Robustas abrem negativos na Bolsa de Londres

07:35:09 - Os contratos futuros do café robusta abriram negativos na sessão de hoje da Liffe. Há pouco, o contrato de Janeiro/2010 operava US$ 1298 dólares por tonelada, com perda de US$ 20 dólares, enquanto de Março/2010 registrava US$ 1340 dólares por tonelada, com baixa de US$ 35 dólares. Maio/2010 abriu com a valorização de US$ 6 dólares, cotado a US$ 1374 dólares por tonelada.


Preço diário composto cotado a 215.00 centavos

08:42:43 - A OIC (Organização Internacional do Café) divulgou que o preço diário composto, referente ao dia 27 de Janeiro ficou em 215.00 centavos por libra peso, com alta de 10%. Em Nova Iorque, os preços dos vários tipos de café se portaram de tal forma: os colombianos suaves atingiram 215.00 centavos por libra peso, com alta de 10%; os outros suaves apresentaram a cotação de 148.88 centavos por libra peso, com baixa de %; os brasileiros e outros naturais foram negociados a 121.50 centavos por libra peso, com a desvalorizacao de 7,25%, ao passo que os robustas ficaram cotados a 74.25 centavos por libra peso, com baixa de 0,67%. O preço aferido pela OIC feito a partir da cotação de colombianos suaves (14%), outros suaves (20%), brasileiros naturais (31%) e robustas (35%).


Até o dia 27, as exportações totalizam 1.523.750 sacas.

08:50:04 - As exportações brasileiras no mês de Janeiro, mais especificamente até o dia 27, totalizaram 1.523.750 sacas de 60 kg de café, registrando baixa de 5.638% em relação às 1.614.345 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior. De acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), 1.360.320 sacas embarcadas são referentes a café arábica, 27.716 a conillon e 135.714 referentes a solúvel.

O porto de Santos exportou 1.158.298 sacas, o porto de Vitória embarcou 218.971 sacas, o porto do Rio de Janeiro enviou 31.850 sacas, o porto de Sepetiba exportou 55.100 sacas, o porto de Salvador enviou 2.520, enquanto os outros portos exportaram 2.961 sacas de café.

Também até o dia 27, o Cecafé registrou a emissão de 2.161.727 certificados de origem, dos quais 1.941.162 são referentes a arábicas, 36.809 a conillon e 183.756 de solúvel.


Dólar abre estavél, cotado a R$ 1,8570

09:00:12 - O dólar comercial iniciou os negócios desta Quinta-Feira estavél em relação ao seu fechamento anterior. Na abertura da sessão, a moeda norte-americana era comercializada a R$ 1,8570 na compra e a R$ 1,8590 na venda.


Confira a previsão do tempo nesta Quinta-Feira.

09:30:03 - Regiao Sudeste

Na quinta-feira, o ar quente e seco mantém o tempo firme e com sol no norte e no centro-leste de Minas, no Vale do Jequitinhonha e no Vale do Rio Doce, no Espiríto Santo e no norte do Rio de Janeiro. Muitas nuvens, períodos com sol e chuva no início do dia e a partir da tarde em São Paulo e no triângulo de Minas. Nas demais áreas da Região, o sol aparece com força, a nebulosidade aumenta no decorrer do dia e acontecem pancadas de chuva a partir da tarde.

Regiao Norte

Na quinta-feira, o ar quente e úmido atua sobre maior parte da região Norte. O ar mais quente e seco deixa o tempo firme em Roraima. O sol aparece com força e acontecem pancadas rápidas de chuva a partir da tarde no norte do Amazonas e no noroeste do Pará. Nas demais áreas, sol entre muitas nuvens, tempo abafado e chuva a qualquer hora.

Regiao Nordeste

Na quinta-feira, muitas nuvens, períodos com sol, tempo abafado e chuva no Maranhão, no Piauí, no Ceará, no interior da Paraíba e em quase todo o Rio Grande do Norte, exceto no litoral leste. O ar mais seco deixa o tempo firme, com sol e sem chuva no sudoeste da Bahia e no Planalto da Conquista. Nas demais áreas, o sol aparece durante grande parte do dia e acontecem pancadas rápidas de chuva.

Regiao Centro Oeste

Na quinta-feira, áreas de instabilidade tropical atuam sobre o Centro-Oeste. O sol aparece entre muitas nuvens e acontecem pancadas de chuva no decorrer do dia em Mato Grosso, em Mato Grosso do Sul, em Goiás e no Distrito Federal.

Regiao Sul

Na quinta-feira, o sol aparece sempre entre muitas nuvens e chove a qualquer hora do dia no Paraná, em Santa Catarina e em grande parte do Rio Grande do Sul. No sul, no sudoeste e no centro-oeste do Rio Grande do Sul, o sol aparece e a temperatura fica elevada. Por causa do abafamento, nuvens mais carregadas se formam e acontecem pancadas isoladas de chuva a partir da tarde.


CAFÉ: QUEDA EM NOVA YORK ESVAZIA MERCADO FISICO

10:09:31 - SAFRAS (27) O mercado físico parou nesta quarta-feira. A queda vertiginosa dos preços futuros em Nova York afugentou os vendedores. Nem mesmo a expressiva valorização do dólar comercial compensou o recuo no referencial nova-iorquino. Nominalmente, os preços se enfraqueceram no mercado físico brasileiro, com exceção do conillon no Espírito Santo, que seguiu estável. No sul de Minas Gerais, o café arábica bebida boa esteve cotado entre R$ 278,00 a 280,00 a saca. No cerrado mineiro, café bebida boa esteve com preço de R$ 280,00 a R$ 285,00 a saca. O café rio tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais teve cotação de R$ 200,00. Já o conillon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, foi cotado a R$ 166,00 por saca, estável. Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações da quarta-feira com preços acentuadamente mais baixos, tocando nos piores patamares das últimas 10 semanas. Vendas de fundos e especuladores engatilhadas pela forte alta do dólar na comparação com outras divisas derrubaram as commodities em geral nesta sessão, e o café não escapou. Apesar do aperto na oferta no mercado físico de café, os fatores externos têm guiado o rumo dos preços futuros. As preocupações econômicas têm gerado aversão ao risco, fazendo os fundos de investimento liquidarem posições compradas em commodities. Mas, agora as análises gráficas apontam que o café arábica está sobrevendido em Nova York, o que poderá gerar uma correção altista, fazendo os preços retornarem aos patamares ao redor de 140 centavos de dólar por libra-peso. As informações partem de agências internacionais de notícias. Os contratos com entrega em março fecharam negociados a 133,55 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 4,70 cents. A posição maio de 2010 fechou a 135,45 centavos, com perda de 4,65 cents/lb. Câmbio O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,8570 na compra e R$ 1,8590 na venda, alta de 1,25% em comparação com último fechamento.


Exportação de café do Vietnã deve superar a do Brasil em janeiro

10:10:17 - Exportação de café do Vietnã deve superar a do Brasil em janeiro No mês de janeiro a exportação de café do Vietnã deve superar a do Brasil em torno de 300 a 40 mil sacas. As exportações de café do Vietnã em janeiro devem aumentar 2,9%, devendo chegar a 2,3 milhões de sacas(140 mil toneladas) com a receita de US$ 200 milhões. Nos quatro primeiros meses do ano-safra iniciado em 1º de outubro, o país exportou 7 milhões de sacas( 422 mil toneladas), 12% a mais que no mesmo período as safra anterior . Neste mês de janeiro , os embarques do Brasil deve ficar entre 1,8 a 2 milhões de sacas, tendo com base os números divulgado pelo Cecafé até dia 26 que foram 1,463 milhões de sacas. Fonte: Agnocafe


Cooparaiso contesta previsão de safra da Conab

10:11:13 - Agnocafé 12/01/2010 A Cooparaiso contesta previsão de safra que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou na sexta-feira passada, 8. Para a Conab, o ponto médio de sua previsão é de 47.274 mil sacas. De acordo com o presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Gilson Ximenes, após um levantamento no setor, a safra deve ficar de 10% a 15% menor do que a colhida em 2008, que foi de 45.992. Isso significa que a colheita deste ano não deve ultrapassar 42 mil sacas, número que a Cooparaiso concorda. Segundo o vice-presidente da Cooparaiso, José Fichina, as várias floradas ocorridas na lavoura vão trazer quebra de produção e de qualidade, pois a colheita trará café em diversas fases de maturação, prejudicando essa qualidade. “Esses fatores trarão, consequentemente, uma safra muito menor daquele colhido em 2008, quando tivemos uma safra muito alta”, disse o vice-presidente, José Fichina. A previsão para a área de abrangência da Cooparaiso é uma colheita em torno de 4.200 sacas. Isso se considerando o total da área de atuação da Cooperativa, que é de 61 municípios, sendo 37 em Minas Gerais, sete em São Paulo e mais 17 no Espírito Santo. Gilson Ximenes disse que o ano político vem influenciando as opiniões de órgãos governamentais e que as divulgações têm supervalorizados os números agrícolas. “Esse cenário é irreal. Atualmente o mercado agrícola e, principalmente, de café está em baixa, com preços aviltantes pagos ao produtor, que vive em extrema dificuldade”, argumentou o presidente do CNC. O gerente do departamento de Gestão do Agronegócio da Cooparaiso, Marcelo Almeida, disse que o volume de chuvas de 518 milímetros, ocorrido em dezembro, atrasou os tratos culturais e foi uma “porta aberta” para as doenças nos cafezais. “Além disso, as chuvas trouxeram a queda dos frutos e queda de qualidade, o que provocará uma safra menor, e não maior como acredita o governo”, finalizou o engenheiro agrônomo Marcelo Almeida


Arabicas operam negativos na Bolsa de Nova York

13:00:17 - Há pouco, o contrato Março/2010 operava a 133,15 centavos, com perda de 6 cents, e Maio/2010 era negociado a 135,05 centavos de dólar por libra peso, com baixa de 6.3 cents. Já o vencimento Julho/2010 operava com desvalorização de 6.1 cents, cotado a 136,70 centavos de dólar por libra peso.


Sonolência, álcool, café e acidentes de trânsito.

13:39:26 - Nos últimos cinco anos, importantes descobertas médicas têm levado à uma diminuição considerável na taxa de mortalidade nos EUA, especialmente entre a população jovem da América. Os acidentes em geral, são, por definição, imprevisíveis, portanto, difíceis de evitar. O acidente automobilístico é a terceira principal causa de morte e ferimentos nos EUA, com 40 a 50 mil pessoas mortas em aproximadamente 2 milhões de acidentes por ano. (US Bureau of the Census Statistical Abstract of United States : 1900. Washington, DC : US Dept. of Commerce, 1900 : 79, 606). Os dois fatores mais reconhecidos como causa dos acidentes de trânsito são a velocidade e o álcool, entretanto, a desatenção, a fadiga e a sonolência são fatores considerados também como grandes contribuintes. Mais atenção tem sido focalizada nos últimos anos à relação entre sonolência e acidentes. SONOLÊNCIA E ACIDENTES Estudos mostram uma ligação muito forte entre distúrbios do sono e acidentes de veículos a motor. O papel da sonolência e dos distúrbios do sono parece estar subestimado em comparação às causas clássicas de acidente, como álcool e uso de drogas, que podem também estar associados à sonolência. De acordo com a última classificação internacional de sono, sonolência significa a dificuldade em manter um estado de alerta. Está dividida em três graus de severidade: 1. Sonolência leve: Manifesta-se em estado de pausa ou repouso em tarefas que requerem pouca atenção. 2. Sonolência moderada: Pode comprometer a mais leve atividade física e tarefas que exijam um grau moderado de alerta, como, por exemplo, dirigir. 3. Sonolência severa: Manifesta-se diariamente, mesmo durante atividades físicas como comer e andar. O prejuízo para o relacionamento social e para o trabalho é considerável. O sono tende a um ritmo circadiano tanto durante o dia como durante a noite. A tendência a dormir é muito grande entre 2h e 7h e um pouco menor entre 14h e 17h. A tendência a dormir é também aumentada pela privação e interrupção do sono. Os efeitos da perda de sono são cumulativos, a sonolência aumenta progressivamente com a diminuição das horas de sono. Outros estudos têm demonstrado uma distribuição, também circadiana, da tendência a cometer erros durante as horas da noite. Um trabalho sueco (1) mostrou que ocorrem, num ciclo de 24 horas, dois picos onde a possibilidade de erro é máxima: Um deles, entre 2h e 4h, e outro, menos importante que o primeiro, entre 14h e 16h. A resposta reativa e a performance na direção estão, também consideravelmente diminuídas durante a noite. Com base nessas evidências fisiológicas, muitos estudos e observações vêm sendo desenvolvidos, para demonstrar o papel específico da sonolência nos acidentes de trabalho e de veículos a motor. Aproximadamente, 80 milhões de americanos que têm sérios problemas de sono são ignorados, ou por que eles não relatam seus sintomas, ou por que os médicos não perguntam. Portanto, o tratamento das queixas do sono, como a apnéia, está comprometido devido a esse desinteresse (2, 3). Indivíduos com insônia crônica referem 2,5 vezes mais acidentes automobilísticos por fadiga, habilidade diminuída para concentrar-se, memória prejudicada, dificuldade para executar tarefas diárias e prejuízo no relacionamento social. Uma série de estudos epidemiológicos têm sugerido que o risco desta complicação de saúde pode ser reduzido significantemente através de diagnósticos mais efetivos e tratamento adequado. Avaliar com mais precisão a importância do sono e seus distúrbios é uma tarefa mais crítica agora do que em qualquer outra época da história. A sofisticação industrial atual e a operação dos transportes requerem a manutenção de um estado de alerta que muitos trabalhadores são incapazes de manter. Considerando que as conseqüências de um erro cometido por um cocheiro de diligência há 150 anos, pôde equivaler a nada mais do que uma roda quebrada, hoje, um erro cometido por um motorista com privação de sono, pode resultar em perda de vidas e profundo sofrimento humano. Esses argumentos se tornaram um fator de pressão, após a constatação da grande ignorância que há sobre as conseqüências que a má qualidade e a privação do sono exercem sobre a saúde e a economia. Em relatórios realizados pelo Comitê Nacional de Pesquisa sobre os distúrbios do sono, foi observado que o médico generalista desconhece os perigos que a sonolência e a apnéia do sono apresentam para a saúde e a e a segurança da comunidade. Um sono inadequado ou insuficiente pode resultar em fadiga ou prejuízo para a vigilância e habilidade cognitiva, reduzindo a produtividade no trabalho, aumentando a oportunidade de erro humano e acidentes relacionados à fadiga. Clinicamente, a síndrome da apnéia do sono é o distúrbio mais comum associado à sonolência diurna excessiva. Porém, nem toda sonolência diurna, é produzida por doenças. As causas podem variar desde uma noite de sono inadequado, uma mudança no horário de trabalho ou ingestão de medicamentos que produzam sonolência. Uma porcentagem dos que se queixam de cansaço está sofrendo de uma exaustão mais geral, subordinada, em muitos casos, a um estado depressivo. De maneira geral, as causas mais comuns de cansaço são os distúrbios do sono noturno, que têm como fatores desencadeantes o ato de roncar (que em muitos casos também envolve uma respiração irregular com pausas respiratórias durante o sono), a ansiedade e a tensão. O cansaço pode tomar forma de sonolência franca, com tendência ao adormecer. Por outro lado, pode significar um estado de exaustão. Ambos os casos envolvem prejuízo à vida produtiva e à comunicação social. A sonolência, entretanto, é considerada a forma mais perigosa, por apresentar risco de acidentes, especialmente de tráfego, ou em outras situações que exijam um estado de alerta permanente. Portanto, o cansaço leva para, ou torna possível, o acidente de tráfego, sendo um fator de significativa importância. Quase metade dos que mencionam envolvimento com acidentes em conseqüência do cansaço, relataram fadiga muitos dias na semana, ou roncaram durante toda a noite. Na emissão de carteiras para motoristas, uma atenção maior precisa ser dispensada à qualidade do sono do motorista, porque nas Clínicas de Sono americanas, uma grande porcentagem dos pacientes, sofre especificamente de sonolência diurna. Quase a metade deles já esteve envolvida em acidentes de trânsito e a outra metade já teve acidentes de trabalho. Embora nenhum grupo esteja isento de problemas de sono, os trabalhadores noturnos estão particularmente expostos, com possibilidade de adormecer no trabalho duas a cinco vezes maior. Cerca de 20% da força de trabalho americana é composta por trabalhadores noturnos, que estão empregados em indústrias operacionais ou técnicas, transporte e serviços de saúde e emergência. Fadiga no trabalho e sonolência em trabalhadores noturnos podem, conseqüentemente, ter resultados devastadores: Em 1988, uma colisão de trens de carga da C.R. Corporation, resultou em fatalidade e mais de 6 milhões de dólares em danos estruturais e a trágica explosão do ônibus espacial Challenger, são mais dois exemplos. Portanto, a perda e os distúrbios do sono desempenham um papel importante dentro das causas do acidente de tráfego. Mesmo pessoas com sono normal, que têm insônia ocasionalmente ou vêm tendo privação temporária de sono, podem apresentar o mesmo grau de fadiga que as pessoas com distúrbios crônicos de sono e, portanto, ter um risco de acidente similar. A segurança dos motoristas com privação de sono parece ser mais colocada em risco através do uso do etanol. Estudos indicam que, mesmo o consumo moderado de etanol, pode aumentar incrivelmente a fadiga de indivíduos que tiveram uma noite de sono inadequada. O Departamento de Transportes americano realizou pesquisas em várias cidades sobre a sonolência no transporte. De acordo com essas pesquisas, motoristas sem distúrbios do sono apresentam uma taxa menor que 20% de episódios de sonolência, enquanto dirigem. A pesquisa também indicou que os acidentes de veículo a motor estão diretamente relacionados com sonolência em 1% a 10% dos casos. Outro estudo interessante feito pela Administração Nacional de Segurança no Transporte pelas Auto-Estradas (1995), através da análise de arquivo de 3,1 milhões de batidas em cinco estados, detectou que: • 1,4% das batidas e 1,75% dos acidentes fatais com veículos a motor estavam relacionados com sonolência; • 76% dos acidentes relacionados com sonolência foram batidas envolvendo um só veículo. Em outra pesquisa realizada pela mesma instituição, ficou demonstrado que 4% dos 6,6 milhões de erros cometidos no ato de dirigir, podem estar relacionados com a sonolência e a falta de atenção. Estes dados, no entanto parecem estar subestimados e a sonolência, provavelmente, não ser referida por muitas razões. A fadiga não é freqüentemente pesquisada entre as pessoas acidentadas. Muitas vezes as pessoas envolvidas não querem informar, oficialmente, ou mesmo a seus amigos e familiares, que dormiram na direção, porque isso implicaria em admitir a sua responsabilidade sobre o acidente. Às vezes os motoristas não querem admitir a si mesmos, que dormiram na direção. Portanto, a sonolência é freqüentemente ignorada como causa, por ser o acidente atribuído ao uso do álcool, drogas ou, mau tempo, que são fatores facilmente constatáveis, não acontecendo o mesmo com a fadiga, que é de difícil determinação. Outro fato é que um grande número de americanos não sabe que sofre de um distúrbio do sono e, para eles, é mais difícil admitir que dormiram na direção. Quando se pergunta às pessoas portadoras de distúrbios do sono sobre acidentes e direção, suas respostas indicam que adormeceram enquanto dirigiam, numa freqüência de 30% a 93%, dependendo da patologia: • Pacientes com apnéia do sono: A taxa variou de 31% a 93% • Pacientes com narcolepsia: 25% • 24% dos pacientes que dormiram várias vezes enquanto dirigiam, o fizeram pelo menos uma vez por semana Estatísticas da Clínica Stantford mostram que: • 15% a 45% dos pacientes com apnéia do sono; • 12% a 30% dos pacientes com narcolepsia; • 2% a 8% dos pacientes com insônia, referiram pelo menos um acidente relacionado com sonolência. Estes pacientes sabiam que tinham problemas e não hesitariam em referir seus acidentes. ACIDENTES DE VEÍCULOS A MOTOR E SONOLÊNCIA • 54% das mortes em acidentes de veículos a motor aconteceram à noite. • 36,1% dos acidentes fatais e 41,6% do total de acidentes aconteceram das 2h às 7h e das 14h às 17h, horários em que a sonolência é maior. Estes dados confirmam que dos acidentes de veículos a motor, que aconteceram à noite, muitos estão relacionados com a sonolência. A maioria dos acidentes noturnos envolvem um só veículo e nesses, a falta de atenção e o cansaço podem ser a causa. Para resumir, uma porcentagem estimada do total de acidentes e dos acidentes fatais relacionados com sonolência, é indicada pelo Car-File Study (Transportation Related Sleep Research. Car-File Study. Departament of Trasportation, 1985). Essa pesquisa é a mais completa até o presente e seus resultados mostram que: • 1,4% do total de acidentes • 1,75% das fatalidades, estão diretamente relacionadas com a sonolência. ACIDENTES DE TRABALHO • 47,5% dos acidentes de trabalho foram causados por sufocamento, eletrocução, fogo e acontecimentos similares, não estando diretamente relacionados com sonolência. • 52,5% restantes estão diretamente relacionados com sonolência: - 35% envolvem acidentes de veículos a motor - 12,6% : Queda - 4,8%: água e acidentes com transporte aéreo. MUDANÇAS NO HORÁRIO DE TRABALHO Aproximadamente 25% dos trabalhadores americanos trabalham com mudanças periódicas no horário de trabalho e 6% são trabalhadores noturnos. Os três departamentos, que empregam grande número desse tipo de trabalhador, são saúde, processamento de dados e transporte industrial. Estudos mostram que a sonolência aumenta muito durante a mudança no turno de trabalho e atinge o pico máximo na segunda metade da noite. É muito comum, trabalhadores noturnos adormecerem durante a noite. Os sintomas que antecedem esses episódios de sono são a sonolência, a fadiga e o esforço para ficar acordado. Os sintomas se intensificam durante o correr da noite e são freqüentemente seguidos pelo cochilo inevitável. Esta sonolência está presente em: • 75% a 90% dos trabalhadores noturnos; • 0,3% a 6% dos trabalhadores diurnos. Distúrbios crônicos do sono afetam 60% a 80% de todos os indivíduos que trabalham com mudanças no turno de trabalho. Está provado que um grande número desses trabalhadores adormecem durante a noite da troca. Também apresentam muitos problemas de saúde e duas vezes mais acidentes automobilísticos do que os indivíduos que não trabalham com mudanças de turno. Há também a possibilidade, duas vezes maior de serem viciados em drogas ou álcool. ACIDENTES DE VEÍCULOS A MOTOR DURANTE A JORNADA DE TRABALHO(1988) Cerca de 47 900 mortes e 4,6 milhões de ferimentos incapacitantes representam 35% desse tipo de acidente. TOTAL ESTIMADO DOS CUSTOS DOS ACIDENTES RELACIONADOS À SONOLÊNCIA (1988) - 1° estimativa: 1 907 072 ferimentos incapacitantes 24 318 mortes custo de 43,15 bilhões de dólares - 2° estimativa: 2 474 430 ferimentos incapacitantes custo de 56,02 bilhões de dólares CONCLUSÃO A sofisticação da indústria atual, a operação dos meios de transporte e o grande número de veículos circulantes exigem que o homem se mantenha em constante estado de alerta. O acidente de trânsito é uma das principais causa de morte no mundo atual, principalmente na faixa etária dos 15 aos 40 anos, atingindo, portanto, a população jovem e economicamente ativa, que é retirada do mercado no seu pico de produtividade, interferindo assim, drasticamente, sobre a economia, já que o custo para a nação, dos acidentados com ferimentos incapacitantes, é alto. A sonolência, a desatenção e a fadiga passaram a funcionar, junto com o álcool, as drogas e as condições perigosas de direção, como fatores que também predispõem ao acidente de trânsito. Pesquisar a qualidade do sono ainda não faz parte da anamnese do médico generalista e da rotina das clínicas para licenciamento de motoristas, porque os distúrbios do sono, ainda são desconhecidos pela maioria dos médicos. Por outro lado, o público também não avalia a influência que a sonolência e a fadiga extrema exercem sobre o ato de dirigir. A sonolência compromete em vários graus as funções cognitivas, a memória, a concentração e, principalmente, o estado de alerta, implicando em riscos de acidentes, principalmente de tráfego e diminuição do desempenho em situações que exijam um estado de alerta permanente. As causas que, mais comumente, podem determinar sonolência diurna variam desde uma noite de sono inadequada, mudanças no horário de trabalho, ingestão de medicamentos que produzem sonolência, ansiedade e tensão, até distúrbios mais importantes como a insônia e a apnéia do sono. Outro fator desconhecido pelo público é, que mesmo o uso moderado de álcool pode aumentar incrivelmente a fadiga de indivíduos que estejam privados de sono. Pesquisas recentes mostram que 1,4% do total de acidentes e 1,75% das fatalidades estão diretamente relacionadas com a sonolência. Portanto, o diagnóstico dos distúrbios do sono deve ser mais preciso e mais freqüente. O público deve ser informado e educado sobre o perigo da sonolência na direção veicular e os especialistas em Medicina de Tráfego, em conjunto com outros especialistas em sono, estão desafiados a desenvolver métodos que ajudem no reconhecimento da sonolência e na orientação desses pacientes. ALCOOLEMIA E DIREÇÃO VEICULAR SEGURA: TOME CAFÉ Um artigo recomendado para todo o médico foi publicado na Revista da AMB por membros da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego. O álcool é uma substância psicoativa que pode alterar percepções e comportamentos, aumenta a agressividade e diminui a atenção. Estima-se que no mundo dois bilhões de pessoas sejam consumidoras de bebidas alcoólicas e já é de consenso que o uso de álcool está relacionado com vários tipos de violência, incluindo os acidentes de trânsito. O Código de Trânsito Brasileiro vigente estabelece como limite para criminalização do ato de beber e dirigir a concentração de álcool no sangue (alcoolemia) igual ou superior a 0,6 g/l. Motoristas que estiverem dirigindo com essa concentração estão impedidos de conduzir veículo automotor. Essa Lei é pouco conhecida pela população e apenas 13% a 22% dos condutores souberam responder de forma correta o limite legal. Uma dose (uma lata de cerveja, uma taça de vinho ou meio copo de uísque) corresponde a aproximadamente 12 g de álcool. Um adulto médio (homem, 70 kg ou mulher de 62 kg, em bom estado de saúde), consumindo duas doses, atingirá uma alcoolemia de 0,3-0,5 g/l. O segundo levantamento domiciliar sobre o consumo de drogas psicotrópicas do CEBRID indica que 74,6% da população brasileira consumiram álcool durante sua vida, 12,3% são dependentes e 7,3% se envolveram em situações de risco físico. Todas essas porcentagens foram maiores para o sexo masculino do que para o feminino, se analisados em separado. Os acidentes de trânsito são a décima causa de todas as mortes e a nona causa de morbidade em todo o mundo, vitimando fatalmente 1,2 milhões de pessoas todo ano, e ferindo de 20 a 50 milhões. A América Latina apresenta um panorama ainda mais preocupante, por ter as maiores taxas de fatalidades no trânsito de todas as regiões do mundo, 26,1 mortes para cada 100 mil habitantes, o dobro da média mundial. O Brasil tem uma taxa de 6,3 acidentes para cada 10 mil veículos registrados. Estudos sobre a associação de álcool e acidentes de trânsito são numerosos na literatura; no entanto, o Brasil, apesar de apresentar uma alta taxa de acidentes, tem poucos, mas valiosos, estudos. Estudo realizado em sala de emergência de São Paulo mostrou que 28,9% das vítimas de trauma atendidas apresentaram alcoolemia positiva. Valores variam de 19,8%, para condutores numa amostra geral que conduzem acima do limite legal, a 47%, em vítimas fatais de acidentes de trânsito. O Código de Trânsito Brasileiro acarretou em uma redução de 20% nos traumas em ocupantes de veículos, e 9% nos condutores de motocicletas, mas a diminuição de condutores alcoolizados só ocorreu neste último grupo. Estima-se que os custos anuais dos acidentes de trânsito nos Estados Unidos somaram US$ 230,6 bilhões no ano de 2000, com 41.821 mortes, 5,3 milhões de feridos e 28 milhões de veículos danificados, sendo que o álcool responde por 46% dos custos decorrentes de mortes. Campanhas de prevenção e de fiscalização do motorista embriagado resultam em uma economia de seis dólares para cada dólar investido.No Brasil, dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) mostram que o custo total dos acidentes em aglomerados urbanos chega a 5,3 bilhões de reais. Custos de ferimentos no trânsito respondem por um quarto de todos os custos com empregados para as empresas americanas. No entanto, o estabelecimento de um limite de alcoolemia, mesmo que baseado em evidências, não é suficiente para coibir todos os acidentes relacionados ao álcool, especialmente se considerarmos os indivíduos que podem estar alterados com concentrações abaixo do limite legal, e que sofrem acidentes fatais. Isso foi demonstrado pela National Highway Traffic Safety Agency (NHTSA) dos Estados Unidos, que relatou que 13% dos condutores alcoolizados que morreram em acidentes estavam com alcoolemia positiva, porém abaixo do limite máximo permitido. No Brasil, estudo recente mostrou que 38% dos condutores dirigiam, naquele momento, sob efeito do álcool, sendo que 18% com valores de alcoolemia inferiores ao estabelecido por lei. Um dado alarmante é que 22,9% dos condutores acreditavam que a bebida não influenciava negativamente sua capacidade de dirigir, sobretudo se adotam medidas tidas como protetoras, como tomar café e dirigir com mais cautela. CAFÉ E MOTORISTAS Dirigir com sono causa mais mortes e ferimentos graves do que dirigir alcoolizado. Um modo de combater de forma segura a sonolência, em particular quando o motorista já está tendo que lutar contra o sono consiste em PARAR de dirigir, TOMAR uma ou duas xícaras de café (mais ou menos 150 mg de cafeína no total) e cochilar ou DORMIR uns 15 minutos. Nas zonas urbanas, onde o motorista sonolento está cercado de coisas para ver e fazer, o número de acidentes graves pode ser pequeno. Em trechos longos e monótonos das estradas principais, que pouco exigem do motorista, a situação piora muito. Não há problemas quando estamos alerta, mas quando dirigimos quando normalmente estaríamos dormindo ou quando estamos muitos cansados, o risco de uma colisão aumenta significativamente. Pesquisas do Ministério dos Transportes do Reino Unido sugerem que, em cada 10 colisões, uma ocorre quando os motoristas cochilam ao volante – ou seja, duas vezes mais do que os acidentes causados por excesso de velocidade. Há mais probabilidade de mortes e ferimentos graves nessas colisões porque motoristas com sono não costumam desviar ou frear antes do impacto . Na Nova Zelândia, entre 2002 e 2004, o cansaço dos motoristas foi identificado como fator que contribuiu para 134 acidentes com mortos e 1.703 colisões com feridos (cerca de 11 por cento dos acidentes com mortos e seis por cento das colisões com feridos por ano). Na Austrália, as estatísticas referentes à rede rodoviária indicam que o cansaço responde por até 30 por cento das colisões envolvendo um único veículo nas zonas rurais . Os dados obtidos num estudo italiano são análogos (morte do motorista em 11,4% dos acidentes relacionados com o sono, contra 5,5% nos acidentes em geral). As estradas são usadas como parte do trabalho de muitas pessoas. Por isso, não surpreende que tantos acidentes rodoviários envolvam veículos de trabalho. No Reino Unido, o número de acidentes fatais com caminhões é quase o dobro dos acidentes com carros. Nos Estados Unidos, o Departamento dos Transportes considera que todos os caminhões do país poderão estar envolvidos em pelo menos uma colisão relacionada com o sono durante sua vida útil e que o cansaço dos motoristas provavelmente contribui para 20 a 40% das colisões de caminhões. O trabalho noturno também torna vulneráveis motoristas como, por exemplo, médicos de plantão ou trabalhadores voltando para casa depois de turnos noturnos. O pior período é das 2 às 6 da manhã. É 20 vezes mais provável que o motorista adormeça ao volante por volta das 6 da manhã do que por volta das 10 . Estudos sugerem que a juventude é um importante fator de risco no que diz respeito aos acidentes relacionados com o sono (cerca da metade dos motoristas tem menos de 30-35 anos). Os motoristas mais idosos e os que dirigem depois de um almoço reforçado também são vulneráveis à sonolência no meio da tarde. Por volta das 4 da tarde, a probabilidade de adormecer ao volante é três vezes maior do que às 10 da manhã ou às 7 da noite, quando o ritmo circadiano de nossa sonolência é menos intenso . Para os motoristas, o risco de acidentes também aumenta com o começo de uma longa viagem no último dia de trabalho antes das férias, ou com a necessidade de levantar muito mais cedo do que de costume para iniciar uma longa viagem, em que o potencial de cansaço é maior. As férias são outra época de riscos. Freqüentemente, as viagens significam longas horas ao volante, muitas vezes com calor e no clarão do sol, depois de dormir menos do que de costume. Também é comum dirigir depois de uma longa viagem aérea até o local das férias – e isso tudo, combinado, pode ser letal. No entanto, somos todos muito vulneráveis à sonolência depois de dormir pouco ou mal. O cansaço pode facilmente afetar nossa capacidade de dirigir e nosso discernimento, e se isso acontece numa zona urbana, o perigo pode ser considerável. Mesmo nas melhores ocasiões, dirigir pode ser uma experiência que cansa e frustra. Se, além disso, a estrada for muito movimentada e o calor estiver sufocante, a paciência do motorista pode se esgotar muito depressa, e ele pode deixar de notar os sinais de cansaço. O sono não ocorre por si mesmo, e não há desculpas para pegar no sono ao volante. No entanto, a maioria dos motoristas que causam acidentes relacionados com o sono costuma negar que adormeceu. Isto não surpreende, pois é preciso dormir dois a quatro minutos antes que qualquer lembrança do sono seja possível, e a maior parte dos acidentes acontece quando um motorista só dormiu alguns segundos . Porém uma soneca de não mais do que quatro segundos pode ter conseqüências fatais. Nesse breve espaço de tempo, um carro a uma velocidade de 88 km por hora percorre mais de 30 metros – o comprimento de uma quadra de tênis. A noção de que se deve cantar ou ouvir música para se manter alerta e combater o cansaço infelizmente não passa de um mito popular. Cantar ou ouvir música só ajudam no começo e podem impedir o motorista de perceber que está com sono e guiando mal. Da mesma forma, as vantagens do ar frio no rosto também são um mito . O motorista costuma tomar essas providências quando já está tendo que combater o sono. Neste ponto, o que é seguro fazer é parar de dirigir o quanto antes, descansar no mínimo 30 minutos, tomar algumas xícaras de café cafeinado e cochilar alguns minutos. Muitas pesquisas vêm sendo feitas em busca da maneira mais viável de mitigar a sonolência dos motoristas. Alguns estudos de laboratório mostram que doses relativamente pequenas de cafeína, de 100 a 200 mg, melhoram de forma significativa a vigilância das pessoas observadas em estado de sonolência. Em outros estudos de laboratório foram comparados diversos fatores que, segundo se julga, têm influência. Esses fatores incluem diferentes fases das paradas para descanso nas estradas, níveis variados de ingestão de cafeína e em diversas alturas do dia, e diversos graus de privação do sono. Constatou-se que tanto a cafeína como a possibilidade de tirar um cochilo reduzem significativamente o número de incidentes rodoviários grandes e pequenos e têm o poderoso efeito de suprimir o sono e os sinais de sonolência. A combinação mais eficaz é, durante uma parada de 30 minutos, tomar uma ou duas xícaras de café, que lhe fornecem cerca de 150 mg de cafeína, e então cochilar por mais ou menos 15 minutos. Dirigir com sono não é ilegal, mas é tão perigoso quanto dirigir alcoolizado, se não for mais perigoso. A sensação de sono ao dirigir significa que você está correndo maior risco de bater. Pare, descanse e abra os olhos para a necessidade de dirigir com mais segurança. Site Café & Saúde


Dólar comercial opera em baixa, cotado a R$ 1,8550

13:39:59 - O Dólar comercial está operando com baixa de 0.10%. Há pouco, a moeda americana era comercializada a R$ 1,8550 na compra e a 1,8570 na venda.


Cocatrel é autorizada a comercializar café 4C

14:46:54 - A Cocatrel recebeu a Licença Oficial para comercializar cafés com a logomarca 4C. A cooperativa é membro da Associação 4C desde 2007, e atua como uma Unidade do programa 4C, na categoria Produtor/Exportador, que reúne mais de 800 de seus cooperados, inscritos no projeto e comprometidos com as metas de sustentabilidade do Código de Conduta do 4C. A licença, concedida após auditoria nos processos produtivos de 17 cooperados e verificação da auto avaliação da cooperativa, autoriza a Cocatrel a vender os cafés dos associados inscritos no Programa 4C, dentro da cadeia de abastecimento dos parceiros de negócios, que inclui as maiores empresas do setor, também integrantes da Associação 4C em todo o mundo. Segundo os coordenadores do programa na Cocatrel, engenheiros agrônomos Roberto Felicori e Eduardo Piedade Garcia, a licença significa um passo importante no desenvolvimento do programa 4C para os cooperados, pois atesta o cumprimento das exigências de melhoria contínua e credencia a cooperativa como uma das poucas unidades no país autorizadas a vender o café 4C, o que abre possibilidade de agregar maior valor ao produto, no processo de negociação.


Robustas encerram perda na Bolsa de Londres

16:40:13 - Na Liffe, o vencimento de Janeiro/2010 fechou com perda de US$ 20 dólares e o contrato encerrou o pregão a US$ 1298 dólares por tonelada. Já o contrato Março/2010 encerrou o pregão cotado a US$ 1330 com variação de baixa de US$ 45 dólares, enquanto o Maio/2010 fechou a US$ 1366 dólares por tonelada, com desvalorização de US$ 2 dólares.


Cooperativas vão avaliar resultado das medidas para o café

16:48:20 - Na segunda (01/02) haverá nova rodada de avaliação em São Sebastião do Paraíso, buscando um entendimento mais amplo sobre a situação dos produtores de café A análise dos objetivos propostos e dos resultados concretos alcançados pelo conjunto de medidas que o governo tomou em favor da cafeicultura em 2009, em atendimento aos pleitos do SOS Cafeicultura, será tema de reunião na próxima segunda-feira (1º de fevereiro), às 11h na Cooparaíso, em São Sebastião do Paraíso, com a presença das cooperativas e lideranças do Conselho Nacional do Café e da Frente Parlamentar do Café, com a presença do secretario de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Manoel Bertone. A decisão sobre a reunião saiu na terça-feira (26) na sede do Conselho Nacional do Café (CNC), em São Paulo, durante visita do secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Gerardo Fonteles; e do secretário de Produção e Agroenergia, Manoel Bertone, com a presença dos presidentes do CNC, Gilson Ximenes, e da Frente Parlamentar, deputado Carlos Melles. Embora as lideranças reconheçam que as medidas governamentais tenham proporcionado fôlego aos produtores que conseguiram acessar os benefícios – já que em muitos municípios existe a queixa de dificuldade ou de ausência de disponibilidade dos bancos para operacionalizar o anunciado pelo governo, por outro lado fica claro que ainda persiste o grave cenário de falta de renda no setor produtor da cafeicultura, penalizando o produtor de forma crescente – e altamente negativa, inviabilizando o almejado crescimento sustentado de cafeicultura. “Vamos reunir para discutir o que foi anunciado e o que chegou nas mãos dos produtores de café. O objetivo é conhecer a realidade para que as medidas tenham maior eficiência”, explica o presidente do CNC, Gilson Ximenes. “Estamos em busca de um entendimento mais amplo e profundo sobre o impacto das medidas”, explicou o deputado Carlos Melles. Para o deputado “o intuito é legítimo e fundamental, porque tanto o governo quanto os cafeicultores, querem ter uma noção exata do alcance das medidas”. Melles diz que vê avanços nas decisões do governo para o café, com pontos importantes para que o país possa retomar seu lugar de formulador de políticas mundiais para o café, mas frisa que igualmente vem recebendo informações de todas as regiões produtores de café, com produtores manifestando seu desagrado com as dificuldades para renegociarem seus débitos junto aos bancos.


Dólar fecha com alta de 0.37%, cotado a R$ 1,8640

17:00:10 - O dólar comercial fechou em alta nesta Quinta-Feira. Ao término dos negócios, a divisa norte-americana ficou comercializada a 1,8640 a compra e a 1,8660 na ponta vendedora.


Veja os preços de hoje no mercado físico brasileiro

17:15:03 - Acompanhem, no quadro abaixo, os preços do mercado físico brasileiro nas principais regiões produtoras.

Araguari 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Cacoal 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Conillon - 138,00 -
       
Caratinga 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Franca 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Garça 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Riado - - -
Tipo 8 Duro - - -
Tipo 8 Rio - - -
       
Guaxupé 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Londrina 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 7 Rio - - -
       
Patrocínio 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Riado - - -
       
Piraju 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
       
São Gabriel da Palha 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 7 Conillon - - -
Tipo 8 Conillon - - -
       
São Sebastião do Paraíso 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado 150,00 - -
Tipo 6 Duro 250,00 - -
Tipo 6 Duro para melhor 300,00 - -
       
Uberaba 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Conillon - - -
Tipo 8 Duro - - -
       
Varginha 25/01/2010 20/01/2010  
Cereja Descascado - - -
Tipo 6 Duro - - -
Tipo 6 Duro para melhor - - -
       
Vitoria da Conquista 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6/7 Duro - - -
Tipo 6/7 Rio - - -
       


Acompanhe os preços dos cafés de consumo interno

17:20:39 - Confira, no quadro abaixo, os preços dos cafés de consumo interno nas principais regiões produtoras, nesta Segunda-Feira.

Cacoal 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Conillon - 56,00 -
       
Caratinga 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 7 Rio - - -
Tipo 8 Rio - - -
       
Garça 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - - -
Tipo 8 Resolução - - -
       
Guaxupé 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - - -
       
Patrocínio 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - - -
       
São Gabriel da Palha 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - Conillon - - -
Tipo 8 Resolução - Conillon - - -
       
São Sebastião do Paraíso 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob 270,00 - -
       
Uberaba 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 6 Conillon - - -
Tipo 8 Duro - - -
       
Varginha 25/01/2010 20/01/2010  
Tipo 8 Cob - - -
       


Confira o fechamento das bolsas nesta Quinta-Feira.

17:25:01 - Confira, no quadro abaixo, o fechamento das bolsas de Nova Iorque, Londres e BM&F nesta Quinta-Feira.

Nova York (ICE)
Mês Fechamento Dia Anterior Variação
 
Londres (Liffe)
Mês Fechamento Dia Anterior Variação
 
São Paulo (BM&F)
Mês Fechamento Dia Anterior Variação


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criado em 28/01/2010