Robustas abrem negativos na Bolsa de Londres

07:35:08 - Os contratos futuros do café robusta abriram negativos na sessão de hoje da Liffe. Há pouco, o contrato de Janeiro/2010 operava US$ 1295 dólares por tonelada, com perda de US$ 3 dólares, enquanto de Março/2010 registrava US$ 1300 dólares por tonelada, com baixa de US$ 75 dólares. Maio/2010 abriu com a desvalorização de US$ 31 dólares, cotado a US$ 1335 dólares por tonelada.


Até o dia 04, as exportações totalizam 21.055 sacas.

08:40:01 - As exportações brasileiras no mês de Fevereiro, mais especificamente até o dia 04, totalizaram 21.055 sacas de 60 kg de café, registrando baixa de 90.09% em relação às 212.516 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior. De acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), 19.653 sacas embarcadas são referentes a café arábica, -?? a conillon e 1.402 referentes a solúvel.

O porto de Santos exportou 19.426 sacas, o porto de Vitória embarcou -?? sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 1.560 sacas, o porto de Sepetiba exportou -?? sacas, o porto de Salvador enviou -??, enquanto os outros portos exportaram 69 sacas de café.

Também até o dia 04, o Cecafé registrou a emissão de 471.068 certificados de origem, dos quais 422.812 são referentes a arábicas, 7.154 a conillon e 41.102 de solúvel.


Preço diário composto cotado a 217.00 centavos

08:42:19 - A OIC (Organização Internacional do Café) divulgou que o preço diário composto, referente ao dia 04 de Fevereiro ficou em 217.00 centavos por libra peso, com alta de 10,83%. Em Nova Iorque, os preços dos vários tipos de café se portaram de tal forma: os colombianos suaves atingiram 217.00 centavos por libra peso, com alta de 10,83%; os outros suaves apresentaram a cotação de 152.50 centavos por libra peso, com baixa de %; os brasileiros e outros naturais foram negociados a 121.50 centavos por libra peso, com a desvalorizacao de 7,25%, ao passo que os robustas ficaram cotados a 74.00 centavos por libra peso, com baixa de 1%. O preço aferido pela OIC feito a partir da cotação de colombianos suaves (14%), outros suaves (20%), brasileiros naturais (31%) e robustas (35%).


Preço diário composto cotado a 217.00 centavos

08:44:26 - A OIC (Organização Internacional do Café) divulgou que o preço diário composto, referente ao dia 04 de Fevereiro ficou em 217.00 centavos por libra peso, com alta de 10,83%. Em Nova Iorque, os preços dos vários tipos de café se portaram de tal forma: os colombianos suaves atingiram 217.00 centavos por libra peso, com alta de 10,83%; os outros suaves apresentaram a cotação de 152.50 centavos por libra peso, com baixa de %; os brasileiros e outros naturais foram negociados a 121.50 centavos por libra peso, com a desvalorizacao de 7,25%, ao passo que os robustas ficaram cotados a 74.00 centavos por libra peso, com baixa de 1%. O preço aferido pela OIC feito a partir da cotação de colombianos suaves (14%), outros suaves (20%), brasileiros naturais (31%) e robustas (35%).


Aécio diz que falta maior compreensão do governo federal sobre valor econômico e social do café

08:57:19 - O governador Aécio Neves (PSDB) esteve em Guaxupé, Sudoeste de Minas, na quinta-feira (04) para a inauguração do novo aeroporto do município, mas na sua coletiva à imprensa falou de grandes temas nacionais, como a crise que assola os produtores de café. Recepcionado por 28 prefeitos, o governador chegou ao município acompanhado pelo vice-governador Antonio Augusto Anastasia (PSDB) e por políticos, entre os quais o presidente da Frente Parlamentar do Café, deputado federal Carlos Melles (DEM-MG). “Falta por parte do Governo Federal uma compreensão maior da importância da cafeicultura, seja do ponto de vista econômico, mas mais importante até do que o ponto de vista econômico, o ponto de vista social”, disse o governador, enfatizando que “a cafeicultura é o segmento que mais emprega no Estado de Minas Gerais, por exemplo. Temos cerca de 400 municípios que têm na cafeicultura sua principal atividade econômica”. Embora seu governo seja cobrado por alguns setores da produção cafeeira por uma ação mais consistente junto ao governo federal, o governador destacou que o problema é de decisão do governo. “Tive várias reuniões com o presidente Lula sobre esse assunto. Tive inúmeras reuniões com o ministro da Fazenda. Muitas das nossas demandas não foram ainda atendidas. É preciso que haja garantia de preço, é preciso que haja garantia de estoque regulador, é preciso que haja uma renegociação correta das dívidas dos nossos produtores. E, infelizmente, não tivemos ainda, por parte do Governo Federal, essa visão estratégica do que é a cafeicultura”, frisou Aécio Neves, para em seguida alfinetar, dizendo que “o que posso garantir é que, no momento em que estivermos no governo, vai haver uma relação diferente com a cafeicultura. A cafeicultura, repito, para Minas Gerais é a mais importante atividade econômica e a mais importante atividade social”. Coffee Break com Agência Minas


Dólar abre estavél, cotado a R$ 1,8810

09:00:13 - O dólar comercial iniciou os negócios desta Sexta-Feira estavél em relação ao seu fechamento anterior. Na abertura da sessão, a moeda norte-americana era comercializada a R$ 1,8810 na compra e a R$ 1,8830 na venda.


Confira a previsão do tempo nesta Sexta-Feira.

09:30:14 - Regiao Sudeste

Na sexta-feira, o ar mais quente predomina sobre todas as áreas do Sudeste. O tempo fica firme no litoral do Rio de Janeiro. No norte paulista e no triângulo mineiro, o céu fica com muitas nuvens, ocorrem períodos com sol, o tempo fica abafado e chove a qualquer hora do dia. Nas demais áreas, o sol aparece durante grande parte do dia e ocorrem pancadas isoladas de chuva a partir da tarde.

Regiao Norte

Na sexta-feira, o tempo fica firme no centro-norte de Roraima. O sol aparece com força e ocorrem pancadas de chuva a partir da tarde no Tocantins, no Amapá, no Pará, no nordeste do Amazonas e nas demais áreas de Roraima. Nas demais áreas do Amazonas, em Rondônia e no Acre, o sol até aparece, mas sempre entre muitas nuvens e chove a qualquer hora do dia. Em alguns municípios pode chover forte.

Regiao Nordeste

Na sexta-feira, o sol aparece sempre entre nuvens e chove a qualquer hora no litoral da Bahia e no litoral do Sergipe e de Alagoas. Pode chover forte. Nas demais áreas da Região, o sol aparece e chove de forma rápida.

Regiao Centro Oeste

Na sexta-feira, o ar mais quente e úmido predomina sobre todas as áreas do Centro-Oeste. O sol aparece com força e faz calor em todos os Estados. No decorrer do dia algumas nuvens mais carregadas se formam e provocam pancadas isoladas de chuva a partir da tarde.

Regiao Sul

Na sexta-feira, o tempo fica instável, com muitas nuvens, períodos com sol e chuva a qualquer hora do dia no oeste do Rio Grande do Sul. Nas demais áreas do Sul, o sol aparece com força durante grande parte do dia, faz bastante calor e acontecem pancadas isoladas de chuva a partir da tarde.


Cafeicultor recria modelo de lavador de café. Destinado a pequenos produtores, o 'Maravilha Plus' tem baixo custo e alta produtividade

09:47:46 - Necessidade e criatividade. Quando juntas, estas palavras revelam a capacidade do produtor brasileiro. Exemplo dessa realidade é a história do cafeicultor José Claudinei Lopes, dono do Sítio Paiol Queimado, de Ouro Fino (MG). Com muita dedicação e persistência, o produtor recriou um conhecido lavador de café, incluindo adaptações que ampliaram a produtividade e agregaram valor ao equipamento. A idéia surgiu após Lopes utilizar, durante uma safra inteira, o lavador tipo 'Maravilha', que conheceu por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater–MG), durante a Expocafé 2006, evento realizado pela Universidade Federal de Lavras (Ufla), em Três Pontas (MG). No início da safra de 2007, disposto a otimizar os resultados na separação dos grãos, desmontou a máquina toda e passou um mês em sua oficina desenvolvendo melhorias e consertando o que não considerava correto. Com muito trabalho, chegou ao rendimento ideal para sua produção. Muito semelhante ao antecessor, o 'Maravilha Plus' tem como diferencial o nível de escoamento do café seco, mais conhecido como 'bóia'; o fluxo de água que une em uma única saída os cafés cereja, verde e o intermediário; e a peneira vibratória, que ao final da lavagem separa os grãos pesados de impurezas como torrões de terra e pedras. "O secador agiliza bastante o trabalho, pois separa somente o café bóia, que seca mais rápido. Os grãos são despejados em compartimentos diferentes, ao término da lavagem, o que permite economia de tempo na lavoura e no terreiro, principalmente ao final da colheita, quando já se pode ter cerca de 60% da produção seca. Com isso, não é necessário expor o café mais maduro ao sol por tanto tempo, e tem a vantagem, ainda, de poder adiantar parte da venda", comenta Lopes. Feito em chapa galvanizada, o 'Maravilha Plus' tem uma bomba de água de 2 cv, um motor elétrico de ¼ cv – para a peneira – e uma correia para ajudar na retirada do café seco. Fixo em uma caixa de alvenaria de 2,20 m de comprimento e 1 m de largura, lava cerca de 60 litros de café por minuto, de acordo com seu inventor. A novidade fica por conta do segundo canal implementado, pelo qual escorrem os cafés cereja, verde e intermediário. "Febre" nas fazendas vizinhas ao Sítio Paiol Queimado, o lavador de café 'Maravilha Plus' já está dando mais trabalho para Lopes do que sua própria lavoura. "Desde que coloquei o meu lavador em funcionamento, já fiz mais três, um para cada vizinho. Sempre há melhora, pois vou aperfeiçoando o produto. E já tenho mais pedidos", comenta. Fabricado sob encomenda, o lavador de café tem custo médio de R$ 3 mil a R$ 4 mil. Premiação – Inscrita no 2º Prêmio Emater-MG de Criatividade Rural, em dezembro de 2007, a invenção de José Claudinei Lopes, com orientação do extensionista da Emater-MG Mário Jorge Botelho Weikert, ganhou o quinto lugar, com 640 pontos. Fonte: Revista Terra Viva (Silvia Palhares)


Balanço de gestão revela crescimento vigoroso da Emater-MG

09:48:48 - Depois de sete anos à frente da presidência da Emater-MG, José Silva está deixando o cargo. Na última gestão, a Emater-MG registrou um grande crescimento, ampliando o número de municípios atendidos pela Empresa de 650, em 2002, para 805, em 2009. A Empresa também conquistou vários prêmios e mais de 80% de aprovação dos seus clientes, conforme comprova uma pesquisa realizada pela Focus Pesquisa e Estratégia, entre novembro de 2008 e janeiro de 2009. A transformação da Empresa começou em 2003 com o Choque de Gestão, implantado pelo Governo de Minas. Alinhada ao Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI), a Emater-MG reconstruiu o Planejamento Estratégico para garantir sua transformação em empresa de desenvolvimento sustentável. Foram criados 10 programas estruturadores, sendo quatro internos e seis externos (Minas Sem Fome, Transformar, Certificação do Café, Responsabilidade Ambiental, Agregaminas e Assistência Técnica e Extensão Rural na Reforma Agrária). Os programas internos foram criados para otimizar a estrutura da Emater e atender melhor os agricultores. A Empresa implantou um Sistema Integrado de Gestão, composto de modernas metodologias, mecanismos e instrumentos de gestão. A modernização da empresa possibilitou um aumento no orçamento de R$ 79 milhões (2002) para R$210 milhões (2009), ou seja, uma elevação de 165% no seu volume de recursos. “A Emater, ao longo dos últimos sete anos, realizou um belo trabalho. Tivemos não só acréscimo vigoroso no seu orçamento, mas a regularização de situações antigas. Talvez dentre todas as instituições do Estado de Minas, a Emater é a que tenha refletido de modo mais preciso, a mentalidade de uma gestão nova, empreendedora, muito ousada e correta”, avalia o vice-governador Antônio Anastasia. Sociedade beneficiada Dentre os programas externos executados pela empresa na última gestão, um dos destaques é o Minas Sem Fome, que já beneficiou quatro milhões e meio de famílias desde 2004. O programa do Governo de Minas, executado pela Emater-MG, desenvolve ações produtivas para garantir segurança alimentar, com redução da pobreza, resgate da cidadania e inclusão produtiva. Além da distribuição de insumos e do apoio técnico para a formação de milhares de lavouras e pomares, o programa implantou 30 agroindústrias, beneficiou 42 mil famílias com sistemas de abastecimento de água e outras 1.620 com tanques de resfriamento de leite. Já dentro do programa de Responsabilidade Ambiental foram criadas seis unidades do VerdeMinas, que são centros de excelência em meio ambiente. Também foram desenvolvidos 712 projetos de Revitalização e Manejo Integrado de Sub-bacias Hidrográficas e atendidos cerca de 280 mil agricultores com práticas de conservação do solo e preservação ambiental. O programa Agregaminas atendeu três mil agricultores com ações de estímulo à agroindústria familiar e ajuda ao produtor na conquista de novos mercados. Só com o programa Queijo Minas Artesanal foram cadastradas 127 queijarias no Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). Já o programa de Certificação do Café conseguiu certificar 1.026 propriedades cafeeiras até janeiro deste ano, enquanto o projeto Transformar – Uma Nova Minas com a Juventude Rural capacitou seis mil jovens rurais. Na área de reforma agrária, a Emater-MG atendeu 9.407 famílias em 153 assentamentos. “Em todos os projetos, o foco da extensão rural mineira esteve no homem; nos preocupamos com a qualidade de vida das pessoas, com a geração de emprego e renda e com a criação de infra-estrutura no meio rural. A Emater é um veículo de cidadania”, argumenta José Silva. Novas conquistas Nos últimos sete anos, a Emater-MG atuou ainda em vários projetos especiais como o Minas Leite, Pró-Genética, Programa de Combate à Pobreza Rural no Estado de Minas Gerais, Territórios da Cidadania e Melhoria da Qualidade do Leite. Em 2006, a Emater-MG foi escolhida pela revista Globo Rural a Melhor Empresa do Brasil no setor de Desenvolvimento Agropecuário. Os bons resultados do trabalho da Empresa também podem ser comprovados pelos números do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar). Minas Gerais subiu de 5º lugar na aplicação de recursos do programa para a segunda posição. Na presidência da Associação Brasileiras das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer), José Silva conquistou importantes vitórias para o setor. Uma delas foi a aprovação em 2009 da Lei Geral de Ater, uma lei que garante mais agilidade à prestação dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) mudando a forma de repasse dos recursos do Governo Federal para o segmento. Atualmente, a Asbraer, sob coordenação de José Silva, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a Academia Brasileira de Extensão Rural, prepara um documento para ser entregue aos candidatos das próximas eleições. O material vai destacar a importância da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para o desenvolvimento sustentável da agricultura familiar nos estados e no país. “O serviço de Ater é uma das poucas ferramentas que o país tem para democratizar o conhecimento e, especialmente, o crédito rural; e para a construção e implementação de políticas públicas que realmente vão beneficiar o agricultor familiar”, destaca José Silva. Fonte: Emater/ MG


Futuros dos arábicas abrem negativos em Nova Iorque

10:15:16 - Os contratos futuros do café arábica abriram negativos na sesssão de hoje na Bolsa de Nova Iorque. Março/2010 abriu com perda de 1 cents, cotado a 131,25 centavos de dólar por libra peso, Maio/2010 abriu com baixa de 0.65 cents, cotado a 133,05 centavos e Julho/2010 teve a desvalorização de 0.55 cents, cotado a 134,45 centavos de dólar por libra peso.


Boas práticas na colheita garantem qualidade do café

10:34:33 - Brasília - Estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) apontam que boas práticas no processo produtivo do café podem garantir maior rendimento do grão. Os produtores devem estar atentos a todas as etapas do cultivo. Uma importante fase é a colheita que, se não for realizada em período adequado, com o fruto plenamente maduro, pode representar perda de até 30% da safra. A falta de uniformidade na maturação dos frutos é uma das principais dificuldades. As plantas podem ter maturação precoce, média ou tardia, por isso, a colheita deve começar pelas que apresentam 80% de frutos maduros. O café retirado ainda verde prejudica não só a qualidade, mas também o rendimento do produto e acarreta prejuízo na comercialização da safra. Quantidades excessivas de frutos verdes prejudicam a classificação por tipo, peso do grão, rendimento, qualidade da bebida, valor do produto e desgaste da planta. Três medidas ajudam o produtor a evitar prejuízos. A colheita na época certa impede a exposição à praga e a adoção de técnica adequada assegura a produtividade. A retirada de todos os frutos do cafeeiro beneficia a safra seguinte, uma vez que reduz a população da broca (praga comum em cafezais), que se alimenta exclusivamente de café. A retirada manual dos frutos, com o apoio de um pano estendido debaixo do cafeeiro, impede o contato dos grãos com o solo e ajuda a diminuir a infestação da broca. Já a secagem deve ser feita em terreiros ou secadores apropriados. Deixar o grão em sacas ou amontoado em ambiente úmido favorece a fermentação e compromete, tanto a qualidade da bebida, quanto seu valor comercial. Para o transporte, são recomendadas sacas de aninhagem (pano de juta) e não de plástico. Fonte: Ministério da Agricultura com informações da Embrapa (Sophia Gebrim)


Arabicas operam negativos na Bolsa de Nova York

13:00:18 - Há pouco, o contrato Março/2010 operava a 131,05 centavos, com perda de 1 cents, e Maio/2010 era negociado a 133,05 centavos de dólar por libra peso, com baixa de 0.65 cents. Já o vencimento Julho/2010 operava com desvalorização de 0.09 cents, cotado a 134,90 centavos de dólar por libra peso.


Dólar comercial opera em baixa, cotado a R$ 1,8760

13:40:03 - O Dólar comercial está operando com baixa de 0.26%. Há pouco, a moeda americana era comercializada a R$ 1,8760 na compra e a 1,8780 na venda.


Conferência Mundial do Café 2010 acontecerá na Guatemala

16:16:19 - Comunicado à imprensa Conferência Mundial do Café 2010 Cidade da Guatemala, Guatemala (26 a 28 de fevereiro de 2010) Em nome do presidente da Conferência Mundial do Café 2010, chefe de Estado da Guatemala, Álvaro Colom, o diretor-executivo da Organização Internacional do Café (OIC), Néstor Osorio, tem o prazer de apresentar o programa final para a Conferência, que será realizada no Westin Camino Real Hotel, na Cidade da Guatemala (GUA), de 26 a 28 de fevereiro de 2010. O evento é organizado pela Associação Nacional de Café da Guatemala (Anacafé) e a cerimônia de abertura ocorrerá na sexta-feira, dia 26 de fevereiro, pelo presidente da Guatemala, Álvaro Colom, e por chefes de Estado e Ministros de países membros da OIC, além de representantes de alto nível de organizações multilaterais contribuintes, como exposto no programa. O tema da Conferência é: "O café para o futuro: rumo a um setor cafeeiro sustentável". As sessões abordarão temas como “Mudanças e tendências na produção e no consumo mundiais”; “Custos e limitações da produção”; “Desenvolvimento de mercados para o café diferenciado”; “Perspectivas de oferta e demanda”; “As mulheres e o café”; e “Objetivos de desenvolvimento do milênio e o apoio aos produtores”. Mais informações acerca da Conferência Mundial do Café 2010 podem ser encontradas no site www.wcc2010guatemala.com. Fonte: OIC


Governo tentará evitar que decisão sobre Funrural provoque prejuízos, diz Mantega

16:30:04 - O governo está procurando uma maneira de impedir que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que nesta quarta, dia 3, declarou inconstitucional a contribuição ao Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural), provoque prejuízos aos cofres públicos. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a equipe econômica ainda está avaliando as ações a serem tomadas. — Vamos avaliar a decisão do Supremo para ver que medidas serão tomadas para que não haja prejuízo para o erário — afirmou nesta quinta, dia 4, o ministro após a apresentação do balanço de três anos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A derrota do governo poderá acarretar um rombo de até R$ 14 bilhões nas contas da Previdência Social. O ministro não afirmou se pretende enviar ao Congresso um projeto de lei complementar para regularizar a contribuição. Por unanimidade, oito ministros do STF consideraram inconstitucional a contribuição ao Funrural porque o pagamento foi instituído por meio de lei ordinária, não de lei complementar. A decisão do Supremo vale apenas para duas empresas do grupo de frigorífico Mataboi, de Minas Gerais, que questionou a contribuição na Justiça. Além de interromper a cobrança, o governo foi condenado a devolver as contribuições recolhidas desde 2005. O STF ainda analisará se a decisão pode ser estendida às demais empresas do setor agropecuário, mas o julgamento ainda não tem data para ocorrer. Caso o Supremo conceda vitória aos produtores rurais, o governo poderá ter prejuízo de até R$ 14 bilhões, de acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Desse total, R$ 11,25 bilhões vêm das contribuições recolhidas entre 2005 e 2009 que terão de ser devolvidas, e R$ 2,8 bilhões representam a perda de arrecadação apenas neste ano. Enquanto a decisão final do Supremo não sai, as empresas devem recorrer individualmente à Justiça para deixarem de pagar a contribuição do Funrural. Instituída em 1992, a contribuição financia a aposentadoria dos trabalhadores rurais. As empresas devem recolher 2% do valor da comercialização de produtos agropecuários para a Previdência. O julgamento sobre a legalidade da contribuição para o Funrural tinha começado em novembro de 2006. Cinco ministros tinham votado favoravelmente às empresas do agronegócio, quando o ministro Cezar Peluso pediu vistas e interrompeu o andamento do processo. Somente ontem, o plenário do STF voltou a debater o caso. Fonte: Agência Brasil


Audiências em Minas discutem Código Florestal Brasileiro

16:48:18 - Deputados integrantes da Comissão Especial para tratar do Código Florestal estiveram presentes ontem (quinta-feira, 04/02) em Uberaba e Belo Horizonte em audiência pública para ouvirem propostas ao novo Código Florestal Brasileiro que deve ser votado na Câmara dos Deputados ao final do mês de abril. Segundo o relator do código, Deputado Federal Aldo Rebelo (PC do B-SP) atualizar a legislação, elaborada em 1965 é de fundamental importância e para isso dois grandes pontos devem ser discutidos. “O nosso esforço é equilibrar duas necessidades: produção e preservação. Nós somos uma sociedade ecologicamente mais avançada. Não temos que aceitar intromissão de ninguém sem moral. Quando nos apontarem que coloquem suas realidades sobre a mesa”, citou. Coordenador em Minas Gerais, Deputado Federal Paulo Piau (PMDB-MG) agradeceu a todos os presentes e salientou que a discussão técnica é o mais importante do que discursos acalourados de produtores rurais e ambientalistas. “Queremos uma legislação para que os produtores rurais cumpram e que não prejudique o meio ambiente”, frisou. “Nessas audiências públicas, vamos percebendo que a reforma do código não e aquele bicho papão que antes se apresentava. Um dos temas é a questão das matas ciliares, o desmatamento das beiradas de água. Nós já temos um consenso de que nenhum agricultor pratica este tipo de crime hoje”, exemplificou o deputado Anselmo de Jesus. Os deputados federais Carlos Melles (DEM-MG), Moacir Micheletto (PMDB-PR), Anselmo de Jesus (PT-RO), Homero Pereira (PR-MT), Valdir Colatto (PMDB-SC) e Marcos Montes (DEM-MG) também integraram a comissão. “Acredito que foi uma discussão boa e justa, estamos discutindo muito abertamente e de forma democrática, progredindo para ter um código florestal atualizado, que não puna injustamente o produtor rural e sim respeite a dificuldade de seu trabalho. Na realidade com coerência é concreta a possibilidade de consenso entre o setor agrícola – que produz comida e divisas para o país, e o setor ambiental, fundamental para o futuro de nossas gerações”, avalia Carlos Melles. O deputado estadual Antonio Carlos Arantes (PSC), que preside em exercício a Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembléia Legislativa de Minas, participou do evento. Para o deputado Antônio Carlos Arantes, é perfeitamente possível aliar produção e preservação ambiental, no entanto, segundo ele, a legislação tem exageros que dificultam o equilíbrio entre esses aspectos. Ele ressaltou que é importante discutir os custos e a viabilidade das exigências do Código Florestal. "Vamos extrair deste evento a proposta mineira, consciente e coerente, e levar a Brasília", defendeu. E acrescentou: "Uma proposta que alie produção, meio ambiente e respeito ao produtor rural", concluiu. Uberaba- Em Uberaba participaram da audiência como palestrantes José Humberto Machado Guimarães, Secretário Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Uberaba/MG; José Luiz Barbieri, Secretário Municipal de Meio Ambiente de Uberaba/MG; Carlos Alberto Valera, Promotor de Justiça; José Roberto Soares Scolforo, Professor do Departamento de Ciências Florestais da Universidade Federal de Lavras; Miguel Ma Shou Tao, Presidente da Comissão de Grãos da FAEMG; Frei Rodrigo de Castro Amedée Péret, ONG Ação Franciscana de Ecologia e Solidariedade; Vinicius Antonio Maciel Junior, Professor das Faculdades Associadas de Uberaba da FAZU e o deputado estadual de Minas Gerais Antônio Carlos Arantes presidente em exercício da Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembleia Legislativa. O membro titular da comissão, deputado federal Marcos Montes (PMDB), lembrou que em fevereiro do ano passado houve uma eclosão de um movimento procurando um equilíbrio em debates de pessoas que trabalharam no passado com uma linha e outra com outra linha. "Precisamos largar o radicalismo, tanto na área mentalista como na área ruralista, e um equilíbrio para buscarmos uma legislação que permita uma preservação ambiental que tanto queremos e que dê oportunidade, condições de produzirmos alimentos que o produtor espera por isso", ressalta. Marcos Montes explica que a comissão tem como objetivo colher sugestões de várias autoridades e conhecer diversas regiões para reformular o Código Florestal. "Há o Projeto de Lei 6.424, do qual sou relator, também foi apreciado na questão ambiental. Temos motivações, não só da área rural, mas da urbana, evitando catástrofes como as que estamos vendo, uma desocupação desordenada", diz. "É uma legislação antiga, em desacordo com a realidade, as necessidades e os interesses do país. Impede empregos e o desenvolvimento de municípios. Não queremos derrubar árvores de anos de existências e de forma ilegal, estamos discutindo a questão ambiental como um todo, como área rural, a emissão de gás carbônico, entre outros", salienta Marcos Montes. Belo Horizonte – Em Belo Horizonte participaram da audiência o Deputado Estadual de MG Fábio Avelar, Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa; Procurador Alceu José Torres Marques, do Ministério Público do Estado de Minas Gerais; Gilman Viana Rodrigues, Secretário Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais; José Carlos Carvalho, Secretário Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais; Roberto Simões, Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais; Robson Braga de Andrade, Presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais; Júlio Gonçalves Pereira, Vice-Presidente da FAEMG – Montes Claros; Professor Sebastião Renato Valverde, da Universidade Federal de Viçosa; Vilson Luiz da Silva, Presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais; Humberto Candeias, representante da Associação Mineira de Municípios; Bernardo Vasconcelos, Presidente da Associação Mineira de Silvicultura; Maria Dalce Ricas, Superintendente Executiva da Associação Mineira de Defesa do Meio Ambiente; Jerônimo Giacchetta, Presidente do Sindicato Rural de Cabo Verde e Eugênio Mendes Diniz, Presidente do Sindicato Rural de Pará de Minas. Coffee Break com Agências e Assessorias


Dólar fecha com alta de 0.42%, cotado a R$ 1,889<

17:00:07 - O dólar comercial fechou em alta nesta Sexta-Feira. Ao término dos negócios, a divisa norte-americana ficou comercializada a 1,889< a compra e a ,891


Veja os preços de hoje no mercado físico brasileiro

17:15:02 - Acompanhem, no quadro abaixo, os preços do mercado físico brasileiro nas principais regiões produtoras.

Araguari 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Cacoal 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Conillon - 138,00 -
       
Caratinga 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Franca 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Garça 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Riado - - -
Tipo 8 Duro - - -
Tipo 8 Rio - - -
       
Guaxupé 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Londrina 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 7 Rio - - -
       
Patrocínio 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Riado - - -
       
Piraju 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
       
São Gabriel da Palha 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 7 Conillon - - -
Tipo 8 Conillon - - -
       
São Sebastião do Paraíso 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado 150,00 - -
Tipo 6 Duro 250,00 - -
Tipo 6 Duro para melhor 300,00 - -
       
Uberaba 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Conillon - - -
Tipo 8 Duro - - -
       
Varginha 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Vitoria da Conquista 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6/7 Duro - - -
Tipo 6/7 Rio - - -
       


Acompanhe os preços dos cafés de consumo interno

17:20:02 - Confira, no quadro abaixo, os preços dos cafés de consumo interno nas principais regiões produtoras, nesta Segunda-Feira.

Cacoal 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Conillon - 56,00 -
       
Caratinga 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 7 Rio - - -
Tipo 8 Rio - - -
       
Garça 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - - -
Tipo 8 Resolução - - -
       
Guaxupé 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - - -
       
Patrocínio 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - - -
       
São Gabriel da Palha 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - Conillon - - -
Tipo 8 Resolução - Conillon - - -
       
São Sebastião do Paraíso 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob 270,00 - -
       
Uberaba 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Conillon - - -
Tipo 8 Duro - - -
       
Varginha 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - - -
       


Confira o fechamento das bolsas nesta Sexta-Feira.

17:25:01 - Confira, no quadro abaixo, o fechamento das bolsas de Nova Iorque, Londres e BM&F nesta Sexta-Feira.

Nova York (ICE)
Mês Fechamento Dia Anterior Variação
 
Londres (Liffe)
Mês Fechamento Dia Anterior Variação
 
São Paulo (BM&F)
Mês Fechamento Dia Anterior Variação


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criado em 05/02/2010