Boas práticas na colheita garantem qualidade do café

08:31:37 - Estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apontam que boas práticas no processo produtivo do café podem garantir maior rendimento do grão. Os produtores devem estar atentos a todas as etapas do cultivo. Uma importante fase é a colheita que, se não for realizada em período adequado, com o fruto plenamente maduro, pode representar perda de até 30% da safra. A falta de uniformidade na maturação dos frutos é uma das principais dificuldades. As plantas podem ter maturação precoce, média ou tardia, por isso, a colheita deve começar pelas que apresentam 80% de frutos maduros. O café retirado ainda verde prejudica não só a qualidade, mas também o rendimento do produto e acarreta prejuízo na comercialização da safra. Quantidades excessivas de frutos verdes prejudicam a classificação por tipo, peso do grão, rendimento, qualidade da bebida, valor do produto e desgaste da planta. Três medidas ajudam o produtor a evitar prejuízos. A colheita na época certa impede a exposição à praga e a adoção de técnica adequada assegura a produtividade. A retirada de todos os frutos do cafeeiro beneficia a safra seguinte, uma vez que reduz a população da broca (praga comum em cafezais), que se alimenta exclusivamente de café. A retirada manual dos frutos, com o apoio de um pano estendido debaixo do cafeeiro, impede o contato dos grãos com o solo e ajuda a diminuir a infestação da broca. Já a secagem deve ser feita em terreiros ou secadores apropriados. Deixar o grão em sacas ou amontoado em ambiente úmido favorece a fermentação e compromete, tanto a qualidade da bebida, quanto seu valor comercial. Para o transporte, são recomendadas sacas de aninhagem (pano de juta) e não de plástico. Fonte: Ministério da Agricultura com informações da Embrapa.


Até o dia 04, as exportações totalizam 21.055 sacas.

08:40:00 - As exportações brasileiras no mês de Fevereiro, mais especificamente até o dia 04, totalizaram 21.055 sacas de 60 kg de café, registrando baixa de 90.09% em relação às 212.516 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior. De acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), 19.653 sacas embarcadas são referentes a café arábica, -?? a conillon e 1.402 referentes a solúvel.

O porto de Santos exportou 19.426 sacas, o porto de Vitória embarcou -?? sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 1.560 sacas, o porto de Sepetiba exportou -?? sacas, o porto de Salvador enviou -??, enquanto os outros portos exportaram 69 sacas de café.

Também até o dia 04, o Cecafé registrou a emissão de 471.068 certificados de origem, dos quais 422.812 são referentes a arábicas, 7.154 a conillon e 41.102 de solúvel.


Dólar abre em baixa de 0%, cotado a R$ 1,8890

09:00:10 - O dólar comercial iniciou os negócios desta Segunda-Feira com desvalorização de 0% em relação ao seu fechamento anterior. Na abertura da sessão, a moeda norte-americana era comercializada a R$ 1,8890 na compra e a R$ 1,8910 na venda.


Confira a previsão do tempo nesta Segunda-Feira.

09:30:12 - Regiao Sudeste

Na segunda-feira, o sol aparece com força, à temperatura fica elevada e não chove no litoral do Rio de Janeiro. No noroeste de Minas, o tempo fica instável e chove a qualquer hora do dia com períodos de melhoria e aberturas de sol. Nas demais áreas do Sudeste, o sol brilha forte, as temperaturas ficam elevadas e devido a esse aquecimento nuvens mais carregadas se formam ao longo do dia e ocorrem pancadas isoladas de chuva a partir da tarde.

Regiao Norte

Na segunda-feira, o sol brilha forte, faz calor e chove à tarde em Roraima, no Acre e no sudoeste do Amazonas. Nas demais áreas da Região, o tempo fica abafado, com sol sempre entre muitas nuvens e pancadas de chuva no decorrer do dia.Pode chover forte em algumas regiões.

Regiao Nordeste

Na segunda-feira, no Maranhão, no Piauí, no sul do Ceará, no oeste de Pernambuco e no centro-oeste da Bahia, áreas de instabilidade tropical provocam chuva a qualquer hora do dia intercalados com breves aberturas de sol. Nas demais áreas do Nordeste, o sol aparece, a temperatura fica elevada e chove de forma rápida.

Regiao Centro Oeste

Na segunda-feira, o ar mais quente e úmido ainda predomina sobre o Centro-Oeste. O céu fica com muitas nuvens, ocorrem períodos com sol e chove a qualquer hora do dia no centro-norte de Mato Grosso e de Goiás, inclusive no Distrito Federal. Pode chover forte em algumas regiões. Nas demais áreas, o sol aparece com força, faz bastante calor e ocorrem pancadas de chuva a partir da tarde.

Regiao Sul

Na segunda-feira, o avanço de uma frente fria deixa o tempo instável no Rio Grande do Sul. No sul gaúcho, o céu fica nublado e chove a qualquer hora. No norte gaúcho, em Santa Catarina e no Paraná, o sol aparece na maior parte do dia e devido ao tempo quente e úmido nuvens mais carregadas se formam e provocam pancadas de chuva a partir da tarde. Pode chover com forte intensidade.Nas demais áreas do Rio Grande do Sul, o céu fica com muitas nuvens, ocorrem períodos com sol e chove a qualquer hora.


Cecafé: exportações em janeiro superaram mesmo mês de 2009

13:22:09 - As exportações brasileiras de café no mês de janeiro foram de 2.436.041 sacas, para uma receita de US$ 377 mi. Os números do balanço do primeiro mês do ano foram divulgados pelo Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) que apontou um aumento de 4,9% no volume (2.322.605 sacas em janeiro 2009) e de 16,7% na receita (que foi de US$ 323 mi em 2009). O Cecafé divulgou também que, no acumulado dos últimos doze meses o país já comercializou 30.441.996 sacas, para uma receita de US$ 4.321.583. No mês de janeiro, o gráfico de participação percentual por qualidade nas exportações mostra que o arábica respondeu por 89% das vendas, o solúvel por 9% e o robusta por 2%. No cômputo geral, os maiores compradores do produto nacional continuam sendo Alemanha, com 521.083 sacas, Estados Unidos, com 384.492 sacas, e Itália, com 254.794 sacas. Um diferencial foi a boa performance da Rússia como importadora do nosso produto. Tradicional consumidor de café solúvel (o país adquiriu em 2009 12 mil sacas, sendo 7 mil delas de café solúvel), desta vez a Rússia importou 81 mil sacas no total, sendo que 44 mil delas foram de café verde. O aumento no volume adquirido fez a Rússia saltar do 23º lugar em janeiro de 2009 para o 6º lugar em janeiro de 2010. Os principais portos de embarque foram Santos, com uma participação de 77,8% no volume embarcado, Vitória, com 11,4%, e o Rio de Janeiro, com 9,4%. Fonte: Cecafé (Comunicação Assessoria Empresarial)


PQC - Programa de Qualidade do Café: Benefícios para indústrias e consumidores

13:25:26 - Ao contrário do processo de educação dos consumidores, que exige mais tempo e muita experimentação para que eles assimilem que café não é tudo igual e que existem categorias com qualidades e preços distintos, o processo de adoção da cultura da qualidade pelas empresas é extremamente rápido. NA BAHIA - “Mudou tudo dentro da minha indústria, a cultura, o comportamento e o comprometimento de todo o pessoal”, diz Pavel Cardoso, da Sobesa Industrial de Alimentos Santanense, de Santana, município do interior baiano, a 900 km de Salvador. Pavel preparou a sua empresa durante todo o ano de 2008 para ingressar no PQC – Programa de Qualidade do Café, da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café. Em 2009 a indústria passou pela auditoria e já tem cinco marcas certificadas na categoria Tradicional; uma, na Superior e quatro, na categoria Gourmet. A preparação exigiu cursos básicos que foram ministrados por uma profissional especializada em ciências de alimentos. “Foram cursos básicos mesmo, começando por ensinar noções de higiene, como lavar as mãos”, diz Pavel. A transformação da equipe superou qualquer expectativa. “Todos passaram a entender a importância de cada um no resultado final. Consegui mais compromisso na formatação do blend, por exemplo. Como prêmio, todos ganharam participação nos resultados”. Para Pavel, além dos colaboradores se mostrarem satisfeitos – “a gente vê satisfação no rosto deles” – a questão da qualidade entrou no DNA da empresa. NO RIO DE JANEIRO - Mais que boas práticas de fabricação, a certificação pode melhorar todos os processos da empresa. “A visita dos auditores agrega conhecimento e promove um maior envolvimento de todos os funcionários”, diz Adriana Guedes, da Café Faraó, empresa de Volta Redonda, do Rio de Janeiro, uma das primeiras a aderir ao PQC, em 2004. Isso porque os auditores agem como consultores. EM GOIAS - "Os auditores ajudam muito. Eles dão dicas como, por exemplo, de armazenagem e de melhorias que podemos fazer na fábrica”, completa Ricardo Ander de Oliveira, da Café Rancheiro, de Goiás, há três anos no PQC. POSICIONAMENTO E VALORIZAÇÃO - Além disso, o acompanhamento feito pelas auditorias e o monitoramento do padrão do sabor ao longo do tempo, por meio das avaliações sensoriais, auxiliam as indústrias a melhor posicionarem seus produtos no mercado, diferenciando-se da concorrência. O PQC conta hoje com 54 empresas e 318 marcas certificadas. São indústrias de todos os portes, das maiores às menores. Do total de marcas, 51% são certificadas na categoria Tradicional; 26%, Gourmet, e 23% Superior. Na avaliação global feita pelo Instituto Totum, todos os cafés participantes do PQC têm maior valor no mercado. O preço médio de um 1 kg de café certificado pelo programa é de R$ 10,50, enquanto um não-certificado está R$ 8,00. No comparativo de preços médios mais altos, os cafés do PQC custam R$14,00 e os demais R$ 10,50. Diferenciação EM MINAS GERAIS - Trabalhar com categoria de produtos ajuda, “mas ainda não está fluindo como devia”, analisa Mônica Vilela, da indústria Café Padre Victor, de Três Pontos, em Minas, também no PQC desde o início. Uma das razões dessa não fluidez é explicada por Adriana Guedes, da Café Faraó: “Precisa haver mais adesão; o programa precisa ter mais empresas e marcas”. A OPINIAO DO VAREJO - Trabalhar com categorias de produtos, por sua vez, requer a compreensão do próprio varejo. “Já tem uma conscientização por parte dos supermercadistas em relação a isso”, diz Sussumu Honda, presidente da Abras – Associação Brasileira de Supermercados. Vinho, azeite e até azeitona já são produtos com os quais se trabalha por categoria, maior valor agregado e certificação. Mas o aumento da demanda desses produtos, para ele, está ocorrendo na medida em que está aumentando a renda do consumidor. Sussumu Honda, que atua no setor supermercadista desde 1971, sempre acompanhou os trabalhos e esforços da ABIC e, mais uma vez, diz ter certeza que este programa de qualidade será também vitorioso. “O supermercadista também é um consumidor”, diz ele, referindo-se ao fato de que também eles têm que aprender a diferenciar. PALAVRA DO PRESIDENTE - “Qualidade é o motor do aumento do consumo”, define Almir José da Silva Filho, presidente da ABIC e executivo da indústria Café Toko, de Juiz de Fora, Minas Gerais, primeira empresa a ter um produto certificado na categoria Superior (hoje já são duas marcas nesta categoria, além de cinco Gourmets e 3 na categoria Tradicional). Por isso, a ABIC tem entre suas metas prioritárias, em 2010, avançar no PQC, buscando a adesão de um maior número de empresas. É um trabalho paulatino, assim como foi o do Selo de Pureza e como é com os demais programas liderados pela entidade. Mas o resultado compensa. Basta lembrar que há cinco anos as licitações públicas baseavam-se unicamente no menor preço. Hoje, não só a grande maioria exige um nível mínimo de qualidade, com base no programa da ABIC, como o estão elevando, a exemplo do governo de Minas e do Exército Brasileiro, que estipularam 6 pontos como nota mínima de qualidade (na escala de zero a 10), enquadrando o café na categoria Superior. Fonte: Abic


Enquanto o Brasil produz, a Alemanha fatura

13:28:53 - Quando o assunto é café, não há como deixar de pensar nas imensas plantações brasileiras e sua magnífica e histórica produção. De fato, o Brasil lidera o volume de colheita e de exportações, mas na hora de faturar com a commodity, os alemães é quem dão as cartas. Mesmo sem contar com um pé sequer de café em seus 357 mil km2 de extensão – o equivalente ao território do estado do Mato Grosso do Sul – a Alemanha é o país que mais ganha dinheiro com exportações do produto. “Eles estão no mercado europeu e possivelmente isso faz a diferença na comercialização”, analisa Guilherme Lange Goulart, presidente da Comissão de Café da FAEP. O dado parece ainda mais complexo se pensarmos que, além de não plantar café, os germânicos exportam praticamente um terço do volume brasileiro. Como, então, explicar o faturamento alemão? “Eles (alemães) comandam o comércio com os países ricos, pois na Europa o café é uma grife. E a Alemanha conseguiu o status de possuir essa grife, essa marca forte com o café”, explica o engenheiro agrônomo da FAEP, Claudius Augustus. Para se ter uma ideia, a produção brasileira no último ano foi de 39 milhões de sacas, o que representa 32% de participação mundial. Desse total, 30 milhões foram exportadas. Somente para a Alemanha foram destinadas seis milhões de café verde. Em contrapartida, os alemães contam com uma produção zero e as exportações de café industrializado chegaram a 10 milhões de sacas em 2009, ou seja, três vezes menos que a quantidade brasileira. Porém, quando tudo isso é contabilizado no caixa, a realidade é outra. As exportações brasileiras rendem em média US$ 4,2 bilhões ao ano, o que significa que a saca é vendida por US$ 120. Na contramão vem a Alemanha, que vende o produto por US$ 200 a saca, ou seja, um valor 70% maior do que o brasileiro. A industrialização (torrefação e moagem) não justifica a enorme margem de lucro obtida pelos alemães. “É incrível, mas o preço que a Alemanha consegue é muito superior. E eles não são produtores e, sim, consumidores. Porém, a reexportação do café é algo muito forte e muito bem trabalhada”, diz Augustus. "É fácil constatar isso pelos dados das Nações Unidas de comércio mundial. A Alemanha importou, em 2008, 19 milhões de sacas de café, pagando 3,3 bi de dólares (cerca de 173 dólares por saca). Reexportou 9 milhões de sacas com um preço médio de US$ 233. Ou seja, os alemães tiveram uma margem de 540 milhões sem descontar os custos e ainda mantiveram 10 milhões de sacas disponíveis”. Para Guilherme Goulart, é necessário investir em tecnologia, “sem ela não há como competir com outros mercados”. Fonte: Informativo da Faep- Federação de Agricultura do Estado do Paraná


Dólar comercial opera em baixa, cotado a R$ 1,8740

13:40:00 - O Dólar comercial está operando com baixa de 0.79%. Há pouco, a moeda americana era comercializada a R$ 1,8740 na compra e a 1,8760 na venda.


TCU aponta irregularidade na Conab

14:14:10 - Armazenagem: Auditoria identifica sucateamento, falta de gestão e diferenças graves em volumes contabilizados Mauro Zanatta, de Brasília O sistema público de armazenagem de grãos do país corre sérios riscos de colapso. Uma inédita auditoria operacional feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostra uma estrutura sucateada, falta de gestão e controle sobre os ativos armazenados e diferenças "graves" nos volumes contabilizados pela matriz da estatal e suas superintendências regionais nos Estados. As visitas dos auditores do TCU às unidades da estatal também revelaram a contratação irregular de empresas de armazenamento inscritas no cadastro de inadimplentes da União, além de "prejuízos aos cofres públicos" causados pela perda do prazo de recursos em processos de desvios de estoques públicos. O TCU estimou um "risco de desperdício" do dinheiro de R$ 1,12 bilhão apenas em ações não cobradas na Justiça por prescrição de prazo. A capacidade estática ociosa da Conab, em julho de 2009, seria suficiente para acomodar 43,5% dos estoques armazenados em estruturas privadas. À época, a Conab pagou R$ 1,9 milhão quinzenais para estocar 1,3 milhão de toneladas de grãos que poderiam estar em armazéns da estatal, aponta o relatório. A auditoria detectou que 48 armazéns privados estavam em situação fiscal irregular. Juntas, essas empresas detinham R$ 117,6 milhões em ativos públicos sob sua guarda. Os prejuízos com aluguel desnecessário de áreas privadas foram estimados em R$ 45 milhões anuais, apontou o relatório. A auditoria apurou que 85% dos estoques públicos - 2,6 milhões de toneladas - estavam armazenados em silos privados. Em razão do sucateamento das unidades da Conab, apenas 1,6% da produção total da safra 2008/09 poderia ser acondicionada nos armazéns estatais, segundo a auditoria. O pente-fino do TCU na Conab avaliou os processos de armazenamento e fiscalização de estoques públicos, a qualidade dos sistemas informatizados de controle de estoques, a logística de armazenamento público e o processo de recuperação de débitos causados por desvios e perdas de produtos. Foi a primeira vez que o TCU fiscalizou a estatal, cujo histórico inclui um amplo loteamento político de cargos na matriz e nos Estados. Em meados da década de 1990, a Conab esteve no centro de um escândalo envolvendo desvios de estoques públicos em Goiás. Hoje, a empresa é controlada pelo PMDB de São Paulo, mas também conta com diretores do PT gaúcho em sua cúpula. O atual presidente, o ex-deputado federal e estadual paulista Wagner Rossi, foi indicado pelo presidente do PMDB e da Câmara dos Deputados, Michel Temer (SP). Rossi foi tesoureiro da seção paulista do partido e está cotadíssimo para assumir o comando do Ministério da Agricultura no lugar de Reinhold Stephanes a partir de abril. A Conab operou um orçamento de R$ 2,3 bilhões para a aquisição de produtos agropecuários em 2009. Há dois anos e meio no comando da Conab, Wagner Rossi admite todos os problemas apontados pelo TCU. E afirma que tem trabalhado em "estreita colaboração" com os órgãos de controle para melhorar a situação. "É verdade o que o TCU levantou. Mas estamos em um processo de recomposição da empresa. Temos imperfeições e vamos corrigi-las", afirmou ele ao Valor. "Há dificuldades, especialmente em tecnologia da informação. Mas estamos colocando as coisas em ordem". Rossi afirmou ter adquirido um novo programa para organizar as ações judiciais, além de realizado um amplo levantamento do patrimônio da estatal. "Construímos um novo armazém depois de muito anos e concentramos a certificação em 30 das nossas 94 unidades para ter condições operacionais adequadas", disse. O relatório dos auditores do TCU determinou à Conab alguns procedimentos imediatos. Entre eles, está exigir garantia de depósito em todos os contratos com armazéns privados e a melhora dos controles internos dos estoques para corrigir as diferenças de volume entre matriz e superintendências. Além disso, o TCU determinou alteração nas fiscalizações de estoques para evitar a repetição nos mesmos estados em meses iguais e auditorias não-programadas constantes. A Conab também deveria vetar a participação de gerentes ou encarregados de operações em fiscalizações em seus Estados, além de revisar os processos de recuperação de débitos causados por perdas ou desvios de estoques públicos em até 90 dias. Os auditores determinaram a revisão da situação das empresas armazenadoras com débitos não quitados e, em caso de irregularidade comprovada, providências para a remoção dos produtos públicos, além de apurar falhas de controle interno que originaram esses problemas. A Conab tinha, em agosto, 171 armazéns próprios, distribuídos pelas 94 unidades armazenadoras. A capacidade total de armazenagem somava 2,19 milhões de toneladas. A nova unidade de Uberlândia, ainda em construção, deve elevar a capacidade em 100 mil toneladas. Fonte: Valor Econômico


CNA cria instituição para monitorar conflitos rurais

14:49:07 - O debate em torno da presença do Judiciário nos conflitos agrários vai ganhar um novo componente nesta terça-feira. É a data prevista para o lançamento do Observatório das Inseguranças Jurídicas no Campo, uma iniciativa da Confederação Nacional da Agricultura (CNA). O ministro Gilmar Mendes, presidente do STF, deverá participar do evento, com uma palestra sobre a modernização do Poder Judiciário. De acordo com a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu (DEM-TO), um dos objetivos do Observatório é levantar dados sobre as inseguranças jurídicas enfrentadas pelos proprietários rurais e chamar a atenção da sociedade para a precariedade da máquina do Judiciário. Comecei a estudar melhor o assunto e fiquei horrorizada com a falta de estrutura que eles enfrentam, conta a senadora. No primeiro levantamento que fizemos sobre a situação de Mato Grosso, verificamos que ali existem 2 milhões de hectares de terras que estão em litígio, diz ela. Estou falando de áreas invadidas onde o dono não consegue a reintegração de posse. Áreas em que a Justiça concedeu a reintegração, mas ele não foi executada pela Polícia Militar. E áreas em que a liminar foi concedida e executada, mas o processo não andou, não houve uma sentença final. A senadora pretende apresentar estes e outros números ao presidente do Supremo na cerimônia de inauguração do Observatório. Também quero mostrar as perdas que isso significa para o País, em termos de produção de grãos, leite e carne, além do emprego. Vou transformar esse imenso litígio judicial em dados econômicos. O levantamento inicial feito para a inauguração da nova instituição da CNA abrange cinco Estados. Daqui para a frente os estudos serão feitos em colaboração com as confederações estaduais. Outra questão que a senadora pretende apresentar como prova da insegurança jurídica enfrentada pelos proprietários rurais refere-se às áreas de conservação ambiental. Todo mundo aplaude a criação dessas áreas, que já somam 10% do território do País, diz ela. Mas ninguém fica sabendo o que acontece depois da publicação do decreto no Diário Oficial. Ninguém sabe que em 90% dos casos o processo não foi além desse decreto inicial. O rito de desapropriação não foi concluído e hoje essas áreas não são propriedades rurais nem áreas de conservação. Elas são terras de ninguém. Ainda segundo a líder ruralista, os maiores prejudicados são os fazendeiros, que não podem plantar e não conseguem mais financiamento nos bancos. Deixam de ser proprietários rurais, mas por outro lado não recebem as indenizações. No Jalapão (parque estadual do Tocantins com cerca de 150 mil hectares), existem quase 8 mil famílias nessa situação. O Observatório deverá ter um núcleo de pesquisas que vai mapear propriedades rurais ocupadas por sem-terra e também as que estão na iminência de ser ocupadas. Os relatórios serão divulgados no site do Canal do Produtor e enviados às autoridades do Judiciário. Atualmente existem duas instituições que fazem levantamentos sobre conflitos no campo. A mais tradicional é a Comissão Pastoral da Terra (CPT), vinculada à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e simpática à causa dos sem-terra. A outra é o Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária, da Unesp. Outra meta do Observatório é fazer levantamento sobre a quantidade de pedidos de reintegração de posse que tramitam no País. * Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo de 07/02/2010


OIC: safra 2009/10 deverá totalizar 123,6 mi/scs

14:51:33 - A Organização Internacional do Café (OIC) divulgou, hoje, seu relatório mensal sobre o mercado cafeeiro, no qual o diretor-executivo da entidade, Néstor Osorio, citou que, com base nas informações disponibilizadas, a safra mundial 2009/10 de café está estimada em 123,564 milhões de sacas de 60 kg, contra as 128,183 milhões de 2008/09. “Esta estimativa é preliminar, uma vez que informações adicionais, principalmente da Colômbia e do Vietnã, estão pendentes”, comentou ele, completando que os colombianos não serão capazes, no ano safra 2009/10, “de recuperar sua produção ao nível normal, após a queda em 2008/09, devido à combinação de problemas climáticos e ocorrência de pragas do cafeeiro”, justificou. Osorio apontou que, no Brasil, onde a colheita da temporada 2009/10 está concluída, uma queda de mais de 14% na produção, em relação a 2008/09, foi registrada. “Quedas na produção também estão previstas em uma série de outros países, particularmente na África (Costa do Marfim, Tanzânia e Uganda), Ásia (Papua Nova Guiné e Vietnã), México e América Central (El Salvador) e América do Sul (Equador e Peru)”, informou. De acordo com o diretor-executivo da OIC, no caso da Colômbia, apesar de ter sido prevista uma melhoria durante o ano safra 2009/10 na comparação com 2008/09, “o tamanho da safra para os três primeiros meses (outubro-dezembro) está abaixo do nível para o mesmo período do ciclo 2008/09”. Além disso, ele anotou que, devido a fatores como seca prolongada e altos níveis de infestação da broca do café, parece haver pouca possibilidade de um aumento produtivo. “Nessas circunstâncias, a oferta mundial de café pode ser apertada em 2010, especialmente porque os estoques de abertura estão em níveis baixos e os fatores climáticos podem afetar a qualidade da safra”, explicou. Osorio argumentou, ainda, que, além do previsto para a Indonésia, não deverão ocorrer aumentos significativos na produção de outros países exportadores, os quais seriam suficientes para compensar a diminuição da produção de nações que enfrentam problemas de abastecimento. 2010/11 — No que diz respeito à temporada cafeeira 2010/11, o diretor-executivo da OIC mencionou o anúncio de dados preliminares por parte das autoridades do Brasil. “De acordo com estas estimativas da colheita brasileira no ano safra 2010/11, que é o ano de alta produtividade para arábicas no ciclo bienal de produção, os números ficarão entre 45,9 e 48,7 milhões de sacas, incluindo de 34 a 36,2 milhões de sacas de arábica e entre 11,9 e 12,5 milhões de robustas”. Fonte: CNC- Conselho Nacional do Café


Dólar fecha com baixa de 0.89%, cotado a R$ 1,872<

17:00:09 - O dólar comercial fechou em baixa nesta Segunda-Feira. Ao término dos negócios, a divisa norte-americana ficou comercializada a 1,872< a compra e a ,874


Veja os preços de hoje no mercado físico brasileiro

17:15:13 - Acompanhem, no quadro abaixo, os preços do mercado físico brasileiro nas principais regiões produtoras.

Araguari 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Cacoal 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Conillon - 138,00 -
       
Caratinga 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Franca 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Garça 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Riado - - -
Tipo 8 Duro - - -
Tipo 8 Rio - - -
       
Guaxupé 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Londrina 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 7 Rio - - -
       
Patrocínio 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Riado - - -
       
Piraju 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
       
São Gabriel da Palha 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 7 Conillon - - -
Tipo 8 Conillon - - -
       
São Sebastião do Paraíso 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado 150,00 - -
Tipo 6 Duro 250,00 - -
Tipo 6 Duro para melhor 300,00 - -
       
Uberaba 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Conillon - - -
Tipo 8 Duro - - -
       
Varginha 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Vitoria da Conquista 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6/7 Duro - - -
Tipo 6/7 Rio - - -
       


Acompanhe os preços dos cafés de consumo interno

17:20:01 - Confira, no quadro abaixo, os preços dos cafés de consumo interno nas principais regiões produtoras, nesta Segunda-Feira.

Cacoal 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Conillon - 56,00 -
       
Caratinga 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 7 Rio - - -
Tipo 8 Rio - - -
       
Garça 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - - -
Tipo 8 Resolução - - -
       
Guaxupé 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - - -
       
Patrocínio 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - - -
       
São Gabriel da Palha 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - Conillon - - -
Tipo 8 Resolução - Conillon - - -
       
São Sebastião do Paraíso 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob 270,00 - -
       
Uberaba 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Conillon - - -
Tipo 8 Duro - - -
       
Varginha 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - - -
       


Confira o fechamento das bolsas nesta Segunda-Feira.

17:25:01 - Confira, no quadro abaixo, o fechamento das bolsas de Nova Iorque, Londres e BM&F nesta Segunda-Feira.

Nova York (ICE)
Mês Fechamento Dia Anterior Variação
 
Londres (Liffe)
Mês Fechamento Dia Anterior Variação
 
São Paulo (BM&F)
Mês Fechamento Dia Anterior Variação


Sincal discute endividamento em Piumhi

17:51:05 - Dívida da cafeicultura e criação de estratégias na exportação foram os principais assuntos levantados em Piumhi pela Associação Nacional dos Sindicatos Rurais das regiões produtoras de Café e Leite (Sincal) durante reunião ordinária mensal A dívida da cafeicultura junto a instituições financeiras e a criação de estratégias de mudança na exportação do produto foram os principais assuntos levantados na manhã de sexta-feira em Piumhi pela Associação Nacional dos Sindicatos Rurais das Regiões Produtoras de Café e Leite (Sincal) durante reunião ordinária mensal. O evento a participação de aproximadamente 50 pessoas, entre cafeicultores, sindicatos e associações de produtores rurais da região. No encontro, o presidente executivo, Armando Matielli, discorreu sobre vários problemas enfrentados pela classe que, nos últimos anos, resultaram na desvalorização do produtor e do grão. “Enquanto países concorrentes vendem a saca entre R$ 500 e R$ 550, vendemos o nosso produto entre R$ 270 e R$ 280, com um custo acima de R$ 350. Isso não tem lógica”, observou. Matielli explicou que o Brasil tem vendido o produto ao exterior por um preço até 40% mais baixo que os principais concorrentes e que a dificuldade para exportar causou perdas de US$ 28 milhões nos últimos 13 anos. Para ele, uma situação que pode ficar ainda mais grave. “Enquanto países concorrentes vendem a saca entre R$ 500 e R$ 550, vendemos o nosso produto entre R$ 270 e R$ 280, com um custo acima de R$ 350. Além de não ter lógica, isso precisa ser coibido o mais rápido possível, antes que mais e mais cafeicultores se envolvam com mais endividamentos”, disse. Segundo ele, o Brasil acumula dívida de R$ 10 bilhões na cafeicultura. “Precisamos de medidas urgentes na política de exportação do produto”, disse. Ele afirmou que o país possui cerca de 320 mil cafeicultores, sendo que 94% são pequenos ou mini-produtores. Desde o ano passado a Sincal participa de reuniões com representantes de estados e do país. No último dia 22, sindicatos filiados à entidade se reuniram com o ministro do desenvolvimento, Miguel Jorge, em São Paulo, e manifestaram preocupação quanto a competitividade do grão. Conforme Matielli, a Sincal agenda para este mês encontro com o Poder Executivo da União, com o objetivo de propor estratégias para romper as barreiras e entraves que dificultam a vida do produtor rural e melhorar o preço do café. O encontro em Piumhi é o segundo realizado neste ano pela entidade, que além de discutir assuntos pertinentes a cafeicultura, prestou contas financeiras. A primeira reunião de 2010 aconteceu no último dia 12, em Altinópolis (SP). Propostas Entre as medidas propostas pela Sincal para melhorar as condições de trabalho dos cafeicultores está a liberação de verbas para aquisições de calcário, adubos e defensivos; levantamento de estoques com verbas do Funcafé, contratando empresas de credibilidade internacional para evitar as especulações; erradicação de lavouras de baixa produtividade com remuneração ao cafeicultor para abater as suas dívidas perante o Funcafé, além da liberação de recursos para a compra de materiais de colheita e revisão dos veículos para o transporte de trabalhadores. Fonte: Folha da Manhã


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criado em 08/02/2010