dos últimos cinco anos foi de 122 milhões de sacas por ano e o consumo cresceu de apenas 104 milhões de sacas em 2000 para 132 milhões de sacas em 2009. Portanto, os estoques que estão nas mãos dos produtores quase se esgotaram", comentou o representante da OIC. Osório afirmou que pedirá aos líderes internacionais, tanto dos países produtores e quanto dos consumidores, que apresentem "políticas claras" sobre como sustentar a produção. Ele também lançará uma ampla iniciativa para renovação das áreas de café mais antigas do mundo.
Para 2010, a OIC estima que o consumo cresça de 1,5% a 2,0%, para ao menos 134 milhões de sacas, apesar da fraqueza da economia global. Desde 2000, o consumo global de café já cresceu em média 2,6% ao ano, segundo a OIC.
Fonte: Agência Estado.
O limite de financiamento do Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro) foi ampliado de R$ 25 mil para R$ 40 mil por associado. A medida acaba de ser autorizada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que se reuniu ontem (25). O CMN ainda definiu que todo recurso disponível para o programa, R$ 2 bilhões, poderá ser direcionado ao financiamento das cooperativas. Anteriormente, apenas metade desse valor poderia ser aplicado dessa forma. Operado com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Procap-Agro foi criado na safra 2009/2010 para promover a recuperação ou a reestruturação patrimonial das cooperativas de produção agropecuária, agroindustrial, aquícola ou pesqueira, via integralização de cotas-partes de capital.
Nesta safra, foram disponibilizados R$ 2 bilhões, sendo R$ 1 bilhão destinado, anteriormente, ao financiamento. “Muitos produtores rurais, associados a cooperativas, não têm capacidade de pagamento ou limite de crédito para obtenção de novos financiamentos, principalmente por conta das prorrogações por frustração de safras, o que dificulta a capitalização da cooperativa via integralização de cotas-partes pelo associado”, explica o diretor do Departamento de Economia Agrícola, Wilson Araújo. Araújo observa que, com as mudanças indicadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e aprovadas pelo CMN, as condições para contratar o programa melhoram. “Mesmo antes dessa medida, já tínhamos boas notícias. Só o Banco do Brasil já tem comprometido recursos da ordem de R$ 800 milhões, com financiamentos contratados ou aprovados diretamente com cooperativas singulares”, informa.
Fonte: Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).
Teve início na quarta-feira (24) o ciclo de estudos “O futuro do café”, reunindo dirigentes dos setores da cafeicultura e especialistas de várias áreas do conhecimento, da Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte, para discutir os rumos de uma cultura tricentenária no Brasil, e que, na atualidade, enfrenta uma de suas maiores crises, atingindo o setor produtor, mas também os outros elos do agronegócio café.
Segundo o Presidente da Fundação Dom Cabral, Emerson de Almeida, esta “não é a primeira vez que é depositada a confiança em projetos expressivos na Fundação Dom Cabral. E apesar de não ter ainda a dimensão exata do que poderá ser esse projeto, mas pela própria dimensão do café na economia brasileira e mundial, a gente pode antever que se caminharmos bem e no caminho certo, será um projeto muito expressivo.”
Atraso nas políticas públicas - O presidente da Frente Parlamentar do Café, deputado federal Carlos Melles, após ressaltar a excelência da Dom Cabral, afirmou que “nós (o setor) estamos atrasados em termos de formulação e execução de políticas públicas para o agronegócio brasileiro”. Melles relembrou que “como o café sempre esteve na vanguarda e todo mundo tem medo de entrar no café ou no agronegócio, o governo de Minas tem medo de entrar, os governos tiveram medo de entrar. Mas quando os estados tiveram a produção como Minas tem hoje, São Paulo e Paraná por exemplo, criaram o Instituto Brasileiro do Café, em 1952, e criaram o banco do café”, e em seguida perguntou: “Que soluções nós estamos buscando?”.
O deputado, que preside a Cooparaíso, destacou não só a importância econômica, mas a importância social cada vez maior do café. “Porque a gente fala isso? Porque os números mostram. Em 2000, a produção mundial de café, a matéria-prima custava 30% do custo final e hoje custa de 7% a 8%, então a transferência de renda foi brutal nos países produtores que empobreceram ainda mais.”
Qual o pulo do gato - Para Ruy Barreto Filho, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel – Abics, “o Vietnã está crescendo e vai crescer mais, porque não é ele quem vai crescer, quem vai crescer é o Camboja, o Sul da China, são países que já estão começando a plantar café. Com isso, o Brasil está perdendo esse mercado que está crescendo. Esse assunto está em pauta, porque não existe política de café. Não existe política de nada, um exemplo disso, é que acabaram com o IBC.”
O dirigente da Abic´s acredita que “a grande demanda desse trabalho é como botar esse café para fora, porque o Brasil já conseguiu uma grande eficiência na produtividade, na produtividade industrial e abriu mercados. A nossa indústria de café solúvel, abriu o mercado sozinha, mudou os hábitos dos consumidores que passaram a consumir esse tipo de café, mas o Brasil não fez nada para a indústria de solúvel.”
Diretor executivo da Abic´s, Roberto Ferreira Paulo, perguntou:“porque que eles são líderes? Qual é o segredo, qual é o pulo do gato? Essas empresas são todas globalizadas, eles compram café e vendem café do mundo inteiro, então a rigor não existe um mérito tão grande, a não ser o acompanhamento comercial do que acontece no mundo de produtos que o Brasil heroicamente tem 30 % do mercado, mas existe outros que produzem 70%”, disse, emendando em sua fala outro importante questionamento. “Eu queria saber até que ponto o Brasil vai abrir as suas portas para ser globalizado. Quando a gente vê que a exportação de conilon, de robusta, dos últimos 5 anos foi de apenas 14%, significa que os 86%, são consumidos aqui dentro. O que quer dizer isso, que essa área de robusta de conilon não tem capacidade de competição, felizmente tem um mercado cativo ou escravo não sei.”
Roberto Paulo disse ainda que “o mundo inteiro nos mostra que no Brasil não é atividade globalizada em termos de café, ou seja, que compra e vende café. Se você pegar uma lista de cerca de 50 países produtores, todos eles vendem e compram café um para o outro, e o Brasil não faz isso por vários motivos”.
Revolução no setor cafeeiro - Na avaliação do presidente do Conselho Nacional do Café – CNC, Gilson Ximenes Abreu, “a reunião foi excelente e sem dúvida nenhuma, esse será um marco histórico na cafeicultura, nunca houve um trabalho acadêmico dessa natureza para o setor”. Ainda segundo Ximenes, a Fundação Dom Cabral aceitou a fazer esse trabalho e acredita que de aqui pra frente, o setor terá condições de virar a página. “Vamos sair dessa situação antiga de produção e comercialização, passando para a modernidade e mudando profundamente a situação do produtor rural.” O dirigente do CNC afirma que o setor “quer fazer uma revolução comercial e industrial na cafeicultura brasileira”, e adianta que atualmente “fala-se muito em sustentabilidade em todas as culturas. O café, como sabemos, é bicentenário, a 2º maior commoditie do mundo. Mas por outro lado, o produtor rural fica cada vez mais pobre, isso sim é uma contradição. O ideal para o futuro do café no Brasil, é proporcionar renda para que todos ganhem, ou seja, toda a cadeia produtiva da cafeicultura consiga viver de uma forma digna”.
Também falando pelo CNC, Francisco Ourique destacou que “nós estamos em um processo de transição, que na prática o setor café sem evidentemente perceber, está sendo dragado do que a gente chama de corredor de escoamento logístico”
Ourique avalia que “a grande questão é como o Brasil capta valor, e como o Brasil reconstrói segmentos de valor agregado. O estudo tem que ingressar dentro de uma visão estruturante e dentro de uma visão de descontinuidade na política”.
Ex-presidente do CNC e da Minasul, Oswaldo Henrique Paiva Ribeiro disse que “a reunião foi muito positiva, o setor cafeeiro estava junto com o setor de inteligência da Fundação Dom Cabral para estudar o futuro da cultura do café. Então, nada melhor do que a Fundação Dom Cabral para projetar o futuro da cafeicultura, partindo do princípio da nossa realidade atual.”
Para Osvaldo Henrique “o ideal para o Brasil é que o país continue sendo o maior produtor, o maior exportador, o maior consumidor, ou seja, que gere emprego e renda para toda a cadeia produtiva, a partir dessa importante atividade que é o café. Esses resultados positivos serão refletidos em toda a economia brasileira.” Osvaldo lembrou ainda que “se desonerar o custo que tem para produzir o robusta no Brasil, ele pode ser robusta melhor do mundo. É preciso pensar estrategicamente com certeza fortalecer a nossa indústria, fortalecer a nossa cadeia produtiva.”
Para o presidente da Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembléia Legislativa de Minas, deputado Antônio Carlos Arantes, “ O café é uma ferramenta social fantástica, e se o café está bem a economia vai bem”. Na visão de Arantes “o governo não entendeu que tem uma grande ferramenta de desenvolvimento que é o café. Os políticos que podem tomar decisões não entenderam, talvez por incompetência nossa e não deles, que não mostramos com clareza a situação e a importância da cafeicultura.”
Conheça a Fundação Dom Cabral - A Fundação Dom Cabral é um centro de desenvolvimento de executivos, empresários e empresas, que pratica o diálogo e uma escuta comprometida com as organizações, construindo com elas soluções educacionais integradas. É orientada para formar equipes que vão interagir crítica e estrategicamente dentro das empresas.
A FDC acredita que as soluções para o desenvolvimento das empresas podem ser encontradas dentro da própria organização. A sinergia com as empresas é resultado da conexão entre teoria e prática, reforçada pelo trabalho interativo de sua equipe técnica, que combina formação acadêmica com experiência empresarial.
Criada em 1976, como desdobramento do Centro de Extensão da Universidade Católica de Minas Gerais, instituição autônoma, sem fins lucrativos, considerada de utilidade pública, em 33 anos de atuação, a Fundação Dom Cabral manteve sólida articulação internacional, que garante seu acesso a grandes centros produtores de tecnologia de gestão e a modernas correntes do pensamento empresarial.
Depois de formar milhares de executivos, em constante integração com as empresas, a FDC tornou-se referência nacional em seu setor, participando da melhoria do nível gerencial e do desenvolvimento empresarial brasileiro. Circulam, anualmente, pelos seus programas abertos, fechados e de parcerias cerca de 25.000 executivos, de empresas de médio e grande porte.
Nos Núcleos de Desenvolvimento do Conhecimento (Núcleo de Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa, Núcleo CCR de Governança Corporativa, Núcleo Vale de Desenvolvimento de Liderança, Núcleo de Empreendedorismo, Núcleo de Estratégia e Gestão Empresarial, Núcleo de Negócios Internacionais, Núcleo de Inovação, Núcleo CCR de Infraestrutura e Logística, Núcleo de Mercado Business to Business e Núcleo de Gestão em Saúde) são produzidos estudos sobre as empresas e sua gestão no Brasil, dando sustentação aos programas desenvolvidos pela FDC e traduzindo seus avanços como instituição geradora de conhecimento.
Coffee Break
| Araguari | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Cacoal | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Conillon | - | 138,00 | - |
| Caratinga | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Franca | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Garça | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Riado | - | - | - |
| Tipo 8 Duro | - | - | - |
| Tipo 8 Rio | - | - | - |
| Guaxupé | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Londrina | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 7 Rio | - | - | - |
| Patrocínio | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Riado | - | - | - |
| Piraju | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| São Gabriel da Palha | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 7 Conillon | - | - | - |
| Tipo 8 Conillon | - | - | - |
| São Sebastião do Paraíso | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | 150,00 | - | - |
| Tipo 6 Duro | 250,00 | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | 300,00 | - | - |
| Uberaba | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Conillon | - | - | - |
| Tipo 8 Duro | - | - | - |
| Varginha | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Cereja Descascado | - | - | - |
| Tipo 6 Duro | - | - | - |
| Tipo 6 Duro para melhor | - | - | - |
| Vitoria da Conquista | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6/7 Duro | - | - | - |
| Tipo 6/7 Rio | - | - | - |
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) participa, a partir de março, do plano de controle da mosca negra dos citros (Aleurocanthus woglumi), na Paraíba. A praga atinge, primeiramente, as culturas de citros, caju e abacate e hospedeiros secundários como café, manga, banana, uva e goiaba.
A princípio, os municípios incluídos no plano serão Esperança, Alagoa Nova, Matinhas e Lagoa Seca. “Serão desenvolvidas ações de pulverização uniforme das áreas afetadas, com posterior introdução de predadores e parasitóides (insetos) para o controle natural da praga, reforço nos postos fixos de controle e adoção de barreiras móveis em rotas de risco. Além disso, serão selecionados os frutos e controladas as caixas utilizadas no transporte”, explica o chefe da Divisão de Prevenção, Vigilância e Controle de Pragas, da Secretaria de Defesa Agropecuária, André Peralta.
O plano de controle da mosca negra dos citros é uma parceria do Ministério da Agricultura com o governo da Paraíba. Para aderir à campanha os agricultores devem assinar o Termo de Adesão ao Programa de Controle à Mosca Negra. O agricultor que não participar pode ser penalizado com a interdição da propriedade.
Abrangência - Em dezembro de 2009 foi confirmado foco no município de Alagoa Nova, na Paraíba. Hoje, mais 16 cidades do estado já detectaram a praga.
Fonte: MAPA ( Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).
| Cacoal | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Conillon | - | 56,00 | - |
| Caratinga | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 7 Rio | - | - | - |
| Tipo 8 Rio | - | - | - |
| Garça | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | - | - | - |
| Tipo 8 Resolução | - | - | - |
| Guaxupé | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | - | - | - |
| Patrocínio | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | - | - | - |
| São Gabriel da Palha | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob - Conillon | - | - | - |
| Tipo 8 Resolução - Conillon | - | - | - |
| São Sebastião do Paraíso | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | 270,00 | - | - |
| Uberaba | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 6 Conillon | - | - | - |
| Tipo 8 Duro | - | - | - |
| Varginha | 25/01/2010 | 20/01/2010 | |
| Tipo 8 Cob | - | - | - |
| Nova York (ICE) | |||
| Mês | Fechamento | Dia Anterior | Variação |
| Março/2010 | 128.90 | 127.40 | 1.16% |
| Maio/2010 | 131.05 | 129.35 | 1.3% |
| Julho/2010 | 132.70 | 131.00 | 1.28% |
| Londres (Liffe) | |||
| Mês | Fechamento | Dia Anterior | Variação |
| Janeiro/2010 | 5.25 | 5.55 | - 0.3% |
| Março/2010 | 1239 | 1220 | 19% |
| Maio/2010 | 1284 | 1263 | 21% |
| São Paulo (BM&F) | |||
| Mês | Fechamento | Dia Anterior | Variação |