Preço diário composto cotado a 201.00 centavos

08:43:53 - A OIC (Organização Internacional do Café) divulgou que o preço diário composto, referente ao dia 18 de Fevereiro ficou em 201.00 centavos por libra peso, com alta de 3,73%. Em Nova Iorque, os preços dos vários tipos de café se portaram de tal forma: os colombianos suaves atingiram 201.00 centavos por libra peso, com alta de 3,73%; os outros suaves apresentaram a cotação de 160.63 centavos por libra peso, com aumento de 3,42%; os brasileiros e outros naturais foram negociados a 124.50 centavos por libra peso, com a desvalorizacao de 4,96%, ao passo que os robustas ficaram cotados a 73.00 centavos por libra peso, com baixa de 2,34%. O preço aferido pela OIC feito a partir da cotação de colombianos suaves (14%), outros suaves (20%), brasileiros naturais (31%) e robustas (35%).


Até o dia 18, as exportações totalizam 731.129 sacas.

08:44:54 - As exportações brasileiras no mês de Fevereiro, mais especificamente até o dia 18, totalizaram 731.129 sacas de 60 kg de café, registrando baixa de 16.39% em relação às 874.529 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior. De acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), 649.712 sacas embarcadas são referentes a café arábica, 3.858 a conillon e 77.559 referentes a solúvel.

O porto de Santos exportou 613.447 sacas, o porto de Vitória embarcou 63.534 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 20.727 sacas, o porto de Sepetiba exportou 15.760 sacas, o porto de Salvador enviou 1.720, enquanto os outros portos exportaram 6.021 sacas de café.

Também até o dia 18, o Cecafé registrou a emissão de 1.567.187 certificados de origem, dos quais 1.392.581 são referentes a arábicas, 14.413 a conillon e 160.193 de solúvel.


Preço diário composto cotado a 201.00 centavos

09:00:10 - A OIC (Organização Internacional do Café) divulgou que o preço diário composto, referente ao dia 18 de Fevereiro ficou em 201.00 centavos por libra peso, com alta de 3,73%. Em Nova Iorque, os preços dos vários tipos de café se portaram de tal forma: os colombianos suaves atingiram 201.00 centavos por libra peso, com alta de 3,73%; os outros suaves apresentaram a cotação de 160.63 centavos por libra peso, com aumento de 3,42%; os brasileiros e outros naturais foram negociados a 124.50 centavos por libra peso, com a desvalorizacao de 4,96%, ao passo que os robustas ficaram cotados a 73.00 centavos por libra peso, com baixa de 2,34%. O preço aferido pela OIC feito a partir da cotação de colombianos suaves (14%), outros suaves (20%), brasileiros naturais (31%) e robustas (35%).


Dólar abre estavél, cotado a R$ 1,8200

09:05:26 - O dólar comercial iniciou os negócios desta Sexta-Feira estavél em relação ao seu fechamento anterior. Na abertura da sessão, a moeda norte-americana era comercializada a R$ 1,8200 na compra e a R$ 1,8220 na venda.


Até o dia 18, as exportações totalizam 731.129 sacas.

09:40:00 - As exportações brasileiras no mês de Fevereiro, mais especificamente até o dia 18, totalizaram 731.129 sacas de 60 kg de café, registrando baixa de 16.39% em relação às 874.529 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior. De acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), 649.712 sacas embarcadas são referentes a café arábica, 3.858 a conillon e 77.559 referentes a solúvel.

O porto de Santos exportou 613.447 sacas, o porto de Vitória embarcou 63.534 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 20.727 sacas, o porto de Sepetiba exportou 15.760 sacas, o porto de Salvador enviou 1.720, enquanto os outros portos exportaram 6.021 sacas de café.

Também até o dia 18, o Cecafé registrou a emissão de 1.567.187 certificados de origem, dos quais 1.392.581 são referentes a arábicas, 14.413 a conillon e 160.193 de solúvel.


Comitê Educativo inicia reuniões em fevereiro

09:57:50 - Os coordenadores regionais dos comitês e a atual Diretoria da Cocapec convidam para primeira rodada de reuniões dos Comitês Educativos 2010. As reuniões tratarão de assuntos de interesse da sociedade. As reuniões acontecerão nos sete comitês da Cocapec. Mais informações sobre o comitê da sua região, consulte os dados abaixo: Comitê de Itirapuã/Patrocínio Paulista Dia: 24/2/2010 (Quarta-feira) Local: Sindicato Rural de Itirapuã (Rua Capitão Elias Moreira, 579 – Centro) Comitê de Serra Negra Dia: 25/2/2010 (Quinta-feira) Local: Palácio Primavera (Rua 23 de setembro, 5 - centro) Fonte: Cocapec.


Dólar abre em alta de 0.05%, cotado a R$ 1,8210

10:00:16 - O dólar comercial iniciou os negócios desta Sexta-Feira com valorização de 0.05% em relação ao seu fechamento anterior. Na abertura da sessão, a moeda norte-americana era comercializada a R$ 1,8210 na compra e a R$ 1,8230 na venda.


Setor busca valorização do café

10:29:22 - Política Agrícola Em reunião do Comitê Diretor de Planejamento Estratégico do Agronegócio Café, semana passada, membros da produção, exportação e indústria discutiram a necessidade de valorização do preço do café. Eles explicaram ao governo que, por causa do preço mínimo defasado, o produtor tem vivido de créditos, não de renda. Fonte: O Estado de S.Paulo.


Confira a previsão do tempo nesta Sexta-Feira.

10:30:09 - Regiao Sudeste

Na sexta-feira, o sol aparece na maior parte do dia e no final da tarde são esperadas pancadas de chuva no centro-oeste paulista e no norte de Minas. Nas demais áreas de São Paulo e de Minas, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo, o sol entre muitas nuvens, tempo fica abafado e ocorrem pancadas de chuva no decorrer do dia.

Regiao Norte

Na sexta-feira, muitas nuvens, rápidas aberturas de sol e chuva a qualquer hora no Acre, em Rondônia, no oeste e no sul do Amazonas, no sul do Pará e em grande parte do Tocantins. Sol, aumento de nuvens e pancadas de chuva a partir da tarde nas demais áreas da Região..

Regiao Nordeste

Na sexta-feira, o sol aparece forte e não chove no sul e no sudoeste da Bahia, no Vale do Rio São Francisco e no interior de Pernambuco. No litoral entre o Rio Grande do Norte e o Alagoas, o céu fica com muitas nuvens, ocorrem períodos com sol e chove ainda pela manhã. Nas demais áreas do Nordeste, o sol aparece, a temperatura fica elevada e chove de forma rápida.

Regiao Centro Oeste

Na sexta-feira, o sol aparece em Mato Grosso do Sul e no sudoeste do Mato Grosso, a nebulosidade aumenta no decorrer do dia e ocorrem pancadas de chuva a partir da tarde. Nas demais áreas, o sol aparece entre muitas nuvens e o tempo fica abafado. No decorrer do dia acontecem várias pancadas de chuva que podem ser de moderada a forte intensidade.

Regiao Sul

Na sexta-feira, uma massa de ar seco de origem polar ganha força sobre o Sul e inibe a formação de nuvens de chuva no Rio Grande do Sul, no sul e no centro-oeste catarinense e no sul e no sudoeste do Paraná. No litoral do Paraná, o céu fica com muitas nuvens, ocorrem períodos com sol e chove. O sol aparece, a temperatura fica elevada e ocorrem pancadas de chuva a partir da tarde nas demais áreas da Região.


Café: mais de mil propriedades certificadas em Minas

10:41:56 - O programa Certifica Minas Café, em 2009, fez a certificação de 641 fazendas, aumentando para 1.024 o número de propriedades com essa classificação no Estado, informa o assessor especial de Café da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Bernardino Cangussu. Ele diz que o número atual equivale a quase o triplo das fazendas mineiras de café que obtiveram a certificação internacional na primeira etapa do programa, em 2008. “Em 2010 deve aumentar para 1.200 o número de fazendas de café com certificação”, acrescenta Cangussu. O objetivo do programa é fazer a adequação das fazendas para a utilização das boas praticas agrícolas de gestão de propriedade, preservação ambiental, viabilidade econômica das ações, segurança alimentar e respeito social. “A certificação é um meio para garantir o aumento da competitividade do café de Minas Gerais nos mercados internacionais”, prossegue o assessor. Ele explica que as condições de sustentabilidade são exigidas por esses mercados. Cangussu explica que o Certifica Minas Café é realizado pela Secretaria da Agricultura, por intermédio de suas entidades vinculadas. Os interessados em participar do programa devem procurar a Emater-MG para fazer sua inscrição. A empresa responde pela assistência técnica para adequação das propriedades às normas e práticas da certificação. O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) faz as auditorias preliminares de adequação das propriedades. Já a certificadora suíça IMO (Instituto de Mercado Ecológico), credenciada pelo Governo de Minas, responde pela auditoria final de acreditação das propriedades. De acordo com o assessor, a IMO está há mais de 20 anos no mercado e atua em mais de 50 países, sendo pioneira no ramo de produtos certificados na Europa. Valorização do produto Segundo Cangussu, o governo do Estado presta assistência técnica, por meio da Emater-MG, a 1.800 propriedades no Programa Certifica Minas Café entre certificadas e em processo de certificação. As propriedades certificadas já estão se beneficiando, ele observa. “A Secretaria de Agricultura assinou em julho de 2009, com a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), um termo de cooperação que disponibilizará às industrias filiadas ao Programa de Cafés Sustentáveis (certificação das indústrias) desta entidade os cafés de qualidade dos produtores certificados no Certifica Minas Café. “Isso significa a criação de um canal de comercialização direto entre o produtor e a indústria, possibilitando o pagamento de prêmio sobre a qualidade dos cafés, que varia de 10 a 25% sobre o preço do dia, e depositando 5% das vendas para um fundo que será revertido para os cafeicultores e pequenas torrefações”, ressalta o assessor. “As indústrias que adquirirem cafés certificados dentro do programa poderão utilizar o selo Certifica Minas Café –Abic nas embalagens dos cafés.” Cangussu diz que a atuação do governo de Minas na área do café corresponde à importância do produto para o Estado. “Somos o maior produtor e exportador de cafés do Brasil”, ele explica. A safra mineira de 2010 está estimada entre 23,2 milhões e 24,7 milhões de sacas, podendo alcançar 50,7% da produção nacional, observa ainda o assessor. Para dar suporte ao desenvolvimento da cafeicultura, o governo estadual disponibiliza assistência técnica qualificada em praticamente todos os municípios cafeeiros. Além disso, há cursos de aperfeiçoamento da atividade, provas gratuitas para os produtores conhecerem a qualidade dos seus cafés e Concursos de Qualidade dos Cafés para promoção da atividade. Em 2009, o produtor campeão do concurso vendeu cafés a R$2.500,00 a saca. O assessor ainda destaca que o governo do Estado também alterou os padrões de cafés adquiridos pelo poder executivo mineiro. “Esta medida trará reflexos positivos para a qualidade dos cafés de Minas”, finaliza. Fonte: Agência Minas.


PR: Cocamar inicia experimentos com café conilon em agosto

10:54:49 - A Cocamar pretende implantar nos meses de agosto e setembro, logo após o inverno, um campo experimental de dois hectares com café conilon em sua Unidade de Referência Tecnológica (URT) no município de Iporã, região Noroeste do Estado. A variedade, própria para o clima quente, é cultivada nos Estados do Espírito Santo, Rondônia, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso e Pará. O trabalho será desenvolvido pela Cocamar em parceira com o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) e o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). "Nosso objetivo é avaliar como alguns clones desta variedade se portam no solo e clima da região Noroeste. Serão mantidas parcelas de café sequeiro e irrigado", explica o coordenador de culturas perenes da cooperativa, engenheiro agrônomo Leandro Cezar Teixeira. Mudas Na primeira quinzena de fevereiro, além de Teixeira, o gerente do departamento de produção agrícola da Cocamar, Aparecido Carlos Fadoni, o pesquisador e chefe do programa Café do Iapar, Armando Androciolli Filho e o viveirista Francisco Spanhol, reuniram-se para planejar a área. No próximo mês as estacas do café conilon serão trazidas pelo Iapar ao município de São Jorge do Patrocínio (PR), para a produção de mudas em viveiro. A variedade conilon responde por aproximadamente 30% da produção nacional e 70% das lavouras estão no Espírito Santo. Segundo os técnicos, trata-se de uma variedade tão produtiva quanto a arábica. "É um café que será misturado com a variedade tradicional, visando dar mais corpo à bebida", completa Teixeira. Fonte: Cocamar/ PR.


Lavouras de café são prejudicadas pelo clima irregular em São Paulo

13:24:59 - O clima irregular com excesso de chuvas registrado em dezembro, janeiro e fevereiro em São Paulo, trouxe efeitos para os cafezais. Os problemas têm sido as floradas desiguais ou diversas floradas. Isso provoca o desenvolvimento do fruto em fases diferenciadas - enquanto alguns estão em granação, outros podem estar no ponto da colheita. Em conseqüência, o grão a ser colhido a partir de maio corre o risco de ir para o mercado com baixa na qualidade, adverte o engenheiro agrônomo Saulo Saleiros, da Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas da Alta Mogiana, entidade que reúne produtores dos municípios de Franca, Pedregulho, Cristais Paulistas, Jeriquara, Ribeirão Corrente, Patrocínio Paulista e São José da Bela Vista. Segundo ele, nesse período do verão tem chovido pouco na região, mas as chuvas fora de época durante o inverno atrapalharam o processo natural de desenvolvimento da planta.“O café se desenvolve com tempo chuvoso e quente, mas precisa do momento seco e frio para o estado de dormência necessário ao seu metabolismo”, explicou Saleiros. Ele acredita, no entanto, que em termos de quantidade, a maioria não terá do que reclamar. Dados apurados pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) no escritório regional da secretaria em Ribeirão Preto indicam estimativa de perdas de até 10%, principalmente pelo comprometimento da infraestrutura para o escoamento da safra. Além de implicar maiores custos para a colheita e o beneficiamento, o excesso de umidade fora de hora pode levar alguns grãos a ficar murcho, alertou o pesquisador científico do IEA, Celso Vegro. Ele acrescentou que em razão das fases mistas de grãos maduros com outros sem estar no ponto certo de maturação, ou ainda verdes, o resultado poderá ser “o daquele gosto adstringente da bebida”. A previsão para a safra 2010, feita em janeiro pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), indicou um crescimento de 12,7% a 19,9% na colheita no estado, passando de 3,8 milhões para 4,1 milhões de sacas de 60 quilos. Fonte: Agência Brasil.


Cooperativas vão propor que Minas repasse crédito de ICMS diretamente aos produtores

14:50:31 -

Embora reconheçam o valor social do decreto 45.030 do governo de Minas Gerais, de janeiro de 2009, as cooperativas de cafeicultores não estão conseguindo operacionalizar a legislação, que torna obrigatório o ressarcimento de um crédito presumido de 3,6% por saca de café aos produtores. Na visão dos dirigentes – reunidos na quinta-feira (18), no Centro do Comércio de Café de Minas Gerais, em Varginha, o Estado fez o lado social em democratizar o beneficio do ICMS para todos os cooperados, porém, os cooperativistas avaliam que faltou mecanismos de operacionalização e escoamento de crédito de ICMS pelas cooperativas, e decidiram abrir um canal de diálogo com o governo de Minas Gerais, na busca de uma solução face à dificuldade de operacionalização e escoamento de ICMS para outros estados. A reunião em Varginha teve como tema “Alternativa para escoar o crédito de ICMS que esta acumulando nas cooperativas”, e contou com a participação de presidentes de Cooperativas e do presidente do Conselho Nacional do Café, Gilson Ximenes, além dos dirigentes do Centro do Comércio de Café, representados pelo presidente da instituição, Arquimedes Coli Neto. Da área política, além de Carlos Melles, participou o deputado estadual Antonio Carlos Arantes. “Houve uma mudança na legislação. Havia uma legislação em 2002, que dava diretamente ao produtor, a liberdade que através das notas fiscais de compra do produtor, ele buscasse o ressarcimento de crédito de ICMS que ele havia recolhido. No ano passado, o governo mineiro fez uma mudança em março de 2009, dando uma opção de quem fizesse a comercialização do café, pudesse ser ressarcido o ICMS. Essa é uma modalidade que ela fica de difícil trato na execução, porque dá a opção de se creditar ou não se creditar, sendo que a grande maioria, ou seja, 99% não se creditou, porque depois não tem como compensar esse crédito de ICMS e, não tendo como compensar a medida do governo, que é uma boa medida, deixou de ser boa porque não deu a isonomia no tratamento tributário de um crédito presumido de 3,6 % por saca de café”, explicou o presidente da Cooparaíso e da Frente Parlamentar do Café, deputado Carlos Melles, que participou da reunião no Centro do Comércio de Café, em Varginha. Após o encontro – marcado por intensos estudos e debates, Melles informou que os dirigentes chegaram à conclusão que “é sempre melhor o produtor receber o crédito, ele tem direito e acesso da compensação do crédito e não alguém fazer a compensação por ele. Porque se for esperar alguém fazer a compensação por ele, ele pode não ter o resultado esperado como não está tendo”. A partir desta visão, o deputado explicou que ficou definido que o grupo irá procurar o Governo de Minas para reafirmar que o projeto é bom, mas desde que o produtor mesmo faça a sua compensação de crédito de ICMS. Como era - As cooperativas recebiam ICMS e devolviam através das vendas fora do estado de MG. Existia um procedimento fiscal, no qual os produtores iam à um contador e em seguida à Administração Estadual Fazendária e homologavam as notas fiscais. A partir daí, a cooperativa devolvia os créditos de ICMS aos produtores por meio da compra de mercadorias e abatimento em dívidas. O que mudou - Mas com o decreto 45.030 de março de 2009, as empresas, as cooperativas, as indústrias e as exportadoras tiveram que se adequar para ressarcir o produtor a 3,6%- medida que tornou-se obrigatória. Porém, o crédito nesse percentual seria feito desde que o produtor tomasse esse crédito com destaque na nota fiscal. A proposta – Ficou decidido que o Centro de Comércio de Café irá levar proposta para a Secretaria de Estado de Fazenda de Minas Gerais, para que o Estado repasse diretamente ao produtor o ICMS, através de certificação, e que o produtor rural faça a melhor forma de utilização desses créditos, já que as cooperativas não tem como operacionalizá-los. Futuro do café - Já na próxima quarta-feira (24) as lideranças deverão apresentar as propostas ao governo mineiro. “Devemos apresentar na semana que vem, quando temos um encontro com a Fundação Dom Cabral para tratar do futuro do café em Minas Gerais”, disse o deputado Carlos Melles. Sobre este outro tema, o parlamentar disse que a cafeicultura, através da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café, ABIC´s – Associação Brasileira da Indústria do Café Solúvel, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – CECAFE, do Conselho Nacional do Café – CNC, Comissão de Café da CNA, e Frente Parlamentar do Café no Congresso Nacional, junto com o Governo de Minas e por intermédio da Fundação Dom Cabral, iniciará um diálogo para analisar como será a cafeicultura em Minas para os próximos 20 anos. “Esse é o tempo que dura a vida útil de uma plantação de café. Para saber como orientar os produtores, os trabalhadores, como orientar quem vive e trabalha do café, são 600 municípios em Minas que é a maior fonte de renda e emprego do café, 70% do café produzido em Minas é exportado, ou seja, é uma grande receita para o Estado e para o Brasil”, disse o deputado, lembrando que “um outro aspecto muito importante, é de que o café é uma planta perene que gera emprego, gera renda, o Estado de Minas produz 55% do café do Brasil, produz um café de qualidade, enfim, é um equilíbrio econômico e social que o Estado não pode perder de vista, que é um programa futuro de médio e longo prazo para a cafeicultura”.

 

Coffee Break

Foto: Centro do Comércio de Café de Minas Gerais


Receita com solúvel cresce 3,7% em janeiro;volume sobe 11,5%

15:48:57 -

A receita cambial com exportação de café solúvel apresentou elevação de 3,67% em janeiro passado, em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os industriais faturaram US$ 33,312 milhões, em comparação com US$ 32,132 milhões em janeiro de 2009, conforme relatório divulgado hoje pela Secretaria de Produção e Comercialização, do Ministério da Agricultura, com base em números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O País exportou no período 4.936 toneladas, com aumento de 11,47% em relação a 2009 (4.428 t). O preço médio da tonelada ficou em US$ 6.749/t, ante US$ 7.257/t em 2009, representando queda de 7%.

Segundo o relatório, a Rússia foi o principal do destino do café processado brasileiro em janeiro de 2010, com elevação de 137,11% em termos de receita sobre 2009. Também foi significativo o aumento da receita, em termos porcentuais, para Chile (138,23%), Bélgica (91,83%), Finlândia (50,35%) e Croácia (47,50%). Entre os 15 principais destinos do café processado brasileiro, apenas sete tiveram redução em receita cambial. O desempenho foi negativo principalmente para Nicarágua (-47,43%), Indonésia (-39,28%), Estados Unidos (-24,72%) e Mianmar (-23,78%).

O principal comprador de café solúvel brasileiro em janeiro de 2010, em volume, foi a Rússia, que apresentou aumento de 181,71% ante 2009. O segundo principal importador foram os Estados Unidos (-12,45%). Em termos porcentuais, houve aumento significativo no volume vendido para Chile (181,13%), Alemanha (112,28%), Finlândia (84%) e Bélgica (71,74%). O volume embarcado reduziu para 6 destinos, entre os 15 principais mercados, como Nicarágua (-50,64%), Indonésia (-20,74%) e Cingapura

(-18,42%). Acompanhe a seguir os resultados das exportações brasileiras de café solúvel: 

PAÍSES

  Janeiro/2010  

  Janeiro/2009  

US$ MIL

t

P. Médio

US$ MIL

t

P. Médio

Rússia

5.271

724

7.280

2.223

257

8.650

EUA

4.888

928

5.267

6.493

1.060

6.125

Ucrânia

4.722

530

8.909

4.318

482

8.959

Japão

2.223

315

7.057

2.311

299

7.729

R. Unido

2.185

301

7.259

1.819

198

9.187

Argentina

2.077

418

4.969

2.277

443

5.140

Chile

1.265

149

8.490

531

53

10.019

Alemanha

1.256

242

5.190

727

114

6.377

Croácia

913

118

7.737

619

80

7.738

Cingapura

759

124

6.121

977

152

6.428

Bélgica

681

79

8.620

355

46

7.717

Indonésia

575

107

5.374

947

135

7.015

Nicarágua

553

77

7.182

1.052

156

6.744

Mianmar

532

97

5.485

698

106

6.585

Finlândia

430

92

4.674

286

50

5.720

Sub-total

28.330

4.301

6.587

25.633

3.631

7.059

Outros

4.982

635

7.846

6.499

797

8.154

Total

33.312

4.936

6.749

32.132

4.428

7.257

Fonte: Agência Estado (Análise das Informações de Comércio Exterior).




Quebra no Café em SP já chega aos 10%

17:12:05 - Segundo levantamento do IEA as lavouras de café do estado de SP já acumulam perdas em torno dos 10%, devido ao excesso de chuva observados entre os meses de julho/09 a janeiro/10. Pois a planta de café necessita, para seu perfeito metabolismo, que ocorra um estresse hídrico entre a colheita e a nova florada (Setembro) o que não ocorreu, além de que as chuvas foram excessivas e o solo quase sempre encharcado. E a redução na produção não é a pior preocupação dos cafeicultores, pois uma outra quebra poderá afetar ainda mais o bolso deles, a baixa qualidade dos grãos (bebida), haja vista que nessa safra ocorreram diversas floradas. Desse modo, no momento da colheita haverá uma grande quantidade de grãos em diversas fases de maturação, desde grãos verdes até secos. Com isso, os exportadores encontrarão dificuldades para ‘fechar’ os lotes já vendidos. Fonte: Somar Meteorologia.


Agência prevê valorização de commodities agrícolas

17:14:09 - Os preços das commodities agrícolas deverão aumentar no médio prazo e poderão até superar, em termos reais, os recordes alcançados entre 2007 e 2008, segundo projeções da FAO. Essas commodities estão relativamente "blindadas" contra uma crise generalizada, mas alguns produtos sensíveis à oscilações de renda, como óleos vegetais, carnes e lácteos, poderão ser atingidos se a situação econômica global se degradar ainda mais. A manutenção dos preços reais dos produtos agrícolas em um nivel mais elevado no médio prazo depende, entretanto, de três fatores principais. Primeiro, da incorporação obrigatória de biocarburantes e outras medidas de estímulo em favor da produção e do consumo dessas energias alternativas, o que tende a oferecer maior sustentação às matérias-primas agrícolas. Em segundo lugar, está o próprio encarecimento de produtos químicos e orgânicos usados nos cultivos e os elevados custos dos transportes. Enfim, diz a FAO, a desaceleração que parece atingir a produtividade agrícola supõe que todo aumento da produção terá como consequência uma alta dos custos unitários de produção. Quanto à produção em si, no médio prazo as projeções indicam que o crescimento nos próximos dez anos não será igual ao da década passada. Até 2020, o crescimento da produção agrícola deverá ser mais lenta nos paises industrializados, enquanto na América Latina e na Asia ela será mais rápida. As tendências de médio prazo do comércio internacional de alimentos apontam uma modificação das trocas. Os paises industrializados vão exportar menos, enquanto países como o Brasil e a Argentina tendem a exportar cada vez mais . Do outro lado, um maior número de nações da Ásia e África se tornarão importadores líquidos de alimentos. Fonte: Valor Econômico.


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criado em 19/02/2010